quarta-feira, 6 de março de 2013

Seminário busca alternativas para combater violência em Juiz de Fora


O seminário “Violência Urbana em Juiz de Fora”, que acontecerá nos dias 14 e 15, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil, visa buscar alternativas para combater o índice alarmante de violência na região. Para o secretário de Governo da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF), José Sóter de Figueirôa, “vem em boa hora, além de juntar forças com a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), o Instituto Vianna Junior e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)”. Segundo o secretário, “esta parceria envolve também o interesse de cada cidadão, pelo bem estar da cidade”.

Durante entrevista coletiva realizada nesta terça-feira, 5, na Câmara Municipal, representantes dos órgãos públicos envolvidos no projeto avaliaram a importância do evento. A proposta das autoridades, como a do pró-reitor de Extensão da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Marcelo Soares Dulci, é a de criar um laboratório de controle da criminalidade na cidade, com perspectiva de implantação até 19 de abril. A professora Cyntia Toledo Miranda, do Instituto Vianna Junior, ressaltou que “o sistema de valores estatísticos de violência na cidade é deficiente” e que “os autores destes crimes estão migrando das classes baixas para as classes médias”. A professora destacou que “a sociedade tem que chamar para si a responsabilidade”, porém, ela lembra que “nenhuma atitude imediatista pode ser tomada, sem uma elaboração de projetos. Este é um momento de reflexão, de buscar caminhos, proporcionando ações de caráter preventivo”. Segundo Cyntia, “esta integração autoridades, sociedade e cidadãos é muito importante”.

Para o presidente da Câmara Municipal, Julio Gasparette, “este é um momento impar para sociedade. Está na hora de buscar a prática para o trabalho”. O vereador Wanderson Castelar acrescentou que “estamos caminhando para um quadro recorde de violência na cidade”. Segundo ele, “a introdução da droga, especialmente o crack, aumenta esta situação. Juiz de Fora está trabalhando com menos policiais, e isto permite que estes delitos cresçam muito na cidade”. Denilson Clozato Alves, da OAB, afirmou que o crescimento da violência na cidade já vinha sendo motivo de denúncia, e “agora é o momento crucial da prática, de unir forças e gerar melhorias em toda cidade”.

Serão disponibilizadas 320 vagas para os dois dias de seminário. As inscrições podem ser feitas na sede da OAB ou pelo telefone 3690-5900.


* Informações com a Assessoria de Comunicação da Secretaria de Governo, pelo telefone 3690-7599.

SECRETARIA DE GOVERNO

Comandante Militar do Sudeste entrega gorro da ONU para militares do BRABAT 18


São Paulo – No dia 1º de março, o Comandante Militar do Sudeste, General de Exército Adhemar da Costa Machado Filho, presidiu a solenidade de encerramento do Estágio de Adaptação do Pelotão de Fuzileiros da Força Aérea Brasileira (FAB) que integrará o BRABAT 18.
O Pelotão da FAB será o 4º Pelotão da 1ª Companhia de Fuzileiros de Força de Paz e integrará a tropa em Cáceres (MT).
A solenidade foi realizada no 8º Batalhão de Polícia do Exército, Unidade responsável pela adaptação dos militares da FAB às peculiaridades do Exército Brasileiro.
Na ocasião, o Comandante Militar do Sudeste e o Comandante do BRABAT 18, Coronel Zenedir da Mota Fontoura, entregaram o gorro azul, símbolo da ONU, aos integrantes do Pelotão da FAB.
www.exercito.gov.br
 

