segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Juiz de Fora - Carnaval de apostas

19 de Agosto de 2013 - 18:47


Liga define ordem dos desfiles e reivindica aumento de repasse

Por Mauro Morais

Apostando na antecipação dos desfiles de carnaval em uma semana como estratégia para ampliar o público e retomar os tempos áureos da festa de momo na cidade, a Liga Independente das Escolas de Samba de Juiz de Fora (Liesjuf) definiu, no último domingo, 18, a ordem de apresentação das agremiações. 
Na noite de 21 de fevereiro de 2014, sexta-feira, desfilam as escolas do Grupo C e B, e na noite seguinte, 22, as escolas do Grupo A (ver quadro). Segundo Fernando Luiz Baldioti, diretor de comunicação da liga, o regulamento e o tempo de desfile ainda não foram definidos, e, certamente, o início da festa será às 21h. Extinguindo a apresentação das campeãs, a Liesjuf também divulgou que o resultado será feito no domingo, dia 23, às 15h, na Praça Antônio Carlos.
"Estamos trabalhando muito para resgatar a tradição e levar o público para as arquibancadas, esperamos que a antecipação possa atrair mais gente", aponta Baldioti, certo de que mesmo levando a festa para a semana anterior, fora do período em que muitos emendam o feriado, o resultado poderá ser mais satisfatório. "O desfile de carnaval da cidade é uma cultura tradicional", reforça.

Aumento negado
Conforme matéria publicada no último domingo, 18, os desfiles em Juiz de Fora superam R$ 1,4 milhão, valor mais alto que o destinado à Lei Murilo Mendes, de R$ 1 milhão. Com gastos em montagem de arquibancadas, sonorização, seguranças e outros itens, o valor repassado às escolas contabilizam R$ 622 mil. Segundo Fernando Luiz Baldioti, desse valor, 4% é repassado à liga, cerca de R$ 24 mil. Para as escolas do Grupo A, são destinados 65% da quantia restante, o equivalente a R$ 388 mil. Dessa forma, cada agremiação da elite juiz-forana recebe aproximadamente R$ 64. Para as escolas do Grupo B e C, são repassados 35%, o que equivale a R$ 209 mil.
De acordo com o diretor de comunicação da Liesjuf, há três anos não há um aumento no repasse, o que tem dificultado o trabalho das escolas. "Entendemos que a Prefeitura tenha outras prioridades, mas todos os nossos custos subiram muito", afirma, citando o quilo da pluma, que subiu de R$ 450 para R$ 1 mil. Integrante da Real Grandeza, Baldioti comenta que sua escola, para desfilar esse ano, gastou cerca de R$ 110 mil, o que fez com que a agremiação elaborasse diversas estratégias, entre elas muitos eventos, para completar o orçamento. Enquanto os gastos por agremiação carioca transitam entre R$ 1,5 milhão e R$ 10 milhões, Baldioti não se intimada ao defender a profissionalização do carnaval local. "Juiz de Fora tem grandes profissionais no setor, principalmente os carnavalescos", defende, para logo completar: "É uma engrenagem muito complexa".
"A Prefeitura vem com uma ajuda, cada escola precisa dar um jeito de complementar", pontua. Para o superintendente da Funalfa, Toninho Dutra, a solicitação já foi feita e negada pela comissão de carnaval. Segundo ele, não há possibilidade de ampliação de recursos para os desfiles do próximo ano. "Seria irresponsável tomar qualquer decisão de aumento", diz, reforçando que os valores não sofreram redução.

Blog Oficial da Campanha do Dia do Soldado


“EBlog do Exército Brasileiro, Campanha do Dia do Soldado”
 
Em comemoração ao Dia do Soldado, 25 de agosto, o Exército lança a
campanha institucional "Soldado Brasileiro em Ação – salto para o futuro",
conciliando a “modernidade”, marcada pelo Processo de Transformação do
Exército, e a “tradição”, destacada pelos valores e princípios que são os
pilares do Exército de Caxias.
 
Conheça o Blog Oficial do Exército Brasileiro, exclusivo para a campanha,
que funcionará de 14 de agosto a 6 de setembro, no endereço eletrônico
http://eblog.exercito.gov.br.
 
Nesse novo espaço, você poderá identificar e compartilhar as homenagens ao
Soldado Brasileiro.
 

