segunda-feira, 8 de julho de 2013

REUNIÃO DE AMIGOS OFICIAIS R/2 - DIA 13 DE JULHO - SÁBADO


Caros amigos Oficiais R/2 da guarnição de Juiz de Fora.

Há muito não nos reunimos para conversarmos e como nossa AORE não realiza eventos resolvi fazer um encontro aqui em minha casa no dia 13 de julho de 2013, sábado, de 13h até .....

O companheiro que confirmar comparecimento deverá trazer uma caixa de cerveja em lata ou um refrigerante gelado (de sua preferência) e 01 kg de contra filé, pois faremos um churrascão.

Quem possuir fotos de sua época na ativa favor trazer para relembrarmos dos bons tempos vividos na caserna.

Para tal, solicitamos confirmar presenças através do e-mail leduardo45@uol.com.br até o dia 10 de julho, quarta-feira. Na confirmação de presença retornarei confirmando e passando o endereço para àqueles que ainda não conhecem.

Contamos com as presenças, pois a saudade é grande e aproveitaremos o encontro para marcarmos uma grande reunião festiva para comemoramos o dia do Oficial R/2 (04 de novembro) independente da solenidade da brigada.

Cordial abraço, divulgue aos companheiros e tenham um bom final de semana.

Reserva atenta e forte. Montanha!

ATENÇÃO PARA OS RADARES INSTALADOS EM JUIZ DE FORA


GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL USA HELICÓPTERO DO ESTADO PARA IR PARA SUA CASA DE PRAIA

RIO - O governo do Estado do Rio tem sete helicópteros à disposição dos gabinetes do Poder Executivo, segundo reportagem publicada na edição deste fim de semana de “Veja”. A revista comparou a frota com a de São Paulo, que tem duas aeronaves e pretende vender uma delas até o fim do ano para conter despesas. No Rio, um dos helicópteros, comprado por US$ 9,7 milhões em 2011, tem sido usado pelo governador Sérgio Cabral para seus deslocamentos diários entre o heliponto da Lagoa, onde chega de carro, e o Palácio Guanabara, em Laranjeiras. Segundo a “Veja”, Cabral usaria a aeronave para levar a mulher, os filhos, as babás das crianças e até o cachorro da família para a casa que mantém em Mangaratiba. Em nota, a assessoria de Sérgio Cabral negou que ele tenha cometido qualquer irregularidade e disse que o governador encara “como uma perseguição ao seu mandato informações que soem como ‘denúncias’ quanto ao uso de helicópteros do estado para utilização pessoal”.

Segundo a nota, “todos os governadores de estado dispõem de frota de helicópteros, e alguns governadores dispõem de frota de aviões”. O texto afirma ainda que os deslocamentos do governador do Rio de Janeiro para a casa fora da capital são feitos “legalmente” e nega o uso de helicópteros do estado para transporte de amigos e prestadores de serviços.
Viagem de fim de semana a R$ 36 mil

Segundo a reportagem, o helicóptero Agusta AW 109 decola do heliponto da Lagoa às sextas-feiras com a mulher do governador, Adriana Ancelmo, os filhos, as babás das crianças e o cachorro. No sábado, costuma viajar Cabral. No domingo, são necessários, segundo a revista, dois deslocamentos à Costa Verde para trazer todos de volta ao Rio. Uma dessas viagens ganhou o apelido de “voo das babás”. Uma delas teria, inclusive, retornado ao Rio, num fim de semana, apenas para buscar uma roupa que Adriana Ancelmo teria esquecido no apartamento do Leblon, diz “Veja”.

A revista estimou que o aluguel do Agusta no mercado custa R$ 9.500 por hora. Como a aeronave é própria, o estado teria um custo operacional 30% mais baixo, o que significa que a hora de voo sairia a R$ 6 mil. A reportagem afirma que os deslocamentos diários de Cabral custam, portanto, R$ 240 mil por mês, ou R$ 2,8 milhões anuais. Já os finais de semana em Mangaratiba custariam R$ 36 mil.

Integrantes da oposição ao governo na Assembleia Legislativa (Alerj) vão pedir ao Ministério Público que investigue se o governador Sérgio Cabral cometeu improbidade administrativa ao usar o helicóptero tanto para fins públicos quanto particulares. Para o deputado estadual Luiz Paulo Corrêa da Rocha (PSDB), o helicóptero sequer deveria ser usado no Rio:

— Está tudo errado. Além de usar o helicóptero para fins particulares, o governador o emprega para se deslocar por uma distância inferior a dez quilômetros. Fere o conceito de razoabilidade.

Para o ex-integrante da Comissão de Ética Pública da Presidência da República Euclydes Antônio dos Santos, os critérios de uso da aeronave devem ser investigados, assegurando ao governador o direito de defesa:

— A primeira impressão é que a conduta não foi adequada. Mas, antes de se condená-lo publicamente, é preciso ouvir suas razões.