NOTA DE FALECIMENTO - Chorão, do Charlie Brown Jr., morre em São Paulo


Chorão, do Charlie Brown Jr., morre em São Paulo

Motorista encontrou cantor morto em apartamento no bairro de Pinheiros

Chorão, vocalista do Charlie Brown Jr, morreu aos 42 anos
Chorão, vocalista do Charlie Brown Jr, morreu aos 42 anos (Divulgação)
O vocalista da banda Charlie Brown Jr., Alexandre Magno Abrão, o Chorão, morreu na madrugada desta quarta-feira em seu apartamento no bairro de Pinheiros, na zona oeste de São Paulo. Chorão tinha 42 anos e foi encontrado desacordado por seu motorista, segundo informações da assessoria da banda. A causa da morte ainda é desconhecida. A polícia foi chamada ao apartamento para fazer o trabalho de perícia e o corpo de Chorão foi levado ao IML na manhã desta quarta-feira para ser determinada a causa da morte.
Fundado em 1992 em Santos, no litoral de São Paulo, o Charlie Brown Jr. foi uma das bandas mais importantes do rock nacional, alcançando grande popularidade no fim da década de 90. Além de Chorão, a banda tinha em sua formação inicial os músicos Thiago Castanho (que participou dos três primeiros álbuns e voltou em 2005), Renato Pelado, Marcão e Champignon -- os três últimos deixaram o grupo em 2005, sendo que Marcão e Champignon retornaram em 2011. No ano passado, durante um show, Chorão acusou Champignon de só ter voltado para a banda por dinheiro, e publicou um vídeo dias depois dizendo que os dois já haviam feito as pazes.
Em 15 anos de carreira, a banda lançou nove álbuns de estúdio, que venderam, juntos, mais de cinco milhões de cópias. O primeiro álbum do grupo, Transpiração Contínua Prolongada, de 1997, fez muito sucesso na época com músicas como Proibida pra Mim e Tudo que Ela Gosta de Escutar. Outras canções famosas do grupo são Te Levar, que de 1999 a 2006 foi tema do seriado Malhação, da Globo, e Zóio de Lula ("Meu escritório é na praia / Eu estou sempre na área / Mas eu não sou daquela laia não"). O último álbum de estúdio do Charlie Brown Jr. foi Camisa 10 (Joga Bola até na Chuva), que ganhou o Grammy Latino de melhor álbum de rock brasileiro em 2009. No ano passado, o grupo lançou o CD e DVD ao vivo Música Popular Caiçara.
Biografia - Nascido em São Paulo, Chorão mudou-se no final da adolescência para Santos. Ali se encantou com o skate, esporte pelo qual disputou campeonatos nacionais (nos braços ele trazia tatuadas as frases "Marginal alado" e "Skate por toda vida") -- foi também nessa época que passou a ser chamado de "Chorão", apelido que ganhou de amigos porque ainda não dominava bem a prática. Além da música, Chorão se dedicou ao cinema: foi roteirista e ator do filme O Magnata (2007), dirigido por Johnny Araújo e com Paulo Vilhena, Maria Luisa Mendonça e Chico Diaz no elenco. Também mantinha o Chorão Skate Park, em Santos, uma pista de skate frequentada por skatistas amadores e profissionais.
Conhecido por ser "esquentado", em 2004 Chorão agrediu e quebrou o nariz de Marcelo Camelo, do Los Hermanos, na sala de desembarque do aeroporto de Fortaleza. Processado por Camelo, teve de pagar indenização por danos morais ao músico.
Chorão foi casado durante quinze anos com a estilista Graziela Gonçalves, de quem se divorciou no ano passado. Ele deixa um filho de seu primeiro casamento, também chamado Alexandre, de 22 anos.
http://veja.abril.com.br/noticia/celebridades/chorao-do-charlie-brown-jr-morre-em-sao-paulo

COLUNA PAINEL - TRIBUNA DE MINAS


Homenagens

A Câmara realiza na sexta-feira uma sessão especial para outorga de menção honrosa em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. Este ano serão agraciadas Ana Claudia Dias Souza, Carmen Lucia Rodrigues da Costa, Cátia Fernanda Moreira, Cristina Maria Ribeiro Pinto, Daniele Camacho Tavares Siqueira, Elienai de Oliveira Castellano, Elisângela Ferreira da Silva, Elzi Zaghetto Miranda, Heloísa Helena Cabral, Laudiene Nailê Clemente, Lindalva Montovani, Luciana Ferreira Gagliardi, Maria das Graças Gonçalves e Maria do Carmo Gonçalves.
http://www.tribunademinas.com.br/painel/painel-1.1240258

JORNAL TRIBUNA DE MINAS - 06.03.13


terça-feira, 5 de março de 2013

Prefeito pede mediação do TRT para resolver impasse na greve de ônibus em JF

O prefeito Bruno Siqueira solicitou ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT-MG) a indicação de um mediador para discutir o fim da greve dos trabalhadores das empresas de ônibus de Juiz de Fora, que começou à meia-noite de hoje (5). Em ofício enviado ao desembargador José Murilo de Morais, presidente em exercício do Tribunal Regional do Trabalho da Terceira Região, Bruno argumenta, principalmente, sobre o fato de a adesão ao movimento ter sido de 100% da categoria, ou seja, nenhum ônibus saiu das garagens no decorrer desta Terça-feira. "A partir da zero hora do dia 5 de março, a população juiz-forana se viu completamente desassistida de um serviço essencial, visto que nem mesmo uma frota mínima e indispensável à continuidade dos serviços foi mantida em operação", afirmou no documento.

Bruno relata que o impasse entre trabalhadores e representantes das empresas de transporte coletivo traz como "decorrência lógica da paralisação do transporte, uma majoração dos transtornos que são impostos ao cidadão". O prefeito destaca que, embora a administração municipal não detenha competência para a negociação salarial entre as empresas e seus empregados, ela tem o dever de zelar pelos interesses dos munícipes.

De Brasília, onde se reuniu com o vice-presidente Michel Temer para discutir justamente mobilidade urbana e investimentos para obras viárias na cidade, Bruno monitorou toda a movimentação da greve e as ações da Prefeitura para minimizar os transtornos à população. O plano foi definido pelo prefeito com assessores em reunião no final da noite de segunda-feira, antes do embarque para a capital federal.

Amanhã, o prefeito se reúne com a presidente Dilma Roussef para viabilizar a inclusão do município no PAC da Mobilidade, Saneamento e Pavimentação. "Não estamos medindo esforços para evitar prejuízos à nossa população. A manifestação pela indicação de um mediador do TRT é consequência da situação que vimos no dia de hoje. Não poderíamos provocar o Judiciário antes que o problema acontecesse", explicou mais tarde.