Atenciosamente,


CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DO EXÉRCITO
EXÉRCITO BRASILEIRO
BRAÇO FORTE - MÃO AMIGA

COMEMORAÇÃO DO DIA DOS PAIS NO CLUBE DO EXÉRCITO EM BRASÍLIA




http://www.clubedoexercito.com.br/nossas_fotos.php

CHARGE PARA DESCONTRAIR....


SEMANA DO SOLDADO - EXPERIÊNCIA DO PELÉ NO EXÉRCITO BRASILEIRO


Sd Nascimento - Pelé
Relato da experiência de Pelé, então Soldado Nascimento, ao ter passado pelas fileiras do Exército: “Com muita honra eu servi ao Exército, eu acho que foi um dos grandes acontecimentos da minha vida, digo isso para os mais jovens. Tudo começou quando eu vim em 1958, campeão do mundo com a seleção brasileira, com idade ainda para servir ao Exército, com 17 pra 18 anos, fui servir ao Exército. 
Muita gente achava que eu não deveria, que não precisava, que eu já havia ajudado o Brasil. Mas eu servi ao Exército, aprendi tantas coisas, eu gostaria de dizer: todos os jovens que puderem passar pela experiência que eu passei, devem passar. Porque a gente aprende a disciplina, a respeitar o próximo. E eu aprendi a passar, cozinhar e lavar. É um grande aprendizado e isso fica para o resto da vida.”
Pelé serviu ao Exército em 1959 no 6º Grupo de Artilharia de Costa Motorizado, Praia Grande – SP.

Copa do Mundo: venda de ingressos começa na 3ª e terá entrega em domicílio

SÃO PAULO - Começam a ser vendidos às 7 horas desta terça-feira (20) os ingressos para a Copa do Mundo 2014. Aproximadamente 1 milhão de entradas estarão disponíveis nesta primeira fase, que vai até 10 de outubro. Desse total, 300 mil serão exclusivamente para brasileiros. Os ingressos variam de R$ 30 a R$ 1.980, conforme localização das cadeiras e a fase dos jogos. As vendas serão somente pela Internet, no portal da Federação Internacional de Futebol (Fifa), por meio de uma conta de usuário criada no www.fifa.com.

Os problemas ocorridos na Copa das Confederações, como sobrecarga no sistema online e dificuldades na entrega dos tíquetes, fizeram com a federação mudasse o esquema de vendas para os jogos. “As pessoas vão ter um mês e meio para fazer a solicitação e, em seguida, vamos ter um período de sorteio aleatório. Todos terão a mesma chance”, explicou Thierry Weild, diretor de Marketing da Fifa. Ao fazer o cadastro, o torcedor vai indicar os jogos e a categoria de assento que deseja.

Segundo ele, houve reforço do sistema para suportar o tráfego, caso haja grande procura nos primeiros dias. “Apesar de termos dito que haverá o prazo de mais de um mês, sabemos que muitas pessoas vão querer fazer já no primeiro dia. Fizemos testes, após testes, e estamos tranquilos. Vamos ter que ver, no entanto, como o Brasil se comporta.”

Em relação à entrega, serão abertos mais locais de distribuição. Além disso, os centros serão abertos mais cedo, a partir do dia 15 de abril. “Estamos certos de que os brasileiros aproveitarão essa oportunidade de pegar com antecedência”, disse. Há possibilidade de que sejam colocados pontos nos aeroportos.

Outra novidade é a entrega residencial dos tíquetes. “Os que não quiserem ir [ao local de distribuição], poderão receber no conforto de casa”, explicou. O titular da compra terá que indicar no ato da compra o interesse em receber os ingressos em casa. No momento em que a compra for concretizada, após 10 de outubro, o torcedor vai confirmar essa preferência. Pessoas que tiverem direito à meia entrada (idosos, estudantes e beneficiários do Bolsa Família), no entanto, não poderão fazer essa escolha, pois precisam confirmar essa informação.

A segunda fase de vendas ocorrerá de 8 de dezembro de 2013 a 30 de janeiro de 2014. De dia 15 de abril a 13 de julho do ano que vem, será possível comprar ingressos de última hora, de acordo com a ordem procura. O calendário de vendas e o guia do torcedor estão disponíveis no site da Fifa.

