quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Exército promove ação em três cidades no Sul da Bahia

Da Redação

Determinada pelo Comando de Operações Terrestre  (COTER), será realizada até o dia 25 de outubro, na região do Baixo Sul da Bahia, a 'Operação Recôncavo 2013', que reúne cerca de 800 militares do Exército Brasileiro sob a coordenação da 6ª Região Militar.
Para cumprir o Programa de Instrução Militar do Comando Militar do Nordeste, estão sendo realizadas atividades para adestrar as tropas, nas operações de Garantia da Lei e da Ordem nas cidades de Igrapiúna, Ituberá e Nilo Peçanha. 

Ações interagências com órgãos municipais, estaduais e federais e ações Cívico-Sociais levarão atendimento médico e odontológico, regularização de documento do serviço militar, bem como atividades de bem estar e de promoção da cidadania à população carente fazem parte do programa. 

10ª Região Militar faz balanço positivo da Operação Suçuarana

Aiuaba. O comandante da 10ª Região Militar, general, Carlos César Araújo Lima, fez um balanço positivo da Operação Suçuarana, que está em andamento em três municípios da região dos Inhamuns. Foram mobilizados cerca de 600 homens e 21 caminhões pipa. A iniciativa das atividades é do Exército Brasileiro por meio da 10ª Região Militar, com sede em Fortaleza.

Atendimento médico e odontológico integrou a programação de atividades oferecidas pelos militares aos moradores da zona rural

O Exército ainda não tem o número de pessoas atendidas, mas estima-se em mais de três mil famílias, nos municípios de Aiuaba, Arneiroz e Saboeiro. As ações têm por objetivo treinamento da tropa e atendimento à população da área urbana e rural com distribuição de água em carro pipa, consulta ambulatorial médica e odontológica.

A base da tropa é a Estação Ecológica de Aiuaba. A operação começou nesta terça-feira em Aiuba e ontem as ações chegaram ao município de Arneiroz. Hoje serão desenvolvidas em Saboeiro. "É uma ação cívica e social de adestramento e ocupação de área", explicou o general Araújo Lima. "A mobilização foi positiva e alcançou plenamente os seus objetivos".

Em cada cidade, as atividades seguem programação que incluem apresentação e desfile da tropa e da Banda de Música do Exército, atendimento ambulatorial médico e odontológico, celebração de missa e retreta no início da noite na praça central.

Em Aiuaba e Arneiroz, as tropas do Exército e a presença dos médicos e dentistas militares despertaram a atenção dos moradores e das autoridades locais. "É uma movimentação muito bonita e nunca tinha visto algo igual", disse a comerciária, Lucineide Martins. "A população sempre precisa desses serviços e quando chegam são muito bem vindos".

O prefeito de Aiuaba, Airton Araújo, destacou a realização da Operação Suçuarana nos sertões dos Inhamuns. "É uma ação importante que oferece oportunidade de treinamento e atendimento à população", frisou. "O município enfrenta escassez de água e o abastecimento de áreas rurais vai trazer um alívio para os moradores".

Na manhã de ontem, o prefeito de Arneiroz, Monteiro Filho, também destacou a necessidade de reforço no abastecimento de água das famílias das áreas rurais. "Enfrentamos dois anos de escassez de chuva e isso trouxe dificuldades para todos os municípios do sertão".

Por todo o dia de hoje, a mobilização será no município de Saboeiro. O prefeito, Marcondes Ferraz, disse que a população aguarda desde o início da semana a chegada dos profissionais de saúde e a tropa do Exército. "Temos uma expectativa positiva dessa operação que dará oportunidade de treinamento e assistência aos moradores".

Planejamento
O general Araújo Lima frisou que as atividades seguem planejamento criterioso para que as ações militares ocorram de acordo com os objetivos propostos e com o mínimo de interferência na rotina dos municípios.

As tropas empregadas nas atividades são oriundas de Crateús, Fortaleza e Teresina no Piauí. A mobilização tem por objetivo o adestramento do pessoal em situações de garantia de lei e da Ordem pública.

