segunda-feira, 28 de setembro de 2015

CCOMSEx inicia Estágio de Auxiliar de Comunicação Social para Subtenentes e Sargentos

Brasília (DF) – No dia 28 de setembro, o Centro de Comunicação Social do Exército (CCOMSEx) deu início ao 1º Estágio de Auxiliar de Comunicação Social 2015. A abertura da atividade foi realizada pelo Subchefe do Centro, Coronel Wesley Vannuchi, com a presença de oficiais integrantes do CCOMSEx, no auditório do Gabinete do Comandante do Exército.

A aula inaugural foi proferida pelo Chefe do CCOMSEx, General de Brigada Otávio Santana do Rêgo Barros, e versou sobre “A Comunicação Social no Exército Brasileiro”.

O objetivo principal do Estágio é capacitar subtenentes e sargentos para o desempenho de funções ligadas ao Sistema de Comunicação Social do Exército (SISCOMSEx), a fim de atender às necessidades da Instituição em pessoal habilitado para o exercício de cargos específicos, relacionados a essa área de atuação.

Para alcançar esse objetivo, durante as duas semanas de programação intensa, os estagiários terão contato com técnicas e procedimentos mais comuns no dia a dia das atividades de comunicação social, para que possam se capacitar ao exercício de suas funções em suas organizações militares, onde atuarão, também, como difusores do processo.

Participam do Estágio subtenentes e sargentos do Exército, de várias regiões do País, e integrantes da Marinha do Brasil.



http://www.eb.mil.br

INFORMAÇÃO DA ASSESSORIA DO VEREADOR JOSÉ EMANUEL

José Emanuel Boa noite, Léo Peixoto

A assessoria do vereador José Emanuel informa que o parlamentar foi internado na tarde desta segunda-feira, 28, no Hospital Monte Sinai, para tratamento de um problema de circulação. 


É importante salientar que a internação do vereador já era prevista e que o seu quadro clínico está sob controle. 


Desde já, agradecemos o apoio de todos




Servidores da Assembleia batem o ponto e saem sem trabalhar

Servidores da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) foram flagrados batendo ponto e indo embora logo em seguida, em Goiânia. Mesmo não trabalhando, eles continuam recebendo salários que chegam quase a R$ 10 mil, conforme apurou a reportagem da TV Anhanguera. A maioria deles é comissionada.
Os funcionários da Assembleia começam a bater o ponto 6h30. Todos os servidores devem passar o crachá e seguir para o trabalho. Porém, alguns voltam para a entrada do prédio e vão embora. Uma das pessoas que foi filmada cometendo a irregularidade chega a deixar o carro ligado na rua enquanto registra sua chegada na Casa.
Em outro caso, um homem deixa a mulher esperando na moto enquanto bate ponto e sai em seguida. Ao ser abordado pela equipe de reportagem da TV Anhanguera, ele nega inicialmente que trabalhe na Assembleia Legislativa. Porém, depois assume. “Eu trabalho no gabinete de um deputado. Eu vou e volto. Eu deixo ela [esposa] no serviço e volto”, disse.
Lotado no gabinete do deputado Paulo Cezar Martins, com o cargo descrito como assessor nível 8, Geraldo Marques também foi flagrado batendo ponto sem trabalhar. Ele recebe R$ 9.879, de acordo com o portal da transparência do órgão.
Após deixar a Alego, ele segue de carro até uma ONG. Inicialmente, ele diz que trabalha na instituição. Porém, quando é perguntado se é funcionário fantasma da Assembleia, ele nega.
“Eu fico mais é lá [Assembleia]. Eu fico com o deputado lá. Eu vim aqui só para trazer uns papéis, mas não fico aqui não. Venho aqui às vezes trazer um documento. Eu não trabalho aqui não”, afirma.
Em nota, o deputado Paulo Cezar Martins explicou que o servidor trabalha com ele há mais de dez anos, é um dos assessores de maior confiança e que, por isso, as atividades não são apenas de motorista, mas também de assessoria em diversos assuntos parlamentares. Ao contrário do que alegou o funcionário inicialmente, o parlamentar afirma que o homem não trabalha na ONG, e sim no gabinete e que todos os prestadores de serviço são rigorosamente fiscalizados.
Flagrante
Assessora nível 3, Edinair Maria dos Santos Moraes foi flagrada durante três dias registrando a presença na Alego, mas saía sem trabalhar. No portal da transparência, ela aparece lotada no gabinete do deputado Marlúcio Pereira da Silva. O salário dela é de R$ 2 mil.
Em um dos dias, ela toma café da manhã em uma padaria, faz caminhada em um parque e passa quase duas horas sentada em um banco. Em seguida, ela retorna à Assembleia, mas fica do lado de fora.
Para a equipe de reportagem, ela disse que trabalhava como secretária, mas que estava desempregada no momento. Sobre sua ida à Assembleia, ela disse que foi participar de um evento. “Me avisaram de uma homenagem. Eu gosto muito do médico, e aí vim”, justificou. Ao ser questionada porque bate o ponto diariamente e sai sem trabalhar, ela diz que nunca fez isso e foge correndo.
Servidora foge correndo ao ser questionada se batia ponto e não trabalhava na Assembleia Legislativa de Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Servidora foge correndo ao ser questionada se batia ponto sem trabalhar (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
De acordo com o deputado Marclúcio Pereira, não há nada irregular com a servidora. De acordo com o parlamentar, ela presta serviços de assistência social ao gabinete. Ele afirma que às segundas-feiras é repassada uma relação de tarefas a ela e que o fato da servidora registrar a presença e deixar a Alego é normal, pois o trabalho dela é em campo, principalmente em Aparecida de Goiânia.
Punição
O ponto eletrônico na Assembleia Legislativa passou a funcionar em outubro de 2014 e, segundo a norma, o servidor que sai antes do horário deve justificar a ausência à chefia. O presidente da Casa, Hélio Costa, explicou que serão tomadas as medidas cabíveis para conter essas irregularidades.
“Ele [funcionário] está cometendo um ato inaceitável. Para mim, só temos dois caminhos: se for um servidor efetivo, será aberto um processo administrativo disciplinar para que ele se defenda e pague o que ele possa ter cometido de ato ilícito. Se ele for comissionado, a sentença já está pronta, ele será exonerado”, garante.
Já o Ministério Público de Goiás (MP-GO) disse que vai denunciar os servidores identificados na reportagem. “Isso pode configurar uma falta funcional, o ato de improbidade administrativa e até mesmo o crime de peculato, que é receber o dinheiro público sem fazer a contra prestação”, explicou o promotor Fernando Krebs.
Servidora é flagrada batendo ponto e indo embora da Assembleia Legislativa em Goânia, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Servidora é flagrada batendo ponto e indo embora da Assembleia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)http://g1.globo.com/goias/noticia/2015/09/servidores-da-assembleia-batem-o-ponto-e-saem-sem-trabalhar-video.html?utm_source=facebook&utm_medium=share-bar-desktop&utm_campaign=share-bar