Em crise, Record cancela férias e quer demitir mais



Os engravatados que administram a Record Rio não respeitam mesmo os trabalhadores da empresa. Relatos de jornalistas dão conta de que o departamento de Recursos Humanos da emissora cortou as férias já agendadas de profissionais da redação – muitos, inclusive, com viagens marcadas. “Na última sexta-feira (1º de março), um email do RH dizia que as pessoas não poderiam tirar férias antes de vencer o prazo de duas férias”, relata um empregado da Record Rio. Na prática, muitos funcionários vão trabalhar quase dois anos sem o descanso previsto em lei. Apenas os que tinham período programado para março garantiram seu direito.“É um email ardiloso, que vem com informes, como aula laboral. A última coisa é essa notícia sobre as férias”, relata um jornalista.

Essa medida arbitrária da emissora do bispo Edir Macedo acontece após a empresa tirar o pagamento dobrado de feriados e alterar a escala do final de semana dos jornalistas. Para piorar, de acordo com relatos, os auxiliares de câmera (radialistas) agora são obrigados a atuar também como motoristas – sem qualquer experiência na função.

Enquanto isso, as demissões a conta-gotas não param. Em 2012, foram dispensados 14 jornalistas. Para esta semana, boatos dão conta de que sete equipes de reportagens – com repórter, repórter cinematográfico e auxiliar de câmera – podem ser demitidas. Isso acabou acentuando o clima péssimo na redação, sem condições de trabalho.

Diante da situação, a direção e o setor de Recursos Humanos da emissora, novamente, fogem de suas responsabilidades e não retornam as ligações de representantes sindicais.
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio lamenta profundamente o que a direção da Record vem fazendo com seus profissionais e com o setor de radiodifusão na cidade – sucateando as condições de trabalho de seus empregados. O Departamento Jurídico do Sindicato vai usar todas as ferramentas possíveis para interromper o desrespeito e o abuso da emissora e está à disposição dos profissionais prejudicados.
Os jornalistas que tinham férias combinadas com a empresa, viagem paga ou hotel reservado em função disso – e possuem algum comprovante desse agendamento de férias, como email do chefe, por exemplo – podem cobrar da emissora uma indenização.

Fonte: SJPRJ
http://www.sjpmg.org.br/index.php/fique-por-dentro/noticias/1376

Temporal alaga vias no São Pedro; chuva deve continuar


05 de Março de 2013 - 18:19


Leitor Marco Antônio Campos Salles registrou a Avenida Pedro Henrique Krambeck inundada

Por Tribuna

 A forte chuva que atingiu Juiz de Fora por volta das 16h desta terça-feira (5) provocou queda de árvore, pontos de alagamento e congestionamentos, em um dia em que o trânsito já estava complicado por causa da greve dos rodoviários. Em apenas duas horas, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou 30,6 milímetros de precipitação, o que corresponde a cerca de 15% dos 198,3 milímetros esperados para todo o mês de março em Juiz de Fora. A Defesa Civil atendeu sete chamados, mas nenhum considerado grave. Foram registradas duas ocorrências na Zona Norte, e igual número na Sul. Já as regiões Sudeste, Nordeste e Leste tiveram um chamado cada. A previsão é que o tempo continue instável nos próximos dias.

Na Rua José Lourenço Kelmer, no Bairro São Pedro, Cidade Alta, a Tribuna registrou um ponto de alagamento intenso, que obrigou motoristas a desviarem seu trajeto. Próximo dali, na Rua Pedro Henrique Krambeck, outro ponto de inundação foi observado. A água chegou a invadir residências e lojas. "Aqui nunca havia entrado água antes, mas, com a tempestade de  hoje, a água chegou à parte interna da minha casa", conta a moradora Aparecida Tielmann. Segundo o comerciante Marco Antônio Salles, o problema teria sido agravado pela quantidade de terra deixada após a interrupção da obra da BR-440, que deve ligar a BR-040 à BR-267. O acúmulo deste material estaria obstruindo o escoamento da água. 

Outra ocorrência relacionada à chuva foi registrada na Rua Carolina de Assis, no Bairro Manoel Honório, região Leste. Uma árvore despencou, atingindo um Celta que estava estacionado na via. O vidro dianteiro do veículo foi quebrado. Os Bombeiros iniciaram a operação de retirada da árvore por volta das 19h30.

Previsão
De acordo com o meteorologista Jorge Moreira, do 5º Distrito do Inmet, a instabilidade é causada pela aproximação de uma frente fria, que se desloca do Sul em direção à Minas Gerais. Nesta terça-feira o sistema agia com mais força no litoral de São Paulo, mas a partir de hoje existe a possibilidade de ficar mais evidente em território mineiro, principalmente na Zona da Mata. "Mais para o fim de quinta-feira (amanhã) e na sexta, a frente fria ficará estacionada na região, causando nebulosidade, chuva fraca durante todo o dia e diminuição da temperatura máxima, que não deve ultrapassar os 26 graus", informou. Nesta quarta-feira a mínima observada deve ser de 20 graus, e a máxima de 32 graus.
http://www.tribunademinas.com.br/cidade/temporal-alaga-vias-no-s-o-pedro-chuva-deve-continuar-1.1239934

Foi nomeado novo comandante no Haiti, irá substituir o Gen Goulart.


Gen Edson Leal Pujol (Dom Pedrito, 2 de janeiro de 1955) é general-de-divisão do Exército Brasileiro.