A 10ª Região Militar tem abrangência territorial nos Estados do Ceará, Maranhão e Piauí. As ações empregadas caracterizam como de polícia em ambientes rurais e urbanos, e de distribuição de água às comunidades carentes.

O planejamento da operação começou em 2012, a partir da seleção do local, reconhecimento da região escolhida, coordenação dos trabalhos com as organizações militares participantes, levantamento das necessidades logísticas, estudos operacionais, contatos institucionais com outros órgãos públicos e realização de instruções dos quadros e do componente operacional.

Para cumprir a missão de defesa da Pátria, o Exército Brasileiro busca, de forma harmônica sem interferir no cotidiano das comunidades, a interação com a população, para que os cidadãos tenham oportunidade de perceber os valores defendidos pela instituição das Forças Armadas, segundo destaca o Setor de Comunicação da instituição.

Mais informações
10ª Região Militar
Telefone: (85) 3255.1673
Fortaleza
E-mail: comando10rm@hotmail.com

HONÓRIO BARBOSAREPÓRTER 

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1330722

João do Joaninho debate situação de empresas instaladas no município mediante incentivos fiscais

   

A Câmara de Juiz de Fora debateu na tarde da última quarta-feira (23/10), por solicitação do vereador João do Joaninho (DEM), a situação das empresas instaladas no município em decorrência da política de incentivos fiscais para atração de investimentos. 

     Durante a reunião, solicitada pelo vereador João Evangelista de Almeida (João do Joaninho – DEM), foram feitos vários questionamentos em relação ao início das operações, ao número de empregos gerados e ao cumprimento dos protocolos de intenções.

     Como nenhuma das empresas enviou representantes para o evento, coube ao secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Geração de Emprego e Renda, André Luiz Zuchi, fazer os esclarecimentos. Segundo ele, de forma geral, os empreendimentos instalados no município nos últimos estão correspondendo às expectativas.

     Ele mencionou os casos da Mercedes Bens, que atualmente não tem mais nenhum tipo de incentivo Municipal. No caso da Codeme, há concessão de direito do uso do bem público, com área de 300 metros quadrados. “Hoje ela emprega 300 pessoas e investe na cidade mais de 120 milhões”. 

     A Brafer, por sua vez, está em fase de implantação, com previsão de início das atividades em 2014. “A empresa terá vinculo com a cidade durante 10 anos, serão criados 400 empregos, com um investimento de R$ 87 milhões”.

     No caso específico da Companhia Brasileira de Usinagem (CBU), o secretário relatou que a Procuradoria Geral do Município está estudando uma forma para que a empresa acerte seus encargos com os fornecedores. 

   De acordo com João do Joaninho, seu gabinete tem recebido várias denúncias de fornecedores envolvendo a CBU. Para evitar novas situações dessa natureza, o vereador vai apresentar projeto de lei condicionando os incentivos fiscais à prestação de contas periódicas ao Parlamento.

     João do Joaninho também criticou a ausência das empresas na Audiência Pública. “É uma vergonha para esta Casa o não comparecimento dos empresários. O convite foi feito no dia 20 de março deste ano, ou seja, passaram sete meses e agora os empresários justificam falando de outros compromissos agendados.” 

