sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Três detidas durante campanha de Dilma em Juiz de Fora

Três mulheres foram detidas na tarde de ontem pela Polícia Federal (PF), enquanto realizavam campanha para a candidata `a Presidência Dilma Rousseff (PT) no Calçadão da Rua Halfeld, na altura do Banco do Brasil. Segundo informações fornecidas pelo delegado Bernardo Barbosa, foi desencadeada uma ação por determinação do diretor do foro eleitoral de Juiz de Fora, juiz José Alfredo Jümger, em razão da existência de um cavalete que continha materiais supostamente ofensivos ao candidato Aécio Neves (PSDB) no local. Conforme advogado das militantes, Expedito Fonseca, o material não pertence e não é de autoria de nenhum membro do comitê municipal do PT.
De acordo com o delegado, o magistrado determinou a apreensão do cavalete, que havia sido objeto de denúncia anônima na Justiça Eleitoral. As três mulheres foram autuadas no artigo 326 do Código Eleitoral, que prevê detenção de até seis meses ou pagamento de 30 a 60 dias de multa em caso de injúria durante propaganda eleitoral “ou visando a fins de propaganda, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro”.
O advogado de defesa acredita que o material pode ter sido plantado a fim de prejudicar a campanha de Dilma na cidade. “Também é do nosso interesse descobrir quem é o responsável por essa situação, pois sabemos que não é ninguém do comitê. Alguém pode ter colocado o material próximo de nossa banca no Calçadão com a intenção de nos comprometer.” Sobre a investigação, Expedito disse que não sabe qual desdobramento a PF dará ao caso. “Apreenderam o celular delas dizendo que irão apurar os fatos.” Após assinarem um termo de comparecimento em juízo, as mulheres foram liberadas, tendo em vista tratar-se de “infração de menor potencial ofensivo”. O material apreendido seria encaminhado à sede da Justiça Eleitoral.
http://www.tribunademinas.com.br/tres-detidas-durante-campanha/

PESQUISA SENSUS: AÉCIO ABRE VANTAGEM DE 9 PONTOS SOBRE DILMA

PESQUISA ISTOÉ/SENSUS CONTRADIZ IBOPE E DATAFOLHA: DILMA TEM 45,4%

Pesquisa Sensus que será divulgada nesta sexta-feira (24) pela revista IstoÉ mostra, ao contrário das pesquisas Ibope e Datafolha divulgadas ontem (23), liderança do candidato tucano Aécio Neves, com 54,6% das intenções de votos nos últimos dias do segundo turno da eleição presidencial. Dilma Rousseff, candidata do PT à reeleição, aparece com 45,4%. O Sensus foi o único instituto a apontar, na véspera do 1º turno, que Aécio passaria ao 2º turno, e não Marina Silva (PSB).
A pesquisa também constatou que a dois dias das eleições 11,9% do eleitorado ainda está indeciso. “Como no primeiro turno, deverá haver uma grande movimentação do eleitor no próprio dia da votação”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Se for considerado o número total de votos, Aécio tem 48,1% e Dilma,  40%.
O  Sensus foi o único instituto de pesquisa a acertar o resultado do primeiro turno, que levou o candidato do PSDB à disputa do próximo domingo (26).
Pesquisa espontânea e rejeição
Na votação espontânea, quando nenhum nome é apresentado para o entrevistado, Aécio também está à frente de Dilma: o candidato do PSDB é  citado por 47,8% dos eleitores e a petista por 39,4%. Indecisos e votos em branco são 12,8% e 0,2% ainda citaram outros nomes.
O índice de rejeição à candidatura de Dilma Rousseff é elevado: 44,2% dos eleitores afirmaram que não votariam na presidenta de forma alguma. A rejeição contra o tucano Aécio Neves é de 33,7%. Segundo o diretor do Sensus, Ricardo Guedes, explicou à IstoÉ, quanto maior o índice de rejeição, menor a probabilidade de crescimento do candidato.
Últimos levantamentos
No último levantamento Sensus, na sexta (17), o candidato PSDB tinha 56,4% dos votos válidos, contra 43,6% da atual presidente. No dia 11, a vantagem do candidato tucano era maior: 58,8% contra 41,2%, segundo o Instituto Sensus.
A margem de erro da pesquisa Sensus é de 2,2 pontos percentuais. O Sensus ouviu 2.000 eleitores em 136 municípios, entre terça e esta sexta-feira (24). O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral como BR-01166/2014.
http://www.diariodopoder.com.br/noticias/pesquisa-sensus-aecio-lidera-com-vantagem-de-9-pontos-sobre-dilma/