Graduou-se aspirante-a-oficial de cavalaria em 1977, na Academia Militar das Agulhas Negras, sendo o primeiro colocado de sua turma de cavalaria. 

Foi também o primeiro colocado de sua turma de cavalaria na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO) e na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME), recebendo por isso a medalha Marechal Hermes de prata dourada com três coroas.

Como oficial-general, comandou a 1ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, localizada em Santiago, no Rio Grande do Sul. 

Entre 25 de abril de 2009 e 29 de abril de 2011 foi o Comandante da AMAN. 

Atualmente, é o Chefe do Centro de Inteligência do Exército.

TEMPO AGORA EM JUIZ DE FORA


Foto: Fernando Priamo/05-03-2013
Tempo fechou por volta das 15h desta terça-feira

ANIVERSÁRIO DE AMIGOS - ANDRÉA PEREZ




PJF mobiliza mais de 200 servidores para minimizar transtornos com greve dos rodoviários

A Prefeitura de Juiz de Fora criou um plantão permanente para monitorar a greve dos rodoviários e minimizar os impactos para a população. Um esquema especial de emergência está sendo implantado nos horários considerados de pico. Dirigentes das secretarias de Transporte e Trânsito (Settra), Administração e Recursos Humanos (SARH), Governo (SG) e Comunicação Social (SCS), além da Polícia Militar (PM), se reuniram desde as primeiras horas desta terça-feira, 5, para acompanhar a situação.

Um trabalho de inteligência foi montado a fim de organizar equipes nas ruas. Todos os agentes de trânsito da Settra, além de efetivos da Guarda Municipal e da PM, foram deslocados para os principais corredores de tráfego da cidade, envolvendo efetivos de outros turnos e até mesmo de férias. Ao todo, mais de 200 servidores foram envolvidos.

Desde o início da manhã, a faixa seletiva das avenidas Getúlio Vargas e Francisco Bernardino, no Centro, foram liberadas para a passagem de veículos. Já na Avenida Rio Branco, táxis foram liberados para circular pela faixa exclusiva de ônibus, com o compromisso de respeitarem a legislação e a sinalização vigente. 

Apesar do aumento no fluxo de veículos em função de nenhum ônibus ter saído das garagens, até o início da tarde nenhum acidente relacionado à greve foi registrado. Além disso, a Settra observou lentidão no trânsito, mas não houve pontos de paralisação. Para os horários de pico, foi elaborada uma série de intervenções e medidas, com o lançamento de equipes ostensivas de agentes de trânsito da Settra, guardas municipais e PM. 

De acordo com o secretário de Governo, José Sóter Figueirôa, a Prefeitura está adotando todas as medidas cabíveis para minimizar os transtornos à população. A administração municipal aguarda os desdobramentos das discussões entre os representantes da categoria com os responsáveis pelas empresas de ônibus, no âmbito da Justiça do Trabalho, para tomar os procedimentos adequados de retorno dos veículos às ruas, conforme determina a lei. "A Prefeitura está ao lado da população para evitar que ela seja prejudicada", afirmou.

Em Brasília, onde participa de reuniões com o vice-presidente, Michel Temer, hoje, e com a presidenta Dilma Rousseff, amanhã, sobre a inclusão de Juiz de Fora no PAC da Mobilidade, e busca recursos para garantir as obras viárias, o prefeito Bruno Siqueira fez questão de acompanhar todo trabalho, deixando o gabinete de plantão organizado antes de sua partida, em reunião no final da noite de ontem.

Veja abaixo a distribuição das equipes de mobilização nas ruas:

- Avenida Rio Branco, nos seguintes cruzamentos: Procópio Teixeira; Antonio Carlos; Itamar Franco; Espírito Santo; Santa Rita; Floriano Peixoto; Benjamim Constant; Silva Jardim; Afonso Pinto da Mota; Barão de Cataguases; Cruzamento próximo ao Sport Clube; Antonio Lagrota e Brasil

- Avenida Brasil, nos seguintes cruzamentos: Jose Ectrópio; Rui Barbosa; Marechal Setembrino; Maria Perpétua e Benjamim Constant

- Itamar Franco nos seguintes cruzamentos: Monsenhor Gustavo Freire; Padre Café; Santo Antonio; Batista de Oliveira e Espirito Santo e Getúlio Vargas

- Francisco Bernardino com Rua Halfeld

- Francisco Bernardino com Marechal Deodoro

- Rua Olegário Maciel com Espírito Santo

- JK com Abílio Gomes

- Rua São Mateus

- Rua Bernardo Mascarenhas

- Zona Norte

- São Pedro

- Rua Olegário Maciel

* Outras informações com a Secretaria de Comunicação Social, pelo telefone 36908597.

SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

Novos chefs levam cozinha contemporânea para Tiradentes, cidade da tradicional culinária mineira

ANA BRANCO/AGÊNCIA O GLOBO. PRODUÇÃO: LOU BITTENCOURT

TIRADENTES, Minas Gerais — É de surpreender dar de cara com um restaurante de cozinha contemporânea depois de caminhar por uma rua estreitinha de pedras capistranas, emoldurada por casas coloniais com janelas coloridas de madeira, muros de tijolos de barro cru, igrejas e chafarizes coloniais. Tiradentes, famosa por ser uma cidade que parou no tempo, está deixando esse perfil apenas para a arquitetura. Na gastronomia, o tradicionalismo anda dividindo espaço com uma trupe de novos chefs formados em escolas de gastronomia, que não abrem mão da doma (a casaca do chef), de descrições no diminutivo no cardápio e que até se aventuram numa fusion food — espuma de ora pro nobis,uai!