JORNAL O GLOBO - 24.10.13


JORNAL ZERO HORA - 24.10.13


JORNAL DIÁRIO REGIONAL - 24.10.13


EX-VEREADOR TEM CASA INVADIDA POR ASSALTANTES E FAMÍLIA É TORTURADA

O ex-vereador Juraci Schaffer, de 48 anos, e duas filhas, de 13 e 19, viveram momentos de terror ao terem a casa invadida por três bandidos armados, na noite de terça-feira (22), no Bairro Bosque do Imperador, na Cidade Alta. Apesar de a Polícia Militar ter conseguido deter em flagrante dois suspeitos, de 17 e 19, o crime extremamente violento deixou a família traumatizada e atemorizada depois de permanecer refém dos assaltantes por cerca de duas horas. A jovem de 19 anos estava sozinha na residência quando foi rendida pelo trio. Mesmo com a chegada do pai e da irmã ao local, a mulher não foi poupada e, junto com a irmã caçula, ainda foi torturada com tapas no rosto. A família também foi ordenada a ficar de joelhos e teve as armas engatilhadas apontadas pelos criminosos contra suas cabeças. Os ladrões roubaram mais de R$ 50 mil, joias, notebook, câmera fotográfica e celulares. 
De acordo com a PM, o adolescente, localizado perto de uma boca de fumo e apreendido, também é suspeito de ter participado de outro assalto a residência na Cidade Alta, que culminou na morte do empresário Francisco José de Carvalho Carapinha, 48, baleado no tórax, em 16 de abril.
Além do adolescente, um jovem de 19 anos foi detido durante rastreamento da PM. Ele negou participação no crime. Já o adolescente confessou o roubo e o envolvimento do comparsa preso e de outro adolescente. Todos são moradores de bairros da Cidade Alta.

PJF multa CBU por atraso em cronograma

23 de Outubro de 2013 - 21:07

Após duas revisões de planejamento, previsão de inauguração da fábrica passou para maio

Por Fabíola Costa

A audiência pública realizada na Câmara Municipal nesta quarta-feira (23), que pretendia ser uma prestação de contas das empresas em implementação na cidade, tornou-se - mediante a ausência delas - um informe da Prefeitura sobre o andamento dos projetos. Dentre os empreendimentos citados, a Companhia Brasileira de Usinagem (CBU) ganhou destaque, por conta do atraso na realização do projeto e de problemas com fornecedores locais. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda da PJF, André Zuchi, destacou ainda, entre os 26 projetos em andamento na cidade, a Mercedes-Benz, a Codeme e a Brafer. Sobre a CBU, ele confirmou atraso na execução, mas afirmou que o projeto, que já demandou investimento de R$ 10 milhões, está sendo implementado, com obras em andamento. Depois de duas revisões no cronograma, a perspectiva de inauguração passou para maio de 2014.
Zuchi explicou que, por ter sido beneficiada pela doação do terreno com encargos, a CBU tem o compromisso de cumprir as condições acordadas com o Poder Público no prazo de dez anos, inclusive o cronograma previsto. Em função de atraso, teria recebido multa de 10% do valor do terreno, estimado em cerca de R$ 2 milhões. Conforme o secretário, a empresa teria pedido para realizar o acerto durante o processo produtivo, possibilidade que está em análise na Procuradoria Geral do Município (PGM). Segundo Zuchi, a CBU teria alegado retração do mercado e dificuldade de obtenção de recursos. A companhia foi procurada, mas não se posicionou.
Durante a audiência, fornecedores denunciaram problemas junto a empresa. O proprietário da J.S Construções, Adão Jorge da Silva, diz ter firmado contrato no valor de R$ 834 mil para realização de obras civis. "Quando estava quase finalizando, mandaram uma notificação dizendo que não precisavam mais do trabalho da minha empresa." O proprietário diz ter recebido menos do que o acordado e garante ter realizado a maior parte da obra. O caso está na Justiça. O advogado Rodrigo Infante, que representa as empresas Chamonix e Pedreira Santa Mônica, usou o plenário para comunicar que as empresas ajuizaram ação por problemas no pagamento de material de construção que teria sido fornecido para a obra. Após ouvir as queixas, o secretário de Governo, José Sóter de Figuerôa Neto, se comprometeu a intermediar um encontro entre fornecedores, sindicato de classe e direção da empresa para tratar do assunto.
R$ 42 mi
Conforme Zuchi, com a cessão e a doação de terrenos para três empreendimentos (Codeme, Brafer e CBU), a Prefeitura investiu R$ 6,5 milhões. A expectativa, segundo ele, é de retorno do capital na ordem de R$ 42 milhões, em função da estimativa de arrecadação de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) destes negócios em dez anos.
Sobre a produção de caminhões pela Mercedes-Benz, o secretário estimou que a montadora deve responder por 10% da arrecadação de ICMS na cidade este ano. Para os próximos cinco anos, a expectativa é chegar a 40%. Zuchi destacou que a montadora não solicitou e não conta hoje com isenção municipal. "É um grande projeto, em função do efeito multiplicador."
Conforme a Prefeitura, a Codeme está em fase de aprendizagem, ainda não conta com doação, mas cessão do direito real de uso do terreno, e emprega atualmente 300 pessoas. A previsão de investimento chega a R$ 120 milhões. Em fase de implantação, a Brafer deve entrar em atividade em 2014, após uma revisão de cronograma. A empresa conta com doação de terreno, e o investimento previsto é de R$ 87 milhões, com perspectiva de criação de 400 empregos na cidade. Atualmente, 120 trabalhadores atuam na obra.

