EMPRESA QUE ALUGA CARROS, SEGUNDO A "DONA", NÃO POSSUI SEQUER UM VEÍCULO
Favorito na disputa pela presidência da Câmara, o líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), gasta R$ 8 mil reais por mês com aluguel de veículos, segundo sua prestação de contas.
Reportagem da revista Veja desta semana revela que as notas fiscais que Alves apresenta para comprovar essas despesas são emitidas por empresa registrada em nome de laranja.
A Global Transportes tem como endereço uma casa na periferia de Brasília. No papel, pertence à ex-vendedora de tapetes Viviane dos Santos, que diz sequer saber da existência de contrato com o deputado.
Ela afirma que, na verdade, emprestou seu nome a uma tia - e admite que a empresa da qual é “dona”, e que supostamente aluga veículos, não possui um carro sequer.
Por trás está César Cunha, ex-assessor do PMDB. Ele foi sócio da Executiva, outra empresa que não existe no endereço declarado.
A Executiva forneceu notas a Henrique Alves até se enrolar com a Justiça e ser substituída pela Global.
Desde 2009, Alves destinou às duas empresas, sob a batuta de César Cunha, R$ 357 mil reais.
ATÉ O ENXOVAL DO BEBÊ FOI BANCADO PELOS COFRES PÚBLICOS
Após auditoria nas contas da residência oficial do governador Ricardo Coutinho (PSB), de 52 anos, o Tribunal de Contas da Paraíba concluiu que inúmeros mimos da primeira-dama, a ex-modelo Pâmela Bório, 29 anos, não são pagos somente com o salário de R$ 20 mil do governador, cujo patrimônio é avaliado em menos de R$ 1 milhão.
Reportagem de Josie Jeronimo, da revista Isto É, parte do dinheiro usado para bancar o luxo ostentado e os hábitos peculiares da esfuziante primeira-dama sai dos cofres públicos. Relatório do Tribunal de Contas revela que as festas promovidas na Granja Santana – residência onde moram o governador e a primeira-dama – consumiram 17,4 toneladas de carnes, peixes e frutos do mar, só no ano de 2011.
Os auditores descobriram que até o enxoval do bebê de Pâmela e Coutinho foi pago pelo contribuinte. O governador não mexeu no bolso nem para comprar os móveis para o quarto do filho ou as bolsas para carregar mamadeiras.
A quantidade de farinha láctea adquirida para a criança também espantou o tribunal: foram 460 latas apenas entre os dias 21 de novembro e 13 de dezembro de 2011.
O relatório ainda mostra outras excentricidades. Segundo a fiscalização, no ano passado, a residência oficial foi abastecida com rolos de papel higiênico ao custo de R$ 59 o pacote com quatro unidades. Detalhe: as folhas higiênicas eram personalizadas com a impressão do desenho de um casal de noivinhos.
Foram adquiridos também sais e espumas de banho, além de artigos de decoração.
Tudo sem levar em consideração a cotação de preços exigida por lei.
Foi aprovado em todas as discussões na Câmara Municipal o projeto de lei que obriga os planos de saúde com funcionamento na cidade a informarem, individualmente, por escrito, a cada cliente, qualquer modificação na rede credenciada, contratada ou referenciada de médicos, dentistas, clínicas, laboratórios e hospitais. A proposta, que agora segue para sanção do prefeito Bruno Siqueira (PMDB), é de autoria do vereador Rodrigo Mattos (PSDB).
Segundo o vereador, a proposição foi elaborada com o apoio do coordenador do Serviço de Defesa do Consumidor (Sedecon) da Câmara Municipal, o advogado Carlos Alberto Gasparete, e tem o objetivo de "defender o consumidor dos planos de saúde". Ele ainda explica que outra exigência da matéria é que o comunicado seja feito em até 30 dias após a alteração, mas há permissão para que as operadoras façam uso dos boletos de cobrança para informar os clientes. Caso a lei seja sancionada, os planos de saúde que descumprirem o estabelecido ficam sujeitos às multas previstas no artigo 56 da Lei Federal 8.078/1990.
Um novo dirigente do governo é acusado de desviar R$ 4,6 mi do BVA
Indicado pelo PT, o diretor do novo fundo de pensão do governo é acusado pelo Banco Central de embolsar dinheiro desviado do banco que está sob intervenção.
DIEGO ESCOSTEGUY E MURILO RAMOS, COM MARCELO ROCHA
Em setembro do ano passado, o governo Dilma, atendendo a uma antiga reivindicação de uma ala do PT, criou um fundo de pensão para os servidores públicos federais. O fundo, batizado de Funpresp (Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal), cuidará da aposentadoria dos concursados que começam a trabalhar em 2013. Os atuais servidores também podem aderir: são ao menos 490 mil potenciais clientes, distribuídos entre funcionários do governo federal, do Congresso, do Ministério Público e do Tribunal de Contas da União. Numa tentativa do governo de diminuir a hemorragia financeira da Previdência pública, cuja conta não fecha faz tempo e só piora com os anos, esses novos servidores, se quiserem uma aposentadoria à altura dos excelentes salários que recebem, deverão contribuir para o Funpresp, como acontece com os trabalhadores de empresas privadas. Espera-se que a adesão seja rápida e significativa, a tal ponto que, em 20 anos, o patrimônio do Funpresp alcance R$ 160 bilhões, tornando-o um dos mais ricos fundos de pensão do país – e, desde já, um dos mais cobiçados tesouros da República.
