segunda-feira, 22 de abril de 2013

ALAE - 3ª NOITE ITALIANA - CONVITE


TEN CEL AUGUSTO PEREZ JÁ RECEBEU O CARRO QUE GANHOU EM PROMOÇÃO DA SONY





Tarifa de extensão de estabelecimento não será mais cobrada pela SAU


O secretário de Atividades Urbanas de Juiz de Fora (SAU), Basileu Tavares, se reuniu nesta segunda-feira, 22, com representantes de bares e restaurantes que utilizam área de recuo do estabelecimento para a colocação de mesas e cadeiras. 


Durante a reunião, o secretário anunciou que a taxa para este tipo de recuo não será cobrada. “Após estudos sobre essa situação, com análise jurídica, foi acertado que esse tipo de tarifa não seria cobrada do proprietário, por não ser considerada uma área de domínio público. Seguimos o que está previsto na Lei 11.197/06, do Código de Posturas, e o Decreto 9.117/07, que a regulamenta. Mas é bom salientar que os casos devem ser analisados individualmente”, explicou o supervisor de licenciamento de atividades em área de domínio público, Floriano Pinto Maia.

O chefe do Departamento de Licenciamento, Ricardo Santos Rabello, afirmou que a reunião também foi importante para “normatizar as regras sobre os números de mesas e cadeiras e também esclarecer para quem pedir a renovação de licença que uma autorização do condomínio e de confrontantes também deve ser apresentada durante o processo. Essa medida serve de resguardo para o morador, comerciante e Prefeitura.”

Basileu Tavares ressaltou a importância de “compartilhar decisões, ouvir os atores envolvidos com a secretaria. Ouvir as reivindicações dos segmentos, analisar e discutir soluções são práticas da atual gestão.”

* Informações com a Assessoria de Comunicação da SAU pelo telefone 3690-7454. 


SECRETARIA DE ATIVIDADES URBANAS

SAU, SAA e Bombeiros discutem a normatização de espaços públicos


Uma reunião na manhã desta segunda-feira, 22, entre os secretários Basileu Tavares (Secretaria de Atividades Urbanas – SAU) e Marlon Mendes (Secretaria de Agropecuária e Abastecimento – SAA) e o tenente-coronel do Corpo de Bombeiros, Anderson Luiz Esteves Gomes, teve como tema a adequação dos espaços públicos no que diz respeito à Lei 14.130/01, de prevenção e combate a incêndio e pânico. “Temos algumas situações que precisam ser revistas, como o parque de exposições. O Corpo de Bombeiros (CB) e a Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) trabalham juntos para que tudo siga as normas estipuladas”, afirmou Marlon.

Sobre o parque de exposições, o tenente-coronel explicou sobre o projeto para o local. “O objetivo é a estruturação da segurança na realização de eventos na área. Esse projeto já deu entrada na corporação e reuniões periódicas serão realizadas daqui para frente, para a adequação do que está proposto na legislação”, afirmou. Ele destacou ainda que “a meta da Prefeitura é regularizar todos os espaços públicos, seguindo as normas estabelecidas na lei. É importante destacar que todo o secretariado está empenhado, junto ao CB, para o cumprimento da legislação.”

Basileu Tavares ressaltou a importância do encontro. "Demos mais um passo para a busca de solução de um problema que já se arrasta ao longo dos anos", disse o secretário.

* Informações com a Assessoria de Comunicação da SAU pelo telefone 3690-7454. 

SECRETARIA DE ATIVIDADES URBANAS

PREFEITURA DE JUIZ DE FORA E 4ª RPM - CONVITE


4ª Companhia de Comunicações – Despedida Gen Rêgo Barros

Belo Horizonte
A Companhia realizou formatura de despedida ao General Otávio Santana do Rêgo Barros, Comandante da 4ª Brigada de Infantaria Leve (Montanha), em sua última visita como Comandante daquela Grande Unidade.
Foto: Sd Carneiro
Foto: Sd Carneiro

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Campo de Instrução de Juiz de Fora - Notícias