Em janeiro, a chef Tanea Romão levou o seu Kitanda do Brasil (32 9156-5624), que nasceu em Gonçalves, para lá. De segunda a sexta, suas panelas preparam geleias e chutneys de sabores nada convencionais (já inventou 4 mil!; vende para todo o país há 13 anos; atualmente, faz linha de 12 produtos de café da manhã encomendada para a loja e os restaurantes de Inhotim, que vão de rosas defumadas a frutinhas pouco conhecidas e apimentadas). Mas, no fim de semana, ela abre seu jardim para servir um menu degustação bem brasileiro, com 25 pratos cheios de inventices preparados ao lado da chef Flavia Mendes, que conheceu durante o curso de gastronomia no Senac de Campos do Jordão.

— Uso 70% de produtos locais, produzidos até 200 quilômetros de onde estou, e 30% de itens do mundo — conta ela. — Sirvo costela com geleia de mel e pimenta, salada com molho de alfazema e doce de leite com rosas, além de caipirinhas de banana com limão adoçadas com mel de pimenta.
O próximo passo é abrir uma lojinha no centro para vender suas geleias, azeites, chutneys, uma linha de jiló e ainda produtos brasileiros que a surpreenderam, como o colar comestível de licuri tostadinho.

— É uma cidade onde parece já ter acontecido tudo e de repente, puft!, aparece coisa nova — comenta Tanea sobre a renovação que a culinária local está vivendo.

Farofinha cítrica

Assim que se formou no Curso Superior de Gastronomia de Juiz de Fora, em 2010, Rodolfo Mayer, 25 anos, encontrou uma casinha na parte nova do Centro Histórico. Ele e a namorada Angela Marini (formada em Educação Física, ela aprendeu na marra a ser garçonete, abrir vinho e controlar uma fila de espera) adaptaram o espaço para uma cozinha moderna com parede de vidro para o salão e para a rua. 

O Angatu (32 3355-1391) ficou um charme. Com um menu de comfort food no almoço e autoral à noite, ele prepara filé suíno com chutney de maracujá e pimenta branca, batata doce assada, farofinha (ó o diminutivo aí!) cítrica e azeite de carvão; capelete de beterraba assada com queijo artesanal da Serra do Salitre e creme de tomate; salmão salteado, risoto de banana-da-terra e castanha de caju; de sobremesa, terra de café e espuma gelada de leite, sorvete de avelã com chocolate e crouton caramelizado. No rol das bebidas, águas temperadas, suco de uva branca e doses de cachaça Angatu.

— Faço um cardápio sazonal, com ingredientes da estação. Escolho tudo, não encomendo nada. Quando cheguei, incluí muitos detalhes moleculares, como falso caviar de coco e ar de limão, mas hoje diminuí um pouco — diz Rodolfo, que usa pinças para retocar o prato e tem taioba no jardim.

Na mesma primeira leva de formandos do curso, estavam o arquiteto Sandro Lopes de Oliveira, 36 anos, o advogado Yury Feliciano, 35 anos, e Natália Gonçalves, 23 anos. O trio, que se aproximou durante o Festival Gastronômico de Tiradentes, acabou encontrando uma casa para abrir um restaurante. A ideia era fazer algo inédito na cidade. Depois de pesquisar, tinham três opções: japonês, chinês ou uma steakhouse. Ficaram com a terceira, inaugurando há sete meses o Archote (32 8818-3353), que serve 12 tipos de carnes, como o rocambole de torresmo assado por cinco horas, que vai bem com o barbecue da casa.

— Nosso cardápio tem cortes variados e acompanhamentos especiais, como farofinha de biju do Araxá e salada crocante de arroz selvagem — conta Sandro.

O esquema do trio é sempre se revezar na cozinha, mantendo um deles servindo as mesas e recebendo os clientes. Eles querem aprender tudo, acompanhar minuciosamente o que acontece no restaurante.

— Estamos experimentando, para conhecermos as etapas do funcionamento. Gostamos de ter um chef em contato direto com os clientes para nos dar um retorno do que eles estão achando — diz Yuri, que estuda livros de veterinária para aprimorar seus conhecimentos sobre carne e corte de animais.

Diretamente de Lisboa, o chef João Carlos Aires Mota chegou à cidade em busca de uma casinha colonial para fazer comida contemporânea. Depois de largar a vida em frente ao computador, se matricular em cursos no Instituto Português de Formação Profissional e de fazer experiências ao lado de chefs, ele abriu o Lusitania (32 9145 4875) em Tiradentes. A intenção é oferecer um mapa da gastronomia lusa com toques mineiros. Entre as opções, tropeiro de bacalhau com camarão e couve salteada, embutido de porco feito no restaurante e rolinhos de linguado com camarão recheados com abobrinha e requeijão.

