quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

BATALHÃO D. PEDRO II TEM NOVO COMANDANTE

 


Na manhã do dia 06 de janeiro de 2021, o 32º Batalhão de Infantaria Leve de Montanha - “Batalhão Dom Pedro II” realizou a cerimônia de Passagem de Comando do Coronel de Infantaria Allan Danilo Paiva Salazar para o Tenente-Coronel de Infantaria Eduardo Teixeira Costa Mattos.

Em virtude das medidas de prevenção para o enfrentamento à Pandemia de COVID-19, a solenidade foi realizado internamente, sem a presença de convidados, restrita aos envolvidos no evento.

Inicialmente, houve a recepção às autoridades pela Guarda do Quartel e, em seguida, ocorreu a Inauguração do Retrato e da assinatura do Comandante Substituído, na Galeria de Retrato dos Ex-Comandantes e Galeria de Assinatura, respectivamente. A entrega do Distintivo de Comando ao Comandante da Unidade sucedido foi realizado pelo General João Felipe Dias Alves, Comandante da 4ª Brigada de Infantaria Leve de Montanha.


Logo em seguida, foram feitas a leitura da exoneração e nomeação dos Comandantes sucedido e sucessor; as palavras de despedidas do Coronel Allan e da referência elogiosa consignada pelo Comandante da 4ª Brigada de Infantaria Leve de Montanha.


Finalmente, ocorreu a transmissão do cargo, presidida pelo General Felipe e, na sequência, a revista à tropa pelos Comandantes sucedido e sucessor.


Prestigiaram o evento com suas presenças o Senhor General de Divisão Kleber Nunes de Vasconcellos, Comandante da 1ª Divisão de Exército – “Divisão Mascarenhas de Moraes”; eternos Comandantes da Unidade; Oficiais Comandantes das Unidades sediadas em Belo Horizonte, Juiz de Fora e Rio de Janeiro; e familiares dos Comandantes sucedido e sucessor.

Fonte: 32º Batalhão de Infantaria Leve de Montanha

IMBEL ENTREGA LOTES DE MUNIÇÃO PARA MORTEIRO PESADO NO 4º D SUP

 


Na última semana de dezembro de 2020, o 4º Depósito de Suprimento recebeu lotes de munição 120 mm AE PR dos contratos nº 121/2018 e 149/2019, que foram firmados entre a Força Terrestre e a IMBEL e que tinham como prazo limite os meses de julho de 2021 e março de 2022.

A referida munição é empregada no Morteiro Pesado 120 mm  Raiado, que dota, principalmente, os Batalhões de Infantaria Blindados (BIB), os Regimentos de Carros de Combate (RCC), os Regimentos de Cavalaria Blindados (RCB) e os Regimentos de Cavalaria Mecanizados (R C Mec).

O Morteiro Pesado 120mm Raiado é um armamento desenvolvido e fabricado pelo Sistema de Ciência e Tecnologia do Exército Brasileiro, sendo composto de três partes principais: tubo-canhão raiado, reparo com trem de rolamento e placa-base. Utiliza qualquer tipo de munição 120 mm para morteiros de alma lisa ou raiada de padrão internacional. Com munição pré-raiada e propulsão adicional, atinge cerca de 13 km de alcance.

A referida atividade permitirá o encerramento dos contratos supramencionados e, assim, a reposição dos estoques estratégicos, garantindo a continuidade no adestramento da tropa.

Fonte: CCOMSEx

terça-feira, 12 de janeiro de 2021

Armas em Funeral - Gen Bda R/1 Carlos Roberto Pinto de Souza


Faleceu nesta segunda (11), em Curitiba, o general da reserva Carlos Roberto Pinto de Souza, responsável pela área dentro do Inep que coordena a elaboração do Enem. Ele tinha 59 anos.

O Gen tinha doutorado em Altos Estudos Militares e foi Comandante do Centro de Comunicação e Guerra Eletrônica do Exército Brasileiro.


sábado, 9 de janeiro de 2021

Concurso da Imbel terá vaga para Juiz de Fora

 


Juiz de Fora será uma das cidades de lotação dos aprovados do próximo concurso da Indústria de Material Bélico do Brasil (Imbel). Aguardado para 2020, o edital do certame será divulgado no próximo ano, mas algumas informações já foram adiantadas. 

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) foi escolhida como banca organizadora da seleção, que deve contemplar vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. 

A remuneração prevista varia entre R$1.275,46 e R$5.331,47. Além de Juiz de Fora, as cidades de Itajubá, Majé, Rio de Janeiro e Piquete receberão os candidatos aprovados. 