Os ingressos mais caros são os da categoria 1, que terá cadeiras com melhor visão do campo, e os mais baratos, da categoria 4, com lugares localizados atrás das traves do gol. Os bilhetes para a partida de abertura custarão R$ 160, na categoria 4, com meia entrada a R$ 80; R$ 440 na categoria 3; R$ 660, na categoria 2; R$ 990, na categoria 1. Na fase de grupos, os preços são: R$ 60, na categoria 4, com meia entrada a R$ 30; R$ 180, na categoria 3; R$ 270, na categoria 2; e R$ 350, na categoria 1. Os ingressos para as oitavas de final serão vendidos a R$ 110, na categoria 4, com meia entrada a R$ 55; R$ 220, na categoria 3; R$ 330, na categoria 2 e R$ 440, na categoria 1.

Nas quartas de final, o bilhete mais barato, R$ 170, é o da categoria 4, com a meia entrada a R$ 85. Na categoria 3, o preço é R$ 330, na 2, R$ 440, e na 1, R$ 660. Para as semifinais, o tíquete valerá R$ 220 na categoria 4, com ma meia entrada a R$ 110, na 3, R$ 550, na 2, R$ 880, e na 1, R$ 1.320. Na disputa do terceiro lugar, os preços serão os seguintes: R$ 170 na categoria 4, com meia entrada a R$ 85,  R$ 330 na 3, R$ 440 na 2 e R$ 660 na 1. Para a decisão do título, os bilhetes custarão R$ 330, na categoria 4 (meia entrada a R$ 165), R$ 880 na 3, R$ 1.320 na 2 e R$ 1.980 na 1.


http://www.hojeemdia.com.br/esportes/copa-do-mundo-venda-de-ingressos-comeca-na-3-e-tera-entrega-em-domicilio-1.159097

Remédio corta o efeito do álcool no organismo




Imagine se fosse possível beber e não ter ressaca no dia seguinte. Relaxar tomando um drinque no almoço - e trabalhar o resto do dia sem embriaguez. Ou beber e voltar para casa dirigindo, mas com os reflexos perfeitos e sem nenhum álcool no sangue.

Tudo graças a duas enzimas, que se chamam álcool oxidase e catalase, e são produzidas naturalmente pelo organismo. Elas agem lentamente (em média, o corpo metaboliza apenas uma dose de bebida por hora), fazendo com que o álcool se acumule no sangue da pessoa e ela fique bêbada. Mas cientistas da Universidade da Califórnia criaram uma versão artificial dessas enzimas, que foram combinadas numa nanocápsula e fornecidas a ratos que tinham ingerido álcool. Uma hora e meia depois, a quantidade de álcool no sangue deles havia caído 31,8%. E isso porque os ratos estavam muito ébrios (todos dormiram 20 minutos após a ingestão do álcool). Se a bebedeira tivesse sido menor, a redução poderia ter sido maior, chegando à eliminação do álcool.

Como as enzimas são idênticas às produzidas pelo próprio corpo, os cientistas dizem que não há efeitos colaterais. Por isso, pretendem começar logo os testes com pessoas. "Já temos [uma versão para humanos] da primeira enzima, e estamos desenvolvendo a segunda. Teremos uma solução completa, um produto que todos poderão usar", diz o engenheiro químico Yunfeng Lu, líder do estudo. Segundo ele, as enzimas têm baixo custo e poderão começar a ser produzidas daqui a dois anos.

Exército abre vagas para admissão nos colégios militares.





O Departamento de Educação e Cultura do Exército liberou o edital Nº 02/2013 anunciando a abertura das inscrições para admissão nos colégios militares do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Fortaleza, Manaus, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Curitiba, Juiz de Fora, Campo Grande e Santa Maria. 

São oferecidas 420 vagas, sendo 360 para o 6º ano do ensino fundamental e 60 vagas para o 1º ano do ensino médio.

Para concorrer, os interessados, sejam eles do sexo masculino ou feminino, devem ter concluído ou estar cursando o 5º ano do Ensino Fundamental para ingressar no 6º ano ou ter concluído ou estar cursando o 9º ano do Ensino Fundamental para ingressar no 1º ano do Ensino Médio. 

De acordo com o edital publicado no Diário Oficial da União (13/08/13), as inscrições serão recebidas, presencialmente, no colégio militar para o qual o candidato for prestar o concurso, e via internet, nas páginas eletrônicas dos colégios militares, do dia 12 de agosto até 12 de setembro de 2013. A taxa de inscrição é de R$ 80. 