— Adoro a comida mineira. Pretendo fazer alguma coisa com taioba, sempre usando muito azeite — avisa João, que, nas horas livres, percorre cozinhas tradicionais e fábricas de produtores para aprender mais sobre Minas.

Cogumelo de Barbacena

O ponto de encontro pós-trabalho de todos eles é no único bar da cidade, o Petruccio Buteco Arte (32 3355-2322), de Peter Fedewicz, que cuida dos drinques. Fernando Dias é quem prepara as comidas. Num ambiente que mistura decoração de pub com peças vintage garimpadas pelo mundo (tem uma registradora de 1912 em funcionamento) e obras de arte, pessoas chegam para escutar jazz, beber uma variedade enorme de coquetéis (muitos inventados na hora) ou cervejas especiais, além de beliscar comidinhas no balcão, como suflê de bacalhau e sanduíche de almôndegas.
— Começamos em Bichinho, mas tivemos a oportunidade de vir para Tiradentes. Queremos ser o bar mais incrementado, com decoração e cardápio contemporâneo, que fica aberto até mais tarde na cidade — diz Peter, que fecha seu bar às 4h30m.

O prefeito da cidade, Ralph Justino (responsável pelo Festival de Gastronomia de Tiradentes antes de ocupar o cargo, e quem promoveu o encontro do pessoal do Madri Fusión com os chefs de Minas, iniciativa que rendeu uma edição do evento espanhol homenageando o estado), pretende dar mais fôlego ao cenário gastronômico. Acaba de criar uma feira de produtos da região — do cogumelo de Barbacena aos queijos de São Vicente e ao rocambole de Lagoa Dourada.

— É maravilhoso ver a cidade ampliando suas especialidades, não se limitando à tradição nas cozinhas. Sem dúvida a gastronomia é um dos grandes potenciais de Tiradentes. É ótimo ver que a cidade acompanha a gastronomia mundial ao mesmo tempo em que mantém fortes as suas raízes, inspirando eventos pelo mundo afora — comemora.

E pensar que até pouco tempo Tiradentes só via domas em fantasias de cozinheiro durante o carnaval.

http://ela.oglobo.globo.com/vida/comportamento/novos-chefs-levam-cozinha-contemporanea-para-tiradentes-cidade-da-tradicional-culinaria-mineira-7724231


Acompanhe em tempo real a cobertura da greve dos rodoviários em JF


05 de Março de 2013 - 00:45


Ônibus pararam de circular à meia-noite; motoristas e cobradores querem reajuste salarial de 28% e 48%, respectivamente, mas empresas oferecem 6,8%

Por Tribuna


11h39 - A Associação Profissional das Empresas de Transporte de Passageiros de Juiz de Fora (Astransp) acaba de divulgar uma nota oficial sobre o movimento grevista. No documento, a associação patronal cita ocorrências de apedrejamento de ônibus e ameaças a motoristas, o que, até o momento, não foi confirmado por ocorrências policiais. O único registro relacionado a condutores até o momento foi feito por volta das 4h, quando um motorista da Viação Ansal, 22 anos, foi detido ter entrado em um coletivo da Viação Santa Luzia, que saía da garagem no Bandeirantes, Zona Nordeste, e tentado tirar a chave do veículo.
Leia na íntegra o comunicado da Astransp: "A Diretoria da Astransp está reunida na manhã desta terça, avaliando a situação e provavelmente vai buscar junto aos órgãos competentes evidenciar a abusividade da greve. Inclusive já havia uma reunião marcada pelo Ministério do Trabalho no dia 6 de março. Na reunião anterior, o Sindicato engessou a negociação, negando qualquer flexibilização da proposta de 28%, que é impraticável para qualquer categoria patronal. Diante disso, a Astransp não teve como colocar novo índice. A Astransp lamenta os transtornos causados pela greve dos rodoviários. Os representantes dos rodoviários deveriam ter garantido 30% da frota em funcionamento, mas houve ameaças à segurança de funcionários que tentaram trabalhar. Os poucos ônibus que conseguiram sair foram apedrejados, motoristas ameaçados e os carros voltaram às garagens."
11h30 - Ciclista aproveita a ausência de ônibus para trafegar pela pista central da Avenida Rio Branco. Ao meio-dia, a faixa será aberta para que táxis recolham os passageiros nos pontos. Foto: Fernando Priamo
Ciclista na Avenida Rio Branco

 