Após incêndio, loja ficará fechada na Brasil

23 de Outubro de 2013 - 11:37

Não houve feridos, mas prédio da Avenida Brasil ficou totalmente destruído, comprometendo parte da estrutura

Por Flávia Crizanto



Atualizada às 21h51
Um depósito de suprimentos do Bahamas na Avenida Brasil, próximo à Rua Halfeld, pegou fogo por volta das 11h15 desta quarta-feira (23). O incêndio foi classificado pelo Corpo de Bombeiros como de grandes proporções. As chamas não deixaram feridos, entretanto, o local ficou destruído, comprometendo parte da estrutura de alvenaria e do telhado. O supermercado, que fica ao lado, também teve uma pequena parte do telhado atingida. Diante do ocorrido, a assessoria do Bahamas informou que uma reunião técnica, com especialistas de diversos setores, definiu pelo fechamento temporário da loja, para realização de reparos. Não foi divulgada previsão de reabertura. Ainda de acordo com a assessoria, o incêndio teria começado na parte dos fundos, onde existe uma saída para a Avenida Sete de Setembro. Funcionários trabalhavam nas adequações do ambiente, onde havia equipamentos de refrigeração, necessários para depósito de frios e congelados. A ocorrência foi registrada na véspera de se completar dois anos do maior incêndio já registrado no município, em 24 de outubro de 2011, quando um conjunto de lojas na esquina da Rua Floriano Peixoto com Avenida Getúlio Vargas foi consumido pelo fogo. 
No caso desta quarta, em poucos minutos, a fumaça escura podia ser vista de vários pontos da cidade, e barulhos de explosão também eram ouvidos no interior do estabelecimento. Cerca de 40 trabalhadores que estavam lá dentro deixaram a área rapidamente, enquanto outros ainda retiravam cilindros de gás de hidrogênio, oxigênio e acetileno, com grande grau de inflamabilidade. Um pedreiro de 22 anos fazia o assentamento do piso do galpão e chegou a ser atingido por gotículas de isopor derretido. Ele foi atendido pelo Samu e não precisou ser encaminhado para o hospital. "Vi apenas o momento em que alguma coisa pegou fogo, e meu colega me puxou pela camisa, me tirando de lá. Não dava para ver de onde as chamas vinham", contou.
Para controlar a situação, foram necessários quatro caminhões do Corpo de Bombeiros e 22 homens. A Polícia Militar, a Guarda Municipal e agentes de trânsito também foram acionados para dar suporte. Os trechos da Avenida Brasil e Sete de Setembro ficaram interditados entre as ruas Halfeld e Santa Cólsera por aproximadamente meia hora. Uma ambulância do Samu permaneceu de prontidão e outras três estavam de sobreaviso.
Centenas de curiosos pararam para assistir o trabalho das equipes. Comerciantes e moradores vizinhos ao galpão ficaram preocupados com a possibilidade de o fogo se alastrar para outras partes, mas  o incêndio foi controlado em cerca de meia hora. "Fizemos um trabalho rápido, e, dessa maneira, conseguimos controlar a chamas no depósito, e o incêndio não tomou maiores proporções, pois as chamas já começavam a atingir o interior da loja", explicou o comandante da operação, capitão Eduardo Ângelo Gomes. Ao todo foram utilizados 20 mil litros de água. 

