Endereço: Próximo ao Comando da 4ª Brigada de Infantaria Leve Montanha, Rua Mariano Procópio, 830 - Centro, Juiz de Fora
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Hoje a nossa FHE POUPEX comemora 42 anos de existência.
A partir de amanhã e até 08/11, os nossos clientes contarão com promoções sobre o Crédito Simples, Seguros (Auto, Residencial, Decessos), Plano Odontológico, Consórcios, entre outros benefícios...
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FHE POUPEX 42 ANOS!
Aos nossos clientes, o nosso MUITO OBRIGADO por tantos anos de parceria!
Reis - Cel R/1
Gerente FHE POUPEX em Juiz de Fora - MG.
Convidamos para a entrega do titulo de Cidadão Honorário ao senhor Gen Nagy, comandante da 4ª Brigada de Infantaria Leve de Montanha, Brigada 31 de Março.
Telefone: 32.3311.4565
Além do baixo impacto ambiental na utilização dessas placas, com produção de energia limpa e sem emissão de gases poluentes, o valor investido na compra do material é compensado, em pouco tempo, pela redução de despesas com energia elétrica.
Telefone: 32.3311.4565
Em homenagem ao Dia do Veterano (18 de julho), o Décimo de Montanha realizou, no dia 18 de agosto, o encontro com os "Eternos Integrantes" do Batalhão.
Em nome do senhor Gen Bda Nagy, nosso comandante, cumprimento a todos integrantes de nossa Brigada de Montanha.
Para frente e para o alto.
Montanha!
Entre os colaboradores do CEEEx está o professor Antônio Jorge Ramalho da Rocha, da Universidade de Brasília (UnB), que integrou a mesa redonda com o tema: “O papel do CEEEx no desenvolvimento do pensamento estratégico no Brasil”. O professor Ramalho destacou o papel do Centro como think tank. “Eu acho que todos temos que nos unir em torno de uma reflexão sobre os interesses do Brasil, da nação brasileira. O que significa promover uma maior coesão na sociedade brasileira. No que diz respeito às Forças Armadas, entender que não é pensar o Exército, a Marinha e a Força Aérea separados, que hoje a guerra é de maneira conjunta. Então a interoperabilidade é chave nesse processo. É muito importante que a gente comece a olhar para o futuro discernindo qual é o cenário de possível emprego das Forças e trabalhar de forma a aumentar a capacidade de emprego do recurso militar nas Relações Internacionais, tendo em vista, também, a Base Logística de Defesa”, colabora o professor.
THINK TANK
Segundo a ENAP, Escola Nacional de Administração Pública, think tanks são instituições que desempenham um papel de advocacy para políticas públicas, além de terem a capacidade de explicar, mobilizar e articular os atores. Atuam em diversas áreas, como segurança internacional, globalização, governança, economia internacional, questões ambientais, informação e sociedade, redução de desigualdades e saúde. Elas produzem pesquisas, análises e recomendações que contribuem para um ambiente de conhecimento, permitindo, inclusive, que os formadores de políticas públicas tenham ferramentas para tomar decisões mais embasadas, além de ter um papel importante na disseminação de conhecimento à sociedade. Esse é o papel do Centro de Estudos Estratégicos do Exército (CEEEx), que completa 20 anos neste ano.
Fonte: CComSEx
(Carta ao Rei de Portugal, por Moniz Barreto)
Esta semana fui convidado para a cerimônia de passagem para reserva de um antigo comandado. Evento simples, realizado em um auditório do Quartel-General do Exército, com a presença de civis, militares, antigos chefes e familiares do homenageado, cobriu-se de simbolismos e reavivou, mais uma vez, a chama dos valores e tradições que ornam a profissão das armas.
Em suas palavras de agradecimento, o militar sobrevoou a apaixonada carreira, iniciada há quase 40 anos, quando ingressou na Escola Preparatória de Cadetes do Exército com apenas 14 anos de idade. Falou emocionado dos desafios profissionais, das conquistas, das frustrações, das amizades construídas, da família constituída, das experiências múltiplas vividas e deixou uma mensagem aos ouvintes atentos: “Afasto-me consciente do dever cumprido, devedor inconteste da instituição e esperançoso que o país se supere e prossiga no caminho da paz e do bem-estar sociais”. Suas palavras lembraram o general Osório, um dos mais importantes líderes militares na história do Exército brasileiro que afirmou: “A farda não abafa o cidadão no peito do soldado”.
O militar referendou o sentimento de cidadão soldado reinante nos profissionais das armas — de ontem, de hoje e de sempre —, que é forjado desde as escolas de formação e amalgamado ao longo da carreira militar. Uma carreira, tão nobre quanto tantas outras, que difere das demais pelas características que impõe ao profissional e aos seus familiares.
O militar rodou o Brasil de ponta a ponta, morou em outro país de cultura diametralmente distinta, teve uma filha em uma cidade, o filho em outra, a esposa não conseguiu se fixar no mercado de trabalho, mas, a despeito do turbilhão, reconheceu-se um devedor da sociedade a quem se curva em sinal pronto de respeito.
Foi guerreiro e administrador, foi aluno e instrutor, liderou e foi liderado, uma mistura simbólica das atividades castrenses das quais se incubem os homens e mulheres das armas nos tempos modernos. Como ele, a cada ano, centenas de outros militares ao deixarem a farda física que os veste sentem as mesmas alegrias de um objetivo conquistado e as mesmas tristezas de um adeus sem volta.
É mesmo difícil compreender as servidões e as grandezas militares àqueles que nunca romperam a marcha, ao toque de clarim, tão logo o sol desponta no horizonte. E não vai aqui nenhuma crítica, nenhum apontar de dedos, nenhuma soberba, apenas constatação das diferenças dos mundos e da forma como encará-las. Contudo, o desconhecer pela incompreensão não legitima as críticas difusas que o estamento militar está a sofrer fruto do ambiente de chafurdo em que se meteu a sociedade brasileira nos últimos anos.
No momento em que a santidade das instituições antes imaculadas é questionada, que lideranças civis e militares são atacadas à luz do dia ou à sorrelfa das mídias digitais, que os parâmetros de comportamento social são postos à prova, é hora de questionar a quem interessa a desordem.
Lembrando Spinoza: “Não rir, não chorar, apenas entender”. Certamente a desordem não interessa aos esclarecidos, aos que têm expectativas ordeiras e aos que pensam o futuro como bem a ser construído a muitas mãos, em benefício de muitas mãos. É necessário combater a emoção exacerbada e a razão rasteira dos que conhecem o mundo pela sombra bruxuleante do pensar de outros que nunca encontraram a luz.
Em alusão ao Mito da Caverna, alegoria escrita por Platão na obra A República, será preciso que destemidos tenham coragem e abandonem a escuridão das bolhas maniqueístas para serem aquecidos pela luz desinfetante do sol. Que pensem sem o corrimão das ideias extremadas e duvidem de suas certezas absolutas. Por fim, na montagem do grande quebra-cabeça cuja imagem mostrará uma sociedade brasileira integrada, assegurarem que as Forças armadas não poderão ser gangorra para disputas ou reconstruções ideológicas.
O sepultamento será nesta quarta-feira no Cemitério Parque da Saudade, onde o corpo está sendo velado. Júlio deixa viúva, Niúcia Camargo, dois filhos, sete netos e quatro bisnetos.
Vá em paz meu mestre e amigo, foi uma dadiva de Deus ter convivido com o amigo desde a década de 70.
Missão cumprida.