Centro de Educação Ambiental e Cultura – Curso
Juiz de Fora (MG)
No dia 12 de abril, militares do Campo de Instrução de Juiz de Fora e Centro de Educação Ambiental e Cultura participaram de Curso de Coleta, Marcação de Matrizes e Manejo de Sementes Florestais Nativas, que teve como objetivo selecionar sementes para a formação de mudas a serem plantadas no horto da Organização Militar. 
O curso foi ministrado pela ONG Programa de Educação Ambiental – PREA, no Parque Municipal da Lajinha (Juiz de Fora/MG).
Foto: Arquivo do Campo de Instrução de Juiz de Fora/Centro de Educação Ambiental e Cultura

www.exercito.gov.br

Começam serviços para construção de mergulhão na Praça dos Poderes

Começaram nesta segunda-feira, 22, os serviços preliminares para a construção do mergulhão que vai ligar a Avenida Francisco Bernardino à Praça dos Poderes, no centro de Juiz de Fora. Além disso, as obras na ponte do Tupynambás estão avançando, mantendo-se o prazo de conclusão em outubro de 2013. Já a Ponte dos Poderes, tem prazo de conclusão em setembro. 

Na Ponte do Tupynambás foi feita a locação das estacas nesta segunda-feira, e também começou a dobragem da ferragem do bloco de coroamento na margem direita do Rio Paraibuna. Na margem esquerda, está sendo concretado o bloco e, assim que esse trabalho for finalizado, será feita a cortina nessa margem.

No mergulhão, começaram os serviços preliminares, que têm previsão de serem concluídos em um mês, para aí dar início às obras. Nesta segunda-feira, está sendo feita a demolição de uma guarita próxima ao prédio da Justiça Federal. Nestas obras preliminares, além da demolição, será feita uma rua dentro deste terreno para dar acesso ao prédio da Justiça Federal e remanejamento do trânsito, de forma a não causar transtornos na região. 

* Outras informações com a Assessoria de Comunicação da Secretaria de Obras, pelo telefone 3690-7403.

SECRETARIA DE OBRAS

CERVEJA OFICIAL DA FEIJOADA CESAR ROMERO 2013



CERVEJA OFICIAL 


Mais uma grande marca vai se juntar aos parceiros da Feijoada 2013. 


A Budweiser, líder do mercado brasileiro de cervejas premium, estará presente na festa do dia 8 de junho, no La Rocca. 


O sinal verde foi dado pelos irmãos Eduardo e Gustavo Neves, diretores da Tarumã Distribuidora.

12º GAC - INCORPORAÇÃO CFS 2013 - CONVITE


CONSELHO NACIONAL DOS OFICIAIS DA RESERVA - 16 ANOS

Em meu nome e de amigos oficiais R/2 de Juiz de Fora/MG, cumprimentamos o Ten Sérgio Monteiro, presidente do Conselho Nacional dos Oficiais da Reserva do Exército R/2, diretores e associações integrantes, pela passagem de mais um aniversário de criação, completado hoje, 22 de abril.

Reserva atenta e forte!




BRASIL - 513 ANOS


História do Descobrimento do Brasil

Em 22 de abril de 1500 chegava ao Brasil 13 caravelas portuguesas lideradas por Pedro Álvares Cabral. A primeira vista, eles acreditavam tratar-se de um grande monte, e chamaram-no de Monte Pascoal. No dia 26 de abril, foi celebrada a primeira missa no Brasil.

Após deixarem o local em direção à Índia, Cabral, na incerteza se a terra descoberta tratava-se de um continente ou de uma grande ilha, alterou o nome para Ilha de Vera Cruz. Após exploração realizada por outras expedições portuguesas, foi descoberto tratar-se realmente de um continente, e novamente o nome foi alterado. A nova terra passou a ser chamada de Terra de Santa Cruz. Somente depois da descoberta do pau-brasil, ocorrida no ano de 1511, nosso país passou a ser chamado pelo nome que conhecemos hoje: Brasil. 