Prefeito Bruno Siqueira participa de reunião na ADJFR



Bruno Siqueira participa de reunião na ADJFR
O Prefeito de Juiz de Fora, Bruno Siqueira, reuniu-se com a Diretoria e com os coordenadores dos Comitês da ADJFR na noite da última quinta-feira (dia 15), para apresentar as ações da Prefeitura e ouvir as demandas dos empresários da cidade. O Prefeitos estava acompanhado do Secretário de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda, André Zuchi.

Primeiro prefeito de Juiz de Fora a visitar a ADJFR, Bruno Siqueira afirmou que está empenhado na execução de inúmeras obras pela cidade e nos investimentos na área da saúde, principalmente na urgência e emergência. Sobre o Expominas - um dos principais questionamentos do empresariado local - Bruno informou que já se reuniu com o Presidente da Codemig, Oswaldo Borges da Costa, e reforçou o pedido ao Vice-governador de Minas Gerais, Alberto Pinto Coelho, para que a direção do Expominas seja local, o que permitiria otimizar e atrair mais eventos para o espaço.

Bruno também ressaltou, entre outras ações, os esforços empreendidos em prol do retorno dos voos da Azul Linhas Aéreas, que volta a operar voos para Belo Horizonte a partir do dia 23 de agosto. Sobre a revisão das leis de uso do solo, Bruno afirmou que é favorável, desde que haja amplo debate com a sociedade. 

Sobre as suas atividades, André Zuchi destacou o desenvolvimento de cinco projetos na BR-040 focados em logística que estão em fase de conclusão e que o objetivo da Secretaria é atrair novas empresas e mais investimentos para Juiz de Fora, o que, consequentemente, gerará mais receita para a cidade.

Aproveitando a oportunidade, o Presidente da ADJFR, Jorge Montessi, reforçou o convite ao Prefeito Bruno Siqueira para participar do V Fórum de Desenvolvimento da Zona da Mata e Vertentes, que será realizado no dia 27 de setembro, das 8h às 18h, no Victory Hotel, e ressaltou a importância da parceira entre a Prefeitura e a ADJFR, que vem se fortalecendo nos últimos tempos com o objetivo de incentivar o desenvolvimento não só de Juiz de Fora, mas de toda a região, além da melhoria na qualidade de vida da população.


AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DE JUIZ DE FORA - ALERTA SOBRE FALSO PARCEIRO

Por Gisele Simões


A ADJFR informa que o Núcleo de Responsabilidade Social não é parceiro da Agência e não está autorizado a pedir quaisquer doações em seu nome. 

Caso sejam contactados por representantes do Núcleo de Responsabilidade Social, pedimos que informem à ADJFR (3215-7100) para que sejam tomadas as medidas cabíveis.

SANDRA PORTELA ESTARÁ NO PROGRAMA ENCONTRO COM FÁTIMA BERNARDES



A parceria que a cantora Sandra Portela fez com o humorista Gustavo Mendes, já está lhe trazendo retorno.

Nesta próxima terça-feira, ela estará em rede nacional de televisão, via programa de Fátima Bernardes.

http://leopeixotoinforma.blogspot.com.br/2013/08/sandra-portela-rumo-ao-estrelato.html

Forças Armadas: 249 oficiais se demitiram no ano passado.