CAMINHADA PELA CULTURA DA PAZ DE GUARATUBA - CONVITE


Mudanças no CTB: Veja os novos valores de multas que passam a valer a partir de novembro


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

MELHORES E PIORES LOJAS VIRTUAIS SEGUNDO O SITE RECLAME AQUI



PF encontra R$ 2 milhões em ouro enterrados em casa de Muriaé

Agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Polícia Federal (PF) no Rio apreenderam na terça-feira (21) cerca de 20 quilos de ouro, avaliados em mais de R$ 2 milhões, em uma residência na cidade de Muriaé (MG). 

A operação é continuidade de outra ação, deflagrada no dia 25 do mês passado, quando mais de R$ 3,5 milhões em dinheiro e 51 quilos de cocaína foram apreendidos nas comunidades da Mangueira, na capital fluminense, e do Salgueiro, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio.

De acordo com as investigações da PF, todo o material pertence ao traficante Antônio Hilário Ferreira, o Rabicó, que, mesmo preso, continua a comandar de dentro da cadeia o tráfico no Salgueiro, em São Gonçalo. O ouro estava escondido sob o assoalho da residência que pertence aos familiares do traficante, que está preso. Rabicó cumpre pena em Bangu, no Complexo Penitenciário de Gericinó, desde 2008.  

A operação policial teve como objetivo principal desarticular o braço financeiro da quadrilha. As investigações tiveram início há seis meses.

http://www.hojeemdia.com.br/noticias/pf-encontra-r-2-milh-es-em-ouro-enterrados-em-casa-de-muriae-1.276956

Matéria atualizada em 22/10/2014, às 14h45.

ACIDENTE NA FERNÃO DIAS MATA TRÊS MILITARES DO EXÉRCITO E FERE 21

terça-feira, 21 de outubro de 2014


Enzo Menezes, do R7, com Record Minas


O motorista teria perdido o controle da direção sob pista molhada e capotou na BR-381, na altura do km 765, entre as cidades de Três Corações e Campanha.

Dois morreram no local - um deles estava na cabine e outro na carroceria. 

No início da noite, o Exército confirmou a terceira morte - um militar que chegou a ser levado para o hospital. Dois estão internados em estado grave em Lavras e Varginha.

O veículo transportava o Grupo de Artilharia de Campanha de Jundiaí (SP) para a Escola de Sargentos das Armas em Três Corações. A identificação das vítimas ainda não foi divulgada.

O tombamento provocou outro acidente com veículo das Forças Armadas. Um caminhão carregado com papel higiênico que passava em seguida freou para evitar nova colisão e foi atingido por outro caminhão do Exército. Ninguém ficou ferido nesta batida, apesar do derramamento de parte da carga.

As pistas no sentido Belo Horizonte estão interditadas e há congestionamento de 8 km. No sentido São Paulo, há uma pista fechada para o socorro, o que provoca lentidão de 1 km, segundo a Autopista Fernão Dias.

Agentes da PRF (Polícia Rodoviária Federal) e do Corpo de Bombeiros atuam na ocorrência.

http://folhadosul.blogspot.com.br/2014/10/acidente-na-fernao-dias-mata-tres.html

terça-feira, 21 de outubro de 2014

ADESG/JF - CONVITE PALESTRA DO CHEFE DO ESTADO MAIOR DA 4ª BRIGADA DE INFANTARIA LEVE (MTH)


GOVERNADOR DE MINAS GERAIS ENTREGA A MEDALHA SANTOS DUMONT


No último dia 20 de outubro o governador de Minas Gerais, Alberto Pinto Coelho, fez a entrega da medalha Santos Dumont, em solenidade realizada na Fazenda Cabangu, em Santos Dumont/MG, onde nasceu o inventor do avião.