A descoberta do Brasil ocorreu no período das grandes navegações, quando Portugal e Espanha exploravam o oceano em busca de novas terras. Poucos anos antes da descoberta do Brasil, em 1492, Cristóvão Colombo, navegando pela  Espanha, chegou a América, fato que ampliou as expectativas dos exploradores. Diante do fato de ambos terem as mesmas ambições e com objetivo de evitar guerras pela posse das terras, Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Tordesilhas, em 1494. De acordo com este acordo, Portugal ficou com as terras recém descobertas que estavam a leste da linha imaginária ( 200 milhas a oeste das ilhas de Cabo Verde), enquanto a Espanha ficou com as terras a oeste desta linha. 

Mesmo com a descoberta das terras brasileiras, Portugal continuava empenhado no comércio com as Índias, pois as especiarias que os portugueses encontravam lá eram de grande valia para sua comercialização na Europa. As especiarias comercializadas eram: cravo, pimenta, canela, noz moscada, gengibre, porcelanas orientais, seda, etc. Enquanto realizava este lucrativo comércio, Portugal realizava no Brasil o extrativismo do pau-brasil, explorando da Mata Atlântica toneladas da valiosa madeira, cuja tinta vermelha era comercializada na Europa. Neste caso foi utilizado o escambo, ou seja, os indígenas recebiam dos portugueses algumas bugigangas (apitos, espelhos e chocalhos) e davam em troca o trabalho no corte e carregamento das toras de madeira até as caravelas. 

Foi somente a partir de 1530, com a expedição organizada por Martin Afonso de Souza, que a coroa portuguesa começou a interessar-se pela colonização da nova terra. Isso ocorreu, pois havia um grande receio dos portugueses em perderem as novas terras para invasores que haviam ficado de fora do tratado de Tordesilhas, como, por exemplo, franceses, holandeses e ingleses. Navegadores e piratas destes povos, estavam praticando a retirada ilegal de madeira de nossas matas. A colonização seria uma das formas de ocupar e proteger o território. Para tanto, os portugueses começaram a fazer experiências com o plantio da cana-de-açúcar, visando um promissor comércio desta mercadoria na Europa.




Magistrados emplacam parentes no TJ-RJ

ITALO NOGUEIRA
DO RIO


Há dias circula a informação de que há uma articulação para tornar Marianna Fux, filha do ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux, desembargadora do Rio. Se a operação for bem-sucedida, não será inédita. Cerca de 16% desses cargos no Tribunal de Justiça do Estado são ocupados por parentes de magistrados ativos ou aposentados.

A taxa de parentesco aumenta no chamado quinto constitucional, em que um quinto das vagas é destinado a membros do Ministério Público e da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).

Dos 36 desembargadores hoje na ativa e que foram escolhidos desta forma, 10 têm algum vínculo no Judiciário.

A reportagem identificou no TJ-RJ 28 desembargadores com parentesco entre si, com magistrados aposentados ou ministro do Supremo Tribunal Federal. Isso representa 15,7% dos 178 que compõem o órgão.
Editoria de Arte/Folhapress
TROCA DE FAVORES
Não há vedação legal para a prática. Mas ela, comum no Poder, indica uma "troca de favores" entre magistrados, membros do Ministério Público, integrantes da OAB e políticos, afirma o desembargador Siro Darlan, membro da AJD (Associação Juízes para a Democracia).

"Ninguém quer proibir magistrado de ter filho juiz. Mas o percentual de parentes desembargadores mostra que há um favorecimento", disse.

Presidente da OAB do Rio de Janeiro, Felipe Santa Cruz afirma que não é possível impedir que os filhos sigam a carreira dos pais.

"É um risco generalizar. Temos filhos de desembargadores que são brilhantes. Há casos no Brasil de famílias de ministros, de juristas. Nem por isso houve uma fraude."

Procurados pela reportagem, o Ministério Público e o TJ não se pronunciaram até o fechamento desta edição.

TRAMITAÇÃO

Há duas formas para se tornar desembargador. Quatro quintos do quadro do TJ são escolhidos entre juízes do próprio tribunal. São indicados por antiguidade e merecimento, alternadamente.

Um quinto das vagas é reservada para membros do Ministério Público e da OAB. Esses órgãos, alternadamente, fazem lista com seis nomes. O TJ analisa os candidatos e envia três opções ao governador do Estado, que decide quem ocupará a vaga.