VEREADOR É INTERNADO AS PRESSAS EM HOSPITAL DE JF

VEREADOR JOSÉ EMANUEL ESTÁ INTERNADO NO MONTE SINAI


O vereador José Emanuel, precisou ser internado no Hospital Monte Sinai nesta segunda-feira, 28, para tratamento de um problema de circulação.

Nos últimos dias, o legislador vinha sentindo muitas dores na perna direita, o que o impossibilitou de realizar plenamente suas atribuições como político.

A assessoria do legislador concluiu em nota divulgada: "O caso é cirúrgico e vamos informar a evolução do quadro de saúde do nosso querido vereador, conforme as novidades. Pedimos as orações, preces e vibrações positivas de todos."

http://www.leopeixotoinforma.blogspot.com.br/2015/09/vereador-jose-emanuel-esta-internado-no.html

ATENÇÃO APOSENTADOS E PENSIONISTAS DO INSS


Prezados Senhores SENADORES:

Ref.: A ILÓGICA CORREÇÃO DAS APOSENTADORIAS

No ano de 2007 foi aprovado por unanimidade no Senado Federal, o projeto do senador Paim, Pl 42/07, que estipulava o mesmo índice de reajuste do SM para todos os aposentados do RGPS. Acabaria de vez com a despropositada política de corrigir as aposentadorias do setor privado com dois percentuais diferenciados. Além de ser um procedimento discriminatório, cruel e tendencioso, prejudica o velho aposentado que contribuiu com valores maiores para o INSS, durante 35 anos, iludido por promessas e garantias do governo de retorno proporcional aos seus descontos, quando se aposentasse!

Com tal critério esdrúxulo seus proventos de 1998 até 2015 foram degradados em 80,21%. Este projeto justo e corretivo hoje sob o nº Pl 01/07, ficou paralisado na Câmara dos Deputados, durante oito anos, denunciando a crônica má vontade política existente contra a perseguida categoria de aposentados. E, o fantasma aterrador: Todas as aposentadorias estarão niveladas dentro de mais algum tempo, em apenas 01 SM, se ninguém quiser nos salvar!!

Agora está para ser votado pelo Congresso Nacional os restantes seis vetos presidenciais, constando a MP 672/15, que contém uma cláusula que atrela todas as aposentadorias ao reajuste do SM (o mesmo Pl 01/07). A presidente Dilma, insensível, indiferente e com o coração empedernido, vetou a Medida aprovada pelos senadores e deputados!

Os aposentados novamente cheios de esperança, contam com os votos favoráveis de 41 senadores e 257 deputados de mentes abertas e esclarecidas, para derrubarem este injusto e perverso veto, restituindo-lhes a dignidade sorrateiramente usurpada.

Se o Brasil está em crise financeira, conscientizem-se senhores parlamentares, os aposentados prejudicados não têm a mínima culpa por políticas equivocadas, quando foram desviados da Previdência Social recursos astronômicos, 3,5 TRILHÕES, sem nunca terem retornado às suas origens.

O patrocínio perdulário da Copa do Mundo pelo Brasil, obrigando-nos a gastar mais de 35 BILHÕES de reais, ensejando-nos o maior vexame para o nosso outrora admirado e respeitado futebol, está agora com toda a certeza, impedindo que se faça justiça aos aposentados! Os aposentados do INSS não podem pagar o pato pela perda irresponsável e incompetente do controle inflacionário! Afinal, o Estatuto do Idoso ainda está vigorando?… Esperamos por justiça…

Atenciosamente,

Almir Papalardo.
almirpapalardo@yahoo.com.br
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Festa das Nações resgata memória e tradição juiz-forana através da gastronomia e cultura


A Festa das Nações faz parte da história de Juiz de Fora. O evento sempre foi sinônimo de espaço para as famílias se divertirem e para a população conhecer um pouco mais das nações que fizeram a nossa cidade chegar ao que somos. 
 
