quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Fiscais da Vigilância Sanitária do Rio extorquiam R$ 50 milhões por ano, diz polícia

DIANA BRITO
DO RIO


Ao menos 25 fiscais da Vigilância Sanitária Municipal do Rio foram presos nesta quinta-feira acusados de extorquir comerciantes e empresários na capital para não aplicar multas. Segundo a Polícia Civil, o grupo criminoso faturava mais de R$ 50 milhões ao ano.

Por volta das 14h, a polícia ainda tentava cumprir outros cinco mandados de prisão e 52 de busca e apreensão. Todos são acusados de concussão e formação de quadrilha e podem pegar até 12 anos de prisão.

De acordo com a investigação, os fiscais usavam uma tabela de preços estipulados por eles para cobrar a propina dos comerciantes. Os valores variavam de R$ 400 a R$ 500 por mês. No total, 100 mil estabelecimentos comerciais - entre restaurantes, bares, clínicas, empresas de projetos arquitetônicos e outras - foram alvos do esquema.

O delegado da Draco (Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas), Alexandre Capote, responsável pela investigação, disse que os comerciantes que pagavam a propina eram vítimas já que os fiscais ameaçavam multar e fechar o estabelecimento caso eles não pagassem o valor cobrado. Os 30 acusados representam 10% dos 300 profissionais que atuam na Vigilância Sanitária Municipal do Rio.

Diana Brito/Folhapress
Polícia apreende bolsa com dinheiro encontrada na casa de um dos fiscais da Vigilância Sanitária preso no Rio
Polícia apreende bolsa com dinheiro encontrada na casa de um dos fiscais da Vigilância Sanitária presos no Rio

"Foi constatado enriquecimento ilícito desses fiscais, que ganham em média R$ 2.800 por mês. Em algumas casas encontramos até R$800 mil em espécie", afirmou Capote.

As prisões aconteceram em diversos pontos da cidade e em Niterói. Foram apreendidos mais de R$ 1 milhão em espécie nas casas dos fiscais, além de computadores, documentos e três armas.

"O que chamou a atenção era a organização deles porque um fiscal apresentava o outro quando fazia o rodízio e assim repeliam a tentativa da secretaria de coibir a corrupção. Ainda tinha a certeza da impunidade tanto que foi achado grande quantidade de dinheiro dentro de casa, inclusive com naftalina e amarrados com linha porque o elástico estraga a nota.

Isso indica que o dinheiro estava ali guardado durante muito tempo", disse o promotor Homero Freitas.

A investigação detectou provas de que a quadrilha agia desde 2010. O grupo era chefiado por Eduardo De Nigres, da Secretaria de Vigilância Sanitária. Nigres saiu do país há alguns dias. Agora, a Polícia Federal investiga o paradeiro dele no exterior.

Participam da ação delegacias especializadas, a Draco (Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas), da Secretaria de Segurança, o Ministério Público do Estado e a Secretaria Municipal de Vigilância Sanitária.

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que está colaborando com as investigações, para que os responsáveis sejam identificados e punidos.

Militar temporário desincorporado por motivo de saúde tem direito a permanecer no Exército como adido

A 2.ª Turma do TRF da 1.ª Região determinou que um militar temporário desincorporado do Exército por incapacidade (lesão no joelho) seja reintegrado ao serviço na condição de adido, até que obtenha parecer médico definitivo quanto à sua capacidade de trabalho ou julgamento final do recurso em andamento no TRF1.
Consta dos autos que o militar temporário ingressou no Exército em 2004, tendo sido afastado em 2011 devido à incapacidade atestada por perícia médica após problema no joelho. O militar procurou a Justiça Federal, buscando assegurar o seu direito à reintegração, à assistência médico-hospitalar e à remuneração na condição de adido à sua unidade. 
Na primeira instância, o juiz negou a antecipação do pedido feita pelo autor, que, inconformado, recorreu ao TRF1 por meio de agravo de instrumento em que tampouco conseguiu seu retorno ao Exército, sob argumento do relator de ausência de comprovação de que a incapacidade física do requerente foi causada durante a prestação do serviço militar. 
 O autor entrou com recurso dessa decisão monocrática, proferida no TRF1, por intermédio de agravo regimental, com o objetivo de levar o processo para análise da Turma. O agravante defendeu a ilegalidade do ato de desincorporação, argumentando que há entendimento jurisprudencial de que militares considerados incapazes temporariamente por junta de inspeção de saúde deverão permanecer adidos à sua unidade, independentemente de terem sofrido o acidente em serviço, até emissão de parecer definitivo. 
 Ao analisar o recurso, o relator, juiz federal convocado Murilo Fernandes de Almeida, observou que, nos termos do art. 50, IV, c/c art. 84, ambos da Lei 6.880/90, o militar temporário, cuja incapacidade temporária tenha sido comprovada por meio de perícia médica, deve passar à situação de adido à sua unidade, para fins de tratamento médico, a fim de que seja restaurada a sua capacidade laboral, após o que poderá a autoridade competente decidir a respeito de sua permanência nas Forças Armadas. 
 “Assim, ainda que não comprovado o nexo de causalidade entre a doença e a prestação do serviço castrense, o militar declarado incapaz temporariamente deve permanecer incorporado, na condição de adido à sua unidade, submetido a tratamento médico”, explicou o relator. 
 “Logo, deve ser desconstituído o ato que licenciou o ora agravante diante de sua ilegalidade”, disse. Segundo o juiz, o militar deve ser reintegrado às fileiras do Exercito, na qualidade de adido, com a conseqüente reativação de sua remuneração e assistência médico-hospitalar, até parecer médico definitivo quanto à sua capacidade laboral ou julgamento final do agravo. O relator foi acompanhado pelos demais magistrados da 2.ª Turma.
Processo n.: 0054201-88.2011.4.01.0000
Data da publicação: 10/06/13
Fonte: Tribunal Regional Federal – 1.ª Região 

IV Reunião de Of/ S Ten/ Sgt da Ativa e Reserva Ativa - 2013, da Gu JF

Comando da 4ª Brigada de Infantaria Leve (Montanha)
“BRIGADA 31 DE MARÇO”

O Comandante da 4ª Brigada de Infantaria Leve (Montanha),
Gen Bda FRANCISCO MAMEDE DE BRITO FILHO, sentir-se-á honrado com a vossa
presença na IV REUNIÃO DE OF/ S TEN/ SGT DA ATIVA E RESERVA ATIVA -
2013, da Guarnição de Juiz de Fora, no dia 18 de outubro de 2013.