O número de vagas do concurso ainda não foi divulgado.

O edital oferta a oportunidade de para formação de cadastro de reserva para cargos de todos os níveis de escolaridade. As remunerações podem chegar até R$ 5.331,47.


sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

4º GAC L MTH - COMUNICAÇÃO DE PASSAGEM DE COMANDO

 




Nota do editor: A solenidade é um evento exclusivo para o público interno, sendo vedada a presença de convidados devido a prevenção adotada ao combate ao Covid 19.

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Não esmoreça, tenente. - Por Otávio Santana do Rêgo Barros


 "Corridinha mixuruca, que não dá nem pra cansar. Eu aqui nesse passinho, volta ao mundo quero dar!"

Gritos de guerra são tradicionais nas corridas militares. O sistema de preparação para o combate considera os aspectos psicomotores combinados com os cognitivos como essenciais para atingimento da higidez física e mental.

Servem também para instruir, de forma simbólica, que os objetivos, quando definidos, devem ser buscados insistentemente em qualquer ação a que combatentes se predisponham encarar.

Os puxadores de canção sentem a disposição da tropa e a estimula em uma batida ritmada de pés e mãos. O líder do grupo vai à frente para controlar a passada e evitar que os menos capacitados fiquem para trás e não concluam a atividade junto com todo o grupo.

Lembro-me do tenente Brian (saudoso comandante de pelotão) correndo com a alunada pelas ladeiras do Jardim Chapadão, bairro de Campinas, São Paulo, na época em que eu cursava a Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EspCEx).

Findo o impensável ano de 2020 — qualquer qualificação demeritória ainda será amena — e já nos primeiros dias de 2021 iniciamos, sociedade brasileira, uma corrida em forma.

Consideremos, figurativamente, que o Brasil é um pelotão que atravessou há pouco a linha de partida, os fogos de artifício do ano-novo (ainda bem, foram poucos), e saiu para uma longa e dura corrida de obstáculos sem definição da linha de chegada.

Sabemos que os puxadores da contagem estão desafinados e arrítmicos, e os líderes não se preocupam com a coesão, olvidando a retaguarda de sua tropa. Parecem correr sozinhos.

Portanto, estamos sem faróis a definir nossos rumos, desunidos emocionalmente e despreparados em organização.

Se assim persistir, enfrentaremos uma “Lurdinha” — temida metralhadora alemã empregada na Segunda Guerra Mundial — em um campo aberto semelhante àquele de Monte Castelo. Uma carnificina para nós, pracinhas contemporâneos.

Na preparação para o concurso da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME), desafiador obstáculo acadêmico na carreira do oficial, havia um livro ao qual todos compulsávamos, cujo título era Espaços Geográficos (BIBLIEX - Tiago Castro de Castro).

A obra apresentava um passo a passo, ajudando a sistematizar as respostas às questões proposta pela banca examinadora. Treinava-nos a colocar no papel pautado o conhecimento adquirido nas muitas horas de preparação.

Digamos que nos fosse imposta uma questão da servidão citar: Considerando os campos do poder, quais os principais desafios a serem enfrentados pelo Brasil ao longo ano que se inicia?

É fácil esquematizar a tese. Os obstáculos são de conhecimento da maioria da população, que os sente na pele.

— O flagelo do desemprego, com mais de 14 milhões de desempregados;

— A luz amarela da inflação, efeito econômico desconhecido pelas novas gerações;

— A questão ambiental, agenda inconteste dos países que lideram as democracias ocidentais;

— Os desafios para a agroindústria, como fiel da balança de pagamentos;

— A readaptação ao multilateralismo, que crescerá com a vitória do presidente Joe Biden, nas eleições americanas;

— A falta de planejamento integrado, a prejudicar a sinergia de ações;

— A comunicação rasa, dificultando a compreensão por parte da maioria da população

— O nó de górdio do relacionamento diplomático do Brasil com o mundo, que precisará ser desfeito; e

— O combate implacável à pandemia do novo coronavírus. Dentre outros.

Nada tão complicado de deduzir-se para organizar o pelotão neste início de corrida.

— Pelotão! Corrida no mesmo lugar! Reagrupar! Ordenaria um bom tenente.

Um que liderasse de fato pelo exemplo. Que soubesse o quanto a intrepidez impensada, a irresponsabilidade, a vaidade e o pouco planejamento não são companheiros para o sucesso de seu pelotão.