Concedida em três graus - ouro, prata e bronze –, a medalha foi criada em 1956 pela Lei 1.493, em comemoração ao primeiro voo do 14-Bis, em 23 de outubro de 1906, em Paris. 


Foram agraciadas este ano 226 personalidades, entre políticos, empresários, secretários, militares, professores e artistas que contribuíram em suas áreas de atuação para o desenvolvimento de Minas e do País. 

Entre eles destacamos os coronéis Augusto Perez e Luciano Lima, ambos servindo ao nosso Exército Brasileiro no Distrito Federal, o deputado federal reeleito Renzo Braz, os vereadores João do Joaninho e Júlio Gasparette.







Polícia Federal investiga suspeita de fraudes na UFJF

Atualizada às 11h36
Policiais federais fizeram, na manhã desta terça-feira (21), no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), busca de documentos e arquivos referentes a processos de seleção. A ação faz parte da operação “Password”, deflagrada para apurar responsabilidade criminal de servidores públicos federais relacionadas à suspeita de fraude em certames de interesse público. As investigações, que começaram em maio deste ano, apontam indícios de fraude para aprovação de 11 candidatos a concursos públicos para a UFJF.
Segundo informações da Polícia Federal, também há suspeita de crime de falsidade ideológica. Um professor da universidade teria assinado uma declaração que atestava uma condição que um candidato – que já era servidor da universidade – ainda não possuía para preencher requisito do edital e viabilizar sua posse.
A operação foi deflagrada em Juiz de Fora, Governador Valadares, Belo Horizonte e Brasília, envolvendo 106 agentes, para cumprir 23 mandados de busca e apreensão e dois mandados de afastamento de função pública e restrição de acesso a determinados locais.
Foi identificada a participação de servidores públicos ocupantes de cargos na UFJF, com participação eventual de dois secretários e um ex-secretário da Prefeitura de Governador Valadares.
Os servidores da UFJF envolvidos podem responder por associação criminosa, peculato e 11 vezes por fraude em certame de interesse público. As penas somadas para os crimes podem chegar a 108 anos de reclusão.
Já os candidatos beneficiados podem ser responsabilizados por fraude em certames de interesse público e estão sujeitos a pena de até seis anos de reclusão.
http://www.tribunademinas.com.br/policia-federal-cumpre-mandados-de-busca-e-apreensao-na-ufjf/

Aumento da passagem de ônibus é rejeitado pelos vereadores........ em Muriaé

A proposta de reajuste de 12,5% na passagem de ônibus em Muriaé, na Zona da Mata, foi rejeitada nesta segunda-feira (20) na Câmara Municipal.  Do total de 11 vereadores, nove votaram contra o aumento. A empresa União, responsável pelo serviço, reivindicava o aumento de R$ 2 para R$ 2,25.
A empresa chegou a solicitar o reajuste para R$ 2,70, mas após acordo com a Prefeitura de Muriaé, foi definido em R$ 2,25. Segundo o procurador jurídico da Câmara, Francisco Carvalho Correa, durante audiência pública na semana passada a empresa apresentou a planilha de custos sobre o reajuste da tarifa de ônibus. O valor da tarifa de R$ 2 se mantém no município há três anos. Ainda de acordo com o procurador jurídico, a empresa justificou o reajuste baseado no aumento do preço do combustível, em variação do salário de funcionários, ampliação nas linhas de ônibus, entre outros.
No entanto, o projeto ainda precisava passar pela avaliação na Câmara, onde ocorreu a rejeição. Agora, segue para avaliação do prefeito Aloysio Navarro de Aquino, que tem 15 dias úteis, após recebimento da documentação, para análise. O encaminhamento da proposta deverá ser feito ainda nesta terça-feira (21). Caso o Executivo aprove, o projeto ainda retorna para a Câmara para nova avaliação dos vereadores.
Francisco Carvalho Correa esclareceu que a empresa ainda pode reivindicar o reajuste na Justiça. O G1 entrou em contato com a União, mas o responsável pela empresa não estava no local para atender a reportagem.
http://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2014/10/aumento-da-passagem-de-onibus-e-rejeitado-pelos-vereadores-em-muriae.html

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

DIRETORIA DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO DO EXÉRCITO - CONVITE


ANDRÉA E O CEL AUGUSTO PEREZ EM JUIZ DE FORA

O querido casal de amigos, Andréa e o Cel Augusto Perez, ele antigo comandante do 4º Grupo de Artilharia de Campanha, hoje lotado da Secretaria Geral do Exército, em Brasília/DF, passaram o final de semana em Juiz de Fora.

O casal aproveitou o final de semana para rever amigos na cidade, já que nesta segunda-feira, 20 de outubro, o coronel Perez foi homenageado na cidade de Santos Dumont pelo governador de Minas Gerais, Alberto Pinto Coelho, com a medalha Santos Dumont, em comemoração ao Dia do Aviador, comemorado anualmente no dia 23 de outubro.

Na tarde de sábado, 18 de outubro, o casal Perez foi homenageado por este editor, e sua mãe Manoelina da Silva, em sua residência com um churrasco acompanhado de cervejotas e bons papos no ponto certo.

Muitos amigos estiveram presentes para rever e abraçar o casal que marcou sua passagem pela cidade devido ao alto astral e a amizade a todos dispensados.

As fotos registram as presenças.

Este editor, Cel Augusto Perez, Renato Braga, Andréa Perez e Manoelina da Silva

Cida Martins e Lucinha Almeida

Cel Augusto Perez, pastor Gabriel e Júlio

Lucinha Almeida e o vereador João do Joaninho

Basileu Tavares, este editor e Cel Augusto Perez

Renato Braga, Manoelina da Silva, colunista Caca Salermo, Basileu Tavares e Lucinha Almeida

Este editor e o vereador João do Joaninho ladeando Lucinha Almeida e Manoelina da Silva

Cel Augusto Perez, Andréa Perez e o vereador João do Joaninho

Ten Cel Pedro Mandarino, colunista Caca Salermo e o Cel Augusto Perez

O casal Perez ladeando a anfitriã Manoelina da Silva

ESCOLA DE SAMBA REAL GRANDEZA APRESENTA!


Costa diz que ex-ministra de Dilma recebeu R$ 1 mi da Petrobras

PUBLICADO EM 19/10/14 - 15h26
O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa disse ao Ministério Público que, em 2010, a estatal repassou R$ 1 milhão para a campanha ao Senado da petista Gleisi Hoffmann. 

Quando a presidente Dilma começou a governar, em 2011, ela se licenciou do mandato para assumir o cargo de ministra-chefe da Casa Civil, posto que ocupou até fevereiro deste ano.
Costa disse que recebeu o pedido para ajudar na candidatura de Gleisi e que o repasse foi feito pelo doleiro Alberto Youssef.
Ele lembrou ainda que naquele ano, o marido de Gleisi, Paulo Bernardo, ocupava o cargo de ministro de Planejamento, Orçamento e Gestão do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Neste ano, a petista concorreu ao governo do Paraná e terminou a disputa na terceira colocação, com 14,9% dos votos.
O ex-diretor da estatal disse ainda que tal doação pode ser comprovada através da inscrição que ele próprio lançou em sua agenda pessoal, apreendida pela Polícia Federal, no dia 20 de março, três dias depois da deflagração da Lava Jato.
Em uma página do caderno do ex-diretor consta, entre outras, a seguinte anotação: "PB 0,1". Segundo o delator da Lava Jato, o registro significa "Paulo Bernardo, R$ 1 milhão".
Os investigadores da Lava Jato tiveram a confirmação de que a quantia de R$ 1 milhão destinada à campanha de Gleisi foi entregue em espécie, em Curitiba, para "um emissário" da campanha da senadora.
Costa relatou que o dinheiro para a campanha de Gleisi saiu de uma cota equivalente a 1% sobre o valor de contratos superfaturados da Petrobrás. Ele disse também que esse valor era da "propina do PP", partido da base aliada ao governo Dilma que foi presidido pelo deputado José Janene (PR), morto em 2010. Janene foi líder do PP na Câmara dos Deputados e réu do mensalão federal no Supremo Tribunal Federal.
O ex-executivo da Petrobrás revelou que o PT e o PMDB eram contemplados com parcelas de valores dos contratos de diretorias da estatal. O partido do governo, segundo ele, ficava com até 3% em alguns casos.