Investigação
As causas do incêndio ainda serão investigadas pela Polícia Civil. A Defesa Civil também esteve no galpão e informou que as edificações do entorno não foram atingidas. Porém o imóvel teve comprometimento na estrutura metálica, instalações elétricas e hidráulicas, além perdas materiais. 
Apesar da destruição, o assessor de imprensa do Bahamas, Nelson Júnior, disse que os prejuízos financeiros não foram de proporções consideráveis, já que o espaço estava isolado para reforma e correspondia a cerca de 10% da área total. "A nossa equipe de brigada de incêndio teve uma ação rápida e foi fundamental. Ela ajudou a manter a calma e a tranquilidade na hora de tirar o público e os colaboradores do supermercado. O somatório dessas ações mais o trabalho do Corpo de Bombeiros fizeram com que, apesar do acontecido, evitássemos uma situação mais grave." 

JORNAL TRIBUNA DE MINAS - 24.10.13


quarta-feira, 23 de outubro de 2013

INCÊNDIO EM JUIZ DE FORA JÁ FOI CONTROLADO, MAS PRÉDIO FICOU DESTRUÍDO

23 de Outubro de 2013 - 11:37


Não houve feridos, mas prédio da Avenida Brasil ficou totalmente destruído, comprometendo parte da estrutura

Por Tribuna

Atualizada às 15h30
Já está totalmente controlado o incêndio em um depósito de suprimentos do Supermercado Bahamas na Avenida Brasil, próximo à Rua Halfeld, no Centro. O trânsito na região fui normalmente. O fogo, que começou por volta das 11h15 desta quarta-feira (23), foi classificado pelo Corpo de Bombeiros como de grandes proporções. O incêndio não deixou feridos, entretanto, o local ficou totalmente destruído, comprometendo parte da estrutura de alvenaria e do telhado. O supermercado, que fica ao lado, também teve uma pequena parte do telhado atingida. De acordo com as informações da assessoria de imprensa da empresa, o fogo teria começado na parte dos fundos, onde existe uma saída para a Avenida Sete de Setembro. No momento do acidente, funcionários trabalhavam nas adequações do ambiente, onde havia equipamentos de refrigeração, necessários para depósito de frios e congelados.
Em poucos minutos, a fumaça escura podia ser vista de longe e barulhos de explosão também eram ouvidos no interior do estabelecimento. Cerca de 40 trabalhadores que estavam lá dentro evacuaram rapidamente a área, enquanto outros ainda retiravam alguns cilindros de gás de hidrogênio, oxigênio e acetileno, com grande grau de inflamabilidade. Um pedreiro de 22 anos fazia o assentamento do piso do galpão e chegou a ser atingido por gotículas de isopor derretido. Ele foi atendido pelo Samu, mas não precisou ser encaminhado ao hospital. "Vi apenas o momento em que alguma coisa pegou fogo e meu colega me puxou pela camisa, me tirando de lá. Não dava para ver de onde as chamas vinham", contou. 
Para controlar a situação foram necessários quatro caminhões do Corpo de Bombeiros e 22 homens. A Polícia Militar, Guarda Municipal e agentes de trânsito também foram acionados para dar suporte. Os trechos da Avenida Brasil e Sete de Setembro ficaram totalmente interditados entre a Rua Halfeld e a Santa Colsera por aproximadamente meia hora. Uma ambulância do Samu também permaneceu de prontidão e outras três estavam de sobreaviso.
Centenas de curiosos pararam para assistir ao trabalho das equipes. Comerciantes e moradores vizinhos ao galpão do supermercado ficaram preocupados com a possibilidade do fogo se alastrar para outras partes, mas, em cerca de meia hora, o incêndio foi totalmente controlado.

Usuários reclamam de condições da rodovia União-Indústria em MG

Rodovia liga Juiz de Fora a Matias Barbosa, na Zona da Mata.
DER planeja revitalização do trecho entre as cidades.