A última escolhida por Sérgio Cabral (PMDB) foi a procuradora Mônica de Faria Sardas, filha da desembargadora Letícia de Faria Sardas, que atualmente é presidente do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Rio.

Ela tem 22 anos de carreira no Ministério Público. Obteve a vaga na terceira tentativa, após a mãe assumir a presidência da corte.

Na cerimônia de posse de Sardas, a presidente do TJ-RJ, desembargadora Leila Mariano, afirmou: "[Ela] Fará com que o nome Faria Sardas seja uma referência".

A mãe da magistrada recém-empossada declarou, de acordo com o site "Consultor Jurídico": "No Brasil temos pais com filhos ou filhas, ambos desembargadores, mas mãe e filha não há em nenhum dos tribunais no país. Para mim isso é de uma grande emoção".
Darlan criticou. "A presidente do TRE [é alguém] de quem o governador em certa medida depende. Emplacar a filha desembargadora não é republicano."

Procuradas, as desembargadoras não se pronunciaram até a conclusão desta edição. A assessoria do governador disse apenas que ele escolheu um nome da lista tríplice enviada pelo TJ.

"Ter uma procuradora de Justiça que chega ao Tribunal de Justiça é quase uma etapa da carreira. O Ministério Público do Rio é seríssimo. Não é pelo fato de ser filha de alguém que a pessoa está inapta ao cargo", disse Felipe Santa Cruz, da OAB.

Morre militar que caiu de uma altura de 90 metros em Petrópolis, RJ


O militar Andrey dos Santos Vieira, de 22 anos, que despencou de uma altura de aproximadamente 90 metros, quando escalava a 'Pedra da Formiga', no bairro Boa Vista, em Petrópolis, Região Serrana do Rio, morreu na tarde deste domingo (21) no Hospital Santa Teresa (HST), também em Petrópolis. O hospital confirmou, por meio de nota a imprensa, a morte cerebral de Andrey. Segundo o comunicado, a família autorizou a doação de órgãos e uma equipe da Rio Transplantes foi chamada ao HST para realizar o procedimento.
Andrey e Matheus Marinho, de 20 anos, escalavam a 'Pedra da Formiga' e sofreram um acidente na na tarde desta sexta-feira (19). Matheus ficou pendurado por quase três horas e foi resgatado sem nenhum ferimento. Quatro bombeiros auxiliaram no delicado resgate. Ambos são do Exército Brasileiro, mas estavam de folga. As causas do acidente ainda são desconhecidas. Existe a hipótese de que um grampo teria se desprendido, mas uma possível falha humana também não foi descartada.
Andrey dos Santos foi encaminhado para o Hospital Santa Teresa em estado gravíssimo. Ele sofreu escoriações por todo o corpo, danos no cérebro e pulmões e ficou internado na UTI. Uma equipe de neurocirurgiões e um médico do Exército acompanharam o quadro de saúde do rapaz.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a 'Pedra da Formiga' propicia uma escalada de até 120 metros de altura. O local possui várias vias para escalar, tanto fixas quanto móveis. O local é bastante frequentado por quem aprecia este tipo de esporte.
"Nós ouvimos ele (Matheus) gritar por ajuda. A vizinhança correu para chamar socorro. Nunca tinha visto alguém despencar da pedra, mas já vi gente ficando presa, sim", disse Edgar França, de 25 anos, morador do local.
Paixão pela escalada
Nas redes sociais, Andrey e Matheus confessavam suas paixões pela escalada. Com inúmeras fotos em paredões rochosos, os dois não escondiam o prazer em praticar o esporte radical. Experientes, ambos possuíam cursos de escaladas.

Exército terá 600 militares contra terrorismo nas Confederações


Mais 250 atuarão contra armas químicas, bacteriológicas e nucleares.
Tropa vistoriou as 6 cidades-sede dos jogos buscando vulnerabilidades.