O governo Dilma parece ciente do rigor necessário ao nomear os dirigentes que decidirão como investir (tanto) dinheiro dos servidores públicos. Disse a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, em outubro: “Para nós, o Funpresp é uma questão muito séria. As pessoas estão sendo escolhidas a dedo”. Em 17 de dezembro, saíram no Diário Oficial as nomeações dos diretores do Funpresp, e os critérios do dedo do governo ficaram claros. Para a diretoria de investimentos, a mais estratégica, na qual se definirá como aplicar o dinheiro dos servidores, escolheu-se o economista Humberto Pires Grault Vianna de Lima, ligado ao PT. Pires é gerente de participações da Funcef, o fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal. Fez uma rica carreira nos fundos de pensão das estatais, sempre indicado por próceres do PT – como os sindicalistas Wagner Pinheiro, presidente dos Correios e ex-presidente da Petros, fundo de pensão dos funcionários da Petrobras, e João Vaccari Neto, tesoureiro nacional do partido e histórico arrecadador de dinheiro para candidatos petistas.
Em 20 anos, o patrimônio do fundo dos servidores federais pode atingir R$ 160 bilhões
Pires começou sua trajetória nos fundos de pensão quando Lula assumiu a Presidência, em 2003. Ele era funcionário da Petrobras, e Wagner Pinheiro, quando assumiu a direção da Petros, convidou-o para trabalhar no fundo. Pires era gerente de novos negócios. Recebia propostas de investimentos e dava seu parecer à diretoria do fundo. Participava também, representando a Petros, de conselhos das empresas que recebiam dinheiro do fundo. A mesma influência dava-se nos fundos de investimento que Pires ajudava a criar, e nos quais a Petros entrava como sócia. Um deles havia sido estabelecido, em 2007, pela Bancoop, cooperativa habitacional dos bancários de São Paulo, criada por sindicalistas do PT, como Vaccari. Houve um calote em 3 mil associados que esperavam adquirir imóveis por intermédio da Bancoop. Por trás do rombo, segundo o promotor José Carlos Blat, do Ministério Público de São Paulo, estava um desvio de R$ 100 milhões, dinheiro que teria ido para o PT e seus dirigentes. Pires era representante da Petros no fundo da Bancoop e presidia assembleias nas quais se definiam os investimentos. A Bancoop captou R$ 43 milhões no mercado – 85% dos papéis foram adquiridos por fundos de pensão de estatais controlados por petistas.
No mesmo período, Pires trabalhou em dois fundos de investimento tocados em parceria entre a Petros e o Banco BVA, que viria a sofrer intervenção do Banco Central em outubro do ano passado. Os dois fundos deram lucro ao BVA – e estreitaram a relação de Pires com os executivos do banco. Tanto que, no final de 2008, quando o BVA começava a montar fundos de investimento ainda mais ambiciosos, também a ser financiados pelos fundos de pensão das estatais, Pires virou diretor da Vitória Asset Management, a subsidiária do BVA que cuida desse tipo de negócio. Ou seja: enquanto o padrinho e amigo Wagner Pinheiro continuava à frente da Petros, àquela altura um dos principais investidores do BVA, Pires atravessava a porta giratória para administrar os fundos que ajudara a criar – e elaborar novos projetos, que viriam a contar, é claro, com investimentos da Petros e de outros fundos de pensão estatais.
Quando Pires se tornou executivo do BVA, a Vitória Management, da qual ele era o principal responsável, acabara de botar no mercado um fundo para financiar uma das empresas do grupo, a Multiner. Ficou decidido que a corretora Planner iria administrar o fundo. Quem a convocou? “Foi o Humberto (Pires) que me convidou”, diz Artur Figueiredo, presidente da Planner. Criada em 2007, a Multiner construiria usinas termelétricas, eólicas e pequenas hidrelétricas. O principal acionista da Multiner era José Augusto Ferreira dos Santos, um dos controladores do BVA. Para levar a cabo as operações da Multiner, o BVA precisava de dinheiro – daí a criação do fundo de investimento. Passou-se o pires no governo e nos fundos de pensão das estatais. Após a chegada de Humberto Pires, o BVA conseguiu arrecadar R$ 418 milhões para o fundo de investimento, dinheiro que veio de oito fundos de pensão: Petros, então comandada por Wagner Pinheiro, Postalis (Correios), Funcef, Infraprev (Infraero), Refer (Rede Ferroviária Federal) e mais três fundos de estatais do governo de Brasília. Naquele momento, em setembro de 2009, a Petros chegou a ser a maior acionista desse fundo, com 41,9% das cotas. (A Petros não informa quanto investiu nesse fundo.)