Do G1 Zona da Mata

Usuários reclamam de problemas na rodovia União-Indústria em MG (Foto: Reprodução/TV Integração)Falta de acostamento é um dos problemas
apontados (Foto: Reprodução/TV Integração)
Usuários reclamam das condições da rodovia União-Indústria, entre Juiz de Fora e Matias Barbosa, na Zona da Mata. O trânsito é intenso no local, mas não há acostamento e a sinalização apresenta problemas em alguns trechos. A rodovia possui 150 anos e é uma das mais antigas do Brasil.
A rodovia é estreita e o movimento de veículos é constante, principalmente de carretas. Poucos trechos possuem faixa para pedestres. Quem precisa passar a pé pelo local tem que redobrar a atenção. “A gente tem que passar para o outro lado e ficar no meio do mato. A aqui é muito precário”, reclamou o servente de pedreiro Lenon Lopes.
Para visitar os pais, a doméstica Joana da Silva e a família precisam passar por um trecho da rodovia próximo ao Bairro Retiro, em Juiz de Fora. Os veículos em alta velocidade assustam. “Caminhão pesado e ônibus não respeitam”, disse a doméstica.
 Além da velocidade, o desrespeito com a sinalização também é um problema. A reportagem do MGTV flagrou um motociclista fazendo uma curva na contramão da estrada.
O Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER/MG) planeja uma revitalização de todo o trecho incluída no programa de Manutenção e Recuperação Rodoviária de Minas Gerais.

Comércio de Juiz de Fora se prepara para as festas de fim de ano

Estabelecimentos enchem os estoques e preenchem as prateleiras.
Expectativa de contratações temporárias para este ano é baixa, diz CDL.

Nathalie GuimarãesDo G1 Zona da Mata

Lojas vendem árvores de R$ 9 a R$ 500 (Foto: Luna Markman/G1)Lojas se preparam para vendas de enfeites
natalinos (Foto: Luna Markman/G1)
Com a proximidade das festas de fim de ano, donos de lojas de enfeites, supermercadistas e shoppings de Juiz de Fora iniciaram os preparativos para o Natal e para o Ano Novo. Produtos sazonais são adquiridos com antecedência e começam a ocupar espaço nas prateleiras, e os estabelecimentos comerciais ganham aparência mais atrativa com decorações variadas. Segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), o Natal é a data mais importante para os lojistas. Mas ainda assim, a expectativa de contratações de temporários para este ano é baixa.
Os supermercadistas já começaram a adquirir os produtos como vinho, castanhas e panetones. O gerente de um supermercado de Juiz de Fora, Marcílio Corrêa, disse que os panetones têm procura garantida. “Os produtos já chegaram e estão sendo expostos”, afirmou. Em outro supermercado, além dos itens já citados, há grande procura por doces, aves natalinas, bebidas e frutas como uvas e abacaxis. Segundo o gerente de mercearia e perecíveis, Sandro Domingos Fernandes, a expectativa é de crescimento nas vendas de, no mínimo, 5% em relação ao ano passado.
Uma outra rede de supermercados aposta em um aumento de 23% nas vendas deste Natal. Os produtos típicos de fim de ano já foram quase todos comprados e alguns já estão à venda. Para a rede, os consumidores começam, de fato, a fazer as compras de fim de ano na última semana de novembro. Mas é a partir da segunda quinzena de dezembro que a procura por produtos alimentícios se intensifica. Frutas cristalizadas, bebidas, congelados e aves especiais compõem a cesta de produtos mais vendidos nessa época.
Decoração
Uma loja de enfeites e peças decorativas do Centro de Juiz de Fora garantiu que, a partir do início de novembro, os produtos para o Natal já estarão nas prateleiras. A proprietária da loja, Amanda Benevides, explicou que as peças mais vendidas são guirlandas, árvores, enfeites e bolas que tenham alguma característica nova.
As cores mais procuradas são as tradicionais vermelho, dourado e verde. “A  tendência de cor para a decoração deste ano é a cor branca. A linha dos bonecos de Papai Noel é sempre sucesso. Tem que cantar, dançar, fazer algo diferente”, destacou. Uma novidade da loja para este ano são as lembrancinhas de Natal com um preço mais acessível.
Os shoppings também se preparam para apresentar aos clientes decorações criativas. A partir do início de novembro, um shopping da cidade estará todo enfeitado com um tema que, além de fazer referência às festas de fim de ano, também lembrará os 25 anos do estabelecimento. A previsão de aumento das vendas, segundo a gerente de Marketing, Flávia Leite, segue a média de 20%, o mesmo estimado para o ano de 2012.
O empresário Wagno Cláudio elabora e executa projetos de decoração para alguns shoppings da cidade. Para este ano, ele adiantou ao G1 que haverá utilização de leds na iluminação, tecidos brancos florescentes e figuras de ursos polares, lanternas, trenós e cogumelos, além do tradicional Paoai Noel, símbolo do Natal, e das cores branco, vermelho e verde.
Contratações de fim de ano
Com relação às contratações temporárias, o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Juiz de Fora, Vandir Domingos, disse que não há grande expectativa. “Hoje o comércio tem trabalhado com um número mais enxuto de funcionários”, explicou.
Ainda segundo a Vandir Domingos, há expectativa de aumento de vendas para essa época,  já que o Natal é a data mais importante para os lojistas. Os preparativos se intensificam em novembro e dezembro. “No entanto, o comércio está vindo de uma fase em que as vendas não estão boas”, ressaltou.
Em novembro, a CDL irá iniciar uma campanha de recuperação de crédito. De acordo com a organização, são cerca de 500 mil Cadastros de Pessoas Físicas (CPF) negativados atualmente no município e região. “A ideia é facilitar a vida do consumidor, para que ele possa comprar mais neste fim de ano”, comentou Vandir Domingos.