“Em uma reunião de nossa diretoria nos questionávamos o que poderíamos fazer pela nossa cidade e surgiu a ideia de retomar a Festa das Nações”, conta o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Juiz de Fora, Aloísio Vasconcelos. A partir daí a primeira medida tomada pela entidade foi procurar a Abrasel ZM, para que, em uma parceria inédita, as tendas do evento fossem coordenadas pela instituição. “O convite veio ao encontro dos nossos anseios, pois já tínhamos também tido a ideia de voltar com o evento. É importante destacar que a Festa não é nossa, nem da Associação Comercial, mas sim da cidade”, destaca a presidente Carla Simone da Silva.
 
O terceiro passo para voltar a realizar a Festa das Nações foi procurar a Prefeitura de Juiz de Fora. “Fomos recebidos de braços abertos e pude ver os olhos do prefeito Bruno Siqueira brilharem quando apresentamos nossa proposta”, lembra Aloísio. A Prefeitura, entendendo que o evento faz parte da cultura da cidade, trazendo uma tradição de volta com uma nova roupagem, entrou de cabeça no projeto e assumiu o posto de parceira. "É importante resgatarmos ações e projetos que valorizam as raízes, a tradição e a cultura da nossa cidade. É mais uma oportunidade de ampliarmos a autoestima da população de Juiz de Fora, apontada recentemente como a 22ª melhor cidade do país", defende Bruno.
 
As secretarias de governo e de comunicação da PJF foram responsáveis pela articulação com todos os órgãos do executivo municipal, além de colaborar na busca por parceiros para o evento. Todas as secretarias da PJF então se mobilizaram para que a Festa fosse retomada com sucesso. Entre elas a de Transporte e Transito assumiu o controle das ruas do bairro; a Guarda Municipal a segurança do patrimônio público; e a de Atividades Urbanas pela fiscalização no entorno do evento. A Empav, através do Pró-Energia, cuidou da iluminação elétrica, e a Funalfa colaborou na logística e na programação cultural.
 
O empresariado local também comprou a ideia e se mobilizou. Entre as empresas que participam do projeto, a Ampla Serviços Médicos forneceu os brigadistas e o Bahamas disponibilizou suas ferramentas de comunicação para a Festa. O Grupo Solar, a TV Integração e o Grupo Sircom colaboraram na divulgação do evento para a comunidade. Além deles, a cervejaria local Antuérpia será responsável pelo chopp oficial do evento.
 
RESTAURANTES DIVIDEM BARRACAS COM ENTIDADES BENEFICENTES

Na Festa das Nações 2015 serão nove estruturas dos maiores e melhores restaurantes de Juiz de Fora, em mais de 1.400 m² de área coberta. A imprensa também terá uma área exclusiva para cobertura e relacionamento.
 
Cada uma das dez nações será apresentada por um restaurante. A Alemanha estará sob a responsabilidade do Das Haus Comedoria. A Argentina será representada pela Churrasqueira. O Serra do Ibitipoca Hotel de Lazer e o restaurante Bistrô a Três serão responsáveis pela Espanha, e o Garagem Gastrobar pelo Brasil. O São Bartolomeu representará os Estados Unidos. A culinária francesa estará a cargo do Savoir-Faire Bistrô, bem como o Assunta à frente da italiana. A Adega Dom Manuel será representante de Portugal, e a Estância Dom Viçoso e o Espeto & Cia estarão na barraca das nações síria e libanesa.
 
As barracas serão todas caracterizadas de acordo com capa país. O evento também irá contar diariamente com área de recreação infantil com a Aventura Ilimitada. Um percentual da renda arrecadada no evento será destinado a mais de dez entidades e associações beneficentes. A programação cultural do evento está sendo fechada e irá contar com diversas apresentações e surpresas para o público presente. 
 
A Festa das Nações acontece de 1º a 4 de outubro. Na quinta e sexta-feira (1º e 2), das 18h à 01h. No sábado (3), das 11h à 01h, e no domingo (4), das 11h às 19h. A abertura oficial será realizada na quinta-feira, 20h. 

http://acejf.com.br/noticias/festa-das-nacoes-resgata-memoria-e-tradicao-juiz-forana-atraves-da-gastronomia-e-cultura

Farra de político mineiro na mira de Rodrigo Janot

FREDERICO HAIKAL/ARQUIVO HOJE EM DIA
Farra de político mineiro na mira de Rodrigo Janot
Janot questiona a inovação indevida promovida pelo tribunal mineiro
Uma brecha aberta exclusivamente no Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) para proteger políticos fraudulentos está na lista negra do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. O chefe do Ministério Público Federal protocolou Ação Direta de Inconstitucionalidade para revogar normas que descartam denúncias ou mesmo autuações em casos ocorridos, de maneira geral, há mais de cinco anos.

Conforme um dos textos que norteiam o procedimento, em vigor desde 2011, o presidente do TCE-MG “não admitirá denúncia ou representação nem determinará a autuação de processos quando verificar a ocorrência de prescrição ou decadência”.