O dinheiro dos fundos de pensão entrou, mas a Multiner não conseguiu tocar os projetos na área de energia. Descumpriu prazos para botar em funcionamento as usinas, foi ameaçada pelo governo de perder as licenças, sofreu processos, deu prejuízo. Tamanho prejuízo que, em 2011, pouco depois de Pires sair do BVA e seguir para seu cargo na Funcef, os fundos de pensão se viram obrigados a expulsar a Vitória Management do comando do negócio. Todos os fundos votaram pela saída do BVA. Apenas um se absteve de votar: a Petros. No começo do ano passado, o BVA saiu do negócio. E mais dinheiro foi investido na Multiner – R$ 392 milhões. Meses depois, o BC decretou a intervenção no BVA. Os auditores do BC estimam que o BVA estava com um rombo de R$ 1,5 bilhão. Não conseguia mais honrar seus compromissos. Os dirigentes do banco tiveram seus bens bloqueados. Pires escapou do bloqueio porque, segundo interpretação do BC, tinha deixado o BVA havia mais de um ano da intervenção. Os demais executivos da Vitória Management estão com os bens bloqueados.
O Ministério do Planejamento diz que a escolha de Pires atendeu a critério “técnico”
Apesar do desastre com o fundo Multiner, Humberto Pires, na mesma época em que os fundos de pensão investiam milhões no projeto do BVA, recebeu uma dinheirama do banco. ÉPOCA teve acesso a um relatório do setor de fiscalização do BC, que acusa Pires e outros executivos do BVA de receber dinheiro desviado do caixa do banco. Entre 2010 e 2011, o BVA repassou R$ 135 milhões à empresa Peg Cred, que supostamente tocava a área de crédito consignado do banco, embora o BVA não tivesse mais operações de crédito consignado. O BC descobriu que, da conta da Peg Cred, ao menos R$ 100,8 milhões seguiram para contas de empresas de 18 dos executivos do banco – entre eles Humberto Pires. A empresa de Pires (HPG Vianna de Lima Cobrança) recebeu R$ 4,6 milhões. Outras duas empresas, com endereço idêntico à de Pires, receberam R$ 700 mil. É mais do que a maioria dos diretores do banco recebiam. O total repassado pelo BVA à Peg Cred correspondia, em 2011, a 111% do lucro líquido e 9,3 % do patrimônio do banco. Para os analistas do BC, os desvios apontam uma “conduta grave” e “contribuíram para o grave comprometimento de sua situação econômico-financeira (do BVA)”. O BC investiga o caso.
Pires admite ter recebido o dinheiro. Diz que era “parte do salário” – e que passou nota fiscal e declarou os recursos no Imposto de Renda. “Minha empresa é legalizada”, diz Pires. A empresa fica na periferia de São Paulo, no bairro da Vila Formosa. É uma casinha. ÉPOCA esteve lá em horário comercial e não encontrou ninguém. A reportagem questionou Pires:
– Onde funciona a empresa do senhor? – São Paulo. – Mas em que localidade? – Como? Não entendi. – Qual bairro? – Agora eu não lembro. Quem montou a empresa para mim foi o contador. – É uma empresa de fachada? – Não é uma empresa de fachada. Tem uma pessoa que trabalha para mim. – E o que ela faz, se o senhor, na verdade, só recebia salário? – Eu só recebia. Era só uma forma de receber salário.
Pires afirma que o fundo Multiner já estava pronto quando chegou ao BVA. Diz que não pediu dinheiro aos fundos de pensão. E defende seu trabalho à frente do BVA: “Quando cheguei à Vitória, havia uma carteira de R$ 320 milhões. Quando saí (junho de 2011), estava com R$ 3,4 bilhões”. Pires diz que a empresa Multiner “teve uma série de problemas de gestão”. Diz ele: “Talvez isso (Multiner) tenha sido administrado como foi administrado o banco. Eles não conseguiram levantar as usinas que haviam vencido em leilões. Mas os fundos não perderam. Se a gestão da Multiner continuasse ruim, aí você perderia tudo”.
E por que Pires foi indicado à diretoria da Funpresp? “Não sei quem me indicou. Fui a uma entrevista com a secretária executiva do Ministério do Planejamento, Eva Dal Chiavon”, afirma Pires. Por meio da assessoria de imprensa do Ministério do Planejamento, Eva Dal Chiavon disse que a escolha de Pires foi “baseada em sua larga experiência profissional na área de fundos de pensão. Portanto, uma escolha eminentemente técnica”. Afirmou, também, que Pires ainda não tomou posse porque faltam detalhes formais para a constituição e o funcionamento da Funpresp.