16/08/2013
 às 16:00 \ Política & Cia


Desfile militar de 7 de setembro em Brasília, no ano passado: (Foto: Agência Brasil)
EVASÃO DE OFICIAIS DAS FORÇAS ARMADAS
Por Marco Antonio Esteves Balbi – Coronel Reformado do Exército Brasileiro
No dia 6 de agosto passado este blog publicou o post “Baixos salários fazem o Exército perder oficiais – inclusive majores e capitães“.
Gostaria de compartilhar com os leitores do blog alguns dados a mais, ampliando um pouco a pesquisa para as demais Forças Armadas. Infelizmente vou me restringir aos oficiais, uma vez que os dados referentes aos graduados são divulgados em outras publicações de acesso mais restrito.
Computados os números disponíveis no Diário Oficial da União até 31 de julho deste ano, 162 oficiais se demitiram das Forças Armadas. Para efeito de comparação este número, referente a 7 meses, é superior ao total dos anos de 2007 (152), 2011 (153) e aproxima-se do ano de 2009 (180).
No ano passado 249 oficiais se demitiram das Forças Armadas.
A predominância recai sobre os postos de capitães e tenentes; e os oficiais engenheiros e dos quadros de saúde e intendência superam aqueles dos quadros operacionais, em todas as três Forças Armadas. A evasão ocorre, pois, nos postos mais baixos da carreira e incide nas qualificações mais demandadas no atual mercado de trabalho – engenharia, medicina e logística.
Remuneração não é o único fator
Uma explicação simplista poderia considerar o fator remuneração como o preponderante, uma vez que a demissão deveu-se, em sua grande maioria, por aprovação em concurso público para ocupar cargo que provavelmente pague melhor.
Tal fato não é uma verdade absoluta. Conheço casos de oficiais que se demitiram até mesmo para perceber menor vencimento, mas sem os ônus que a profissão militar requer, como por exemplo a dedicação exclusiva.
Não sei se é do conhecimento geral, mas sempre é bom ressaltar que a profissão militar é sideral, ou seja, permanece-se 24 horas por dia, 365 dias ao ano completamente à disposição da organização militar. O expediente é uma mera referência. As horas do serviço de escala regular, as horas das missões de rotina ou inopinadas, as horas dos exercícios em campanha todas compõem o dia a dia do militar, sem que este perceba qualquer adicional no contracheque.
Certamente, ninguém adere às Forças Armadas pensando em ficar rico. Outros fatores e motivações levam o jovem a passar até cinco anos interno em instituições de ensino, preparando-se para o oficialato.
Por certo, uma das principais emulações será a possibilidade de interação com seus pares, superiores e subordinados, num exercício diário de convivência baseada na disciplina e na hierarquia. Nesse ambiente de sadia camaradagem nasce a liderança que se irá exercer, em sua plenitude, numa situação real de atuação como fração ou unidade constituída.
Falta de recursos leva à realização de simulações e não de exercícios no terreno
A disponibilidade de material de emprego militar atualizado é outro fator crucial para o profissional motivar-se. Com o passar dos anos, torna-se difícil manter o material em condições plenas de uso, obrigando, por vezes, à canibalização. O recente exemplo dos caças ilustra bem a situação.
A realização dos exercícios de adestramento cumprem papel preponderante na combinação adequada homem-máquina, exigindo a aplicação de todo o cabedal de conhecimentos adquiridos. Nos últimos anos a descontinuidade das previsões orçamentárias dificultam em muito a realização plena dessas atividades.
Os seguidos contingenciamentos anuais do orçamento prejudicam até mesmo as mais comezinhas atividades administrativas das organizações militares. Nem sempre é possível realizar os exercícios de adestramento previstos, pois exigem deslocamentos para os campos de instrução e nem sempre o combustível está disponível e a munição é escassa.
Assim, muito tem se investido em manobras na carta, realizadas pelos quadros, e na aquisição de equipamentos de simulação, como forma de compensar a não realização de exercícios no terreno.
Obsolescência do material: ainda usamos fuzis do começo da década de 60 e canhões da Guerra da Coreia (1950-1953)
A obsolescência do material de emprego militar também avança a passos largos, até devido à rápida evolução tecnológica hoje existente no mundo. O armamento básico do combatente do Exército ainda é o fuzil automático leve, desenvolvido no início da década de 60 do século passado. Muitas unidades ainda estão dotadas de canhões e obuses utilizados na Guerra da Coreia.
Os Institutos de Pesquisa das Forças Armadas sofrem restrições orçamentárias que descontinuam estudos e projetos e frustram engenheiros e técnicos de alta qualificação formados nos reconhecidos IME e ITA. Assim, perde-se a massa crítica necessária e indispensável para pesquisar e desenvolver as ações nessa área crítica.
sargentos são os responsáveis, muitas das vezes, por operarem e manutenirem equipamentos de grande sofisticação tecnológica e altamente custosos (Foto: Satenpe)
Sargentos são os responsáveis, muitas das vezes, por operarem e manutenirem equipamentos de grande sofisticação tecnológica e altamente custosos (Foto: Satenpe)
Por último, mas não menos importante, ressalte-se o suporte social que a família do militar deve receber, em face das características já citadas da profissão, particularmente no aspecto da saúde, com o funcionamento em boas condições das organizações militares responsáveis pela prestação desse serviço.
Infelizmente, a Lei de Remuneração dos Militares em vigor, remetida como medida provisória para o Congresso Nacional em 2001, e até hoje não votada, promoveu alteração fundamental quando da passagem do militar para a reserva, que contribuiu bastante para a tomada da decisão de deixar as Forças antes do tempo, abandonando-a ao menor sinal de falta de opção profissional, ou maiores desafios na carreira.
O que se pode fazer para minorar a situação atual e tentar reverter o quadro de evasão de oficiais
A legislação anterior contemplava o militar que passasse para a reserva com o soldo referente ao posto ou graduação acima da qual ele se encontrava no momento. Entendeu o legislador, quando estabeleceu a premissa, que características tais como risco de vida, dedicação exclusiva, disponibilidade permanente, mudança frequente de domicílio, vínculo com a profissão, formação específica e aperfeiçoamento constante e a sujeição absoluta aos princípios da hierarquia e da disciplina justificariam plenamente a norma.
Assim, para minorar a situação atual e tentar reverter o quadro de evasão, sugiro que o orçamento das Forças Armadas fique livre dos contingenciamentos e que os diversos projetos de modernização já elaborados e orçados, alguns até iniciados, não sofram restrições orçamentárias. E, que a Lei de Remuneração dos Militares seja discutida e votada pelo Congresso Nacional, preferencialmente recuperando a situação para a passagem para a inatividade.
Para finalizar quero afirmar a importância de se considerar a situação das praças, dos graduados.
Por certo o número de demissões é, também, significativo. A imagem estereotipada do sargento bronco e rude, não condiz com a realidade. Jovens muito bem preparados concorrem em grande número às vagas anualmente disponíveis nas escolas de formação de sargentos.
Concluído o curso, vão servir nas organizações militares onde cumprem papel importante na estrutura das Forças e sofrem as mesmas vicissitudes e dificuldades que os oficiais. Os sargentos são os responsáveis, muitas das vezes, por operarem e manutenirem equipamentos de grande sofisticação tecnológica e altamente custosos.

ACIDENTE HOJE PELA MANHÃ EM JUIZ DE FORA

19 de Agosto de 2013 - 11:50


Por Tribuna

Um carro chocou-se contra um poste de iluminação pública, no início da manhã desta segunda-feira (19), na Avenida Brasil, na altura do Costa Carvalho, Zona Sudeste. O acidente aconteceu por volta das 6h30, quando o Monza seguia no sentido Bairro de Lourdes/Centro. 
O motorista, um encarregado de obras, 41 anos, relatou à Polícia Militar que teria sido fechado por outro veículo não identificado. Três passageiros, com idades entre 20 e 34 anos, sofreram ferimentos e foram medicados no Hospital de Pronto Socorro (HPS). Conforme a PM, o poste não foi danificado. O Monza foi removido por falta de licenciamento.

ANIVERSÁRIO DE AMIGOS - ELIANA SOUZA - LILI



85% na Câmara de Juiz de Fora são comissionados

18 de Agosto de 2013 - 07:00


Dos 280 funcionários que estão na ativa no Legislativo, 239 são nomeados. Especialista considera excesso prejudicial à transparência parlamentar

Por RENATO SALLES *

Dos 299 servidores que receberam salários na Câmara Municipal no mês de julho, a maioria é formada por profissionais não concursados, presentes em vários órgãos e divisões do Legislativo. Ao todo, são 239 comissionados, 37 funcionários efetivos, quatro cedidos pela Prefeitura de Juiz de Fora ao Legislativo e 19 aposentados e pensionistas. Levando em consideração apenas aqueles que estão na ativa, o número de cargos em comissão representa 85% do quadro pessoal. Entre as atuações dos não concursados, 147 são assessores de apoio legislativo, lotados diretamente nos gabinetes dos 19 vereadores, e outros 92 exercem funções de natureza administrativa.
Para a coordenadora do Centro de Estudos e Pesquisas sobre Corrupção (CEPC) da Universidade Estadual Paulista (Unesp - Campus Franca), Rita Biason, o principal problema da presença de profissionais comissionados observados nas três esferas e poderes instituídos pela Constituição Federal está em seu número excessivo. "Atualmente, ele é elevadíssimo na maioria dos parlamentos, prefeituras e governos do país. Isso fragiliza a administração pública, tem custo-benefício alto e fomenta práticas clientelistas entre os detentores de mandato e sua base eleitoral, que, em vários casos, acabam dominando os gabinetes. Também inibe a fiscalização popular e dos próprios servidores. Um funcionário regular, por natureza, tem mais critérios e, por consequência, é menos conivente com possíveis desmandos."
Após sete meses de mandato, a atual legislatura já deu sinais de que está seguindo na contramão da opinião defendida pela especialista. Pelo menos até aqui. Em fevereiro passado, os vereadores juiz-foranos aprovaram por unanimidade proposta da Mesa Diretora que alterou a legislação em vigência e permitiu a criação de mais 19 cargos comissionados. Assim, cada gabinete recebeu a permissão de contratar mais um profissional de apoio legislativo, com salários em torno de R$ 2.400. Com a mudança, os vereadores podem contar com até oito assessores parlamentares não concursados.
Dessa maneira, o atual organograma do Palácio Barbosa Lima permite a contratação de até 152 assessores de representação parlamentar, número bem próximo dos 147 funcionários que exercem a função atualmente. Os assessores de gabinete representam mais da metade do total de 280 profissionais lotados nas mais diversas divisões do Legislativo. O presidente da Câmara, Julio Gasparette (PMDB), afirmou à Tribuna que o alto número de cargos comissionados na Casa é fruto da não realização de concursos em legislaturas passadas. Entretanto, o plano da atual Mesa Diretora é realizar exames de admissão para suprir todas as áreas. "Já efetivamos 16 concursados nesta gestão, e devemos receber mais três ou quatro ainda este ano. Também realizaremos novos concursos para contratar mais dez profissionais, nos próximos meses, de modo que, no curto prazo, todas os setores tenham profissionais aprovados em concursos públicos."
A equipe da Câmara possui ainda outros 15 profissionais terceirizados para a execução de serviços gerais, como recepção e vigilância. Os contratos são feitos por meio de licitação com empresas prestadoras dos serviços.

*Colaborou Hélio Rocha

31% recebem acima de R$ 10 mil

De acordo com os dados divulgados pelo portal de transparência da Câmara, em julho, a média salarial no Legislativo foi de R$ 3.636. O valor é potencializado pelos vencimentos recebido pelos 19 vereadores. Se retirados da conta os subsídios dos parlamentares, a média de vencimento no Legislativo municipal cai para R$ 2.912,03. Porém, os salários mais altos são restritos a um pequeno grupo. Além dos vereadores apenas seis pessoas têm vencimentos brutos acima de R$ 10 mil. Entre eles, estão a diretora geral da Câmara, dois advogados, um contador, um aposentado e uma pensionista. Somados, o grupo recebeu vencimentos de R$ 360.896.66, o que representa 31% da folha salarial do Legislativo.
Um degrau abaixo, 38 servidores receberam entre R$ 5 mil e R$ 10 mil. Outros 255 funcionários tiveram vencimentos abaixo de R$ 5 mil. A maioria absoluta é formada pelos assessores de gabinete, que têm proventos brutos variando entre R$ 4.408,71 - pago a um assessor de apoio legislativo de nível 8 - e R$ 865,68 - vencimento recebido pelo nível 1. O menor salário de julho foi o de um profissional cedido ao Legislativo, que recebeu R$ 404,63 em julho. De acordo com a assessoria do Palácio Barbosa Lima, o servidor recebe pela Prefeitura, e o valor pago pela Câmara corresponde a função gratificada legislativa.


Parlamentares ficam com 1/4 da folha

A folha salarial da Câmara Municipal de Juiz de Fora ultrapassou a marca de R$ 1,1 milhão em valores brutos em julho. O montante foi destinado ao pagamento de 299 funcionários, entre servidores de carreira, comissionados, aposentados e pensionistas, além dos 19 vereadores. De acordo com números divulgados pelo portal de transparência mantido pelo Legislativo, a maior parte das despesas com salários é utilizada para o pagamento das 166 pessoas ligadas ao órgão de apoio legislativo, que, efetivamente, abriga vereadores e seus assessores de gabinete, profissionais comissionados, escolhidos por nomeação, sem a necessidade de realização de concurso público. Ao todo, as remunerações brutas dos parlamentares e de seus funcionários mais diretos somaram R$ 608.778,10, mais da metade dos gastos com pessoal do Palácio Barbosa Lima no mês passado.
Da bolada, R$ 285.603,44 é destinada ao pagamento dos vencimentos dos vereadores, que, em Juiz de Fora, é de R$ 15.031,76. O total pago aos parlamentares representa 25% da folha salarial da Câmara em julho. Aprovado pela legislatura passada em dezembro de 2011, o valor entrou em vigor em janeiro último, representando reajuste de 46,5% se comparado aos salários praticados até dezembro de 2012, de R$ 10.260,95. Apesar das correções terem sido aplicadas acima da inflação registrada nos quatro anos da legislatura passada, de 22,54% de acordo com o IPCA acumulado entre 2009 e 2012, os parlamentares não possuem o maior vencimento da Câmara, que pertence à diretora geral do Legislativo, Maria Aparecida Fontes Gal, cargo também em comissão, que recebeu R$ R$ 18.266,66 brutos, referentes ao mês de julho. A profissional tem 19 anos de serviços dedicados ao Palácio Barbosa Lima, desempenhando funções como consultora jurídica e procuradora. Em 2007, assumiu a direção geral de forma interina e foi efetivada no ano seguinte.