Portanto, qualquer denúncia de fraude de gestor público ou irregularidade de servidores ocorrida há mais de cinco anos deve ser descartada. “O regramento constitui inovação indevida do constituinte derivado mineiro, porquanto não possui correspondência no modelo federal de configuração das cortes de contas”, argumenta Rodrigo Janot na ação.

“Ao dispor sobre fiscalização contábil, financeira e orçamentária da União, a Constituição da República não trouxe regras de prescrição e decadência, limitadoras das atribuições fiscalizatórias do tribunal de contas”, afirma.

O procurador-geral da República alega que, nem mesmo ao estatuir a Lei Orgânica do Tribunal de Contas da União, essas regras foram incluídas. E conclui que a “inovação contida na Constituição mineira afronta” a Federal.

Hoje, a estimativa é a de que existam dezenas de milhares de processos no chamado passivo do TCE-MG.

A ADI se originou de representação encaminhada por integrantes da Procuradoria da República em Minas e do Ministério Público no TCE em Minas. “A prescrição e a decadência violam vários princípios, como impessoalidade, legalidade, proporcionalidade e moralidade”, diz a procuradora Maria Cecília Borges, do MP de Contas.

Na ADI, o governo de Minas e a Assembleia Legislativa são intimados. Procurados, ambos preferiram não se manifestar até serem notificados oficialmente.

Ação ataca ‘princípio da segurança jurídica’ defendido por lei

O argumento sobre o qual a mudança na Lei Orgânica do TCE-MG se sustenta, o princípio de segurança jurídica, foi atacado na ADI protocolada por Janot e os procuradores mineiros que provocaram a ação.

“O princípio da segurança jurídica deve soar forte, sem dúvida, nas relações entre particulares e nas hipóteses em que se evidencia necessário resguardar o indivíduo de eventuais abusos praticados pelo Estado. Mas, afinal, o que configuraria, na vertente hipótese de imprescritibilidade, o abuso do Estado contra o indivíduo? Nada, no nosso entender”, diz trecho da ação de Janot.

“Não há nenhum abuso em não se impor uma limitação temporal à possibilidade de se buscar a recomposição da coisa pública lesada por ato ilícito do próprio indivíduo. Invocar a garantia da segurança jurídica do indivíduo face ao Estado, nessa hipótese, representa legitimar ato praticado por esse indivíduo contra o interesse e o bem-estar de todos”.

Já o procurador-geral do MP de Contas, Daniel Guimarães, não vê inconstitucionalidade na legislação mineira. “Não quer dizer que o TCE-MG não possa punir, apenas estabelece um prazo. Um gestor não pode aguardar eternamente para ser julgado. E há a exceção para quando existe dano ao erário. Nessa hipótese, o tribunal pode agir a qualquer tempo”.

A procuradora Maria Cecília Borges questiona essa possibilidade. “Como identificar que existe dano ao erário se os casos com mais de cinco anos não são devidamente analisados? A segurança jurídica passa justamente por não tratar dois casos iguais de forma diferente, como um gestor que não é punido por uma questão temporal”.

http://www.hojeemdia.com.br/noticias/farra-de-politico-mineiro-na-mira-de-rodrigo-janot-1.349186

TIRO É DISPARADO NO HPS EM JUIZ DE FORA

Um tiro de borracha foi disparado por um agente penitenciário para conter um tumulto envolvendo detentos internados no Hospital de Pronto Socorro (HPS). O caso aconteceu na manhã desta segunda-feira (28) na ala onde estão dez acautelados, conforme a Polícia Militar. Segundo o boletim de ocorrência, os presos começaram a brigar entre eles e não teriam obedecido às ordens dadas pelo agente.
Diante do risco de a situação ficar mais grave, o servidor usou a espingarda calibre 12 que portava e efetuou um disparo com a munição de elastômero. Ninguém foi atingido pelo tiro e nenhum detento ficou ferido em decorrência da briga, apesar das agressões. A motivação do tumulto não foi esclarecida. Após serem contidos, os presos foram algemados em suas macas.
A PM esteve no local para registrar a ocorrência. Segundo a assessoria de comunicação da Secretaria de Saúde, o episódio não prejudicou o atendimento e nem afetou outras áreas do hospital.
http://www.tribunademinas.com.br/agente-dispara-para-conter-tumulto-entre-presos-no-hps/

"Não cabem atalhos na Constituição", diz comandante do Exército Villas Boas

postado em 27/09/2015 08:00 / atualizado em 27/09/2015 10:20
Breno Fortes/CB/D.A Press


O gaúcho Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, 63 anos, é o chefe de 217 mil militares. Comandante do Exército desde o último mês de fevereiro, ele enfrenta duas das missões mais difíceis de uma carreira iniciada em 1967: o corte orçamentário que atinge os projetos definidos como estratégicos pela Força e a ausência de reajustes da categoria. “Corremos o risco de retroceder 30, 40 anos na indústria de defesa”, disse Villas Bôas. Durante entrevista exclusiva na manhã da última sexta-feira, o general também lamentou a defasagem dos rendimentos da tropa, principalmente se comparados aos de outras carreiras.

Villas Bôas teme que todos os projetos estratégicos — que incluem defesa antiaérea e cibernética, proteção das fronteiras, renovação da frota de veículos — se percam por falta de dinheiro. Ao longo de 90 minutos, no gabinete principal do Quartel-General do Exército, Villas Bôas falou pela primeira vez com um veículo de imprensa. Ele disse não haver chance de os militares retomarem o poder no Brasil, elogiou o ministro da Defesa, Jaques Wagner, e disse que o país precisa de uma liderança efetiva no futuro. “Alguém com um discurso que não tenha um caráter messiânico — e é até um perigo nessas circunstâncias. Alguém que as pessoas identifiquem como uma referência.”

Programas das Forças Armadas, mais especificamente do Exército, sofrerão cortes drásticos. Como o senhor avalia essa dificuldade?
Com preocupação. A situação financeira que a gente tem ouvido é que o ano que vem será tão ruim quanto este. E 2017 também será um ano muito, muito ruim, seguido de um período razoável de crescimento muito baixo. Isso indica que não vão haver mudanças significativas no orçamento. Estamos correndo o risco de retroceder 30, 40 anos quando uma indústria de defesa era a oitava do mundo, tinha conquistado mercados externos, mas se perdeu praticamente toda. A gente corre o risco de isso vir a acontecer novamente, porque nesses anos os projetos ficaram no mínimo para não serem descontinuados. Mas, se isso prosseguir, acredito que as empresas não terão condições de manter projetos. E a perda é muito grande.

Qual é o risco imediato?
O Guarani é um programa de longo prazo, de um custo total de R$ 20 bilhões. Íamos comprar 1.200 carros, mas, neste ritmo dos cortes orçamentários, de adquirir 60 carros por ano, vamos levar 20 anos. O ciclo de implantação não será concluído e já estará obsoleto. Atravessamos um período de 30 anos de penúria orçamentária. Com isso, o Exército foi se esgarçando, porque não é da nossa natureza dizer não. Se se estabelece que é necessário o cumprimento de alguma tarefa, vamos cumprir. Nós nos acostumamos a matar um leão por dia, mas perdemos a capacidade de pensar a longo prazo, estrategicamente. Até que veio o governo do presidente Lula e essa série orçamentária que era declinante se reverteu e começou a melhorar.

Com o ministro Nelson Jobim?O marco foi quando o presidente Lula chamou o ministro (Nelson) Jobim para o Ministério da Defesa e disse: “Sua missão é colocar a defesa na pauta de discussão nacional”. E, aí, o ministro Jobim, com o ministro Mangabeira Unger, elaborou uma Estratégia Nacional de Defesa, um marco na história da defesa. Pela primeira vez, o poder político disse aos militares qual era a concepção de Forças Armadas, o que entendiam como necessário para o Brasil. Por exemplo, a estratégia nacional de Defesa determina que o Exército deve cumprir a estratégia da presença, principalmente na Amazônia. Sempre estabelecemos que a nossa estratégia da Amazônia era a presença. Por uma coisa autoimposta. Porque a gente entendia que era a maneira adequada de tratar o tema. Mas, com a estratégia, isso teve um efeito especial, porque há uma contrapartida. Tive condições de apresentar a nota para o governo. Outra mudança importante foi em relação aos projetos estratégicos. É importante que os recursos das Forças Armadas tenham previsibilidade e regularidade, porque não adianta ter um volume grande de recursos num ano e, no outro, não ter. Com a estratégia nacional de Defesa a gente pôde fazer uma reestruturação interna do Exército.

Como assim?
Em 2010, houve o terremoto no Haiti, em 12 de janeiro. Já estávamos no Haiti. Imediatamente a ONU pediu que o Brasil dobrasse o efetivo. Eram mil e poucos homens e pediram que a gente dobrasse o efetivo. Isso custou três semanas para reunir um batalhão para levar para o Haiti. Veja que um Exército de 200 mil integrantes levar três semanas para organizar um batalhão para ir para o Haiti — isso porque a gente já estava lá — não podia ser assim. Aquilo foi uma gota d’água. Um Exército como o nosso, de um país como o nosso, tem que estalar os dedos e deslocar um batalhão nas áreas de interesse estratégico, em 24 horas, 48 horas. Então isso foi um alerta que ligou e começamos um processo de transformação. A Marinha e a Aeronáutica saíram na frente, porque eles estavam acostumados a grandes projetos, como no caso dos projetos dos aviões. A Marinha já vinha tratando do projeto do submarino. E a gente se estruturou para gerenciar esses sete grandes projetos que agora é que estão amadurecendo. Ainda estamos na fase de operação, e vamos ter essa interrupção.

É uma frustração?
É uma reversão de uma expectativa extremamente positiva.