Tahiane StocheroDo G1, em São Paulo

Armas químicas nucleares  (Foto: Batalhão DQBN/Divulgação)Brasil tem única tropa da América do Sul autorizada
para casos de armas químicas e bacteriológicas
(Foto: Batalhão DQBN/Divulgação)
O Exército terá 600 militares especializados em combate ao terrorismo atuando nas seis cidades-sede da Copa das Confederações, que começa em 15 de junho com a partida entre Brasil e Japão, em Brasília.

Outros 250 homens, treinados para identificar, conter e prevenir ataques com armas químicas, bacteriológicas, nucleares e radiológicas, serão usados em varreduras e descontaminações buscando prevenir qualquer incidente durante os jogos.
Segundo o coronel Richard Fernandez Nunes, que integra o Centro de Coordenação de Prevenção e Combate ao Terrorismo, criado pelo Exército para centralizar as atividades ligadas ao tema durante o evento, o planejamento sobre como as tropas serão empregadas em Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Salvador e Brasília, será finalizado em maio.
Em cada uma das sedes da Copa das Confederações haverá tanto um grupo específico para terrorismo e quanto um para defesa química, bacteriológica e nuclear (DQBN, como o termo é como conhecido no meio militar).
“Nesta semana (de 15 a 19 de abril), grupos de 10 homens que atuam nestas áreas visitaram as seis cidades-sede da Copa das Confederações para um reconhecimento inicial, conversar com os órgãos de segurança e de defesa civil para identificar vulnerabilidades, locais que devem ter atenção ou requerem inspeções específicas para prevenir qualquer incidente. Eles farão relatórios que nos trarão dados importantes sobre como iremos dividir as ações com as polícias nestes locais”, disse Nunes ao G1.
exército terrorismo (Foto: Brigada de Operações Especiais/Divulgação)Tropa do Exército treina para combate a terrorismo
em Goiânia (Foto: Brigada de Operações Especiais)
G1 divulgou no último dia 17 que o atentado na maratona de Boston, nos EUA, que deixou 3 mortos e 176 feridos, preocupou o governo em relação ao tema.

Por um acordo entre os Ministérios da Justiça e da Defesa, a coordenação das atividades de terrorismo na Copa das Confederações, na Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas, de 2016, está nas mãos do Exército.

Os militares serão responsáveis ainda pelas ações de contra-terrorismo (pronta-resposta a possíveis ataques), enquanto que a Polícia Federal fará o monitoramento de suspeitos e o levantamento de inteligência para prevenção. Apesar das polícias Civil e Militar de alguns Estados realizarem treinamentos simulando ações contra o terror, elas só irão ajudar quando forem convocadas.
“Em cada cidade-sede haverá um centro de coordenação em que será decidido como iremos dividir as tarefas. Para as polícias dos estados, a atuação em alguns locais é mais rotineira, eles conhecem melhor a região, estão acostumados com o ambiente. O que faremos é atuar de forma conjunta e distribuir capacidades”, explica o oficial.
“Nenhuma agência ou órgão do país é capaz de dar conta sozinho da questão de terrorismo. É uma operação interagências, todos trabalharão integrados”, define.
O risco existe quando há um nível de ameaça e também há vulnerabilidade. Vamos evitar as ameaças e sanar as vulnerabilidades. Ninguém quer que ocorra. Mas se algo ocorrer, estamos preparados"
Richard Nunes
Coronel do Exército
Armas químicas e nucleares
O Brasil possui a única unidade da América Latina certificada pela Organização Internacional para Proibição de Armas Químicas com capacitação para atuar em casos de ataque com agentes químicos, bacteriológicos, nucleares e radiológicos.

O batalhão DQBN do Exército, localizado no Rio de Janeiro, distribuirá ao menos 120 soldados em três cidade-sede dos jogos: Rio, Belo Horizonte e Recife. Cada uma terá 40 homens do ramo. Na capital fluminense ficará ainda um contingente de reserva.
Uma companhia deste batalhão, sediada em Goiânia (GO), empregará outros 50 homens em Brasília. Os mesmos soldados, após o evento de abertura da Copa das Confederações, seguem para Fortaleza. Já uma tropa da Marinha empregará 60 soldados especializados em Salvador.
Armas químicas nucleares (Foto: Batalhão DQBN/Divulgação)Na Rio+20, realizada em 2012, sala de reunião de
presidentes é vistoriada contra agente nuclear
(Foto: Batalhão DQBN/Divulgação)
Já os militares de combate ao terrorismo, treinados no Comando de Operações Especiais, em Goiás, serão agrupados em destacamentos de 80 a 100 cada um nas seis cidades-sede. Um contingente de reserva ficará em Brasília.
“Como os grandes eventos realizados até então no Brasil eram em uma só cidade, a Copa das Federações, com seis cidades atuando de forma simultânea, será um teste de coordenação para a Copa do Mundo, em que teremos jogos em 12 capitais”, explica o coronel.
Desde 2012, o Exército aumentou o ritmo de treinamento dos soldados especializados.  O curso de DQBN, que era realizado a cada dois anos para oficiais e para praças, passou a ser realizado anualmente, e o número de profissionais formados passou de 12 para 24 por vez.

“Até as Olimpíadas de 2016 vamos aceleramos o ritmo dos cursos para duplicar o número de homens que sabem manusear os equipamentos, que são extremamente complexos e capazes de localizar áreas infectadas com material químico ou nuclear e também identificar qual é o agente”, diz o oficial.
Armas químicas nucleares (Foto: Batalhão DQBN/Divulgação)Curso de preparação contra contra armas químicas
no Rio (Foto: Batalhão DQBN/Divulgação)
Mais de R$ 60 milhões foram gastos também para a aquisição de laboratórios e equipamentos com sensores que permitem localizar e descobrir agentes químicos e bacteriológicos dos mais diversos tipos, como a ricina, substância tóxica que pode matar entre 24 e 72 horas e que foi encontrada em cartas endereçadas ao presidente dos EUA, Barack Obama, após os ataques de Boston.

“Já tínhamos estas tecnologias. O que estamos fazendo é adquirindo mais, para termos disponíveis em todas as sedes da Copa das Confederações, e também obtendo materiais novos para descontaminação. Substâncias como a ricina, que são em pó, são mais fáceis de se localizar, porque há um indício da presença. O mais complicado é com o nuclear, é que algo invisível aos olhos. Mas nossos equipamentos são de precisão”, garante Richard.
O pior cenário de um ataque terrorista, segundo o oficial, seria um caso com o uso de qualquer arma química, bacteriológica ou nuclear. “O risco existe quando há um nível de ameaça e também há vulnerabilidade. Vamos evitar as ameaças e sanar as vulnerabilidades. Ninguém quer que ocorra. Mas se algo ocorrer, estamos preparados para isso”, diz.

BALANÇO OPERAÇÃO REGIÃO SEGURA DA PM


24 presos e 22 armas apreendidas durante ação da PM na Zona da Mata

A 4ª Região de Polícia Militar (4ª RPM), com sede em Juiz de Fora, desencadeou durante toda a última sexta-feira (19), no âmbito de seus 86 municípios de abrangência, mais uma edição da Operação Região Segura. Dentre os objetivos principais da ação está a garantia da manutenção da segurança dos cidadãos ordeiros, com destaque para o cumprimento de mandados de busca e apreensão e diversas operações que culminam com a prisão de criminosos, apreensão de menores infratores, armas e drogas. Confiram os números:

TOTAL: 397 policiais empregados, 126 viaturas, 101 operações, 22 armas de fogo apreendidas, 24 pessoas presas, 5 menores apreendidos, 21 mandados de busca e apreensão, 1 Kg e 31 papelotes de cocaína, 10 buchas de maconha, 2 sacos pequenos de crack, 2 balanças de precisão, 1 simulacro de arma de fogo, 1 coronha de espingarda, 1 maquita, 3 furadeiras, 33 veículos apreendidos, 29 munições, cápsulas vazias, espoletas, chumbos, esferas e pólvora, 3 bananas de dinamite, 18 pássaros, 4 gaiolas de madeira, 3 fisgas (apetrechos de pesca predatória), 2 Autos de Infração do SISEMA com total de R$ 966,18, 6 aparelhos celulares, R$ 180, confecção de 13 AITs, 4 condutores inabilitados, 2 infrações de trânsito e 110 veículos abordados.