Procurados pela reportagem, Postalis e Funcef não informaram os valores dos investimentos no fundo Multiner. Mas afirmaram que Pires não interferiu na decisão de investimento. O Postalis disse que o retorno da aplicação superou as metas do fundo de pensão. A Funcef disse que o fundo da Multiner não trouxe prejuízos e que o novo aporte em 2012 está relacionado à reestruturação da Multiner. A Petros afirma ter realizado investimentos em títulos que eram administrados pela Vitória Asset, ligada ao BVA, de aproximadamente R$ 80 milhões. A Infraprev informou que os investimentos no fundo da Multiner começaram em maio de 2009 e totalizam R$ 56,5 milhões. Disse que Pires não interferiu na decisão da Infraprev de investir. Todos os fundos de pensão procurados por ÉPOCA informaram que seus investimentos foram realizados em estrito cumprimento às normas de mercado. A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), órgão ligado ao Ministério da Previdência e responsável por fiscalizar o setor, informou que os fundos de pensão investiram R$ 513 milhões em títulos emitidos pelo Banco BVA. Afirmou, ainda, estar analisando a regularidade de operações realizadas por fundos de pensão com o Banco BVA.
Com investimento de R$ 22 milhões e perspectiva de criação de 200 empregos diretos e indiretos, a operadora de telecomunicações GVT chega à Juiz de Fora. Ontem, o gerente de Relações Institucionais, Boris Przechacki, e o diretor de Implantação, Egilson Silveira estiveram na cidade para anunciar ao prefeito Bruno Siqueira (PMDB) o lançamento oficial do projeto. O início das operações comerciais, com a venda de assinaturas, está previsto para final de fevereiro.
Conforme o coordenador de projetos da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Econômico, André Zuchi, a GVT já atua na cidade há quase um ano, na construção da sede e na preparação da infraestrutura para oferecer os serviços de telefonia fixa, internet banda larga e TV por assinatura. Nesta primeira etapa, a oferta do serviço estará concentrada no Centro e na Zona Sul, com a perspectiva de contratação de 25 mil acessos. "Vamos oferecer serviço de alta qualidade com preços muito competitivos. A tendência é de ampliação nos investimentos e de contratações", disse Boris Przechacki à assessoria de imprensa da PJF.
Para Zuchi, o investimento representa aumento da concorrência do setor em Juiz de Fora, resultando em melhoria da qualidade do serviço e redução de custos. O secretário destaca que o empreendimento possibilita a melhoria da qualidade dos serviços prestados neste setor, com preços mais competitivos, e também sua importância para o desenvolvimento local em termos de avanços na infraestrutura em telecomunicações. "A cidade ganha e se torna mais competitiva, ajudando a atrair novos negócios."
A empresa
Atuando comercialmente desde novembro de 2000, a GVT atende o mercado doméstico, de pequenas e médias empresas e o corporativo. Está presente em mais de 130 cidades do país, entre elas Belo Horizonte, Contagem, Betim e Governador Valadares. A empresa promete oferecer banda larga de ultravelocidades (de 5Mbps a 100Mbps) em toda a área de atuação. É uma empresa do grupo francês Vivendi, líder mundial em comunicação e entretenimento.
Cria os cargos de Subsecretário de Redes Assistenciais, de Coordenador do Projeto Multissetorial Integrado – PMI e de Secretário Adjunto da Secretaria de Obras, altera o art. 5º da Lei nº 10.937 - de 03 de junho de 2005, que altera a Lei nº 10.000, de 08 de maio de 2001, que “Dispõe sobre a Organização e Estrutura do Poder Executivo do Município de Juiz de Fora, fixa princípios e diretrizes de gestão” e dá outras providências.
Projeto de autoria do Executivo – Mensagem nº 3877.
A Câmara Municipal de Juiz de Fora aprova e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º Fica criado na Secretaria de Saúde o cargo de Subsecretário de Redes Assistenciais, de livre nomeação e exoneração, com vencimento mensal de R$ 7.174,59 (sete mil, cento e setenta e quatro reais e cinquenta e nove centavos), devendo o Poder Executivo especificar, mediante Decreto, suas denominações e atribuições.
Art. 2º Fica criado na Secretaria de Obras o cargo de Coordenador do Projeto Multissetorial Integrado - PMI -, de livre nomeação e exoneração, com vencimento mensal de R$ 4.791,05 (quatro mil, setecentos e noventa e um reais e cinco centavos), devendo o Poder Executivo especificar, mediante Decreto, suas atribuições.
Art. 3º Fica criado na Secretaria de Obras o cargo de Secretário Adjunto de Obras, de livre nomeação e exoneração, passando o art. 5º, da Lei nº 10.937, de 03 de junho de 2005, a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 5º Ficam criadas a Secretaria Adjunta de Saúde e a Secretaria Adjunta de Obras, subordinadas direta e respectivamente à Secretaria de Saúde e à Secretaria de Obras.
§ 1º As Secretarias Adjuntas mencionadas no caput deste artigo, dirigidas por seus Secretários Adjuntos, terão a finalidade de assessorar e assistir os Secretários em suas respectivas áreas de atuação.
§ 2º O cargo de Secretário Adjunto, de livre nomeação e exoneração, com vencimento mensal de R$ 9.000,00 (nove mil reais), terá como atribuições: direção, apoio administrativo e assistência ao Secretário; desempenho de missões específicas, formal e expressamente atribuídas pelo Secretário; desempenho de outras atividades correlatas às políticas de sua área de atuação, de forma a garantir condições plenas de desenvolvimento ao Município.
§ 3º O Secretário Adjunto substituirá o Secretário em suas ausências, faltas, impedimentos ou licenças, ficando, nas duas últimas hipóteses, investido na plenitude das respectivas funções”.
Art. 4º Fica o Poder Executivo autorizado a abrir crédito especial, bem como providenciar as transferências e os remanejamentos que se fizerem necessários à regulamentação da presente Lei.
Art. 5º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Paço da Prefeitura de Juiz de Fora, 03 de fevereiro de 2011.
a) CUSTÓDIO MATTOS - Prefeito de Juiz de Fora. a) VÍTOR VALVERDE - Secretário de Administração e Recursos Humanos.
Um cena inusitada foi flagrada por um leitor da Tribuna. Durante a tarde desta sexta-feira (11), mesmo em meio a chuva que já cai desde a tarde de ontem, os regadores automáticos, tecnicamente chamados de aspersores, estavam ligados. O fato chamou atenção de Flávio Mendes, que passava pelo local e fez o registro. "Em tempos de sustentabilidade, economia e campanha contra o desperdício, olha o que encontramos em Juiz de Fora num dia chuvoso", escreveu Flávio por e-mail.
A assessoria de imprensa da PJF foi acionada, mas ainda não respondeu à solicitação.
Cantor chegou dos EUA e foi direto para local mais afetado por enxurrada. Ele pediu para caminhões-pipa buscarem água em rede de tratamento.
Isabela MarinhoDo G1 Rio
O cantor Zeca Pagodinho chegou dos Estados Unidos nesta sexta-feira (11) e foi direto para Xerém, distrito de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O artista retornou ao local mais afetado pelas chuvas de 3 de janeiro e fez um apelo para que caminhões-pipa busquem água em uma rede de tratamento montada na Rua Carlos Matheus, 93, em Xerém.
Uma empresa paulista emprestou um equipamento de tratamento de água, alocado na Escolinha do Zeca, para puxar a água do rio e deixar a água potável. O cantor pediu para quem puder enviar caminhões-pipas buscar a água e distribuí-la para a população.
O cantor agradeceu a todos pelas doações feitas a Xerém e disse que roupa não é mais um item necessário, mas materiais de higiene pessoal são bem-vindos.
Doações recebidas na Escolinha do Zeca (Foto: Isabela Marinho/G1)
"Primeiro [quero] agradecer a força que todo mundo deu para nossa querida Xerém. Roupa a gente não está precisando mais, já tem muita coisa aqui. Estamos precisando de coisas de higiene pessoal. Lencinho para neném, toalhinha, sabonete, fralda, essas coisas que criança usa", pediu o cantor. Ele coordenou a entrega das doações para moradores que chegaram no local na manhã desta sexta-feira (11).
'Nunca vi algo parecido' No dia em que a chuva atingiu o distrito, Zeca percorreu as ruas de Xerém. "Estou aqui há quase 20 anos. Adoro isso aqui, meus filhos foram criados aqui. Nunca vi algo parecido. Está triste. Lá em cima a situação está muito ruim. Tem criança desaparecida, tem família soterrada. Tem casa que desceu rio abaixo. A gente está aí, desde as 6h da manhã, ajudando, mas está triste", contou o cantor.
O sambista, que tem um sítio e uma casa em Xerém, abrigou o casal vizinho Leonardo Oliveira, de 30 anos, e Raylua Cardoso, de 24 anos, e os dois filhos, uma menina de 1 ano e 2 meses e um menino de 5 anos. A família perdeu a casa após o temporal que atingiu o município na madrugada desta quinta-feira (3). “A minha filha menor Maria Eduarda está chorando muito porque está preocupada com as amiguinhas que moram aqui e também perderam as casas. Eu ajudo como posso. Abriguei este casal de amigos aqui e tem várias crianças na minha sala”, contou o sambista em entrevista ao G1.
Sítio de Zeca Pagodinho ficou coberto de lama após chuva em Xerém, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense (Foto: Renata Soares/G1)
No dia da enxurrada, Zeca contou que acordou às 6h para distribuir cestas básicas e roupas nos abrigos instalados nas igrejas da região. Zeca Pagodinho também teve perdas com efeitos da chuva. A casa dele não sofreu danos, mas alguns animais que tem no terreno morreram. “Foram dois cabritinhos e três coelhos. Quando eu acordei de manhã meus bois estavam só com o olhinho para fora. Quase morreram afogados”, comentou.
Zeca Pagodinho em seu sítio, que foi invadido pela lama (Foto: Renata Soares/G1)http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2013/01/zeca-pagodinho-faz-apelo-para-ajudar-vitimas-da-chuva-em-xerem-rj.html
As quinze meninas que concorrem ao título de Rainha do Carnaval 2013 se apresentaram na manhã desta sexta-feira (11) na escadaria do Teatro Central. A seleção será realizada neste sábado (12), a partir das 22h, na quadra da Escola de Samba Real Grandeza.
As candidatas vão desfilar em trajes de banho e fantasia, ao som da bateria da Real Grandeza e terão que mostrar que têm muito samba no pé e simpatia.
Além da vencedora, que receberá a coroa e o prêmio de R$ 2 mil, serão escolhidas a primeira e segunda princesas. Neste caso, as premiações são de R$ 600 e R$ 400, respectivamente.
Inicialmente, concorriam ao título 16 candidatas, mas a representante da Escola de Samba Águias de Ouro precisou deixar a disputa por motivos de doença.
Como Mocidade Alegre e Borboleta não cumpriram o calendário da Liga, elas não têm representantes na competição.
As vitoriosas passarão a cumprir a agenda de compromissos carnavalescos definidos pela Funalfa.
Jogo de números – A capacidade do governo de enganar a sociedade é monstruosa e assustadora. A imprensa noticia os fatos de forma seca e pontual, como se jornalismo opinativo fosse crime hediondo. Antes de ser uma profissão, o jornalismo é o compromisso de mostrar à sociedade, de forma clara e didática, a realidade dos fatos.
Cada vez mais refém da incompetência e da paralisia, o Palácio do Planalto anunciou na quarta-feira (9) que o aumento para pensões e benefícios acima do valor do salário mínimo será de 6,15%. A chamada grande imprensa, sempre festejada e adulada, deveria destrinchar a informação, impedindo que a verdade seja camuflada como favor.
Considerando que a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) poder ter encerrado o ano de 2012 no patamar de 5,64% (previsão mínima), o aumento concedido aos que recebem benefícios acima do salário mínimo será de apenas 0,51%, pois a diferença é mera recomposição do poder de compra.
Como a inflação oficial divulgada pelo governo nem de longe traduz a realidade do cotidiano, o aumento em questão pode ser negativo. Quem sai às compras básicas do dia a dia já percebeu o escandaloso aumento de preços de muitos produtos e serviços.
No país que é considerado como sendo de todos e que cuja maior riqueza é a ausência de miséria, compra-se cada vez menos com a mesma quantia em dinheiro. Se isso não for resultado de inflação sem controle, que Dilma Rousseff explique o que é.
A assessoria da prefeitura informou que irá ao local analisar a situação e resolver o problema
A telespectadora Helena Pinto e os vizinhos, que são moradores do bairro Bosque do Imperador, sofrem com as bocas de lobo entupidas.
O problema é na Rua Mário Crispim. A Helena diz que quando chove a rua fica alagada. Segundo ela, o que causa esta situação são as bocas de lobo entupidas. Helena já entrou em contato com a prefeitura várias vezes e até agora nada foi feito.
A assessoria da prefeitura informou que entre segunda (14) e terça-feira (15) equipes da secretaria de obras irão até o local para analisar a situação e resolver o problema.
A assessoria da prefeitura informou que irá ao local para analisar a situação e resolver o problema
No quadro “Você no MGTV” desta sexta-feira (11), a telespectadora Josiane Costa enviou imagens de uma cachoeira que se forma quando chove, em um escadão próximo a casa dela.
O problema acontece na Rua Antônio Coimbra, no bairro Grajaú, em Juiz de Fora. Segundo a Josiane, toda vez que chove o escadão fica assim. Ela diz que um bueiro entupido que fica no final da rua é que causa esse problema. Ainda de acordo com ela, uma equipe da Companhia de Saneamento Municipal (Cesama) esteve no local no ano passado, mas o problema não foi solucionado.
A assessoria da prefeitura informou que entre segunda (14) e terça-feira (15), equipes da Secretaria de Obras (SO) irão até o local para analisar a situação e resolver o problema.
Construções paradas e carros abandonados também são problemas
Lotes vazios, construções paradas, imóveis, carros abandonados e vizinhos que se sentem inseguros. Essa é a realidade em alguns bairros de Juiz de Fora.
Em uma rua, no bairro Mariano Procópio, onde diversas pessoas passam durante o dia, o perigo está no imóvel abandonado que fica próximo à linha do trem. O local está nesta situação há quase um ano.
A todo momento, pessoas entram e saem do estabelecimento. Algumas até dormem lá dentro. Insegurança para moradores e para quem passa por perto.
O Presidente da Associação de Moradores já fez um pedido ao Ministério Público (MP) para resolver o problema.
No mesmo bairro, há pouco mais de uma semana, um bar foi arrombado. Os bandidos entraram por um imóvel abandonado, que fica ao lado, furaram a parede e levaram dinheiro e bebidas.
Depois do problema, moradores se juntaram e fizeram uma parede na porta que já estava arrombada, para evitar que outras pessoas entrem no local. O antigo estabelecimento está vazio há cerca de quatro anos, segundo o dono do bar.