11h16 - O leitor Fernando Raine registrou a movimentação dos motoristas e cobradores do transporte coletivo em frente à Viação Santa Luzia, no Bairro Bandeirantes. No detalhe, a garagem da empresa, com os ônibus parados.
 Movimentação em frente à garagem da Viação Santa Luzia, no Bandeirantes
11h02 - Usuários do transporte coletivo relatam que nem mesmo o mínimo de 30% do serviço de ônibus estaria sendo oferecido na cidade durante a greve. Sobre isso, um dos advogados do Sinttro, Rodrigo Vidal Ribeiro de Oliveira, ressalta que a orientação do departamento jurídico é que, pelo menos o percentual mínimo seja respeitado. Mas, os trabalhadores estariam com medo de retaliações dos usuários e dos próprios grevistas. "Ninguém quer ser o 'fura-greve'. Sinceramente, não sei como o sindicato vai conseguir orientá-los sobre essa questão. Independente disso, acho que essa situação pode fomentar um debate profundo sobre o transporte público em Juiz de Fora", diz.
O chefe do Setor de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em Juiz de Fora, Sérgio Nagasawa, diz que a desobediência em relação aos 30% da frota em circulação, percentual recorrente em jurisprudências sobre o assunto, "acaba declarando a abusividade do movimento". Como sanção, cabe multa cujo valor pode variar. Ele diz que um inquérito é aberto pelo MTE para apurar os responsáveis pelo abuso. Descobertos, eles recebem a multa, que pode recair, inclusive, sobre a classe patronal.
11h - Na pista central, vazia, parece feriado na cidade. Nas laterais, trânsito típico de horário de pico. A situação inusitada desta greve dos rodoviários foi registrada pelo leitor Daniel Henrique de Oliveira na manhã desta terça-feira na altura do Mergulhão.
Avenida Rio Branco vazia
Mais uma foto do leitor Daniel Henrique de Oliveira mostra policiais andando pela pista central da Avenida Rio Branco. 
Avenida Rio Branco vazia
10h41 - Atenção! A partir do meio-dia, a pista central da Avenida Rio Branco vai ser aberta para que táxisrecolham os passageiros nos pontos de ônibus. A Prefeitura lembra, no entanto, que toda a sinalização deverá ser obedecida, pois haverá fiscalização. A PJF já está preparando um plano emergencial para os horários de pico. Neste momento, as ações que serão colocadas em prática estão sendo discutidas.
10h40 - Cerca de 80 agentes de trânsito e guardas municipais estão envolvidos no atendimento aos problemas causados pela greve. Os agentes estão concentrados na região Central. A PM também está apoiando, controlando o tráfego em outros pontos, como o Bairro São Pedro. Segundo a PJF, nenhum acidente grave foi registrado até agora. O maior gargalo, de acordo com o órgão, foi registrado na descida do Mergulhão, mas já há agentes no local para normalizar a situação.
10h28 - O leitor Luciano Wurtz fez esta foto do alto do Edifício Alber Ganimi, no Centro. A imagem mostra a pista central, de ônibus, vazia e as laterais com trânsito fluindo normalmente, segundo o leitor. O registro foi feito às 9h15. Ruas do entorno e as saídas dos bairros, no entanto, registraram trânsito lento durante a manhã.
Leitor registra trânsito na Avenida Rio Branco, às 9h15
 
10h15 - Vídeo feito pelo repórter-fotográfico Fernando Priamo mostra retenções no trânsito da cidade, como reflexo da greve dos rodoviários nesta terça-feira. Veja aqui.
10h08 - O leitor João Daniel Neto enviou uma foto da Rua Sinval Correia, que integra a Conexão Sul, utilizada como ligação entre os bairros Poço RicoBom Pastor e Granbery.
 Leitor enviou uma foto da Rua Sinval Correia, que integra a Conexão Sul
9h49 - O trânsito na Avenida Brasil, no sentido Zona Norte, depois do Bairro Santa Terezinha, está parado, segundo motoristas que circulam pela região. O motivo é um acidente entre um carro e um ônibus intermunicipal.
9h34 - Movimento de pedestres na Ponte do Manoel Honório foi grande durante toda a manhã. Foto: Marcelo Ribeiro
Grande movimento de pedestres na ponte do Manoel Honório
9h25 - A Polícia Militar acaba de informar que registrou um crime de lesão corporal envolvendo funcionários de diferentes empresas logo nas primeiras horas do dia. Por volta das 4h, um motorista da Viação Ansal, 22 anos, foi preso e levado para a 1ª Delegacia Regional de Polícia Civil. De acordo com o boletim de ocorrência da PM, ele é suspeito de ter entrado em um coletivo da Viação Santa Luzia, que saía da garagem no Bandeirantes, Zona Nordeste, e tentado tirar a chave do veículo. O condutor, 58, teria impedido a ação e sofreu uma escoriação no lado esquerdo do rosto, perto da boca. Outro grevista da Ansal, não identificado, teria agredido a cobradora do ônibus, 50, com um soco na orelha, mas ele não foi localizado.O homem preso alegou que tentou pegar a chave do veículo porque o outro motorista teria tentado passar com o ônibus em cima dele. Já a vítima, deixava a garagem da empresa para apanhar outros funcionários para o serviço, quando teria sido impedida de seguir viagem pelo suspeito, que teria entrado na frente do coletivo.
9h23 - A Prefeitura montou um gabinete de crise, envolvendo várias secretarias, como a de Governo, de Comunicação, de Administração e Recursos Humanos, além da Settra. O objetivo é acompanhar a greve e buscar soluções para minimizar os impactos do movimento sobre a população.
9h10 - Os reflexos da greve dos rodoviários estão sendo sentidos por toda a cidade. O leitor Bruno Rodrigues Nascimento D'Assunção fotografou o trânsito na Avenida Presidente Itamar Franco, em frente à Escola Normal.
Trânsito em frente à Escola Normal
8h58 - Moradores do Bairro São Mateus estão com dificuldades para encontrar táxi nesta manhã. No ponto da Praça Jarbas de Lery Santos, várias pessoas aguardam os carros.
8h57 - Foto do leitor Ricardo Smyllie. "O trânsito na Garganta do Dilermando está com cerca de 500 metros de congestionamento no sentido bairro/centro."
 Leitor flagra retenção no trânsito na Garganta do Dilermando

8h52 - Na Avenida Brasil, no sentido Zona Norte/Centro, todas as pistas, inclusive as preferenciais para ônibus, estão tomadas por carros, e o trânsito flui com lentidão.
8h40 - Atenção, motoristas! O trânsito na Avenida Rio Branco está congestionado, assim como a Avenida Itamar Franco também apresenta pontos de retenção. Todas as vias que dão acesso ao campus da UFJF estão engarrafadas, como a José Lourenço Kelmer, Presidente Costa e Silva e a própria Itamar Franco, com reflexos no Bairro Dom Bosco e São Pedro.
8h34 - Ponto de ônibus da Avenida Getúlio Vargas ficou vazio por volta das 7h30, movimento atípico para uma terça-feira. Foto: Pedro Brasil.
Ponto da Avenida Getúlio Vargas estava vazio cerca de 7h30
8h27 - Sem ônibus, muita gente teve que sair de casa a pé. Movimento na Avenida Brasil, na altura da Ponte Carlos Otto, no Poço Rico é grande. Foto: Guilherme Arêas.
Movimento nas ruas é grande, como registrado por volta das 7h45 na Av. Brasil, na ponte Carlos Otto

Você pode participar da cobertura da greve dos rodoviários. Envie suas fotos e relatos para o e-mail internet@tribunademinas.com.br ou pelo Facebook.


8h20 - Dois ônibus da Viação Gil que haviam saído para as ruas retornaram, por volta das 8h, para a garagem da empresa, no Bairro Vitorino Braga, região Sudeste. Os coletivos das linhas 440 (Santo Antônio) e 436 (Linhares) saíram por volta das 3h30, mas os motoristas acharam por bem voltar para evitar problemas, segundo o tesoureiro do Sinttro, Carlos Alves de Souza.
8h13 - A leitora Adriana Luisa Zigler de Oliveira relata que, do Manoel Honório até o Bairro Santa Cruz, não foram vistos ônibus nas ruas. "O que vai contra a lei de greve, que diz que, nos serviços essenciais, 30% devem estar nas ruas. Há engarrafamento do Bairro Francisco Bernardino até a entrada do Parque de Exposições. Cerca de 2 km devido ao sinal no cruzamento."
8h10 - A Polícia Militar ainda não registrou ocorrências relacionadas à greve. Na garagem de cada empresa foram deslocadas duas viaturas, com dois militares cada, para garantir a ordem. De acordo com o sargento André Luiz Ferreira, do 27º Batalhão da PM, a manifestação segue tranquila.
7h32 - Usuários do transporte coletivo estão se virando como podem. A auxiliar de cozinha Rosimeire Aparecida Campos, de 51 anos, juntou-se a outros moradores do entorno da praça de Benfica, na Zona Norte, para dividir um táxi até o Centro da cidade, por volta das 6h. Ela reclama da falta de ônibus, pois disse não ter visto nem mesmo o percentual mínimo de 30% para a oferta do serviço.
7h27 - As ruas da cidade amanheceram com movimento atípico de pedestres. Na Rua Dom Viçoso, no Bairro Santa Luzia, Zona Sul, é grande o movimento de pessoas indo para o trabalho e para a escola a pé. Já na Rua Vitorino Braga, no bairro homônimo, região Sudeste, foi registrado congestionamento de veículos pouco antes das 7h.
7h17 - Cerca de 200 trabalhadores estão reunidos na garagem da Viação São Francisco, no Bairro Santa Lúcia, Zona Norte, onde os coletivos estão parados. No local, também não houve registro de tumulto, e a manifestação é considerada pacífica. Foto: Marcelo Ribeiro
Veículos da Viação São Francisco não saíram da garagem
7h09 - Comando de greve afirma que manifestações estão pacíficas até o momento, sem registro de grandes confusões. Na Viação Santa Luzia, no Bairro Bandeirantes, um ônibus chegou a ser impedido de sair logo nas primeiras horas da manhã. Agentes de fiscalização do Sinttro estão espalhados pela cidade para garantir a adesão ao movimento.
7h - Como anunciado pela categoria, os motoristas e cobradores de ônibus de Juiz de Fora entraram em greve nos primeiros minutos desta terça-feira (5), deixando milhares de usuários sem transporte coletivo. De acordo com a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário (Sinttro), 100% dos funcionários aderiram ao movimento. Representantes do sindicato estão em todas as sete empresas que operam na cidade para impedir a saída de coletivos. Alguns carros da Viação Santa Luzia foram vistos nas ruas no início da manhã, mas foram logo retirados de circulação pelos grevistas. A categoria quer reajuste de 28% para salário de motoristas e de 49% para cobradores, o que corresponde a R$ 1.695 e R$ 1.017, respectivamente. Já a Astransp oferece o índice de correção inflacionária do INPC, que é de 6,8%.
http://www.tribunademinas.com.br/cidade/acompanhe-em-tempo-real-a-cobertura-da-greve-dos-rodoviarios-em-jf-1.1239545