Rua sem calçamento em Juiz de Fora gera transtornos aos moradores

Foi feito abaixo-assinado em 2005, mas até hoje não houve obras.
Secretaria de Obras de Juiz de Fora diz que a situação será regularizada.


Rua sem asfalto no Bairro Borboleta em Juiz de Fora (Foto: Fabiano Barbosa/VC no MGTV)Rua no Bairro Borboleta em Juiz de Fora está sem
calçamento  (Foto: Fabiano Barbosa/VC no MGTV)
O telespectador Fabiano Barbosa enviou ao VC no MGTV imagens da Rua Pedro Van De Pol, do Bairro Borboleta, em Juiz de Fora, que não tem calçamento e nem saneamento básico. Segundo Fabiano, na administração passada foi colocada uma placa no local informando que a pavimentação seria realizada, mas foi retirada pouco tempo depois. Os moradores chegaram a fazer um abaixo-assinado em 2005, mas não resolveu.
(Mande fotos e vídeos sobre problemas no seu bairro e flagrantes na cidade para o VC no MGTV. Acesse o link e veja como participar.)
De acordo com a Secretaria de Obras, o local é resultado de uma ocupação de terra, mas a situação está sendo regularizada. Também está prevista a construção de um muro de contenção e o asfaltamento da rua. As obras devem começar no ano que vem.

Postos policiais desativados em Juiz de Fora deixam moradores inseguros

No Alto dos Passos, eles lavaram o posto vazio para cobrar segurança.
PM diz que tem adotado novas estratégias em substituição aos postos.