Em uma rua no bairro Poço Rico, praticamente 15 casas estão abandonadas. Algumas foram invadidas e a maioria está destruída.
Sem paredes, sem janelas e portas, e até sem telhas. Segundo uma vizinha de um dos locais abandonados, que prefere não aparecer, a situação começou em meados do ano passado, depois que os moradores, que viviam lá com a ajuda da Sociedade São Vicente de Paula, tiveram que se mudar.
De acordo com ela, desde então, o movimento de pessoas desconhecidas é constante nos imóveis.
Outros moradores, como o jornalista Geraldo Muanes, tiveram as residências invadidas e reclamam da falta de segurança com as casas abandonadas.
No dia 10 de janeiro a Major Médica Maria Helena Dias Albino de Macêdo ministrou a palestra “Missão de Paz no Haiti”, no Centro de Estudos do Hospital Geral de Juiz de Fora, com a participação de vários integrantes do Hospital.
O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), que mede a inflação para famílias com renda até 2,5 salários mínimos, fechou 2012 em 6,9%, segundo informou nesta sexta-feira (11) a FGV (Fundação Getulio Vargas). A taxa é superior à média da inflação medida pelo IPC-BR (Índice de Preços ao Consumidor Brasil), que ficou em 5,74%, e apura a alta nos preços para famílias de renda até 33 salários mínimos.
A inflação da baixa renda também ficou acima do índice oficial, divulgado nesta quinta-feira (10) pelo IBGE, que fechou 2012 com alta de 5,84%.
A inflação medida pelo IPC-C1 também foi maior do que a observada em 2011 (5,98%). Os principais impactos para a inflação de 6,9% de 2012 vieram dos alimentos, que tiveram alta de 10,13%, e das despesas diversas, que tiveram aumento de preços de 12,87%.
As demais classes de despesas tiveram as seguintes taxas: educação, leitura e recreação (7,16%), transportes (6,04%), saúde e cuidados pessoais (6,02%), habitação (4,96%) e vestuário (3,75%). Em dezembro, o IPC-C1 registrou inflação de 0,76%.
NOTA DO EDITOR: E o governo federal concede aumento de 6,2% para quem ganha mais de um salário mínimo. Brincadeira com os aposentados que deram a sua contribuição pelo país e pagaram maiores contribuições para ter uma condição de vida melhor e o governo federal faz o que faz. Onde estão os representantes do povo?
PORTARIA N.º 8099 - Nomeia servidor para ocupar cargo do Quadro Específico de Provimento em Comissão da Administração Direta. O PREFEITO DE JUIZ DE FORA, usando das atribuições que lhe confere o art. 47, inciso VIII, da Lei Orgânica do Município, RESOLVE: Art. 1º É nomeado servidor para ocupar cargo do Quadro Específico de Provimento em Comissão da Administração Direta.
CARGO: ASSISTENTE EXECUTIVO I:
ELANE R. VAZ DOS S. WERNECK
CPL
Art. 2º Registre-se, publique-se no Órgão Oficial do Município e cumpra-se. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos retroativos a 02/01/2013. Prefeitura de Juiz de Fora, 10 de janeiro de 2013. a) BRUNO SIQUEIRA - Prefeito de Juiz de Fora.
Publicado em: 11/01/2013 as 00:01
PORTARIA N.º 8100 - Nomeia servidores para ocuparem cargos do Quadro Específico de Provimento em Comissão da Administração Direta. O PREFEITO DE JUIZ DE FORA, usando das atribuições que lhe confere o art. 47, inciso VIII, da Lei Orgânica do Município, RESOLVE: Art. 1º São nomeados servidores para ocuparem cargos do Quadro Específico de Provimento em Comissão da Administração Direta.
CARGO: CHEFE DE DEPARTAMENTO:
CARLOS SÉRGIO SILVA SANTOS
DEPARTAMENTO DAS CLÍNICAS ESPECIALIZADAS
SS
CARGO: AUXILIAR EXECUTIVO II:
SÔNIA MARIA CARNEIRO PIMENTA
SS
ROWAN JANUZZI JUNIOR
SS
Art. 2º Registre-se, publique-se no Órgão Oficial do Município e cumpra-se. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos retroativos a 02/01/2013. Prefeitura de Juiz de Fora, 10 de janeiro de 2013. a) BRUNO SIQUEIRA - Prefeito de Juiz de Fora.
Publicado em: 11/01/2013 as 00:01
PORTARIA N.º 8101 - Nomeia servidores para ocuparem cargos do Quadro Específico de Provimento em Comissão da Administração Direta. O PREFEITO DE JUIZ DE FORA, usando das atribuições que lhe confere o art. 47, inciso VIII, da Lei Orgânica do Município, RESOLVE: Art. 1º São nomeados servidores para ocuparem cargos do Quadro Específico de Provimento em Comissão da Administração Direta.