O deputado Marcelo Freixo (PSOL) disse que pedirá pessoalmente ao procurador-geral de Justiça, Marfan Vieira, que inicie a investigação. Já o secretário geral da ONG Contas Abertas, Gil Castello Branco, condena o uso indiscriminado do patrimônio público, mesmo que existam brechas legais.



DILMA LANÇA HOJE PROGRAMA PARA CONTRATAÇÃO DE MÉDICOS ESTRANGEIROS

A presidente Dilma Rousseff disse nesta segunda-feira (8), durante seu programa de rádio "Café com a presidenta", que o programa Mais Médicos será lançado ainda nesta segunda, em evento oficial com a participação de Dilma. De acordo com a presidente, a prioridade dele é atender as periferias das grandes cidades e os municípios do Norte e do Nordeste.
Segundo Dilma, o "pacto pela saúde contempla a aceleração dos investimentos já contratados para melhorar a estrutura da rede pública do Brasil". Ela afirmou que o governo federal está investindo R$ 7,4 bilhões na construção, reforma e compra de equipamentos para postos de saúde, Unidades de Pronto Atendimento, as UPAs, e os hospitais.
O programa Mais Médicos vai ser útil para as vagas que não forem preenchidas pelos médicos brasileiros. A presidente disse que governo federal vai autorizar a vinda de médicos estrangeiros, que deverão trabalhar exclusivamente nos postos de saúde por um período de 3 anos.
"Nós sabemos que os nossos médicos estão comprometidos com a qualidade do serviço público, mas, infelizmente, eles ainda são em número insuficiente para garantir atendimento em toda a rede pública de saúde. Essa falta de médicos é um problema muito sério, que irá ficar mais grave na medida em que aumentamos os investimentos na construção de novas unidades de saúde", completa Dilma
Como alternativa também para aumentar e melhorar o atendimento médico no país,  Dilma afirmou que aumentar as oportunidades para os jovens que querem estudar Medicina ou fazer uma especialização na área.
"Nós já criamos 2.400 novas vagas nos cursos de Medicina, e isso é só o começo, porque nós vamos continuar aumentando as oportunidades para os nossos jovens brasileiros. Estamos abrindo mais 11 mil vagas nos cursos de graduação e 12 mil vagas na residência médica para formar especialistas que estão em falta no Brasil, como pediatras, neurologistas, ortopedistas, anestesistas, cirurgiões e cardiologistas", ressalta a presidente
Entenda o programa
Haverá um edital nacional para selecionar os municípios que querem receber novos médicos e município que participar do Mais Médicos terá que assumir o compromisso de acelerar os investimentos na construção, na reforma, na ampliação das suas Unidades Básicas de Saúde. A presidente Dilma também ressaltou o novo edital que será lançado nesta segunda, onde os médicos brasileiros também interessados em trabalhar em locais distantes poderão se inscrever e escolher o município para onde querem ir.
"O governo federal vai pagar R$ 10 mil por mês para o médico que participar do programa Mais Médico, e esse pagamento será feito pelo próprio Ministério da Saúde. Além disso, pagaremos uma ajuda de custo conforme a região na qual o médico estiver estabelecido. Também o governo federal pagará R$ 4 mil para reforçar equipes de saúde integradas por enfermeiros e técnicos de enfermagem", afirma Dilma.
A presidente também destacou que médicos estrangeiros que o governo vai contratar serão bem formados e que entenderão a "nossa língua" Dentre eles, estarão inclusos médicos brasileiros que se formaram no exterior.
"Nós não vamos aceitar profissionais de países onde também haja falta de médicos ou onde a proporção de médicos por habitante seja ainda menor do que nos Brasil. Fora isso, estamos abertos a receber médicos de qualquer país, desde que o profissional seja capacitado", conclui DIlma.

domingo, 7 de julho de 2013

ALUGUE VOCÊ TAMBÉM UM AVIÃO DA FAB....


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Justiça deixa Bejani inelegível por 8 anos

06 de Julho de 2013 - 07:00

Condenado por improbidade administrativa e enriquecimento ilícito, ex-prefeito já prepara recurso e promete ir até STF se necessário