Já Youssef contou em seu depoimento à Justiça Federal que Costa, apesar de cuidar do 1% destinado ao PP na diretoria de Abastecimento, que muitas vezes tinha que atender a pedidos do PMDB e do PT.
http://www.prensaescrita.com/adiario.php?codigo=POR&pagina=http://www.otempo.com.br

EME realiza Estágio de Preparação de Comandantes, Chefes e Diretores de Organizações Militares


Brasília – No período de 9 a 17 de outubro, o Estado-Maior do Exército realizou o Estágio de Preparação de Comandantes, Chefes e Diretores de Organizações Militares (EPCOM).

O Estágio tem por objetivo orientar os futuros Comandantes sobre os procedimentos operacionais e administrativos que deverão ser adotados durante o exercício de suas funções no Comando, Chefia ou Direção das OM.

Palestra do Chefe do CCOMSEx – General de Brigada Otavio Santana do Rêgo Barros "Comunicação é ferramenta de poder de combate"

Palestra do Diretor de Fiscalização de Produtos Controlados – General de Brigada Luis Henrique de Andrade

www.exercito.mil.br


A infraestrutura na mira do exército

Militares criam um sistema para vigiar grandes obras no País. A tecnologia, que será adotada pelo Ministério do Desenvolvimento, vai permitir a qualquer cidadão monitorar em tempo real a execução de projetos públicos.

Pergunte a um engenheiro qual é a fase mais importante de uma obra. Ele, provavelmente, vai responder que é o projeto. Se bem-feito, o planejamento garante uma execução sem surpresas. Tratando-se de licitações públicas, esse é um problema generalizado. A falta de informações e de detalhamento da obra pode gerar um edital mal especificado e, posteriormente, os famosos aditivos, que encarecem os contratos. Acabar com esse tipo de situação é a mais recente missão do Exército Brasileiro. No Quartel-General, em Brasília, uma equipe de engenheiros militares trabalha no desenvolvimento de um software capaz de catalogar absolutamente todas as grandes obras realizadas no País.
O projeto é capitaneado pelo general de brigada Marcelo Eschiletti, que comanda a diretoria de obras militares. O sistema, de codinome Opus, já está sendo utilizado pela diretoria, responsável por manter e atualizar os imóveis – como prédios administrativos e quartéis – de propriedade do Exército no País. “A ferramenta me permite ver o que está acontecendo em cada obra, na mesma hora”, afirma o general Eschiletti. “Se há qualquer atraso, fico sabendo.” Desenvolvido no Brasil, com ajuda da empresa americana Autodesk, criadora do AutoCad, software de engenharia mais utilizado do mundo, o sistema Opus chamou a atenção do governo.
Desde o ano passado, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), dirigido pelo ministro Mauro Borges, trabalha em parceria com o Exército para replicar o sistema, que estará disponível a todas as empresas participantes de licitações de obras públicas. A ideia é criar uma biblioteca de projetos que servirão de modelo para toda e qualquer obra pública, em especial as de infraestrutura. “Obras são muito semelhantes”, afirma Eschiletti. “Uma estrada, por exemplo, é sempre uma estrada.” Ao padronizar os modelos utilizados, o Exército e o governo esperam acabar com os editais mal elaborados e obras que, no final, acabam custando muito mais do que o previsto.
É o caso, por exemplo, da construção das usinas de Belo Monte, no Pará, e de Santo Antônio, em Rondônia. A primeira, orçada inicialmente em R$ 19 bilhões, em 2010, para ser construí­da em quatro anos, já exigiu um desembolso de R$ 30 bilhões. A segunda estourou o orçamento em R$ 1,5 bilhão. Até o fim deste ano, o Mdic planeja lançar um portal no qual essa biblioteca poderá ser acessada, segundo afirmou Marcos Otávio Bezerra Prates, diretor do departamento de indústria intensiva do ministério, no fim do ano passado. Com o sistema em funcionamento, as empresas que entraram em licitações terão de basear suas propostas em projetos pré-aprovados e bem detalhados.
Além disso, elas terão de apresentá-las em arquivos digitais, o que vai acarretar mudanças na forma de trabalho da iniciativa privada. O Opus exige que as plantas e demais desenhos do projeto sejam feitos em 3D. Os arquivos digitais precisam se adequar a um formato específico, em linha com um conceito chamado modelagem de informações da construção (BIM, na sigla em inglês). Trata-se de uma tecnologia ainda pouco difundida no Brasil. Segundo um estudo da consultoria americana McGraw Hill, especializada no setor, cerca de 70% das empresas que usam esse tipo de sistema o fazem há menos de dois anos e têm, portanto, pouca experiência no assunto.
Além disso, o BIM é utilizado em apenas um terço dos projetos por 75% das construtoras que já o adotaram. O potencial de controle do Opus, no entanto, é muito maior do que a padronização dos projetos a serem licitados. Em demonstração feita à DINHEIRO, o coronel Alexandre Fitzner do Nascimento, um dos responsáveis pelo sistema, mostrou como o software está revolucionando a gestão das obras militares. Na tela do seu computador, um mapa mostrava todas as empreitadas em curso. Dando um zoom no local a ser analisado, ele tem acesso a informações básicas, como orçamento e objetivo.
A cada aproximada, mais dados vão sendo disponibilizados. Em certo ponto, Fitzner acessou imagens transmitidas diretamente do local da obra, além de um desenho em 3D do prédio a ser construído. Com o mouse, ele conseguia fazer um “tour” virtual pela edificação, inclusive em sua parte interna. “Fizemos a gestão de mais de 200 projetos, no ano passado, com apenas sete pessoas”, afirma o coronel. A ideia do Mdic é tornar o sistema aberto a qualquer pessoa que queira consultá-lo, por meio da internet. Para os engenheiros e empresários do setor, será como assistir a um verdadeiro reality show da construção.
http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20141017/infraestrutura-mira-exercito/200301.shtml