“O Brasil espera que cada um cumpra o seu dever!” A frase do Almirante Barroso, enunciada na Batalha de Riachuelo, serve de emulação a todos nós.

Paremos de atribuir responsabilidade apenas aos tradicionais Poderes configurados por Montesquieu. O povo, por primeiro, que assuma seu quinhão em direitos e deveres conquistados no amadurecimento da sociedade.

Ainda de Montesquieu, um pensamento para que se estabeleça como dogma: “a liberdade é o direito de fazer tudo o que as leis permitem.” Fora delas, é anarquia. Fora delas, do tenente ao recruta mais bisonho, é transgressão, quiçá, crime.

Somos parte da argamassa na construção de um mundo melhor. Podemos ser o líder e o puxador de cantos de nosso pelotão: a nossa consciência cidadã. E dentro da lei.

Paz e bem!

*Otávio Santana do Rêgo Barros é general e ex-porta-voz da Presidência da República


NOTA DE FALECIMENTO - EDUARDO CARLOS PEREIRA, NOSSO QUERIDO TAZINHO


Comunicamos o falecimento do amigo, diretor da Escola de Samba Real Grandeza e antigo diretor do E.C. São Carlos, Eduardo Carlos de Carvalho Pereira, conhecido carinhosamente por Tazinho.

O velório será a partir da tarde de hoje, no cemitério municipal, na capela sete, com sepultamento na mesma necrópole amanhã às 15h.

Aos familiares e amigos os nossos sentimentos.


Nota ES Real Grandeza

O Grêmio Recreativo Assistencial Cultural Escola de Samba Real Grandeza, com imenso pesar comunica o falecimento do seu Conselheiro Nato e Diretor, Carlos Eduardo de Carvalho Pereira "Tazinho'. O corpo está sendo velado no Cemitério Municipal e o enterro nesta quarta-feira, dia 6 janeiro, 15 horas. Por muitos anos dedicou seu tempo e trabalho pela Real Grandeza, era um vibrante Realense. O Presidente Luiz Carlos Masson, diretores, conselheiros, componentes e funcionários, estão consternados com a partida do "Tazinho" pra outro plano. Descanse em paz e condolências a família. Fernando Luiz Baldioti - Diretor de Comunicação da Real Grandeza.

domingo, 3 de janeiro de 2021

ARMAS EM FUNERAL - GEN BDA R/1 MÁRIO DE OLIVEIRA SEIXAS

 


É com muito pesar que informamos o falecimento do General de Brigada R1 Mário de Oliveira Seixas, na noite do dia 31 de dezembro de 2020, acometido por um infarto.

O General Seixas realizou todos os cursos regulares da carreira, além de ser formado em Engenharia de Telecomunicações pelo Instituto Militar de Engenharia. No exterior, cursou o British Army Staff College e a Defense School of Language.

Foi Comandante da 2ª Companhia de Comunicações Blindada, à época sediada em Jundiaí/SP, de 1975 a 1976. Entre 1987 e 1988, foi Comandante do 1° Batalhão de Comunicações Divisionário, no Rio de Janeiro/RJ. De abril de 1996 a janeiro de 1998, comandou a Escola Preparatória de Cadetes do Exército, em Campinas/SP. Finalmente, como Oficial-General, foi Diretor de Material de Comunicações, Eletrônica e Informática, de dezembro de 1998 a abril de 2000, em Brasília/DF, e Comandante da 11ª Brigada de Infantaria Blindada, Brigada Anhanguera, atual 11ª Brigada de Infantaria Leve, no período de abril de 2000 a novembro de 2002.

Já na Reserva, assumiu o cargo de Secretário de Segurança Pública na Prefeitura Municipal de Campinas, no período de janeiro de 2005 a agosto de 2009.

Fonte: Comunicação Social EsPCEx


sábado, 2 de janeiro de 2021

Quem desdenha que compre! - Por Otávio Santana do Rêgo Barros


JC PERNAMBUCO
02 Jan 2021


Em mais uma semana perdida no combate à Covid-19, ao qual todos deveríamos, persistentemente, incorporar o espírito de união dessa época do ano, ouvi mais uma de tantas declarações relacionadas ao provimento de vacinas e essa, especialmente, deteve minha atenção.

Alegou-se que os consórcios produtores da vacina contra a Covid-19 deveriam buscar o contato com o órgão regulador da saúde nacional, visto que o Brasil, com sua imensa população, seria mercado de interesse para o “negócio” das empresas.   