Limitadores
Os salários no Palácio Barbosa Lima atendem aos limitadores legais. Um deles é o teto constitucional do funcionalismo público fixado em R$ 28.059,29, valor correspondente aos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Outra ferramenta de restrição diz respeito aos salários dos vereadores, atrelados aos subsídios recebidos pelos deputados estaduais. No caso das cidades com mais de 500 mil habitantes, como Juiz de Fora, o limite dos vencimentos é de até 75% dos proventos recebidos pelos parlamentares em nível estadual, que, em Minas Gerais, corresponde a R$ 20.042,35. A remuneração dos vereadores juiz-foranos corresponde, exatamente, ao teto permitido pela Constituição.

Portal
Os salários de vereadores, servidores, aposentados e pensionistas começaram a ser divulgados pelo portal de transparência do Palácio Barbosa Lima a partir do dia 12 do mês passado. A medida atende à determinação de Lei de Acesso à Informação, mais de um ano após a legislação entrar em vigor. Para visualizar os dados, o interessado deve ir até o site do Legislativo (www.camarajf.mg.gov.br) e buscar o link "Câmara Municipal Portas Abertas - Transparência Juiz de Fora". Não é possível obter uma lista com todos os nomes do funcionalismo e a busca só pode ser feita nominalmente, de forma individual, ou por departamentos. Também não é possível identificar quais são os servidores concursados e quais os comissionados. A Tribuna tentou checar a informação via assessoria, mas até o fechamento desta edição não havia obtido resposta.


Três vereadores acumulam proventos

Assim como a Câmara, a Prefeitura também começou a publicar os vencimentos de seus servidores no mês passado. De acordo com o divulgado no portal da transparência da PJF, dos cinco vereadores que são servidores de carreira do Município, três receberam vencimentos em julho. Como médico da rede municipal, com carga horária de 120 horas mensais, Antônio Aguiar (PMDB) recebeu R$ 6.666,25. Somado ao subsídio como parlamentar, os salários do peemedebista relativos ao exercício de suas funções públicas no mês passado chegam a R$ 21.698,01. Para efeito de comparação, o valor é superior ao provento recebido pelo prefeito Bruno Siqueira (PMDB), que tem remuneração bruta de R$ 20.042,35.
Os outros dois vereadores receberam do Município salários referentes ao cumprimento de suas funções como funcionários públicos no mês passado. Com carga horária de 180 horas mensais, o engenheiro José Márcio (PV) teve vencimento de R$ 3.348,83 e, somado ao subsídio na Câmara, obteve proventos de R$ 18.380,59. Também com jornada de 180 horas mensais, o assistente administrativo Luiz Otávio Coelho (Pardal, PTC) recebeu R$ 2.145,39 pelos trabalhos na PJF e totalizou renda de R$ 17.177,15 em julho. José Fiorilo (PDT) e Roberto Cupolillo (Betão, PT) também são servidores municipais, porém, tiraram licença não remunerada para o exercício de seus mandatos. Com relação à atividades parlamentar, os vereadores não possuem uma carga horária a ser cumprida. Obrigatoriamente, a única determinação regimental é a de que se façam presentes nas sessões ordinárias e extraordinárias realizadas a cada período legislativo.
No caso dos parlamentares municipais, o acúmulo de funções e vencimentos públicos é permitido pela Constituição Federal, "sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo". Tal exceção é garantida apenas para aqueles que exercem mandato como vereador. A única restrição é a de que a soma dos salários não extrapole o teto constitucional do funcionalismo público fixado em R$ 28.059,29, situação que não acontece na Câmara.

NOTA DE FALECIMENTO - ANDERSON TURTURRO