Local: 10º BI / Traje: Esporte

Horário: 11:30h / almoço: Arroz Branco, Feijão Tropeiro, Leitoa Assada e Escalopinho
 ao Molho Madeira; sobremesa: Doce de leite com queijo e goiabada; bebida: Refrigerante
(Guaraná e Coca Cola), água e cerveja.

O pagamento antecipado (R$ 20,00) poderá ser efetuado até 15 OUT nas OM de JF.
(pode ser pago no dia do evento, confirmando a presença com antecedência)

Informações pelo Tel: 3211-0354 / 3690-4804

Sua presença é imprescindível! Divulgue para os companheiros!

General-de-Brigada FRANCISCO MAMEDE DE BRITO FILHO
Cmt 4ª Bda Inf L (Mth) e Gu JF

Cartões de confirmação do Enem já estão disponíveis na internet

Cartões também são enviados pelos Correios; data limite é dia 18.
Provas ocorrem nos dias 26 e 27 de outubro.

Do G1, em São Paulo
Cartão de confirmação Enem 2013 (Foto: Reprodução)Cartão de confirmação Enem 2013 (Foto: Reprodução)
Os cartões de confirmação de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2013 já estão disponíveis no site oficial da prova. A previsão do Ministério da Educação era de que eles entrassem no ar às 15h, mas pouco antes desse horário alguns estudantes já conseguiram acessá-los. Os candidatos devem digitar CPF e senha para visualizar o cartão que traz o endereço do local em que eles farão as provas, entre outras informações.
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou nesta quinta-feira (3) que desde terça-feira (1º) os candidatos já começaram a receber o cartão de confirmação em casa, enviado pelos Correios. A data limite de entrega é o dia 18 de outubro.
Quem tiver problemas com o recebimento do cartão ou com a impressão dele pode entrar em contato com o Ministério da Educação pelo telefone 0800-616161.
Informações no cartão
O cartão de confirmação de inscrição contém informações do candidato que foram declaradas no momento do cadastro para a prova, como a língua estrangeira escolhida (inglês ou espanhol) e a necessidade ou não de atendimento especial. Principalmente, ele indica o local e horário da aplicação da prova.
Mercadante alertou aos candidatos que não cometam o erro de confundir o nome da escola onde ele deve fazer a prova com o nome de alguma cidade. Segundo ele, o campo denominado "local de prova" contém o nome da escola. O campo abaixo informa o endereço do local, e é aí que o estudante descobrirá o nome da cidade. "A pessoa olha o local que às vezes é o nome da escola, e acha que é o nome da cidade. O nome do local é o nome da escola, e embaixo tem o endereço, tem a cidade, qual é o estado, a rua, o número."

A apresentação do cartão não é obrigatória no dia da realização do Enem, basta mostrar um documento oficial com foto para entrar em sala de aula. Entretanto, o ministério aconselha que o aluno o guarde em caso de dúvidas.
Precauções antes da prova
O ministro recomendou a todos os candidatos que visitem seu local de prova com antecedência para conhecer o caminho e evitar confusões de última hora. Além disso, Mercadante enfatizou que o edital com as regras do exame será cumprido à risca e que qualquer candidato pego com equipamentos eletrônicos após a entrada na sala da prova será eliminado do exame.
Objetos eletrônicos deverão ser guardados, ao entrar na sala de provas, em uma embalagem fornecida pelo aplicador. A sacola será devolvida ao término. Quem for identificado com celulares e afins, será eliminado. Mercadante ainda declarou que o MEC estará fiscalizando redes sociais durante o Enem.
Ele lembrou das dezenas de casos ocorridos na edição de 2012 do Enem, quando candidatos publicaram em redes sociais fotos de suas provas e de seus cartões de resposta. Apesar de os fatos terem ocorridos antes do início da prova, o edital proibia que os candidatos tivessem acesso a telefones depois de receberem os documentos.
"Não pode entrar com máquina de calcular, iPhone, iPad, telefone. Vai ser eliminado do exame se isso acontecer, e já aconteceu em outras provas. Estamos advertindo mais uma vez para que não tentem, porque perde o Enem."
Também será preciso observar com cuidado o horário do início da prova, pontualmente às 13h do horário de Brasília. Como nos dias 26 e 27 diversos estados do Brasil já estarão no horário de verão, incluindo o Distrito Federal, outros estados terão horários distintos do de Brasília. Nenhum candidato poderá entrar após o fechamento dos portões. Em caso de desastres ambientais, o Inep vai levar os estudantes para um novo local de provas em um ônibus.
O candidato não deve sair de sala antes de passadas duas horas desde o início da prova. Quem se retirar vai ser eliminado, avisou o ministro.
Sobre o exame
O edição do Enem em 2013 terá 7.173.574 candidatos, ao custo de R$ 49,86 cada para o governo. O número de inscritos para a prova deste ano superou o recorde anterior, de 2012, que era de 5.971.290 pessoas.

Deste montante, cerca de 70 mil candidatos pediram atendimento especial, como ledores e transcritores da prova, por exemplo, por causa de alguma deficiência.