O Brasil defende uma presença no Conselho de Segurança e, no entanto, as Forças Armadas sofrem restrições. Não há incoerência?
Um país como o Brasil, que hoje é a oitava economia do mundo, naturalmente tem assumindo uma liderança regional, na América Latina, expandindo a sua área de interesse, pleiteando assento no Conselho de Segurança da ONU. Um país que pretende atingir esse patamar tem de ter capacidade de fazer o que se chama de projeção de poder. Precisa ter presença diplomática, econômica. Preciso ter presença política, capacidade de influência, e tudo respaldado por uma capacidade de presença militar. E isso pressupõe projeções de força. O país projeta poder e essa projeção de força cabe às Forças Armadas. Estamos caminhando nessa direção, de adquirir essa capacidade de realizar a projeção de força. E agora se vê interrompido. Pelas projeções que se fazem hoje, antes de 2035, tudo que foi concebido agora estará obsoleto. Isso que está acontecendo não afeta apenas o Exército. Afeta um projeto de um país. O Brasil tem uma conjuntura estratégica peculiar. São poucos países que vivem essa preocupação, como a China, a Índia, a Rússia. Vivemos em pleno século 21 com metade do nosso território não ocupado, não integrado, não articulado, com a população não dispondo de infraestrutura social e econômica para atender às necessidades. E a única capacidade de atendimento das necessidades básicas da população está nas Forças Armadas. Isso exige de nós estar espalhados, com capilaridade no território. Com isso, temos dificuldades para trocar quantidade por qualidade. Temos que adquirir qualidade, mas, ao mesmo tempo, manter a quantidade, essa presença que temos em muitos lugares. Por exemplo, na Amazônia, a nossa presença física, um pelotão especial de fronteira, está delimitando o espaço da soberania brasileira. Até coisas básicas ela cumpre hoje. Por exemplo, as comunidades indígenas, numa grande área, dependem do atendimento médico do Exército.

O senhor atribui essa dificuldade no corte do orçamento a uma ingerência política?
Não. Atribuo à crise econômica que o país está vivendo. A partir do momento em que o Brasil apresentou esse orçamento pressupondo um deficit... A gente tem a consciência da realidade do país. Essa é uma característica nossa. O Exército tem uma interface com a sociedade. Passamos tempo na favela da Maré, a gente conhece a realidade das pessoas. E o Brasil é um país com muitos problemas de desigualdade social, de falta de infraestrutura. Eu não queria estar no lugar do governo, na área econômica, porque eu vejo a dificuldade que eles têm. O Ministério da Saúde, com todos os problemas, sofreu um corte de R$ 12 bilhões. Eu não vejo intenção política de prejudicar as Forças Armadas.
A oposição atribui ao fato de o ministro Jaques Wagner estar voltado para negociações políticas a falta de atenção com a Defesa.

Devo confessar que o Ministério da Defesa fez um bom trabalho na negociação do orçamento. Apesar dos problemas econômicos, eles conseguiram preservar programas. Poderia ter sido pior. Preciso admitir que foi um trabalho intenso e consistente. E foi uma das melhores negociações de orçamento que a gente já viu.

O Exército cada vez mais assume funções sociais, como saúde, segurança. Quando o poder público civil falha, chama-se o Exército. O senhor considera essa função atípica?
Essa questão está sempre presente nos nossos fóruns. São dois polos. Um polo é aquele que o Exército e as Forças Armadas se destinam apenas à defesa da Pátria, ou seja, o Exército ficaria só para fazer guerra. O outro polo é de gente que acredita que o Exército virou uma empresa de prestação de serviços. Mas, na verdade, o que se vê na tendência mundial é que as Forças Armadas têm de estar em condições de atender às demandas da população.

Então estamos no caminho certo?
Sim, estamos no caminho certo. O nosso projeto do Sisfron (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras) não é um sistema para capacitar o Exército a realizar aquelas tarefas de combater o crime organizado, o narcotráfico, de armas ou contrabando. Não. É uma estrutura para que o Exército proporcione às instituições responsáveis por aquelas tarefas condições de realizá-las.

Nesse momento crítico, a questão dos salários é uma coisa forte...
É um problema grave. Se colocarmos ou fizermos um ranking dos salários das polícias militares, o Exército estará no meio.

E deveria estar aonde?
Deveria estar no topo. É um parâmetro. O que o governo tem despendido para o pagamento de pessoal das Forças Armadas vem decrescendo em relação a outros setores. Já estávamos achatados, e agora a tendência é mais ainda, o que só se agrava, porque o aumento viria até janeiro do ano que vem escalonado. E já foi adiado por sete meses. É um esforço que está sendo realizado por todo o país, só que surpreende quando a gente vê categorias ganhando aumento substancial num momento como esse. Isso, claro, aumenta a frustração interna.

O senhor fica sem discurso.
Claro.

E também perde gente capacitada.
A procura pelas Forças Armadas oscila pouco, mas é sempre alta. E nós temos dificuldade de conhecimento, a evasão aumenta nos setores de mercado, por exemplo em áreas técnicas, de engenharia, saúde. Isso é mais um dos efeitos negativos da frustração que os cortes dos projetos causam. Um engenheiro se envolve num projeto como se esse aquilo fosse a vida dele, com paixão. (Com os cortes), ele fica mais suscetível a esse tipo de atrativo externo do mercado.

Qual é o ponto de vista do Exército em relação à descriminalização das drogas?
O combate às drogas nas cidades não é atribuição nossa. Mas tomo como referência a posição de duas instituições importantes. Em primeiro lugar, as polícias, que fazem a linha de frente e sofrem com isso. Elas entendem que vai haver uma piora. Até porque já há a descriminalização. Vai se criar uma elasticidade maior, o que será mais difícil ainda de coibir. E o outro é a área médica. Conversei com o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria. Ele está muito preocupado em relação à descriminalização. Diz que, muito provavelmente, vai aumentar o índice de suicídios. O Exército não se pronunciou institucionalmente. Pessoalmente, me balizo e me manifesto por essas orientações. Mas confesso que, como está, não está bom.