Do G1 Zona da Mata

Moradores limpam posto policial abandonado em Juiz de Fora (Foto: Reprodução/TV Integração)Moradores limpam posto policial abandonado em
Juiz de Fora  (Foto: Reprodução/TV Integração)
A desativação gradual de alguns postos de policiamento em Juiz de Fora tem causado insatisfação. Para mostrar que estão insatisfeitos, moradores se reuniram para lavar a estrutura, com água e sabão. O ato simbólico foi feito para cobrar mais segurança e questionar a inutilização de um espaço que deveria ser reservado à segurança.
Um dos postos fica no cruzamento das avenidas Rio Branco com a Brasil, no Bairro Manoel Honório. Ele está sem a presença dos policiais, trancado e vazio. Já no Parque Halfeld, o posto não existe mais. A estrutura, que havia sido doada por uma siderúrgica, foi retirada.
No Bairro Alto dos Passos, o posto foi implantado em 2005 e, segundo o  comerciante Juliano Botti, funcionou por pouco tempo. Eles disse que a desocupação do espaço acabou contribuindo para o aumento da violência no local. Agora pede o retorno do policiamento, que funcionava como uma referência na região. "O posto é patrimônio público. Ele está abandonado há oito anos e toda a sociedade do Alto dos Passos necessita urgente de um policiamento 24 horas. O posto tem que ser ocupado e a polícia sabe disso, o prefeito, todo mundo sabe," cobrou.
Sobre a desativação dos postos, a assessoria da Arcelor Mittal informou à produção do MGTV que fez a doação do posto há cerca de oito anos e não recebeu nenhum comunicado de retirada da Polícia Militar. A Votorantim Metais também foi procurada pela produção, mas não retornaram o contato.
De acordo com o assessor de comunicação do 2º Batalhão de Polícia Militar (PM) de Juiz de Fora, tenente Marcelo Alves, a PM tem adotado novas estratégias em substituição aos postos de observação e vigilância. "Nós temos utilizado a base comunitária móvel, que amplia o raio de atuação gerando maior visibilidade e atingindo o objetivo principal: a prevenção criminal", explicou.
Ainda segundo o Tenente Marcelo Alves, essa base comunitária móvel é composta por um veículo, três motos e bicicletas. "O carro possui computador com acesso à internet, o que permite o registro imediato do Boletim de Ocorrência", garantiu. 

Interdição de escolas pode prejudicar Carnaval em Juiz de Fora

Turunas do Riachuelo e Real Grandeza dizem não ter verba suficiente.
SAU interditou escolas por falta de documentos exigidos pela legislação.

Vanessa DuarteDo G1 Zona da Mata

Quadra de escola de samba é interditada em Juiz de Fora (Foto: Reprodução/TV Integração)Real Grandeza está interditada desde 18 de outubro
(Foto: Reprodução/TV Integração)
Faltando um pouco mais de quatro meses para o Carnaval de 2014, as quadras das escolas de samba ‘Real Grandeza’ e ‘Turunas do Riachuelo’ estão interditadas em Juiz de Fora. Segundo os responsáveis pelas escolas de samba, a ação feita pela Secretaria de Atividades Urbanas (SAU) devido à falta de documentos exigidos pela legislação, tem prejudicado os ensaios e a arrecadação de recursos.
O presidente da Turunas do Riachuelo, Frederico Arbex, informou por telefone ao G1, que por causa da falta de recursos, a escola de samba não vai participar do Carnaval em 2014. Segundo Arbex, apenas a verba de um pouco mais de R$ 55 mil distribuídas pela Prefeitura não cobre os gastos com o desfile que chega a R$ 200 mil. Ele disse ainda, que a escola foi interditada na última quinta-feira (17), mas foi liberada para um evento da Prefeitura na sexta-feira (18), já no domingo (20) voltou a ser interditada novamente. O G1 entrou em contato com a assessoria da SAU para obter informações sobre o que disse o presidente da Turunas, porém, as ligações não foram atendidas.
Já o presidente da Real Grandeza, Luiz Carlos Masson, disse que a escola está interditada há quatro dias e tem sofrido o reflexo da ação, pois não estão sendo realizados ensaios e a preparação para o Carnaval está sendo prejudicada devido à falta de recursos captados com o funcionamento das quadras. “Estamos tentando regularizar a situação para continuar os preparativos. Dependemos deles para fazer a vistoria e liberar a utilização da quadra. Nós vamos participar, não sei como, mas vamos, nem que seja com recursos individuais”, afirmou.
Sobre a vistoria na quadra da Real Grandeza, o G1 entrou em contato com o Corpo de Bombeiros. O tenente George André dos Santos informou que para fazer a vistoria a escola de samba precisa de um projeto de incêndio e pânico aprovado. Ainda conforme ele, só depois que o projeto for colocado em prática é que a mesma deve fazer o pedido de vistoria.
Mesmo diante do exposto pelas escolas, o presidente da Liga Independente das Escolas de Samba de Juiz de Fora, Paulo Mancine, afirmou que todas as escolhas estão trabalhando normalmente e se preparando para o Carnaval. Ele também comentou que as duas escolas que tiveram as quadras interditadas estão esperando uma resposta do promotor para voltarem a realizar eventos, como almoços e ensaios.