A correção da redação do Enem ficará mais rígida a partir deste ano. Inserção de trechos indevidos, como receitas de macarrão e hinos de times de futebol, que fogem ao tema, poderão resultar em nota zero para o candidato. A alteração, inclusive, está explícita no edital da prova, ao contrário das edições anteriores.
O Brasil nos rankings universitários
O Enem é usado por quase todas as instituições federais de ensino superior como requisito para o ingresso de novos alunos, principalmente por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). As universidades estaduais não aderiram ao Sisu, mas o ministro Aloizio Mercadante também comentou o mais recente ranking internacional Times Higher Education (THE), que divulgou na quarta-feira (2) a lista das 200 melhores universidades do mundo na edição 2013-2014.
A USP tinha alcançado o 158º lugar no ano passado, mas agora figura na faixa dos 226º a 250º lugares e ficou fora do 'top 200'. Já a Unicamp caiu da faixa dos 251º a 275º lugares para a dos 301º a 350º lugares. O ranking avalia o desempenho dos estudantes e a produção acadêmica nas áreas de engenharia e tecnologia, artes e humanidades, ciências da vida, saúde, física e ciências sociais.
De acordo com Mercadante, uma das principais causas da perda de posições do Brasil é o fato de o ranking ser feito majoritariamente por países de língua inglesa, que teriam dado mais importância à oferta de cursos nesta língua. Ele defendeu que a qualidade da educação oferecida na USP e na Unicamp não foi alterada.
"É um ranking feito basicamente por países de língua inglesa e a informação que nós recebemos é que eles alteraram o critério de classificação do ranking e deram uma importância maior às universidades que fazem oferta de cursos em língua inglesa", explicou o ministro nesta quinta-feira. "Assim sendo, a USP e a Unicamp teriam perdido posições. Enfim, não é uma mudança de avaliação na qualidade da produção científica, na qualidade dos cursos, na produção acadêmica dessas universidades. É um indicador de internacionalização.

Sete Lagoas recebe socorro do Exército para ajudar no abastecimento de água

Seis caminhões-pipa vão ajudar no abastecimento do município, que declarou estado de emergência pela escassez de recurso hídricos desde 4 de setembro de 2013


Publicação: 02/10/2013 08:01 Atualização: 02/10/2013 08:32


A cidade de Sete Lagoas, na Região Central de Minas Gerais, está recebendo o apoio do Exército para solucionar o problema de abastecimento provocado pela estiagem prolongada. O 4º Grupo de Artilharia Antiaérea destinou seis caminhões-pipa para uso do município, que declarou estado de emergência pela escassez de recurso hídricos desde 4 de setembro de 2013, com a publicação do Decreto 4.775/2013. 

De acordo com a Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), o primeiro caminhão cedido já está circulando no município, atuando principalmente no abastecimento de reservatórios. Na segunda-feira, moradores do Bairro Nossa Senhora do Carmo que sofrem com a falta d´água foram atendidos. Os outros cinco veículos serão enviados ao longo da semana pela corporação.

A previsão com a chegada da temporada de chuva é que a situação melhores na cidade. Mas a SAAE prevê que as precipitações que virão ainda não serão suficientes para recarregar os lençóis d'água e normalizar o abastecimento via poços tubulares profundos. 

Esta semana o em.com.br mostrou que a população de Sete Lagoas vive um surto de diarreia. Segundo a enfermeira da Vigilância Epidemiológica da cidade, Pricila Galdiere dos Santos Pereira, foram registrados 1.450 casos da doença entre os dias 2 e 21 de setembro. A análise da água do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) não indicou algum possível causador. A Vigilância ainda aguarda o resultado das amostras de fezes enviadas à Fundação Ezequiel Dias (Funed) em Belo Horizonte.

Exército vai reforçar investimentos em tecnologias de defesa no Brasil

Uma das razões para o investimento é a defesa estratégica dos recursos naturais do país. Cerca de 1,2 bilhão de reais serão aplicados na próxima década para criar polo de produção de pesquisa tecnológica.
O Exército brasileiro quer investir em pesquisa, especialmente no desenvolvimento de novas tecnologias de defesa. Até 2025, cerca de 1,2 bilhão de reais vão construir o Polo de Ciência e Tecnologia do Exército em Guaratiba (Pcteg), Rio de Janeiro. Uma das razões para o investimento é a defesa estratégica dos recursos naturais do país.
O general Sinclair Mayer, Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, destaca que o espaço não vai servir apenas para a formação e pesquisa militar. Assim como ocorre na Escola Superior de Guerra, por exemplo, civis poderão estudar e pesquisar no complexo. "Temos hoje poucos peritos na área de defesa e temos o interesse de formar mais gente", adianta Mayer.
Os benefícios da pesquisa militar se aplicariam a outros campos. "Não se pode fazer um carro de guerra sem antes testar combustíveis", compara. Mas a preocupação com tecnologia não está restrita à produção de material bélico – também está relacionada à posição estratégica do país.
O modelo se assemelha ao usado pelo exército norte-americano, que além do desenvolvimento de armas, investe em áreas como logística, química e saúde.
Defesa de recursos
Para o pesquisador de assuntos militares da Universidade Federal de Juiz de Fora, Expedito Bastos, o Brasil precisa de investimentos na área de defesa, já que concentra recursos estratégicos privilegiados como grandes reservas minerais, petróleo e água doce. "O mundo tem por hábito buscar essas coisas quando precisa", argumenta o especialista. O general do exército reconhece a possibilidade, mas minimiza os riscos. "Existe preocupação com o futuro, mas a própria estratégia nacional de defesa prevê isso", afirma.
Para Bastos, uma melhora na defesa brasileira ainda não seria o bastante para fazer frente ao poderio militar de grandes potências, mas ajudaria a "diminuir a ânsia de que tentassem fazer alguma coisa contra nós". Outra preocupação é a situação fronteiriça, uma vez que alianças importantes de países vizinhos poderiam oferecer riscos ao Brasil.
Conhecimento centralizado
Os planos do Pcteg são de concentrar órgãos já existentes, como o Instituto Militar de Engenharia (IME) e outros braços técnicos, em um mesmo espaço, no estado do Rio de Janeiro, que já conta com cerca de 20% de toda a estrutura planejada.
O Exército tem parceiros no governo, mas planeja garantir o dinheiro por meio de parcerias público-privadas (PPPs). O primeiro investidor é o Ministério da Educação. O órgão não confirma o montante, mas diz que o investimento vai triplicar o número de vagas do IME.
A concepção do projeto é da década de 1980, quando a área militar de 25 quilômetros quadrados recebeu as primeiras instalações. Por lá já funcionam o Centro Tecnológico e o Centro de Avaliações do Exército. Além do IME, o espaço deve receber ainda o Instituto Militar de Tecnologia (IMT), o Centro de Avaliações do Exército (CAEx), o Centro de Desenvolvimento Industrial (CDI), a Agência de Gestão da Inovação (AGI), o Instituto de Pesquisa Tecnológica Avançada (IPTA), uma Incubadora de Empresas de Defesa (IED), o Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro (AGR), uma base administrativa e um batalhão de comando.
Conhecimento desperdiçado
Apesar de aprovar a iniciativa do Exército de investir em tecnologia, o estudioso de assuntos militares não acredita em uma mudança da situação. Ele cita que o Brasil passou por ciclos de investimento e sucateamento dessa força. Em cada uma dessas oportunidades, a descontinuação das pesquisas provocou a perda do conhecimento gerado e anos de trabalho foram perdidos, aponta Bastos. A culpa disso seria o planejamento em curto prazo – a visão para um governo ou dois – e não a montagem de uma estratégia mantida a longo dos anos.
Outra crítica de Bastos é quanto às parcerias internacionais, que trazem tecnologia externa, mas não fazem a transferência do conhecimento prevista nos contratos. Para ele, essa tentativa de troca é inválida se as duas partes não estiverem no mesmo patamar de desenvolvimento. Em casos assim, uma das partes vai ser meramente usuária do recurso. "É o que está acontecendo conosco", avalia.
Para o especialista, a virada depende não apenas de investimentos militares, mas da solução de problemas básicos do país, com educação de qualidade desde a base. Além disso, ele vê com ceticismo a garantia de recursos para a conclusão do projeto, uma vez que o Ministério da Defesa costuma ser penalizado em cada ajuste do orçamento da União. Este ano, a pasta foi a que mais perdeu no ajuste de contas. Dos 18,7 bilhões de reais inicialmente previstos, foram mantidos 14,2 bilhões no orçamento deste ano, incluindo a folha de pagamentos, previdência e a própria manutenção das estruturas já existentes.