CARGO: ASSISTENTE EXECUTIVO II:
DOMINGOS PEREIRA DE ALMEIDA
SAA
CARGO: AUXILIAR EXECUTIVO II:
FLÁVIO EUGÊNIO DE ASSIS AURORA
SAA
MICHELE VIEIRA MARQUES
SAA
Art. 2º Registre-se, publique-se no Órgão Oficial do Município e cumpra-se. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Prefeitura de Juiz de Fora, 10 de janeiro de 2013. a) BRUNO SIQUEIRA - Prefeito de Juiz de Fora.
Publicado em: 11/01/2013 as 00:01
PORTARIA N.º 8102 - Nomeia servidor para ocupar cargo do Quadro Específico de Provimento em Comissão da Administração Direta. O PREFEITO DE JUIZ DE FORA, usando das atribuições que lhe confere o art. 47, inciso VIII, da Lei Orgânica do Município, RESOLVE: Art. 1º É nomeado servidor para ocupar cargo do Quadro Específico de Provimento em Comissão da Administração Direta.
CARGO: ASSISTENTE EXECUTIVO II:
GILMAR ANTÔNIO DE OLIVEIRA
SEL
Art. 2º Registre-se, publique-se no Órgão Oficial do Município e cumpra-se. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Prefeitura de Juiz de Fora, 10 de janeiro de 2013. a) BRUNO SIQUEIRA - Prefeito de Juiz de Fora.
Publicado em: 11/01/2013 as 00:01
PORTARIA N.º 8103 - Nomeia servidor para ocupar cargo do Quadro Específico de Provimento em Comissão da Administração Direta. O PREFEITO DE JUIZ DE FORA, usando das atribuições que lhe confere o art. 47, inciso VIII, da Lei Orgânica do Município, RESOLVE: Art. 1º É nomeado servidor para ocupar cargo do Quadro Específico de Provimento em Comissão da Administração Direta.
CARGO: ASSISTENTE EXECUTIVO I:
EDUARDO DE BRITO
SETTRA
Art. 2º Registre-se, publique-se no Órgão Oficial do Município e cumpra-se. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Prefeitura de Juiz de Fora, 10 de janeiro de 2013. a) BRUNO SIQUEIRA - Prefeito de Juiz de Fora.
Publicado em: 11/01/2013 as 00:01
PORTARIA N.º 8104 - Nomeia servidor para ocupar cargo do Quadro Específico de Provimento em Comissão da Administração Direta. O PREFEITO DE JUIZ DE FORA, usando das atribuições que lhe confere o art. 47, inciso VIII, da Lei Orgânica do Município, RESOLVE: Art. 1º É nomeado servidor para ocupar cargo do Quadro Específico de Provimento em Comissão da Administração Direta.
CARGO: AUXILIAR EXECUTIVO I:
MOACYR TOLEDO
SEL
Art. 2º Registre-se, publique-se no Órgão Oficial do Município e cumpra-se. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos retroativos a 02/01/2013. Prefeitura de Juiz de Fora, 10 de janeiro de 2013. a) BRUNO SIQUEIRA - Prefeito de Juiz de Fora.
Publicado em: 11/01/2013 as 00:01
PORTARIA N.º 8105 - Nomeia servidor para ocupar cargo do Quadro Específico de Provimento em Comissão da Administração Direta. O PREFEITO DE JUIZ DE FORA, usando das atribuições que lhe confere o art. 47, inciso VIII, da Lei Orgânica do Município, RESOLVE: Art. 1º É nomeado servidor para ocupar cargo do Quadro Específico de Provimento em Comissão da Administração Direta.
CARGO: AUXILIAR EXECUTIVO I:
JONATHAS MOTA FURTADO
SPDE
Art. 2º Registre-se, publique-se no Órgão Oficial do Município e cumpra-se. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Prefeitura de Juiz de Fora, 10 de janeiro de 2013. a) BRUNO SIQUEIRA - Prefeito de Juiz de Fora.
Publicado em: 11/01/2013 as 00:01
PORTARIA N.º 8106 - Nomeia servidor para ocupar cargo do Quadro Específico de Provimento em Comissão da Administração Direta. O PREFEITO DE JUIZ DE FORA, usando das atribuições que lhe confere o art. 47, inciso VIII, da Lei Orgânica do Município, RESOLVE: Art. 1º É nomeado servidor para ocupar cargo do Quadro Específico de Provimento em Comissão da Administração Direta.
CARGO: ASSISTENTE EXECUTIVO III:
ANDERSON MIRANDA SA STEHLING
SO
CARGO: AUXILIAR EXECUTIVO II:
JEAN CARLOS DA SILVA
SO
CARGO: ENCARREGADO GERAL DE OBRAS I:
PAULO MARCELO DA SILVA
SO
Art. 2º Registre-se, publique-se no Órgão Oficial do Município e cumpra-se. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos retroativos a 02/01/2013. Prefeitura de Juiz de Fora, 10 de janeiro de 2013. a) BRUNO SIQUEIRA - Prefeito de Juiz de Fora.