FIQUE ATENTO: Operadoras querem cortar internet de quem atingir a franquia

As operadoras devem estrear um novo formato de cobrança por internet no Brasil no qual o cliente é obrigado a pagar por um pacote adicional assim que sua franquia terminar. Com isso, será o fim da chamada "velocidade reduzida".

A novidade será implementada primeiro pela Vivo, segundo reporta O Globo. Maior operadora do país, com 79 milhões de clientes, a empresa apresentará o formato primeiro a quem tem celular pré-pago para, futuramente, mirar os clientes de planos pós-pagos.

Atualmente, um dos pacotes mais usados na modalidade pré-paga custa R$ 6,90 e garante 75 MB. Quando essa franquia acaba, o usuário não é desconectado; ao invés disso, recebe internet em velocidade reduzida, que chega a ser de apenas um décimo do total contratado.

Em novembro, quando o limite for alcançado a internet será cortada e, para continuar navegando, a pessoa precisará comprar 50 MB adicionais por R$ 2,99 para usar pelos próximos sete dias.

Oi e TIM confirmaram que também estudam migrar para esse formato e, embora a Claro não tenha comentado, O Globo diz que a operadora acompanhará as adversárias.

É assim que funciona em países da Europa e nos Estados Unidos e as operadoras argumentam que precisam acabar com a velocidade reduzida para que os clientes tenham uma experiência mais fiel em relação à internet que contrataram - já que muitos passam boa parte do tempo navegando por uma internet bem inferior.

Ao mesmo tempo, a novidade aumentará a receita das empresas, que passarão a vender esses pequenos pacotes adicionais.

ATUALIZADA às 15h15

Em nota ao Olhar Digital, a Telefônica Vivo confirmou que haverá mudanças na oferta de internet móvel ilimitada, que depende da redução de velocidade ao fim da franquia contratada. Mas a empresa ressaltou que, por enquanto, isso só ocorrerá nos estados do Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Nesses locais os clientes de planos pré-pagos terão o serviço interrompido assim que o pacote terminar. Ao atingir 80% do contratado eles receberão uma mensagem SMS de aviso e, quando a franquia efetivamente terminar, chegará outro SMS, desta vez com a oferta de um pacote com 50 MB adicionais por R$ 2,99 e que terá validade de sete dias.
"O cliente agora navega sempre em alta velocidade, sem o incômodo de o desempenho ser reduzido quando a franquia acaba", justifica a empresa. "Existe também a opção de o cliente fazer um upgrade de pacote, com a franquia de internet mais adequada às suas necessidades."

Segundo a operadora, o mesmo formato poderá ser estendido a outras regiões e aos clientes de planos pós-pagos nos próximos meses.

http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/44748/44748

Outras Ideias com Maria Adelaide do bairro JK em Juiz de Fora

Após se aposentar e enfrentando doença crônica, moradora do JK faz duas faculdades e monta casa de cultura.

Por Mauro Morais


O relógio de Maria Adelaide Magalhães, a Dadá, segue um compasso diferente. Há uma urgência em tudo o que faz, principalmente em relação à pequena casa de número 125 da Rua José Teodoro dos Santos, no Bairro JK, Zona Sudeste de Juiz de Fora. Sentada à mesa repleta de quitutes e de um saboroso suco natural de abacaxi, ela conta sobre seus planos para o espaço cultural que decidiu implantar na morada em frente à sua. O lugar deve abrigar uma biblioteca, uma sala de informática, um ateliê de pintura, uma cozinha e uma sala de estudos, além de outras propostas que surgirem pelo caminho. Ao lado de um lote onde em 2008 ocorreu o desabamento de uma casa e um grande deslizamento de terra, o projeto de Adelaide serve como injeção de autoestima para uma comunidade ainda fragilizada com as lembranças de uma tragédia.
“Se eu conseguir fazer com que cinco crianças frequentem aqui, está ótimo. Se três adolescentes fizerem um curso e forem empregados, já é um sucesso. Quero dar acesso, mostrar que é possível mudar”, diz, apontando para as muitas necessidades do espaço, como mais livros, outras mobílias e voluntários. “Você pode até pensar que é ser muito altruísta, mas não”, apressa-se a responder a um questionamento meu. “O Estado é que tem que cumprir seu papel, mas já que está assim, faço minha parte. E acho que posso fazer mais. As comunidades não podem ser esquecidas. A história nos mostra que os pobres sempre foram tirados dos centros urbanos e levados para cada vez mais longe de seus trabalhos, para as margens. Isso não pode continuar. Se cada um cuidasse um pouco mais do outro, desse uma chance, tudo seria diferente”, reflete.

Casa a prestação

Comprada de um irmão, a residência foi financiada em muitas prestações, mas nada que faça Adelaide desistir. “É o financiamento de um sonho”, diz a filha Ana Paula. “Estou suando para pagar. Não tenho mais tempo para ficar rica, já trabalhei, criei meus filhos. Eles estão cuidando da vida deles, e eu cuido da minha do jeito que quero, mas teve um tempo em que eu não cuidava como queria, mas do jeito que tinha que cuidar”, pontua a mãe de um casal, a turismóloga Ana, que ano que vem pretende dar uma volta ao mundo, e o mergulhador da marinha Paulo. Observando as paredes da casa, ela explica: “Essa cor foi o seguinte: Meu dinheiro só dava para comprar essa tinta, mas quando der vai ser colorida. Quero fazer tudo, tenho até um pouco de angústia”. Nascida e criada em Juiz de Fora, Adelaide mudou-se para o JK ainda menina, com os pais e os quatro irmãos. Perguntada sobre as raízes desse seu desejo de mudança, ela pensa e me diz: “Acho que isso vem do meu pai. Ele morreu cedo, mas sempre foi muito envolvido com a causa dos metalúrgicos. Na época da ditadura, ele teve até que sair da cidade”, recorda-se ela, que aos 18 perdeu a mãe, ampliando, assim, suas responsabilidades.

Assistente social artista

Secretária de escola aposentada, Adelaide decidiu, já próxima dos 60 anos, começar o curso de serviço social, numa faculdade particular, onde se formou em 2010. Há um ano e meio, ela cursa o bacharelado interdisciplinar em artes e design na UFJF. “Comecei a pintar em um curso de comunidade, oferecido pela Prefeitura, e agora vou me formar na área”, conta, sorrindo. Assim como pegar dois ônibus cheios para chegar à sala de aula pela manhã não é um problema, a convivência com garotos bem mais novos que ela também não é. “Não tenho problema de relacionamento com professor ou aluno. É tudo muito bom. Tenho uma rotina normal de faculdade, corro para lá e para cá o dia inteiro”, afirma. “Ela não falta aula”, conta a filha. “Ela tem um disposição incrível, não conta as tristezas da vida”, completa Ana Paula. Diagnosticada com artrite, Adelaide convive 24 horas com fortes dores e ainda assim encontra disposição para cair no samba do carnaval na Marquês de Sapucaí, onde vai todo ano, e para tomar vinho com amigas como Cirley, que a ajuda na formação do espaço cultural. “Gosto de tomar vinho, mas quando tenho dinheiro tomo um bom, quando tenho menos, tomo um médio. O melhor vinho é o que cabe no meu bolso. Sempre tive uma vida apertada, mas nunca infeliz”, destaca.

Outro relógio

Logo que conquistou o diploma de assistente social, a mulher que sempre se dedicou às melhorias de seu bairro fez alguns trabalhos voluntários, mas é no chão onde pisa todos os dias que ela quer fincar sua bandeira por outro futuro. Adelaide, na verdade, não se prende ao passado ou ao presente para escrever o dia seguinte. “Já estive muito doente, fiquei um mês na cama sem poder levantar, por causa da artrite. Fui a um médico, em Barbacena, que me disse: ‘Não pare de trabalhar, porque senão vai ficar entrevada’”, conta. Com seu tom de voz carregado de entusiasmo e um sorriso acolhedor, Adelaide olha para a casa que comprou, já com alguns livros e muitos quadros pintados por ela, com os olhos marejados: “Já estive muito comprometida. O problema, hoje, é não ter maiores problemas. Não adianta ficar sentada chorando. Não sei quanto tempo tenho para fazer alguma coisa para alguém. Enquanto houver tempo, farei a minha parte”.

http://www.tribunademinas.com.br/outras-ideias-com-maria-adelaide/

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Consumo prolongado de omeprazol pode levar a demência

Por Leandro Isola

O omeprazol é o segundo medicamento mais consumido no mundo, da classe dos anti-ulcerosos que reduz a secreção ácida, o medicamento é utilizado por quem tem esofagite de refluxo; gastrite; acidez estomacal; úlcera duodenal; úlcera do estômago e outros tratamentos, mas muitas vezes as pessoas usam esse medicamento sem passar por um médico o que é um grande problema, pois além da automedicação não ser indicada, o uso prolongado de omeprazol pode levar a demência segundo estudo publicado na revista da Associação Médica Americana (JAMA).
Veja também em nosso site : Alimentos ótimos para estômago sensível
A notícia não surpreendeu os médicos, “Há mais de 5 anos os médicos vinham ouvindo falar da existência de todos estes efeitos secundários. Mas torna-se difícil a sensibilização tanto dos profissionais de saúde como dos seus pacientes, a fazer o uso mais racional deste medicamento”, diz o presidente da Seção de Medicina da Família e da Academia de Ciências Médicas de Bilbao, José Antonio Estévez.
O aparecimento de omeprazol, segundo especialista, foi uma autêntica revolução no tratamento de úlceras gástricas eu é uma das principais indicações do medicamento.
O estudo avaliou a relação entre o consumo contínuo (por dois anos ou mais) de doses elevadas de omeprazol, que correspondem a 40 miligramas diários e a falta de vitamina B12 no organismo, que pode levar a problemas neurológicos graves, como demência e anemia. Durante 14 anos (de 1997 a 2011), os especialistas fizeram a comparação entre um grupo de 25.956 pacientes com diagnóstico de déficit de vitamina B12, com outro de 184.199 pessoas sem esse transtorno.
O estudo concluiu que as pessoas que tomaram omeprazol ou similar durante muito tempo tinham 65% mais chances de ter níveis baixos de vitamina B12. Os pacientes que utilizam o medicamento mediante consultas médicas não precisam se preocupar. A pesquisa, no entanto, recomenda que as pessoas que se automedicam devem, ao menos, reduzir a quantidade de remédio pela metade, ou ao menos fazer pausas entre um período e outro de uso. Assim, parte da quantidade de vitamina B12 necessária poderia ser recuperada pelo organismo.
Mas fora o estudo o correto é nunca usar o médico sem orientação médica.
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