Vai uma balinha, deputada???

A senhora com a bala na mão é a deputada federal Liliam Sá (PR/RJ). 
O cidadão à sua esquerda, com cara de paisagem, é o representante do MD na Audiência Pública com a bancada evangélica, que ocorreu na última terça (1º). 
O 'mimo' foi ofertado por Kelma Costa (presidente da Unemfa-JF) e custou dezesseis centavos, valor  pago a título de Salário Família aos militares das Forças Armadas.

ANIVERSÁRIO DE AMIGOS - FRANCISCO CAMPOS



POLÍCIA MILITAR - AÇÃO CÍVICO SOCIAL - 05 DE OUTUBRO


Museu de Juiz de Fora (quase) ao alcance do público

03 de Outubro de 2013 - 07:00


Licitação para obras de restauração da Villa Ferreira Lage é realizada hoje, e nome da empresa responsável pelos trabalhos deve ser divulgado na próxima semana

Por MARISA LOURES

Depois de uma longa espera e várias promessas, na próxima semana, a cidade já deve saber qual será a empresa responsável pelas obras de restauração de parte do Museu Mariano Procópio. A licitação para investimento dos R$ 5 milhões repassados no mês de setembro pelo Governo do Estado para os trabalhos será realizada hoje, conforme anunciado ontem pelo prefeito Bruno Siqueira. O edital está no site da Prefeitura (http://www.pjf.mg.gov.br/cpl), e a abertura dos envelopes com as propostas de preços dos participantes está marcada para as 9h30 desta quinta-feira, na PJF. "A intenção é que, com os recursos liberados, possamos reabrir parte do museu em 2014", garantiu o prefeito, durante visita da ministra da Cultura, Marta Suplicy, e do presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Angelo Oswaldo, à instituição juiz-forana. A cerimônia oficializou o anúncio da transferência de R$ 2 milhões para o museu, subsidiados pela Petrobras, através de uma parceria entre a empresa, o Ministério da Cultura e o Ibram.
De acordo com Douglas Fasolato, diretor-superintendente da Fundação Museu Mariano Procópio, o recurso do Governo de Minas será utilizado para recuperação do sistema estrutural e consolidação das fachadas e decorativismo interno da Villa Ferreira Lage. No prédio do Museu Mariano Procópio, serão restaurados o lanternim e a claraboia. "O repasse da Petrobras vai ser direto, mas temos que apresentar um plano de trabalho para ser aprovado. Existe um trâmite burocrático que deve ser seguido. A liberação do dinheiro não nos exime de demandas técnicas e administrativas", afirma Fasolato.
Os dois valores liberados somam-se a outros montantes externos já aguardados e que totalizam R$ 9.530 milhões, sendo R$ 500 mil de uma emenda parlamentar do deputado federal Marcus Pestana, empenhada em 2012, outro R$ 1 milhão também de Pestana, R$ 700 mil da MRS via Lei Rouanet ( R$ 300 mil para este ano, R$ 400 mil para 2014 e R$ 300 mil para 2015). Em 2012, a MRS já direcionou R$ 30 mil.
Segundo a Prefeitura, o prazo para execução das obras é de 11 meses. Embora não tenha apontado como alcançar os R$ 30 milhões necessários para a reabertura total do espaço, Bruno Siqueira ressalta que não medirá esforços em firmar futuras parcerias com o Governo federal. "A curto prazo, já conseguimos um montante grande de recursos", diz o prefeito. "O museu está sempre necessitando de verbas para restauração, mobilização em projetos de cultura, museologia social e conservação. Isso não nos assusta. O importante é que temos um montante que nos permite uma grande arrancada. O museu está saindo da inércia. Ele é fundamental e não pode ficar fechado. O legado de Alfredo Ferreira Lage pertence à Prefeitura, mas todas as instituições e toda a sociedade têm que estar comprometidas de alguma forma", afirma o presidente do Ibram Angelo Oswaldo.