Por Renato Salles

A juíza da 1ª Vara Empresarial de Registros Públicos, Fazenda Pública e Autarquias Municipais de Juiz de Fora, Roberta Araújo de Carvalho Maciel, julgou procedente ação civil pública proposta pelo Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MP), que acusa o ex-prefeito Carlos Alberto Bejani (PSL) de enriquecimento ilícito e prática de irregularidades administrativas durante seu primeiro mandato à frente da Prefeitura, entre 1989 e 1992. Na sentença publicada na semana passada, a magistrada determina a suspensão dos direitos políticos de Bejani por oito anos. O ex-chefe do Executivo também terá que pagar multa civil correspondente a duas vezes os danos causados ao erário municipal apontados no processo. O montante deverá ser definido pela Corregedoria Geral de Justiça de Minas Gerais, que irá converter cerca de 20 operações consideradas irregulares em moeda corrente, com as devidas correções. Também serão acrescidos juros de mora de 1% ao mês. A decisão passa a valer a partir do momento em que o processo for considerado transitado em julgado, entretanto, a defesa de Bejani já afirmou que irá recorrer em 2ª instância.
"Já fui informado, mas ainda não fui notificado sobre a decisão. De qualquer forma, já estamos preparando um recurso. É inadmissível uma decisão como essa sem que haja uma prova conceitual. Considero uma decisão arbitrária", afirmou o ex-prefeito. Ainda de acordo com a sentença da magistrada, Bejani também pode ficar impedido de estabelecer contratos com o Poder Público ou receber quaisquer tipos de incentivos fiscais ou creditício, direta ou indiretamente. A determinação também prevê a "perda em favor do município de Juiz de Fora de todos os bens e valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio do requerido até o valor total do dano causado". Publicada no último dia 24, a decisão em primeira instância acontece quase 11 anos após o início da tramitação do processo, em julho de 2002. 
Problemas recentes
Em fevereiro, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) já havia condenado Bejani a devolver R$ 155 mil aos cofres públicos. O valor seria referente a juros cobrados da PJF pelo ex-prefeito, em sua primeira gestão. À época, alegando dificuldades para pagar o 13º salário para o funcionalismo público, repassou recursos próprios ao Município, operação considerada irregular pela conselheira relatora Adriene Andrade, durante sessão da Segunda Câmara do TCE em 2008, que determinou o ressarcimento de todo o valor do empréstimo, estimado em aproximadamente R$ 2,3 milhões.
A defesa apresentou recurso afirmando que o montante já havia sido incorporado à receita da Prefeitura, não podendo ser contabilizado novamente. Assim, a última decisão do pleno do TCE foi de que acontecesse devolução apenas da diferença dos juros cobrados pelo mercado e aqueles praticados por Bejani. Segundo o órgão, descontada a inflação, as taxas bancárias no período giravam em torno de 7%, enquanto o ex-prefeito havia cobrado 17,7%. No ano passado, o ex-chefe do Executivo teve sua candidatura à Câmara Municipal indeferida pelo TRE, que entendeu que a renúncia ao mandato de prefeito em 2008, às vésperas da abertura de processo de cassação pelo Legislativo, infringiu a Lei da Ficha Limpa, com pena de oito anos de inelegibilidade. Nos dois casos, a defesa apresentou recursos. 

MP questiona três ex-prefeitos

Além da decisão publicada na última semana, Bejani terá que prestar mais esclarecimentos à Justiça por conta de um pacote de pelo menos 13 novos processos movidos pelo Ministério Público (MP) em que aparece arrolado como réu. Todas as peças foram apresentadas no primeiro semestre de 2013. A maioria é por denúncias de atos de improbidade administrativa, como dano ao erário e violação aos princípios administrativos. Dois processos são ações civis públicas. Somados, os valores questionados nas ações em tramitação nas 1ª e na 2ª varas da Fazenda Pública Municipal ficam próximos de R$ 30 milhões.
No início da semana, a Tribuna tentou ter acesso aos processos para identificar o teor dos questionamentos. Porém, por terem entrado em tramitação recentemente, houve dificuldade em consultar as peças. Apesar de apresentar caráter público, a maioria estava nas mãos de juízes ou de advogados dos envolvidos. A reportagem também tentou ter acesso às iniciais dos processos junto à assessoria do MP, mas, até esta sexta-feira (5), não havia obtido respostas.
Apenas um documento estava disponível no momento em que a reportagem visitou as varas de registros da Fazenda Municipal. Trata-se de ação de improbidade administrativa, protocolada pelo promotor de Justiça, Paulo César Ramalho, pela recorrente renovação de contrato com empresa especializada em radiologia, que teria sido feita sem a realização de processo licitatório, durante o segundo mandato de Bejani. Na causa, com valor estipulado em R$ 1 mil, também aparece o atual diretor-presidente da Empav e ex-prefeito, José Eduardo Araújo. Os nomes de integrantes do secretariado da segunda administração bejanista também são citados em algumas ações.
"Cada cabeça pensa a sua maneira. Respeito muito o trabalho feito pelo Ministério Público, mas acho exagerado o número de ações que o MP tem entrado contra mim e contra meu secretariado. Minha equipe tinha juristas experientes e até juiz aposentado. Pessoas competentes que não permitiriam que nada de errado fosse feito. Pergunto: qual foi o prejuízo que deixei para Juiz de Fora? Não assinei nenhum cheque. Qualquer procedimento que não seja legal não chega na mesa de prefeito, governador ou presidente. Há profissionais competentes para evitar isso. Não sei o porquê desse rancor contra mim. Não vou aceitar ser feito de saco de pancada em jogo político. Vou até o Supremo se for preciso", defende-se Bejani. Nesta sexta-feira, a Tribuna tentou contato com José Eduardo Araújo, mas, segundo a assessoria da Empav, o ex-prefeito estava em viagem.
O nome de outro ex-chefe do Executivo local também consta nos processos propostos pelo MP em 2013. Juntamente com Bejani, que o sucedeu no cargo de prefeito, Tarcísio Delgado é arrolado como réu em uma das ações de improbidade por violação dos princípios administrativos. A causa é estipulada em R$ 1 mil. "Não fui comunicado e nem intimado. De qualquer forma, estou tranquilo. Tenho certeza absoluta de que não houve nada errado em minha administração", afirma Tarcísio.