Participam desta Operação todos os Batalhões da 4ª RPM e, na oportunidade, são empregados os militares do serviço administrativo, além  da ação conjunta e coordenada de todas as frações policiais existentes, dos Batalhões aos Destacamentos PM. Foram realizadas às seguintes Operações Policiais Militares: Operação Presença, Batida Policial, Operação Divisa Integrada, Combate ao Contrabando / Descaminho, Fiscalização de Trânsito, Incursão em Locais de maior incidência Criminal, nas entradas e saídas das cidades, rodovias e estradas vicinais.


Assessoria de Comunicação Organizacional - P/5 - 4ª RPM/PMMG

JORNAL TRIBUNA DE MINAS - 22.04.13


Prefeitos ganham quase igual a Dilma


21 de Abril de 2013 - 07:00


Salários de chefes do Executivo de Minas chegam a ultrapassar os R$ 25 mil; única regra definida por lei é o respeito ao teto constitucional

Por NATHÁLIA CARVALHO Repórter

A falta de uma legislação capaz de normatizar o salário dos prefeitos tem permitido grande disparidade entre os subsídios recebidos pelos chefes do Executivo em várias cidades mineiras. Em levantamento realizado pela Tribuna, na última semana, um dos casos que chama a atenção é o salário pago pelo prefeito Aloysio Aquino (PSDB), de Muriaé, na Zona da Mata. Enquanto ele recebe R$ 25.744,56 para governar uma cidade de pouco mais de cem mil habitantes, a presidente Dilma Rousseff ganha R$ 26.723,13 para comandar o país inteiro. Uma diferença de apenas R$ 978. Se comparado ao prefeito da capital mineira, Márcio Lacerda (PSB), o gestor de Muriaé ganha R$ 2.314 a mais.
Vale lembrar que Belo Horizonte possui uma população de mais de dois milhões de habitantes e um PIB superior a R$ 50 bilhões, enquanto a cidade da Zona da Mata tem cem mil habitantes e PIB de cerca de R$ 1 bilhão. O valor pago a Aloysio foi reajustado no ano passado, quando ele então ocupava o cargo de vice-prefeito. O reajuste de 20,3% foi proposto e aprovado pela Câmara através de projeto de lei, que também estabeleceu o aumento de 38% para os vereadores. Os percentuais passaram a valer a partir de 2013.
A relação entre o tamanho e a riqueza da cidade parece não nortear o que é pago aos prefeitos. Em Juiz de Fora, por exemplo, onde o PIB é de R$ 8,3 bilhões e a população de 516 mil habitantes, o prefeito Bruno Siqueira (PMDB) recebe R$ 20.042,35. Já em Uberlândia, com PIB duas vezes maior (18,3 bilhões) e população superior (604.013), o prefeito Gilmar Machado (PT) ganha praticamente o mesmo salário. O último reajuste do vencimento do prefeito de JF foi autorizado em janeiro de 2012, pela Lei 12.462. O aumento, de 16%, foi sancionado pelo então prefeito Custódio Mattos (PSDB) e passou a vigorar em janeiro deste ano.
E não só a comparação entre os chefes dos Executivos municipais revela diferenças. O salário recebido pelo governador Antonio Anastasia (PSDB), de R$ 10.500, também chama a atenção por estar entre os menores do Brasil. Os chefes de estados do Paraná, Roraima e Distrito Federal, por exemplo, ganham mais de R$ 26 mil mensais. Já o salário dos governadores de estados da Região Sudeste, como Rio de Janeiro e São Paulo, é de pouco mais de R$ 20 mil, o dobro do recebido pelo tucano. Por mais que pareçam controversos, os valores são legítimos. Os salários de ocupantes de cargos públicos da União, estados, municípios e detentores de mandato eletivo devem apenas respeitar o limite imposto pela Constituição aos servidores públicos, que estabelece o teto de R$ 28.059,29, com base no que é pago aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Desde que respeitem o limite constitucional, os subsídios dos prefeitos são definidos em votação nas Câmara de vereadores de cada cidade e, logo em seguida, sancionados pelos próprios chefes do Executivo para a legislatura seguinte.

Sem oposição
Claudio Weber Abramo, diretor-executivo da Transparência Brasil - organização não governamental que, desde 2000, promove ações de combate à corrupção -, classifica a situação como absurda. Segundo Abramo, a contradição política de salários acontece de forma recorrente em todo o Brasil, principalmente em cidades de pequeno porte. "O que vemos acontecer, na maioria das vezes, é que o único poder que conseguiria impor limites e estabelecer parâmetros para os salários dos prefeitos, o Legislativo, é formado por vereadores totalmente dependentes e favorecidos pelo Executivo", avalia.
Para Abramo, a presença de políticos que possuem salários maiores em cidades não tão ricas é mais comum do que nos grandes centros urbanos. "Nesses lugares, onde não existem disputas de empresas e de capital financeiro, nem grandes postos de trabalho, os conflitos de interesses são reduzidos. Com isso, o prefeito acaba 'nadando de braçada', pois não existe força política capaz de se opor à Prefeitura. É a carência econômica e social aliada à legalidade garantida pela Constituição", explica. Segundo o diretor- executivo da entidade, em cidades como São Paulo torna-se talvez mais difícil a ocorrência de salários abusivos dada a grande cobrança enfrentada pelos políticos.

Ong Contas Abertas defende mobilização por mudança

Para o fundador e secretário-geral da Associação Contas Abertas, Gil Castello Branco, esse tipo de discrepância, apesar de legal, traz à tona uma série de atitudes imorais. "Não há qualquer sentido em um prefeito de cidade pequena, com riqueza e população menores, ganhar melhor do que aquele que governa metrópoles. Este tipo de situação acaba se tornando um ônus pesado para a economia da cidade."
Essa diferença pode ser verificada ao se comparar cidades mineiras mais ricas com outras da região da Zona da Mata. Em Ipatinga, município com 239 mil habitantes e PIB de R$ 7,3 bilhões, o salário da prefeita Cecília Ferramenta (PT) é de pouco mais de R$ 14 mil. Já em Goianá, onde residem cerca de 3.600 pessoas e o PIB não ultrapassa a casa dos R$ 30 milhões, a autoridade máxima do Executivo, Maria Elena Zaidem (DEM), ganha R$ 12 mil, apenas R$ 2 mil a menos. O salário foi aprovado em setembro de 2012, com um reajuste de 22,5%, sob a gestão de Geraldo Coutinho (PMDB).  Outra comparação semelhante pode ser feita entre três municípios: Leopoldina, São João Nepomuceno e Lima Duarte. Apesar de se diferenciarem pelo porte e riqueza, pagam praticamente o mesmo salário a seus prefeitos, cerca de R$ 15 mil. Em Leopoldina, por exemplo, com 51 mil moradores, o PIB de R$ 576 milhões é mais que o dobro do de São João Nepomuceno (R$ 209 milhões), onde há 25 mil habitantes. Na menor delas, Lima Duarte, o PIB é de R$ 140 milhões e a população, de 16 mil habitantes.

Situação complexa
Cláudio Abramo, diretor-executivo da Transparência Brasil, entende ser legítimo o fato de os gestores receberem salários diferentes, portanto, acredita que tornaria-se inviável uma regulamentação. "Quanto maior a cidade, maior tendem a ser os problemas sociais e econômicos, diante de uma estrutura administrativa complexa. Por isso, municípios com desenvolvimentos econômicos diferentes devem pagar salários proporcionais aos prefeitos, até mesmo pela geração de riqueza que elas fornecem. O problema é que estamos diante de situações contrárias", afirma.
Para Gil Castello Branco, tal distorção necessita ser objeto de uma revisão política, com o objetivo de ser eliminada. "Sob o ponto de vista legal, caberia às Câmaras cassarem esse privilégio absurdo, mas já que são elas mesmas que estão aprovando a prática, o fato deve provocar indignação do Ministério Público e da própria sociedade, que paga os impostos futuramente revertidos nesses salários. Temos que começar uma nova mobilização que envolva todo o país, tendo em vista a legitimidade de levá-la ao Congresso Nacional", comenta.