Potencial turístico a ser explorado

O conjunto arquitetônico é o único de Minas, entre as 12 instituições brasileiras que receberão o patrocínio através de uma parceria entre o Ministério da Cultura (MinC), Instituto Brasileiro de Museus e Petrobras, dentro de um programa especial para a Copa do Mundo. "Além de ser um patrimônio dos nossos filhos, do nosso Brasil, é um importante instrumento para o turismo. O museu fica a poucas horas de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro. Está na rota das pessoas que se locomovem durante a Copa e as Olimpíadas, segundo as nossas pesquisas", observa a ministra, que ainda não conhecia o espaço. "Ver pelo livro é uma coisa. Nunca tinha vindo aqui. É de uma beleza extraordinária."
Conforme anunciado, Marta chegou, acompanhada do presidente do Ibram, Angelo Oswaldo, por volta das 11h15. Ao lado de autoridades, percorreu a Villa Ferreira Lage e o prédio do Museu Mariano Procópio. Apesar de aguardada, Graça Foster, presidente da Petrobras, não compareceu ao evento. "O trabalho que está sendo feito é de extrema responsabilidade e muito rígido. Até o papel de parede será reconstruído com material da matriz da fábrica francesa, sendo recuperado exatamente como era", comenta a ministra.
Após a visita a Juiz de Fora, Marta seguiu para o Museu Imperial, em Petrópolis, onde ressaltou que a criação de um museu de percurso - tema já discutido em seminário local - poderia integrar as duas instituições, cujos acervos se complementam. "Seria potencializar o que existe em um contexto histórico e didático, para que as pessoas possam entender bem melhor a história."
Em entrevistas realizadas pela Tribuna para a série de reportagens "O museu é nosso", alguns especialistas chegaram a questionar o fato de o museu juiz-forano precisar contar com pequenos apoios ocasionais de recursos privados, em vez de ser agraciado com o valor total para a reabertura diretamente pelo Estado. "Tudo tem que ser feito com calma. Temos que ir passa a passo, etapa por etapa. Um projeto deste porte não tem como recuperar de uma só vez. Tudo é muito delicado", justifica a ministra.
"Tudo depende de projetos, que estão sendo escalonados pelo museu. Ainda não existem propostas para muitas questões relevantes, mas a instituição não ficou parada este tempo todo. Todo o acervo foi levantado, e isso é de fundamental importância. O Ibram assume com a ministra o compromisso de parceria com a Prefeitura de Juiz de Fora e o Museu Mariano Procópio", endossa Angelo Oswaldo, destacando a importância do acervo relacionado ao período imperial. "É inimaginável que um museu fique de portas fechadas, sobretudo, este de dimensão nacional e internacional. Temos coleções europeias que raramente se encontram em outros museus brasileiros. Tenho certeza de que, em breve, o teremos em melhor situação", completa Angelo Oswaldo. 
O movimento Benfica Bem Melhor entregou ontem a Marta Suplicy um manifesto com o objetivo de reivindicar a valorização da produção local comunitária. A decisão foi tomada devido à publicação de um edital voltado a pessoas jurídicas para projetos de ocupação dos Centros de Artes e de Esportes Unificados (Ceus). "O critério com menor pontuação é a produção local. Conseguimos entregar uma carta aberta, apesar de não termos sido convidados para a cerimônia. A ministra disse que, neste primeiro momento, o edital é voltado para "expertise", mas que podemos apresentar um documento com as ações da praça de Benfica", contou Aline Junqueira, presidente da Associação dos Moradores de Benfica. 
Alvo de reclamações de quem frequenta o parque do museu, a ausência de uma lanchonete poderia ter chegado ao fim ontem. É que seria realizada uma licitação na modalidade de pregão presencial, tipo maior oferta, para selecionar propostas objetivando a permissão de uso para exploração comercial no local, contudo, de acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura, ninguém compareceu à concorrência. O processo vai ser devolvido para a direção do museu, que deve reabri-lo.

JORNAL TRIBUNA DE MINAS - 03.10.13


ACIDENTE AGORA A POUCO EM JUIZ DE FORA


Acidente envolvendo ônibus e um carro no cruzamento das Ruas Batista de Oliveira com São Sebastião ... Provavelmente o carro não parou no PARE...

Foto Douglas Souza

DIA 05 DE OUTUBRO - RUA DE LAZER NO GRANBERY


PJF quer unificar cadastro de ruas e bairros

03 de Outubro de 2013 - 10:41


Por Tribuna

A Prefeitura de Juiz de Fora anunciou nesta quinta-feira (3) a criação de uma Comissão de Cadastro Único de Logradouros. 
A iniciativa envolverá diversas secretarias e tem o objetivo de unir os cadastros de ruas e bairros utilizados por diferentes órgãos da cidade. Com a multiplicidade de arquivos, muitas vezes, nomes de ruas acabam sendo repetidos e trocados em diferentes pontos da cidade. 
De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria de Atividades Urbanas, neste primeiro momento, serão apresentadas diversas ideias, para depois as metas de criação serem traçadas. O intuito é que o documento também fique disponível para a população.

Projetos CONTRATE UM R/2 e RESERVA ATIVA juntos!


REUNIÃO COM AMIGOS - NÃO EXISTE NADA QUE PAGUE UMA AMIZADE SINCERA E DURADOURA

Churrasco com os amigos Cel Perez e Ten Cel Mandarino e famílias

Churrasco com os eternos e inseparáveis amigos dos bons tempos de AMAC

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

17º Batalhão Logístico – Reunião de Comando da 4ª Brigada de Infantaria Leve


Juiz de Fora (MG)
No dia 1º de outubro, foi realizada, no 17º Batalhão Logístico, a 4ª Reunião de Comando da 4ª Brigada de Infantaria Leve – Montanha, a qual foi presidida pelo Comandante da Grande Unidade, General de Brigada Francisco Mamede de Brito Filho, e teve como objetivos apresentar aos comandantes das organizações militares orgânicas e vinculadas o Plano de Gestão e Diretrizes da Brigada e seus escalões enquadrantes.