SÓ AS FORÇAS ARMADAS PODEM PÔR FIM AO IMPASSE DA CRISE DAS RODOVIAS

O JUDICIÁRIO PODE CONVOCAR AS FORÇAS ARMADAS 
É função da Polícia Federal investigar crimes e prender possíveis criminosos, com autorização judicial. Cabe-lhe, também, apurar responsabilidades nas lesões praticadas contra a lei. Faltam à instituição, porém,  condições materiais  para ocupar e desocupar rodovias, rebocar veículos que obstruem a circulação e promover o restabelecimento da ordem nos transportes.
Declarou  a presidente  Dilma que seu governo não ficará quieto diante de processos de interrupção do tráfego nas rodovias nacionais, sendo a ordem valor fundamental para o funcionamento das instituições. “Resolveu endurecer com os caminhoneiros”, ouve-se no palácio do Planalto.
O problema é que por enquanto  a atitude da presidente limitou-se  a determinar que a Polícia Federal investigue o bloqueio nas estradas, apurando se há locaute no movimento, ou seja, se são os empresários das empresas de transporte a  estimular as paralisações.
Enquanto isso,  começam a faltar gêneros de primeira necessidade em diversas regiões do país.  Combustível, também. Produtores e transportadores já  registram prejuízos pela deterioração de parte da carga a ser transportada ou  imobilizada nos caminhões. Mais dois ou três dias e o país estará  no portal do caos,  se permanecer a greve.
Importa repetir o que vimos afirmando desde a deflagração do movimento: só as forças armadas poderão fazer refluir o impasse, pela ocupação e desocupação das rodovias. As Polícias Militares e a Polícia Rodoviária mostram-se insuficientes,  assim como ao Poder Judiciário não é dado fazer cumprir suas sentenças  obrigando  a volta ao trabalho dos grevistas. Muito menos surtem efeito as multas aplicadas às associações e empresas que regem a atividade transportadora.
Estamos num daqueles momentos em que o Estado   precisa lançar mão de suas prerrogativas  constitucionais, mesmo excepcionais.   Cabe às forças armadas garantir a ordem, mobilizadas por  um dos três poderes da União. Seria vexatório para a presidente Dilma caso essa iniciativa  viesse a ser  determinada pelo chefe do Judiciário, o presidente do Supremo Tribunal Federal.   Mas a possibilidade encontra-se em aberto, caso persista a inação do Executivo.

CARONAS DA FAB GANHAM ‘PIZZA’ DE SOBREMESA

7 de julho de 2013


FAB vira caixa-preta de mordomias oficiais
Berço de heróis da 2ª Guerra, sucateada e com baixos salários, a Força Aérea Brasileira resigna-se, constrangida, a cumprir missões com autoridades, sobre as quais parece não ter o menor controle. Sob o manto do “segredo militar”, negou dizer à esta coluna o preço da hora de voo nos aviões emprestados a vivaldinos republicanos, por tratar-se de “informação estratégica”. Situação igual aos cartões corporativos.

Missão vida boa
A Aeronáutica repete a cantilena de “missão legal” no transporte de “donos do poder”, ainda que sem motivo de segurança ou emergência.

Força do hábito
Descumprir a lei também não constrange os militares: o ex-presidente Lula deu caronas irregulares à ex-“assessora” Rose no Air Force 51.

Polichinelo
Defasada em guerra e na paz, a Aeronáutica silencia sobre criação de “portal da transparência” que daria nome (e cutelo) a “bois voadores”.

Com jeito, vai
“Aparelhada” desde a redemocratização, a FAB tem 15 sofisticados aviões para transporte de autoridades, mas não tem caças modernos.

Caronas da FAB ganham 'pizza' de sobremesa
Políticos, seus amigos e agregados podem apertar o cinto para voar sem medo: apenas um ex-ministro, já falecido, foi condenado por improbidade administrativa por voos particulares em aviões da FAB, e obrigado a devolver R$ 25 mil: Clóvis Carvalho (Casa Civil) no governo Fernando Henrique. A prática disseminada nos últimos 20 anos se beneficia de uma firula legal que dissolve a má-fé na “praxe legal”.

Locupletemos
O ex-chanceler de FHC, Luiz Felipe Lampréia, escapou na Justiça de improbidade, após fim de semana em Fernando de Noronha.

União da ilha
Ex-ministro de FHC, Ronaldo Sardenberg foi absolvido de dano ao erário por usar aviões da FAB e ficar em hotel militar com família.

Vereador Jucelio Maria apresenta Moção de Aplauso a David Luiz

               

Juiz de Fora vai homenagear nos próximos dias um dos craques que deu ao Brasil o título de campeão da Copa das Confederações – edição 2013. O vereador Jucelio Maria (PSB) apresentou Moção de Aplauso a David Luiz Moreira Marinho. A família do jogador reside em Juiz de Fora e ele contribuiu com várias entidades assistenciais do município.

David é reconhecido e premiado mundialmente por seu talento no futebol. Jucelio Maria, entretanto, faz questão de enfatizar a sua postura como ser humano. “Quero ressaltar o cidadão David Luiz, que vem apoiando entidades filantrópicas e beneficentes que trabalham com crianças e adolescentes e várias comunidades. Acreditamos que dessa forma possa inspirar outras pessoas a atuarem de maneira semelhante por melhores condições de vida para essa parcela da sociedade”, disse.

ALÔ PJF: Bairro Cruzeiro do Sul, próximo ao Carrefour


Foto: Mônica M Del Vechi


Ministro Joaquim Barbosa recebeu R$ 580 mil em benefícios atrasados

RUBENS VALENTE
DE BRASÍLIA

Crítico dos gastos do Judiciário, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, recebeu R$ 414 mil do Ministério Público Federal por conta de controverso bônus salarial criado nos anos 90 para compensar, em diversas categorias, o auxílio-moradia concedido a deputados e senadores.

Chamado de PAE (Parcela Autônoma de Equivalência), o benefício já foi repassado para 604 membros do Ministério Público Federal, incluindo Barbosa. O pagamento consumiu R$ 150 milhões.

Embora legalizados, auxílios do gênero provocaram polêmicas ao longo dos anos. A mais recente é travada no CNJ (Conselho Nacional de Justiça), presidido por Barbosa. Em breve, o conselho vai analisar uma proposta que pede a suspensão do pagamento de auxílio-moradia a juízes trabalhistas.

No mês passado, o CNJ autorizou o pagamento de cerca de R$ 100 milhões a oito tribunais de Justiça nos Estados relativos a auxílio-alimentação. Barbosa foi contrário, e sua posição contra os penduricalhos salariais ganhou amplo destaque. Ele chamou de "esdrúxula" e "inconstitucional" a resolução do CNJ.

O ministro ironizou o benefício ao dizer que "não cabe a cada Estado estabelecer auxílio-moradia, auxílio-funeral ou auxílio-paletó".

Em 2010, o próprio Barbosa foi relator de pedido da Associação dos Juízes Federais que buscava reconhecimento do direito dos juízes ao auxílio-moradia em ação no STF.

Ao negar a liminar, o ministro escreveu que o auxílio "não serve para complementar a remuneração do magistrado federal, mas sim para indenizá-lo por despesas que surgem da sua designação para o exercício em localidade distante".

Em 2000, a Procuradoria Geral da República estendeu aos procuradores os efeitos de resolução do STF que determinava o pagamento da PAE aos ministros do tribunal. Em 2002, a resolução virou lei.

Além desse auxílio, o presidente do STF recebeu, em 2007, R$ 166 mil (ou R$ 226,8 mil, em valores corrigidos) mediante a conversão em dinheiro de 11 meses de licenças-prêmio não gozadas.

Esse benefício, não mais em vigor, permitia que um servidor recebesse três meses de folga a cada cinco anos de vínculo empregatício. A ideia era estimulá-los a efetivamente tirarem as folgas, mas muitos, como Barbosa, preferiram não usá-las, deixando que elas se acumulassem.

Em outubro de 2007, o Conselho Nacional do Ministério Público autorizou a conversão em dinheiro, no ato da aposentadoria, das licenças-prêmio e férias não gozadas.

Somando os dois benefícios, o presidente do STF recebeu do Ministério Público Federal R$ 580 mil referentes ao período em que ele foi procurador. Corrigido pelo IPCA, o total atinge R$ 704,5 mil.

OUTRO LADO

A assessoria do STF informou que Barbosa, após ser empossado na corte, "viu-se impossibilitado" de tirar licenças a que tinha direito e "requereu, com êxito, ao procurador-geral da República" o pagamento delas, o que teria sido feito também "por antigos membros do MPF que ingressaram na magistratura".

A resposta é diferente da fornecida pela Procuradoria Geral da República, que afirmou: "A conversão do saldo de licença-prêmio não foi feita a pedido do servidor, mas por decisão administrativa".

Sobre a PAE, o STF informou que "o presidente esclarece que não recebeu nada ilegal, e nada além do que foi recebido por todos os membros do Judiciário do país, do Ministério Público e do Tribunal de Contas da União".

Procon de JF abre processo de investigação contra a Oi

05 de Julho de 2013 - 07:00


Por Tribuna

Mediante as crescentes reclamações sobre a má prestação de serviços da Oi em Juiz de Fora, a Agência de Proteção e Defesa do Consumidor da Prefeitura (Procon/JF) instaurou um Processo de Investigação Preliminar para apurar os danos causados aos consumidores. Tal processo ainda prevê a aplicação de sanções previstas em lei e até o pagamento de multa, que pode ultrapassar a casa dos milhões, conforme explicou superintendente do Procon/JF, Nilson Ferreira Neto.
Segundo ele, a decisão para tal ato se deu após a operadora não cumprir com o que foi acordado em março deste ano, durante várias reuniões junto aos representantes da Empresa Telemar Norte e Leste S/A (Oi Celulares), que pedia por melhorias nos serviços prestados na cidade. Dados do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec) mostram que os registros de insatisfação, na verdade, aumentaram ao invés de diminuir. No comparativo entre o primeiro semestre de 2012 e 2013, o número de reclamações cresceu 56,05%, passando de 1.925 para 3.004. Só nos dois últimos meses, foram quase 1.400 reclamações: 683 em maio e 714, em junho.
"Não descartamos a possibilidade de pedir a suspensão do direito da Oi de comercializar novos planos até que haja melhoria no sinal. No entanto, tal medida ainda está em estudo. A princípio, este processo irá penalizar a cobrança indevida de serviços, falta de sinal e recusa em prestar os serviços firmados em contrato, infrações reincidentes", explicou Nilson. Nesta quinta-feira (4), a Tribuna tentou o contato com a assessoria de comunicação da Oi por e-mail e telefone, mas não obteve retorno.

12º GAC - ENTREGA DA BOINA AOS ALUNOS DO CFS - CONVITE


INSS vai incluir mais 16 medicamentos na lista de remédios gratuitos para aposentados

O governo aceitou o pedido dos aposentados do INSS de incluir 16 medicamentos na lista dos que são oferecidos de graça ou com desconto por meio do programa da Farmácia Popular. O acordo foi firmado nesta quarta-feira, em Brasília, segundo Warley Gonçalves, presidente da Confederação Nacional dos Aposentados e Pensionistas (Cobap). O Ministério da Saúde não confirmou a informação.

Segundo ele, dos cem remédios cuja inclusão era sugerida pela Cobap, apenas 16 ainda não constavam da lista:

- Eu mesmo não tinha conhecimento de todos os remédios disponíveis de graça ou mais baratos. Acertamos que é necessário divulgar mais a relação, para que a população saiba a que medicamentos tem direito.

Como são mais de três mil medicamentos, o Ministério da Saúde sugere aceso ao site www.brasil.gov.br/sobre/saude/medicamentos/farmacia-popular.


Foram debatidos ainda a criação da secretaria dos idosos e o convênio com a Santa Casa para dar plano de saúde a aposentados. No dia 13 de agosto, haverá outra discussão.
Fonte: Extra Online - 04/07/2013

http://www.endividado.com.br/noticia_ler-36042,.html

POR UM TRANSPORTE PÚBLICO MELHOR


https://www.facebook.com/photo.php?fbid=398123606965700&set=a.273110346133694.59192.273107066134022&type=1&relevant_count=1&ref=nf

ALÔ PJF E PMMG - DENÚNCIA DE INFRAÇÃO DE TRÂNSITO


Por Berberick Leopoldo:

Alguém ai sabe para que serve essas duas placas?


Av Brasil após a ponte da rua Benjamim em frente a igreja assembleia de deus. Duas fotos, uma na parte da manhã e a outra a tarde.isso sem contar que a noite e a mesma coisa.


Av Brasil,uma avenida muito movimentada, deve ter passado por ali carros da polícia e Settra que deveriam multar o infratores.


Agora passa lá a noite pra verem a multiplicação de carros. Mesmo com duas placas ninguém respeita e nenhuma autoridade faz o seu papel de multar.


https://www.facebook.com/photo.php?fbid=398371016940959&set=a.273110346133694.59192.273107066134022&type=1&relevant_count=1&ref=nf

JORNAL DIÁRIO REGIONAL - 07.07.13


JORNAL TRIBUNA DE MINAS - 07.07.13


Músico é preso suspeito de tráfico de 22kg de maconha

05 de Julho de 2013 - 17:06


Ação da Polícia Federal na manhã desta sexta resultou, ainda, na prisão de outro ontem, que trouxe a droga de ônibus

Por Tribuna

O músico de uma banda de dupla sertaneja de Juiz de Fora, de 35 anos, foi preso nesta sexta-feira (5) pela Polícia Federal (PF) suspeito de receptar uma carga de 22kg de maconha. O material foi apreendido pela manhã, por volta das 6h, no Terminal Rodoviário Miguel Mansur, no Bairro São Dimas, Zona Norte, com um homem, 30, que havia desembarcado de um ônibus que veio da cidade de Uberlândia (MG). A droga estava na bagagem do suspeito entre algumas estruturas de madeira, que serviam para formar uma prateleira. O flagrante dos policiais federais aconteceu no momento em que o músico iria receber o entorpecente, avaliado em R$ 88 mil após ser processado para consumo. Um terceiro envolvido, que iria participar da negociação, fugiu ao perceber a presença da polícia. Com a utilização de uma motocicleta, o homem empreendeu fuga pela Avenida Brasil e não foi localizado. Os dois presos foram autuados pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico com agravante de realização de tráfico regional. Ambos foram encaminhados para o Ceresp.

Trens da MRS param a cidade por duas horas

07 de Julho de 2013 - 07:00


Tribuna acompanhou a passagem dos comboios por 11 horas e 10 minutos

Por RENATA BRUM

A passagem dos trens paralisa a cidade, diariamente, de segunda a segunda, por duas horas. A estimativa considera o fluxo médio de 30 comboios em 24 horas, com bloqueio das travessias por cerca de quatro minutos a cada passagem. De acordo com a MRS Logística, detentora da concessão de exploração da malha ferroviária, uma composição atravessa a cidade a cada 48 minutos. Em 2008, os intervalos eram de 57 minutos. Quatro anos antes, em 2004, uma hora e 36 minutos separavam a passagem de duas composições. A cada ano, o trânsito é interrompido com maior frequência em função do aumento da produção ferroviária. No ano passado, a MRS transportou 155,4 milhões de toneladas de produtos, 2% a mais do que o volume registrado em 2011. Para este ano, a projeção é de 158 milhões de toneladas a serem transportadas. Mesmo diante desse cenário, nenhuma das alternativas para minimizar as interferências ferroviárias, como construção de viadutos e mergulhões - apontadas desde 2004 como solução - saiu do papel. Nos horários de pico, a situação é ainda mais crítica, já que espaço de tempo entre as composições não chega a 25 minutos. O resultado: congestionamentos que começam pelas vias adjacentes ao eixo ferroviário e se estendem por boa parte da região central. Em casos de acidentes na ferrovia, como os frequentes atropelamentos, as paralisações do trânsito chegam a ultrapassar 40 minutos.
Além de sobrecarregar ainda mais o tráfego urbano, já saturado com uma frota de 213 mil veículos - conforme estatística do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) -, a linha férrea divide vários bairros, dificulta o acesso de moradores, além de oferecer riscos de acidentes. Para os especialistas e a própria Prefeitura, a solução definitiva para os problemas não passa pela concretização das obras viárias, consideradas apenas paliativas, mas pela retirada dos trilhos do Centro e pela implantação de um contorno ferroviário.
A Tribuna acompanhou o fluxo das composições férreas na passagem de nível da Benjamin Constant pelo período de 11 horas e 10 minutos (ver quadro), para verificar o impacto provocado na rotina da cidade. Pedestres, usuários do transporte coletivo urbano, motoentregadores, motoristas de serviços de emergência, todos sofrem com as retenções provocadas pela passagem do trem. Entre o fim da tarde e o início da noite, horário de rush, o cenário é ainda pior. Seis trens cruzaram a cidade entre 16h55 e 18h50. Em cada uma das vezes, o tráfego ficou interrompido entre três minutos e meio a quatro minutos. Ou seja, no intervalo de duas horas, cerca de 20% do tempo foram perdidos em função do fluxo ferroviário. O mesmo foi observado no início da manhã. Em 35 minutos, três composições interromperam o trânsito por quase 12 minutos. Entre meio-dia e 13h30, os juiz-foranos foram obrigados a esperar a passagem de outros quatro comboios de vagões.
No Poço Rico, o fechamento da passagem de nível reflete em congestionamentos pela Pinto de Moura e pelas vias próximas, como as ruas da Bahia e Osório de Almeida. A interrupção frequente também prejudica o fluxo de veículos que deixam a região Sudeste com destino à Zona Sul. E quem trabalha ou mora nos arredores ainda teme os acidentes. "Os imóveis são bem próximos da linha. E até os carros param muito perto. Já imaginou um dia ter um descarrilamento aqui? O risco de acidentes existe, e é por isso acho que deveriam tirar o trem do Centro", comenta o comerciante Fernando Barros.
No Morro da Glória, no trânsito já saturado da Avenida dos Andradas, a saída do Colégio Santa Catarina coincide com a passagem da composição. Para lojistas da região, o abuso é o maior problema. "O trânsito para, e ninguém tem paciência. Muitos descem a Andradas na contramão. Os pedestres ficam muito vulneráveis", conta a comerciante Juliana Siez.
Na Benjamin Constant, no Centro, a falta de sincronia entre o fechamento da passagem de nível e do semáforo resulta em um nó no trânsito. "A partir das 18h, o fluxo de trens é muito mais intenso, e o trânsito fica terrível. Como por aqui passam muitas linhas de ônibus, o caos é ainda maior. Além disso, há os atropelamentos por trens ou motos. Isso porque, quando o trem está se aproximando, o pedestre quer passar, mas o motoqueiro também, e é acidente na certa", diz a comerciante Ana Paula Bastos. 

Impacto como o das escolas

O impacto dos trens na cidade pode ser comparado ao das escolas e da universidade nos horários de pico, segundo o engenheiro e consultor José Ricardo Daibert, especialista em mobilidade urbana. "As interrupções provocadas pelo trem representam o mesmo que o fluxo aumentado por conta da entrada de colégios. Não há diferença no impacto provocado. Um paliativo rápido para minimizar os prejuízos com a linha férrea em área urbana seria o reescalonamento das ofertas das composições pela MRS, de modo a conciliar com a demanda de fluxo, sobretudo no pico da manhã e da tarde e entre os picos, no horário de almoço", defende Daibert.
Segundo o gerente geral de regulação da MRS, Sérgio Carrato, a programação logística é baseada na produção de minério. "Os trens passam pela cidade após descarregar nos portos. Passamos por mais de 50 municípios, entre Rio e Minas, e não conseguimos ter uma grade de horários fixa, pois estamos suscetíveis a problemas variados. São mais de cem passagens de nível somente no trecho mineiro. Se há algum incidente, os trens ficam acumulados, um atrás do outro, e precisamos cumprir o contrato com os clientes. Mas hoje temos um centro de controle operacional moderno, para garantir integridade das operações e da comunidade", explica.
Para Carrato, a situação atual é reflexo da lacuna no planejamento da cidade. "Juiz de Fora assistiu ao aumento da população e da frota de veículos nos últimos anos, mas não teve grandes obras de transposição da linha férrea. A última foi o viaduto Ramirez Gonzalez, na Zona Norte, e na região central, o Viaduto Augusto Franco, em 1991. Recentemente é que o município assinou convênio com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), para obras de transposição. A MRS também assumiu compromisso com o Município, celebrado em convênio, com repasse de R$ 10 milhões para as intervenções. Do total, R$ 2,4 milhões já foram repassados, e o restante será aplicado no final das obras."

'A solução definitiva é o anel ferroviário'

Para o especialista em mobilidade urbana José Ricardo Daibert, a construção de dois mergulhões na área central (na Rua Benjamin Constant e próximo ao Terreirão do Samba) e dois viadutos, um deles no Mariano Procópio e outro no Poço Rico - todas interferências viárias de transposição da linha férrea -, é um paliativo. "De imediato, os condutores não teriam mais que parar na travessia, mas daqui a pouco essas obras estarão sobrecarregadas. A solução definitiva é o anel ferroviário, pois retiraria os trens de dentro da cidade, já que Juiz de Fora não é destino das composições. E o mais importante é que, ao fazer o deslocamento da ferrovia, a linha atual não seria mais demandada. São 25 quilômetros que poderiam ser aproveitados para o transporte de massa de velocidade sobre os trilhos. Seria um corredor de deslocamento rápido que atravessaria toda a cidade, uma grande solução para garantir a viabilidade do trânsito e a mobilidade urbana." Ainda segundo Daibert, o interesse seria também da MRS, já que a passagem dos comboios pela área urbana amplia o risco de acidente, aumenta o seguro das cargas e encarece o transporte ferroviário.
Gerente geral de regulação da MRS, Sérgio Carrato, confirma a informação."Se a linha fosse isolada, a eficiência do transporte seria bem maior. Na área rural, nossa velocidade é de 60 km/h, mas quando entra no Retiro é preciso reduzir para a metade. Poderíamos passar pela cidade em 20 minutos, mas hoje gastamos uma hora. Além disso, a imprudência das pessoas coloca a operação em risco. Quando um maquinista freia para evitar um acidente, é preciso verificar toda a composição, de cerca de 1.500 metros de comprimento, o que demora cerca de 40 minutos. Por isso também somos interessados nas obras viárias e no contorno ferroviário. Em primeiro lugar, pela segurança. Em segundo, porque aumentaria nossa velocidade, reduzindo nosso tempo de locomoção", explica Carrato, que acredita na união política para a viabilização do projeto: "Reconhecemos que o contorno é um projeto caro, que demandaria, no mínimo, R$ 600 milhões. O projeto já existe e foi feito pela própria Prefeitura, mas precisamos de avanços políticos."
Secretário de Transporte e Trânsito, Rodrigo Tortoriello, concorda. "Como a mobilidade urbana entrou na pauta política, essa é a oportunidade para tentar viabilizar o projeto. As obras viárias irão ajudar bastante, porque hoje qualquer incidente faz a cidade parar. Mas são intervenções com prazo de validade. O contorno ferroviário é a solução porque, além de garantir mais segurança, deixará o eixo remanescente, o qual poderá ser usado para o transporte público, independente do modelo. O mais adequado seria BRT(trânsito rápido de ônibus), que o Rio implantou e Belo Horizonte está implementando. O sistema com estações de embarque e venda pré-paga de bilhetes é uma 'metrorização' do ônibus."