O que o senhor quer dizer?
Se me perguntarem qual é a maior ameaça à segurança do país, digo que é o tráfico de drogas. Porque temos uma fronteira de quase 17 mil quilômetros. Estados Unidos e México têm 3 mil quilômetros de fronteira, e o governo americano, com todo aquele aparato policial e tecnológico, não consegue vedar. Imagine o que é para nós. Temos um país vizinho que é produtor de cocaína e maconha. Somos o segundo maior consumidor do mundo e somos corredor de passagem. Nós, do Exército, estamos muito preocupados pela iminência de que haja plantio de coca dentro de nosso território, porque foi desenvolvida uma variedade adaptada ao clima quente e úmido da Amazônia baixa. Então, junto à fronteira brasileira, está repleto de plantio de coca. Para isso passar para nosso território, é um pulo. Então há essa preocupação muito grande para que não nos tornemos também produtores de coca, porque isso altera nossa posição, juridicamente, no ambiente internacional. O tráfico na Amazônia ainda é pouco organizado, mas está caminhando para se organizar. As grandes organizações criminosas de Rio e São Paulo estão chegando lá. Em Manaus, surgiu uma grande organização, chamada Família do Norte, que faz a interface das produções dos países vizinhos com o comando de São Paulo. Na fronteira com os países vizinhos já se detectou a presença de cartéis internacionais, com modus operandi muito violento e capacidade de contaminação de instituições muito grande.

Há também o problema das armas.
De onde vem a droga, vai a arma. Paga-se um pelo outro. É um problema muito sério, que está se agravando. Os indicadores das polícias apontam a presença de armas cada vez mais sofisticadas e potentes nas mãos do crime organizado.

Qual é o atraso hoje no Sisfron?
Este ano era para termos concluído a implantação do projeto piloto no Mato Grosso do Sul e em Rondônia. Isso só vai acontecer, provavelmente, em 2016. Talvez até se estenda mais um ano. No projeto como um todo, a previsão para concluirmos a implantação era 2022. Agora, a se manter o atual ritmo, deve-se concluir em 2035, apenas, ou depois até. E nesse projeto Sisfron, que usa tecnologias críticas, mais avançadas, a obsolescência é mais rápida. Então não teremos cumprido a implementação e já estaremos às voltas com mais necessidades.

É uma crise claramente econômica. Mas há uma crise política. Há risco de instabilidade? Há preocupação do Exército nesse sentido?
Há uma atenção do Exército. Eu me pergunto: o que o Exército vai fazer? O Exército vai cumprir o que a Constituição estabelece. Não cabe a nós sermos protagonistas neste processo. Hoje o Brasil tem instituições muito bem estruturadas, sólidas, funcionando perfeitamente, cumprindo suas tarefas, que dispensam a sociedade de ser tutelada. Não cabem atalhos no caminho.

O que acha dos manifestantes que defendem intervenção militar?
É curioso ver essas manifestações. Em São Paulo, em frente ao Quartel-General, tem um pessoal acampado permanentemente. Eles pedem “intervenção militar constitucional” (risos). Queria entender como se faz. Interpreto da seguinte forma: pela natureza da instituição, da profissão, pela perseguição de valores, tradições etc. A gente encarna uma referência de valores da qual a sociedade está carente. Não tenho dúvida. A sociedade esgarçou seus valores, essa coisa se perdeu. Essa é a principal motivação de quererem a volta dos militares. Mas nós estamos preocupados em definirmos para nós a manutenção da estabilidade, mantendo equidistância de todos os atores. Somos uma instituição de Estado. Não podemos nos permitir um descuido e provocar alguma instabilidade. A segunda questão é a legalidade. Uma instituição de Estado tem de atuar absolutamente respaldada pelas normas em todos os níveis. Até para não termos problemas com meu pessoal subordinado. Vai cumprir uma tarefa na rua, tem um enfrentamento, fere, mata alguém, enfim... não está respaldado. E aí, daqui a pouco, tem alguém meu submetido na Justiça a júri popular. Terceiro fator: legitimidade. Não podemos perder legitimidade. O Exército tem legitimidade por quê? Porque contribui para a estabilidade, porque só atua na legalidade. Pelos índices de confiabilidade que a sociedade nos atribui, as pesquisas mostram repetidamente, colocam as Forças Armadas em primeiro lugar. E, por fim, essa legitimidade vem também da coesão do Exército. Um bloco monolítico, sem risco de sofrer qualquer fratura vertical. Por isso as questões de disciplina, de hierarquia, de controle são tão importantes para nós. O Exército está disciplinado, está coeso, está cumprindo bem o seu papel. 

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2015/09/27/internas_polbraeco,500267/nao-cabem-atalhos-na-constituicao-diz-comandante-do-exercito-villas-boas.shtml

‘QUARTEL’ PALÁCIO DO PLANALTO TEM 1.853 MILITARES


Cláudio Humberto
Vítima de prisão e tortura na ditadura, a presidente Dilma aprecia a companhia de militares. Quase metade dos ocupantes de cargos na Presidência da República é de militares das Forças Armadas, em especial do Exército, o que torna o Palácio do Planalto uma espécie de quartel. Dos 4.192 servidores do Planalto, 1.853 são militares cedidos e mais de mil ocupam funções e “cargos de confiança” da presidente.

DOMÍNIO MILITAR
Sem quadro próprio, a Presidência dispõe de servidores requisitados. Militares ocupam a maior parte dos cargos de chefia e de assessoria.

QUARTEL COM CLUBE
O “quartel” que funciona no Planalto dispõe de academia, campo de futebol, quadras de tênis, futsal, vôlei, futevôlei, que vivem lotados.

TEM PARA TODOS
Além de militares, a Presidência concentra outros 1.711 cargos do tipo DAS, boquinhas que somam até R$ 13,7 mil aos vencimentos originais.

http://www.diariodopoder.com.br/noticia.php?i=41011934008

NOTA DE FALECIMENTO - Monsenhor Osvaldo Ribeiro Lage

monsenhor osvaldo
Vigário trabalhava na Paróquia Bom Pastor (Paróquia Bom Pastor/Divulgação)
Faleceu, na tarde deste domingo (27), o sacerdote Monsenhor Osvaldo Ribeiro Lage, que atuava como vigário da Paróquia Bom Pastor, Bairro homônimo, Zona Sul de Juiz de Fora. Aos 91 anos, ele estava internado na Santa Casa de Misericórdia desde a última quinta-feira (24) e lutava contra um câncer no ouvido.
O sepultamento será em Pará de Minas, terra natal do sacerdote, cidade a 340 quilômetros de juiz de Fora. Uma missa de corpo presente está marcada para às 13h desta segunda-feira (28) na cidade.
Fiéis e amigos juiz-foranos se despediram de Monsenhor Osvaldo em uma celebração presidida pelo arcebispo metropolitano de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, na noite deste domingo, na Igreja Menino Jesus de Praga, no Poço Rico.
http://www.tribunademinas.com.br/pm-apreende-drogas-e-mais-de-r-15-mil-enterrados-no-vila-ideal/

COLUNA CACA SALERMO - EDIÇÃO 28 DE SETEMBRO - DESTAQUES



O comandante da 4ª Brigada de Infantaria Leve (Montanha), general Eduardo Paiva Maurmann, recebeu dia 25 de setembro, nas dependências do 4º GAC L, a Reserva Ativa da guarnição de Juiz de Fora para um almoço por adesão...

No dia 2 de outubro, a partir das 19h30, na biblioteca do Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, o escritor Lucas Delgado, filho do ex-prefeito Tarcísio Delgado, recebe para lançamento de seu livro Papyrus P52...

Em tempo, no próximo dia 4 de outubro, Tarcísio Delgado recebe familiares e amigos no Marcellu's Aero em comemoração aos seus 80 anos de vida, a partir das 12h...

O capitão Luiz Eugênio Serra já se encontra no Saaha Ocidental em missão das Nações Unidas. Por lá ficará por um ano...

O tenente Luiz Eduardo Schmitz e sua mãe Manoelina da Silva abriram a residência para um churrasco, sexta-feira, em torno dos casais Otávio e Antonieta Vieira e Marcos e Poliana Sá Saçço...

O ex-vereador João do Joaninho está muito empolgado com a quantidade de amigos que estão se filiando ao partido Democratas, onde é o atual presidente. A lista dos 28 pré-candidatos a vereador nas eleições de 2016 já está começando a ser desenhada...

Marcelo Macedo organizando um grupo de amigos para o show do cantor Zeca Pagodinho, no próximo dia 3 de outubro, na quadra da Grande Rio. Ainda há vagas...

Os tenentes Luiz Eduardo Schmitz e Mateus Deotti promoverão, em novembro, um almoço de confraternização em comemoração ao dia do Oficial R/2 na guarnição de Juiz de Fora. Em breve melhores informações....

O popular Denízio Luiz Oliveira filiou-se ao Partido Democrata. Quer ser candidato a vereador nas eleições de 2016. Denizio é conhecido nos quatros cantos na cidade de Juiz de Fora, será um forte candidato...

EM MATIAS BARBOSA
O ex-vereador Paulinho Enfermeiro, filiado ao PC do B, deve confirmar, em breve, sua pré-candidatura a prefeito de Matias Barbosa. Paulinho terá o apoio do deputado federal Wadson Ribeiro.

DE VOLTA
Os mais otimistas apostam que os bons tempos estão de volta. Dia 1º de outubro até o dia 4, acontece na Praça do Bom Pastor a reedição da Festa das Nações. A festa vai contar com nove tendas oferecendo o melhor da cozinha mundial, com assinaturas dos melhores chefs da cidade. Em tempo, o Savoir Faire vai assinar o cardápio da tenda da Aliança Francesa.

ALERTA
Até ai tudo bem. Resgate cultural, bons pratos, boas bebidas, gente antenada e bonita. Enfim, mas e a segurança? 

É pública e notória a falta de segurança do bairro, que engrossa a lista de roubos, assaltos e arrombamentos. Nunca é demais lembrar que o nobre bairro faz fronteira com uma das mais temidas favelas da cidade, ops, comunidade! Alô autoridades!

http://www.cacasalermo.com/coluna-social/juiz-de-fora-28-de-setembro-de-2015-segunda-feira