www.exercito.mil.br

Juiz de Fora cai nove posições no ranking do Saneamento de 2013

Nesta terça-feira (1º) foi divulgado o ranking do saneamento das 100 maiores cidades do Brasil, um estudo realizado pelo Instituto Trata Brasil. E Juiz de Fora , que estava em 28° lugar na lista de 2012, este ano caiu para a 37ª posição. O ranking de 2013 tem base nos dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) de 2011, últimos fornecidos pelo Ministério das Cidades e que reúnem informações repassadas pelas empresas prestadoras dos serviços nessas cidades. Em 2011, apenas 7,85% do esgoto de Juiz de Fora era tratado.
O estudo revela a parcela da população atendida com água tratada e coleta de esgotos, as perdas de água, investimentos, avanços na cobertura e o que é feito com o esgoto nas cidades. Entre os diversos fatores avaliados está o esgoto tratado por água consumida. Em Juiz de Fora a nota foi 0,2%, enquanto que em Uberlândia, a primeira colocada no ranking, obteve nota 2,8%.
Esgoto Juiz de Fora (Foto: Reprodução/TV Integração)Grande parte do esgoto e do lixo é lançado no Rio Paraibuna (Foto: TV Integração/Reprodução)
Para o especialista em engenharia sanitária ambiental, José Homero Soares, uma das causas para a perda de nove posições de Juiz de Fora pode ser a falta de investimento. “Estamos fazendo alguns passos e o primeiro deles é o plano de saneamento. Mas não podemos ficar só no plano, precisamos investir mais nessa implementação do plano, construir estações de tratamento de esgoto e, obviamente, conduzir esses esgotos que são coletados para essa estação,” explicou.
O especialista ainda falou que outro problema é a quantidade de esgoto e lixo lançados não só no Rio Paraibuna, mas em outros córregos da cidade. “De todo percentual de efluente e de esgoto que é gerado, 90% vão para esses rios que chegam ao Paraibuna, o que torna imperiosa a necessidade de aumentar esse índice de tratamento de esgoto no município,” concluiu.

OS HISTÓRICOS BONDES DE JUIZ DE FORA - VALE A PENA.