Dei uma “googlada” para certificar-me do meu entendimento sobre a tese de Adam Smith, do livro A RIQUEZA DAS NAÇÕES, no qual trata do equilíbrio do mercado a construir-se pela dinâmica da oferta (quantidade de produtos disponíveis) e da demanda (interesse dos consumidores).

Em poucas palavras: se sobra o produto; o preço cai. Se o consumidor demonstra interesse; o preço sobe. Quem precisa, vai pagar mais caro. Inverteu-se, portanto, a lógica do problema. Ao mesmo tempo, afrontou-se a tese de Smith.

Ora! Se o mundo, com um mercado 35 vezes maior que o do Brasil, está demandando pelas vacinas (há países se antecipando e estabelecendo níveis de estoque), os ofertantes se sentem confortáveis para atender primeiro aos clientes que demonstrem maior interesse, ofereçam transparente diálogo e evidenciem organização.

Apontar o dedo para os laboratórios, intuindo que é deles a responsabilidade exclusiva por viabilizar o negócio (que fique claro, para mim negócio é vida), revela-se desconhecimento do funcionamento de uma lei muito propalada na capital federal: “mandam uns, outros obedecem.” 

Neste momento, quem manda são as empresas, quem manda é o mercado, quem manda é o imperativo da proteção à vida.

Essa “coisa” já nos levou cerca de duzentas mil almas, além de infectar sete milhões de cidadãos. Tudo ainda sem controle. #TodasAsVidasImportam! 

Notícia ruim chega a galope. Os indícios de ondas sucessivas de cepas virais com modificações e sobre as quais a ciência ainda busca respostas, nos traz mais aflição.

Sociedade, mobilize-se e imponha uma agenda, sujeitando os detentores do poder a movimentar-se para aparar as arestas e, prontamente, nos trazer boas e legítimas notícias.

Autoridades, ponham o seu melhor time em campo sob pena de sofrermos uma derrota por placar aviltante. Ou pior, ofender a decência da gente verde e amarela, perdendo a partida por W.O.

Paz e bem! 

Otávio Santana do Rêgo Barros, General da reserva e ex-porta-voz da Presidência da República.

Observação: Peço desculpas aos leitores por equivocar-me no último artigo: ...e ponto final! Onde se lê Senador McCarthy, leia-se Senador McCain.

4º GAC L MTH - ASPIRANTADO 2020, NOVAS IMAGENS

 

Asp Arthur Guarçoni primeiro colocado no NPOR


Asp Guarçoni recebe das mãos do Gen Felipe, comandante da 4ª Brigada de Infantaria Leve de Montanha, a espada que é o símbolo do Oficial do Exército.


Asp Guarçoni recebendo das mãos do Cel Roberto, comandante do 4º GAC L Mth, a medalha Correia Lima.










JOSÉ MARIA BARROS TOMA POSSE PARA SEGUNDO MANDATO EM RECREIO

 

Prefeito José Maria Barros e primeira da Patrícia Hargreaves

O prefeito José Maria Barros tomou posse, na manhã de ontem, para seu segundo mandato na cidade de Recreio/MG, ao lado do seu vice, Leonardo Medeiros.

As fotos registram o momento.




Fotos: Divulgação

sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

4º GAC L MTH - FELIZ 2021

 


Gambito – perder para ganhar! - Por Otávio Santana do Rêgo Barros


Aproveitei a última semana para assistir à badalada minissérie Gambito da Rainha. Trata-se de uma trama em torno do tabuleiro de xadrez, com personagens mergulhados em problemas existenciais, tendo como pano de fundo a guerra fria e o domínio da opinião pública mundial.

A história nos revela a enxadrista Elizabeth Harmon, órfã de mãe, abandonada pelo pai, crescer em um orfanato conservador de Kentucky, nos Estados Unidos, onde aprendeu os primeiros movimentos do “jogo dos reis”, com um simples faxineiro. Dos porões do orfanato até os salões de um suntuoso palácio em Moscou, pouco mais de dez anos.

Harmon suportou inúmeras adversidades, envolveu-se com drogas, perdeu a mãe natural em acidente de carro e a mãe adotiva para a bebida.

No entanto, o que a caracteriza marcadamente é a sua perseverança e a sua capacidade de se concentrar para vencer os vários problemas diante do tabuleiro, potencializados pelo implacável ponteiro do relógio.

O maior deles, enfrentar Vassíli Borgov, campeão mundial de xadrez, russo, e toda a estrutura no entorno do jogador cuja missão era protegê-lo, impedindo que uma mulher, ocidental, democrática, ianque e jovem, pudesse suplantá-los.

Vivia-se a guerra fria em seu momento mais quente.

Quais experiências desta película poderíamos tomar para nos ajudar a vencer os desafios contemporâneos materializados na Covid-19?

Tenho sido insistente em meus artigos na abordagem dessa temática. Não compreendo a razão de tantos desentendimentos entre as autoridades, entre os órgãos reguladores da saúde, entre as empresas (instituições) pesquisadoras da vacina e, até, entre camadas da própria população. O que é mais importante que a vida?

No filme, Harmon recusa apresentar-se para o mundo em um papel conservador baseado em apoios religiosos de entidades cristãs norte-americanas. Não fica claro se o fez por não apoiar a causa, ou por não querer se deixar envolver em arengas que nada contribuiriam para o seu objetivo: vencer o campeonato mundial de xadrez.

Não defendo que os políticos se olvidem de suas posições ideológicas. Defendo que as use em benefício da sociedade e dos direitos que cada indivíduo conquistou ao longo de sua existência.

No momento derradeiro, quando Harmon enfrentava o seu mais temido adversário, Borgov, todos os seus amigos, e até mesmo adversários, cientes da gravidade do momento, se uniram para encontrar as soluções possíveis diante das variantes do tabuleiro. E venceram!

“Coalizações mais efetivas são aquelas que reúnem grupos com opiniões diferentes – mesmo opostas – sobre muitas questões.” Destaco essa passagem da obra COMO AS DEMOCRACIAS MORREM (Levitsky & Ziblatt) para demonstrar como se faz importante a união neste momento pandêmico. A Harmon conseguiu esse feito! Nós conseguiremos?

Permitam-me continuar martelando as pedras da hipocrisia, da vaidade e da insensatez que vêm preenchendo o ego desses jogadores (ir)responsáveis pela busca de solução contra os malefícios da Covid-19. Não posso admitir que esses atletas entrem nas competições e se contentem em logo se declararem derrotados. Nem sequer tentarem.

Se o Brasil não vai se classificar para as finais do campeonato mundial de combate ao coronavírus, mantendo-se refratário aos indícios científicos cotejados, é por culpa dos grandes-mestres que não tiveram foco, não estudaram os adversários e não quiseram a ajuda de outros enxadristas. Alguma dúvida?

Finalizo, sempre com esperanças! No filme, Borgov, nunca antes derrotado, aceita com humildade, serenidade e cortesia a derrota avassaladora que lhe foi imposta por Harmon e, de forma simbólica, entrega o seu rei nas mãos da jovem vencedora.

Sempre será possível a conciliação. Eu acredito!

Um Ano Novo com mais esperanças.

Paz e bem!

Otávio Santana do Rego Barros

General e ex-porta-voz da Presidência da República.

EXERCITO BRASILEIRO - FELIZ 2021


Ao toque de silêncio, os militares aquartelados e que não estão de serviço devem finalizar as atividades e se recolherem. É o final de uma jornada que, em muitos casos, ultrapassa 24 horas seguidas.

O toque de silêncio de hoje encerra uma jornada de 366 dias, um ano bissexto, um ano atípico.

Lutamos, todos nós, de farda ou não, contra um inimigo invisível e que ainda não podemos dizer que vencemos. Continuaremos a lutar sem temor, seja qual for o inimigo, 24 horas por dia, 7 dias por semana!

Feliz 2021!

quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

4ª RPM - FELIZ ANO NOVO

 


QUE VENHA 2021 E TRAGA LUZ AO MUNDO

 


MENSAGEM DE FINAL DE ANO


Neste momento, ao apagar das luzes de um ano atípico que se finda, e no limiar da jornada de mais 365 dias que será trilhada em 2021, cabe uma boa parada para refletir, fazer balanços, perdoar, celebrar a vida. É também tempo propício para mentalizar o que queremos e como vamos buscar ser melhores, mais virtuosos, fazer diferença positiva para as pessoas e para o mundo, ser protagonistas e donos do nosso destino!

Desejando-lhe um 2021 de contínua evolução e verdadeiramente auspicioso, deixo para subsidiar suas reflexões (e lhe inspirar):

Uma frase sábia e instigante de Francisco Cândido Xavier, figura imortal e grande expoente do espiritismo no Brasil:

Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim!”



Luiz Eduardo da Silva Schmitz e Manoelina da Silva (in
memoriam) .



segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Um novo fio maravilha - Por Otávio Santana do Rêgo Barros


 “Fio Maravilha nós gostamos de você, Fio Maravilha faz mais um pra gente vê...” (Jorge Ben Jor) 

Deixo claro, sou entusiasta torcedor do Sport Club do Recife - o Leão da Ilha do Retiro. Vamos adiante…

Em minha adolescência ouvi muitas vezes essa canção do Jorge Ben Jor (refrão logo acima), uma homenagem ao folclórico jogador Fio Maravilha que tanto cativava a torcida do Flamengo.

Atleta de poucos recursos técnicos, cumpria bem a sua missão: empurrar a “redonda” para dentro do gol.

O Flamengo era uma equipe equilibrada, com seus altos e baixos. O rubro-negro construía as jogadas, deixando ao icônico centroavante o esforço de farfalhar as redes.

Equipes são assim, ou deveriam ser, trabalham em conjunto, com um objetivo comum e o êxito é direito de todos. Não apenas do seu fio maravilha.

Hoje, os quadros componentes de alguns governos padecem de desafios semelhantes aos enfrentados por aquela equipe rubro-negra. Ajustar-se para que o seu fio maravilha, e neste caso somente ele, faça os gols. É um fio maravilha desejoso de ser ao mesmo tempo o goleiro, o meio-campo e o centroavante. Cobrar o escanteio e correr para cabecear no gol. 

É chegado o momento desse jogador compreender a impossibilidade de conquistar todos os títulos, quando a dinâmica da política muitas vezes lhe oferecerá tão somente a queda para divisões inferiores. 

Deve parar de fazer gol contra e adequar-se com humildade a cumprir o seu papel no grupo, dividindo, modestamente, a alegria pela vitória. 

Em caso de derrota, igualmente assumir suas responsabilidades, evitando atribuir a outros jogadores os erros pela tática escolhida ou pela jogada mal formulada.

A gestão da comunicação dessas equipes está mais próxima de uma liga amadora de várzea, do que da comunicação de uma Champions League.

É preciso atuar com uma comunicação integrada em alto nível, que planeje, que estabeleça metas, que execute os programas e que faça a medição do sucesso ou do fracasso da campanha realizada. E que seja verdadeira!

Na comunicação do tipo “formigas em pânico” - expressão usada quando as antigas TVs preto e branco refletiam apenas pontos na tela - os sistemas não estão interligados, os personalismos prevalecem ao jogo de equipe e cada jogador diz o que bem lhe vier à cabeça nas entrevistas à beira do gramado. É caminho seguro para o desastre da imagem do time. 

Alguém no vestiário precisa dar um grito de alerta. 

- Pessoal! Basta de patacoadas, de destemperos verbais, de agressividade com jornalistas, de decisões no talão da bota, de declarações chistosas das quais ninguém mais ri. 

É mensagem que atinge apenas aos antolhados torcedores. Ou aos interessados de ocasião, aqueles que não vendem, tão somente alugam apoios.

É uma comunicação que não funciona mais. Precisa amadurecer, respeitar e dialogar com contrários (tolerância mútua).

Para ilustrar, trago-lhes uma passagem do livro COMO AS DEMOCRACIAS MORREM, do Steven Levitsky e Daniel Ziblat: “a tolerância mútua diz respeito à ideia de que, enquanto nossos rivais jogarem pelas regras institucionais, nós aceitaremos que eles tenham o direito igual de existir, competir pelo poder e governar.”

Conquanto essa comunicação seja bisonha, a maioria da população ainda apoia a equipe e parte dela vive o sonho passageiro de acreditar que “pão e circo” serão suficientes à sua sobrevivência.

Acaba o trigo, morrem os atores, resta o Coliseu vazio e escuro à espera do novo técnico. O antigo, qual era mesmo o nome?

Paz e bem!

Gen Div e ex-porta-voz da Presidência da Republica

COVID-19: internado há 28 dias, general Miotto está em coma

 


“Houve piora do quadro ventilatório, com aumento de secreção e necessidade de aspiração e o paciente segue em coma induzido e bloqueio neuromuscular. O general apresenta ainda instabilidade hemodinâmica com necessidade de vasopressor em dose baixa, apresentando quadro grave por disfunção respiratória com piora dos parâmetros ventilatórios e de gravidade”, diz o boletim médico do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.

O militar, de 65 anos, deu entrada no Hospital Militar de Área de Porto Alegre em 1º de dezembro. O agravamento do quadro motivou sua transferência para o hospital da Aeronáutica, no dia 5. Posteriormente, foi transferido para o Clinicas.

Com informações do Diário do Poder