Esta é uma história do sistema ferroviário de rua na segunda maior cidade (depois de Belo Horizonte), no estado brasileiro de Minas Gerais.
Ele tem um nome peculiar. No século 19, um "juiz de fora" - literalmente, juiz de fora - foi deputado magistrado que o governo brasileiro atribuiu a um pequeno lugar que não tem um sistema judicial adequada. A fazenda de propriedade de um juiz de fora perto de Santo Antônio do Paraibuna, em Minas Gerais tornou-se conhecido por esse termo, e o termo acabou por ser aplicado à própria cidade. Fundada em 1865, Juiz de Fora está localizado na parte sul de Minas Gerais, a 150 km em direção ao norte da cidade do Rio de Janeiro. População era de cerca de 20.000, em 1910, cerca de 200.000, em 1960, e é um meio milhão hoje.
1600 linha de bitola mm Estrada de Ferro Dom Pedro da II do Rio de Janeiro chegou a Juiz de Fora em 1875 (a ferrovia passou a se chamar Central do Brasil, em 1889) e do calibre do medidor EF Juiz de Fora AO Piau (mais tarde Leopoldina Railway) abriu em 1884 .
Juiz de Fora foi a primeira cidade no estado de Minas Gerais a ter uma rua ferroviária, uma linha de tração animal inaugurada pelo Ferro Carril Bonds de Juiz de Fora em 15 de março 1881. Aqui é uma ampliação de um dos seus bilhetes [Julio Meili, Das Brasilianische Geldwesen (Zurique, 1903), vol. 3 "Bilhetes de Omnibus, Barcas de e Bonds," prato 642]:
A primeira rota do bonde formado um laço da estação da estrada de ferro ao longo Ruas Paulo Frontin e Espírito Santo, Avenida Rio Branco e Rua Marechal Deodoro [ver mapa ]. A fotografia rara abaixo foi tirada na intersecção das duas últimas ruas cerca de 1890 [Francisco Soucasaux, cortesia Jorge A. Ferreira Jr.]:
Em 1889, a Companhia Mineira de Eletricidade construiu uma usina hidrelétrica no Marmelos, a 10 km ao sudeste de Juiz de Fora, que foi a primeira usina hidrelétrica, não só em Minas Gerais, mas em toda a América do Sul. Fábricas têxteis floresceu e Juiz de Fora tornou-se conhecida como a "Manchester do Brasil". CME fornecido primeiras luzes de rua da cidade em 1893 e em 1904 contratou Eduardo Guinle, um agente da General Electric Co., de Nova York, para construir um sistema de bonde elétrico. Guinle encomendou quatro bondes 8 banco bi-direcionais de JG Brill Co. na Filadélfia em 1905 e CME inaugurada a primeira linha de seu novo sistema de bondes elétricos, a partir da estação ferroviária de São Mateus, em 06 de junho de 1906 [ver mapa ]. A foto abaixo mostra um carro semelhante ordenou em 1907 [Coleção Brill, Sociedade Histórica da Pensilvânia]:
Primeiro depósito de bondes da cidade - tanto para seus sistemas elétricos e animal - foi na Av.. Rio Branco, na esquina do que hoje é chamado de Av. Getúlio Vargas [ver mapa ]. Na década de 1910 CME transferiu suas operações de transporte para um novo grande estrutura por trás de sua sede, o chamado "Castelinho" (pequeno castelo), na Rua Espírito Santo [col. Maria do Resguardo , cortesia Manoel Marcos Monachesi]:
[Veja uma fotografia de o Castelinho em 2013 .] A foto abaixo mostra bonde Brill construído um no portão da nova unidade por volta de 1910 [col. Manoel Marcos Monachesi]:
Seguindo carros 1-4, Guinle ordenou eléctrico 5 de Brill em 1906, bonde 6 em 1907, bonde 7 em 1910 e bondes 8 e 9 em 1912. A pesquisa de bondes do Brasil de Directoria Geral de Estatística de 1912 [ver Bibliografia ] relatou sete carros de passageiros e um carro de trabalho operacionais em 10 km de trilhos de bitola metros em Juiz de Fora. Entre 1913 e 1915, novas linhas de bonde aberto para Tapera, Fábrica, Manoel Honório e Passos [ver mapa ], e em 1918 Guinle encomendou mais dois bondes de Brill, números 10 e 11. CME continuou a encomendar peças de Brill, mas depois construiu seu próprio equipamento em suas lojas por trás do "Castelinho": 10 mais 8 bancada carros numerados 12-21 e nove modelos de 13 corridos contados 22-30. A fotografia abaixo, tirada em 15 de outubro de 1920, mostra os diretores do CME na frente de seu primeiro modelo de 8 banco, provavelmente contados 12. Ao contrário dos carros Brill início, tinha plataformas fechados nas extremidades [col. Manoel Marcos Monachesi]:
A imagem seguinte mostra três carros na Av. Rio Branco, a rua principal da cidade, a cerca de 1920. A vista é o sul, em direção a Passos [ver mapa]. Faixa foi single, com "afluência" a cada poucos quarteirões onde os carros vão em direções opostas poderia passar. Os dois bondes em primeiro plano vamos esperar naquela plataforma, enquanto o bonde se aproximando ao longe dá a volta [col. Antônio Santos]:
A seguir, cartão postal foi enviado em fevereiro 1925 [col. AM]:
O 1923 Anuário Estatístico de Minas Geraes [ver Bibliografia ] relatou 21 carros de passageiros e três bondes de trabalho - assim, aparentemente CME completou sua frota de 8 banco até essa data. Em 1927, uma nova linha de bonde aberto na Rua Espírito Santo, que cruzou o rio Paraibuna na Ponte Carlos Otto [ver mapa ]; Botanágua de carros continuaram a Costa Carvalho e Vitorino Braga. A linha Poço Rico abriu em 1928 eo sistema de bondes Juiz de Fora atingiu o seu ponto máximo: três linhas no norte, três linhas no sul, e duas linhas em todo o rio. Havia serviços "curto Turn" em algumas linhas e algumas linhas foram ampliadas nos últimos anos.
O comprimento final da linha Poço Rico é incerto. Alguns moradores e historiadores afirmam que ele correu apenas na Rua Osório de Almeida [ver mapa ]. Mas um guia mapa 1938 mostra que ele continua na Av.Francisco Valadares e um residente idoso lembra andar de bonde Poço Rico ao longo do rio por todo o caminho até a ponte no (curtume) Surerus Curtume.
Durante este período, Guinle & Co. foram também a instalação de sistemas de bondes elétricos e importação de carros Brill para Belo Horizonte ,Salvador , Petrópolis e Piraju . A vista de cartão postal abaixo, de cerca de 1930, mostra o bonde passando tapume na estação da Estrada de Ferro Central Juiz de Fora do Brasil [ver mapa ]. O fotógrafo estava de frente para sudeste, em direção a Rua Halfeld [col. Manoel Marcos Monachesi]:
Em 1935 CME removido da linha de eléctrico da estação ferroviária e estabeleceu um novo terminal de bonde em frente ao Hotel Renascença, na Rua Paulo Frontin [ver mapa ]. A vista aqui é a noroeste. Isso é parte da estação da estrada de ferro à direita. Em vez de a rota em zigue-zague na Av.. Getúlio Vargas e Rua Halfeld, os bondes já se transformou de Rua Espírito Santo na Rua Paulo Frontin [col. Manoel Marcos Monachesi]:
O próximo cartão mostra o mesmo local como o ponto de vista acima, mas desta vez a câmera estava apontada ao sul pela Rua Paulo Frontin [ver mapa ]. Isso é o hotel à direita. A estação ferroviária está por trás dessas árvores à esquerda. O bonde está se preparando para transformar a oeste na Rua Marechal Deodoro [col. AM]:
A reunião de equipe CME e motorneiros tramcar na década de 1940. Da esquerda para a direita - em pé: Nelson Salles, Ary Araújo, José da Costa, desconhecido, Antônio Carlos, sentado: Valdir Fernandes, José Benetelli, João Filgueiras; frente: desconhecido, Eloi Mendes, Urias ("Borracha")[col. Manoel Marcos Monachesi]:
Av. Rio Branco na década de 1940 [ver mapa ]. A 1.945 Ferro-Carris levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística [ver Bibliografia ] relatou 30 carros de passageiros e quatro carros de trabalho em Juiz de Fora. A frota de bonde foi completa [cartão, col. AM]:
O terminal da linha São Mateus em 1950. O fotógrafo foi para o sul [vermapa ]. O condutor - apenas as pernas são visíveis - tem caminhado no pólo carrinho para o fundo do carro para que ele possa voltar para a cidade - para a esquerda [ver um surpreendente 2011 ver deste lugar hoje] [col.Manoel Marcos Monachesi]:
Coleta de tarifas [col. Manoel Marcos Monachesi]:
A cena festiva em um local não identificado. Apenas duas linhas de bonde na cidade corria ao longo de encostas íngremes: a linha São Mateus mostrado acima, e a Av. Seção Francisco Valadares da linha Poço Rico [ver mapa ]. Alguns dizem que os bondes nunca correu na última rua. Esta fotografia pode ser uma prova de que eles fizeram [col. Manoel Marcos Monachesi]:
Esta opinião do cartão de Av. Rio Branco foi publicado em 1950. O "circuito laço" em torno Ruas Marechal Deodoro e Paulo Frontin tinha fechado e bondes estavam terminando suas corridas em plataformas na Av.Rio Branco [ver mapa ]. O condutor do bonde à esquerda estava baixando seu pólo de bonde para a viagem de retorno. Maquinista do carro andou para a frente para assumir os controles na outra extremidade. O nome a bordo o destino de um bonde indicou a sua rota, independentemente da direção [col. AM]:
Em 1951 CME estabeleceu um novo depósito do bonde e lojas para os seus carros na Rua Gustavo Freire em São Mateus [ver mapa e Google "Street View" da estrutura de hoje]. Em 1954 transferiu sua divisão de bondes para a cidade de Nova Departamento Autônomo de Bondes ("DAB"), que fechou a Fábrica, Poço Rico, Costa Carvalho e Vitorino Braga linhas de eléctrico. Após essa data apenas quatro rotas permaneceu em operação: a Santa Teresinha e Bonfim no norte, e Passos e São Mateus do Sul - o último que dá acesso ao depósito e lojas.
As seguintes imagens coloridas de 24 foram levados por Chicago eléctrico entusiasta Raymond DeGroote em quarta 22 abril de 1964. A primeira imagem mostra dois carros de 8 de bancada e um bonde de espera da estação na Av.. Rio Branco [Raymond DeGroote]:
A tarde de quarta-feira típica no centro de Juiz de Fora em 1964. Note-se como toda a gente era tão fino , em seguida, [Raymond DeGroote]:
O dilema single-track: a cada bondes "aparecimento" teve que esperar a chegada de um bonde vai na direção oposta [Raymond De Groote]:
Os passageiros frustrados e equipes de bonde em carros 3 e 4 [Raymond DeGroote]:
Eventualmente eléctrico 5 chegou e a mulher e o menino pode ir para Santa Teresinha [ver mapa ]. Carros 3 e 4 (escondido por 5) pode continuar centro [Raymond De Groote]:
De acordo com as notas do fotógrafo, o eléctrico 3 em que esta foto foi em direção ao sul na Rua Ewbank da Câmara [ver mapa ]. Ele estava vindo de Bonfim [Raymond DeGroote]:
Esta fotografia mostra o término da linha de Bonfim, na Rua Barão de Retiro [ver mapa ] [Raymond DeGroote]:
Neste ponto de vista, construído localmente 17 bonde é dirigido para Santa Teresinha. Ele acaba de cruzar a ponte sobre o rio Paraibuna e está viajando para o norte na Rua Rui Barbosa [ver mapa ]. O fotógrafo foi para o sul. O morro ao longe é o Morro do Imperador, no topo de que a estátua do Cristo Redentor tem vista para a cidade. Quando construída, esta linha atravessaram o rio em um cavalete de aço estreita [Raymond DeGroote]:
O eléctrico número 9 foi o mais famoso bonde em Juiz de Fora e foi, talvez, único no mundo. [É também mostrado na parte superior da página e em várias fotos perto do fundo.] Uma vez que todos os seus modelos de carros eram abertas, o CME vedada nos lados do número 9 para torná-lo seguro para as crianças. O bonde coletadas jovens estudantes a cada dia e os levou para o "Jardim de Infância" (Kindergarten) no cruzamento da Av.Rio Branco e Rua dos Andradas [ver mapa ] [Raymond DeGroote]:

Primeiro de 4 eixos de 13 banco eléctrico da cidade entrou em serviço em 1927. A origem dos nove carrões numeradas 22-30 é incerto. Entusiastas do bonde que visitaram o Depósito na década de 1960 foram informados de que os carros grandes veio de "St. Louis". Mas as listas de pedidos de St. Louis Car Co. não apresentam pedidos de Juiz de Fora. Se, como alguns afirmam, eles foram construídos pela CME, o seu chassis e rolamento (rodas) pode ter vindo do sistema de bondes em Belo Horizonte, que usou a mesma bitola [Raymond DeGroote]:

Recém-pintadas de 13 banco eléctrico 28 no comparecimento na Av.. Rio Branco perto da saída dessa via com a Rua Oswaldo Aranha [ver mapa ] [Raymond DeGroote]:

Big bondes 24 e 28 de passagem no comparecimento perto da Rua Oswaldo Aranha [ver mapa ] [Raymond DeGroote]:

Os bondes 27 e 29, no extremo sul da AV. Rio Branco [ver mapa ] [Raymond DeGroote]:

13 bancada carros 26 e 30 no terminal da linha de Passos, na Rua Morais e Castro [ver mapa ]. Os passageiros estão embarcando número 30 à distância. Ele virá logo para a frente e dar a volta 26, que irá então mover-se em que local e aguardar o próximo bonde para chegar [Raymond DeGroote]:

Olhando para nordeste na Rua São Mateus [ver mapa ]. A linha de São Mateus foi a primeira linha elétrica para abrir na cidade, em 1906, foi o mais movimentado no sistema, e foi o último a fechar. O novo depósito de bondes foi localizado nesta linha [Raymond DeGroote]:
Um dos três ramais na Rua São Mateus [ver mapa ] [Raymond DeGroote]:
Trabalhe carro número 1 em um comparecimento na Rua São Mateus [vermapa ] [Raymond DeGroote]:

Tram 28 está na periferia da cidade, aproximando-se o fim da linha na Rua São Mateus [ver mapa ]. Observe o mau estado da pista [Raymond DeGroote]:

Detalhe da fotografia anterior. Bondes abertos foram sempre playgrounds para meninos [Raymond DeGroote]:

O fim da linha São Mateus, na Rua São Mateus [ver mapa ]. O edifício em segundo plano, ligeiramente alterada, ainda está lá hoje [ver imagem 2011 ] [Raymond DeGroote]:

A tripulação e os passageiros do eléctrico 28 -, bem como os residentes locais - posou para o fotógrafo no terminal São Mateus [ver mapa ] [Raymond DeGroote]:

Detalhe da foto acima [Raymond DeGroote]:

Juiz de Fora prefeito Itamar Franco - que viria a se tornar presidente do Brasil - fechou o sistema de bondes de Juiz de Fora na quinta-feira 10 de abril de 1969. Os veículos foram 40-65 anos, os trilhos estavam em má forma, e sem uma extensa reconstrução da rede de single-track não podia mais fornecer o transporte adequado para o crescimento da cidade. A foto abaixo mostra o prefeito (sem gravata) e os funcionários perplexos da companhia de bondes prestes a pegar o carro 30 em sua temporada final [col. Manoel Marcos Monachesi]:

Oitenta e oito anos de serviço de transporte ferroviário de rua em Juiz de Fora chegou ao fim [col. Manoel Marcos Monachesi]:

Os dois seguintes fotografias a cores - além da primeira fotografia nesta página - foram tomadas por Rio de Janeiro jornalista João Resende, que foi para Juiz de Fora para gravar o fechamento de bondes, mas não conseguiu obter imagens satisfatórias à noite. De alguma forma, nos dias seguintes, ele arranjou para carregar o eléctrico 9 com crianças mais uma vez e operá-lo ao longo da Rua Gustavo Freire em frente ao depósito do bonde [ver mapa ]. A energia foi restaurada. A data de suas fotos é desconhecida, mas foi, sem dúvida, em algum momento nesse fim de semana, 11, 12 ou 13 abril de 1969 [João Resende, col. Manoel Marcos Monachesi]:

Esta vista lateral mostra a habilidade fina da Companhia Mineira de Eletricidade, quando se modificou carro Brill 9 na década de 1920 [João Resende, col. Manoel Marcos Monachesi]:

O mesmo bonde 9 em outro momento. A data, circunstâncias e autor desta fotografia são desconhecidos - mas o carro tem a mesma farda como nas imagens a cores anteriores, por isso pode ter sido tomada no mesmo fim de semana. É a última vez que estas crianças vão jogar na sua grande brinquedo favorito [col. Manoel Marcos Monachesi]: