sábado, 21 de abril de 2018

PASSAGEM DE COMANDO DA ARTILHARIA DIVISIONÁRIA DA 1ª DIVISÃO DE EXÉRCITO

No último dia 17 de abril foi realizada na Fortaleza de Santa Cruz, Niterói/RJ a solenidade de Passagem de Comando da Artilharia Divisionária da 1ª Divisão de Exército do Gen Bda Adilson Carlos Katibe para o Gen Brigada Antonio Ribeiro Rocha Neto.

A solenidade foi presidida pelo Gen Div Antonio Manoel Ribeiro, comandante da AD/1 e contou com as presenças de antigos comandantes da AD/1, do antigo comandante do Exército Gen Ex Enzo Martin Peri, autoridades militares, civis, familiares e convidados.

Após a inauguração do retrato do comandante sucedido e homenagens foi realizada a solenidade de passagem de comando.

As fotos enviadas pelo comando da AD/1 fazem os registros.


Recepção de autoridades pelos comandantes sucedido e sucessor

Leitura da despedida do Gen Katibe

Leitura de referência elogiosa ao Gen Katibe


Transmissão do cargo de comandante da AD/1

Passagem da histórica espada do Mar Cordeiro de Faria

Apresentação dos comandantes sucedido e sucessor ao Gen Barros


Como ato final a tropa desfilou em continência ao Gen Ribeiro Rocha.

Desejo ao meu dileto chefe e amigo Gen Ribeiro Rocha muito sucesso a frente do comando da AD/1 e excelente estada na cidade de Niterói. 

Extensivo a sua digníssima família.

Montanha!

ANIVERSÁRIO DE AMIGOS - ANNA PAULA

Anna Paula




sexta-feira, 20 de abril de 2018

ALUNO DO NPOR DO 4º GAC L SE ACIDENTA MAS PASSA BEM

Rapaz de 18 anos caiu em barranco na Gentil Forn. (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros)


Um jovem de 18 anos caiu de um barranco em um buraco de quatro metros de profundidade na manhã desta sexta-feira (20) enquanto caminhava pela Estrada Engenheiro Gentil Forn, na Cidade Alta.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, que atendeu à ocorrência, o rapaz, que seria aluno do Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva (NPOR) do 4° Grupo de Artilharia de Campanha Leve (4° GAC L), em Juiz de Fora, acidentou-se após sair de uma festa realizada em uma boate próxima do local, por volta das 7h.
A corporação ainda informou que o jovem estava consciente e orientado, com todos os sinais vitais normais. Ele foi encaminhado ao Hospital Geral do Exército.
https://tribunademinas.com.br/noticias/cidade/20-04-2018/jovem-cai-em-barranco-apos-sair-de-boate-na-gentil-forn.html

COMEMORAÇÕES DO DIA DO EXÉRCITO EM JUIZ DE FORA

Na manhã do dia 19 de abril foi realizada a solenidade em comemoração ao dia do Exército, que na data de hoje completa ininterruptos 370 anos, pois o Nosso Exército Nunca Para.


A solenidade teve início com a chegada no palanque oficial do Gen Bda Carlos André Alcântara Leite, comandante da 4ª Brigada de Infantaria Leve de Montanha, Brigada 31 de março, acompanhado do Cel Art Marcelo da Silva Brum, comandante do 4º Grupo de Artilharia Leve de Montanha, Grupo Marquês de Barbacena, e demais autoridades civis e militares.

O evento teve seu ponto alto com a entrega de homenagens e condecorações a militares e civis.



Foi entoado pelos presentes a Canção do Exército e a tropa proferiu a Oração do Combatente de Montanha.



A tropa desfilou em continência ao Gen Leite, comandante da 4ª Brigada de Infantaria Leve.





Amigos aproveitaram a oportunidade para se confraternizarem e relembrar seus bons tempos no serviço ativo do Nosso Exército que Nunca Para.



Fotos divulgação 4ª Bda Inf L (Mth)

quinta-feira, 19 de abril de 2018

MESA DE DEBATES 19 DE ABRIL DE 2018 - DIA DO EXÉRCITO BRASILEIRO



Quero deixar aqui registrado o meu agradecimento ao Gen Leite, comandante da 4ª Brigada de Infantaria Leve (Mth), por ter-me designado para representar o "Nosso Exército que Nunca Para" nesta mesa de debates em um dia dos mais relevantes para a força que é o Dia do Exército. 

Muito feliz e orgulhoso, pois entre tantos militares em Juiz de Fora a este velho soldado foi entregue esta importante missão.

Obrigado de coração.

Montanha!

terça-feira, 17 de abril de 2018

Dona Ivone Lara morre aos 97 anos no Rio

Dona Ivone Lara, atração do projeto "Flores em vida", no CCBB de Brasília (Foto: Silvana Marques/Divulgação)
A cantora Dona Ivone Lara, de 97 anos, morreu na noite desta segunda-feira (16), no Rio de Janeiro, por conta de um quadro de insuficiência cardiorrespiratória. Ela estava internada desde sexta-feira (13), data em que completou 97 anos, no Centro de Tratamento e Terapia Intensiva (CTI) da Coordenação de Emergência Regional (CER), no Leblon, na Zona Sul da cidade.
Dona Ivone Lara já vinha apresentando um quadro de anemia e precisou receber doações de sangue. O estado de saúde dela já era considerado bastante grave. No hospital, a família comentou a morte da sambista.
"Ela estava sempre procurando um caderninho pra escrever uma música, estava sempre cantarolando pro neto. Até a última semana ela estava super bem, com a cabeça ótima. Ela estava muito fraquinha, mas a cabeça estava ótima", contou a nora Eliana Lara Martins da Costa.

O filho, Alfredo Lara da Costa, destacou a mulher forte e guerreira que ela foi, sempre pensando em música. "Vai deixar muita saudade, mas sinto muito orgulho do legado que ela deixa", disse.
O corpo de Dona Ivove Lara será velado nesta terça (17) na quadra da escola de samba Império Serrano.

Conhecida como a “Grande Dama do Samba”, ela nasceu em família de amantes da música popular e enfrentou o preconceito por ser mulher e sambista. Seu maior sucesso é “Sonho meu”, música que estourou nas paradas de sucesso com Maria Bethânia e Gal Costa.

A vida de Dona Ivone Lara

Dona Ivone Lara nasceu em 13 de abril de 1921, na Rua Voluntários da Pátria, em Botafogo, Zona Sul do Rio. Foi a primeira filha da união entre a costureira Emerentina Bento da Silva e José da Silva Lara. Paralelamente ao trabalho, ambos tinham intensa vida musical: ele era violonista de sete cordas e desfilava no Bloco dos Africanos; ela era ótima cantora e emprestava sua voz de soprano a ranchos carnavalescos tradicionais do Rio, como o Flor do Abacate e o Ameno Resedá – nos quais Seu José também se apresentava.
Formada em Enfermagem e Serviço Social, com especialização em Terapia Ocupacional, Ivone Lara foi uma profissional na área até se aposentar em 1977.

Com a morte do pai aos 3 anos, e da mãe aos 12, ela foi criada pelos tios e com eles aprendeu a tocar cavaquinho e a ouvir samba, ao lado do primo Mestre Fuleiro; teve aulas de canto com Lucília Villa-Lobos e recebeu elogios do marido dela, o maestro Villa-Lobos.
Casou-se aos 25 anos com Oscar Costa, filho de Afredo Costa, presidente da escola de samba Prazer da Serrinha, com quem teve dois filhos, Alfredo e Odir. Foi no Prazer da Serrinha onde conheceu alguns compositores que viriam a ser seus parceiros em algumas composições, como Mano Décio da Viola e Silas de Oliveira.
Entre outros sucessos, a sambista também compôs o samba “nasci para sofrer”, que se tornou o hino da escola.

https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/morre-no-rio-cantora-dona-ivone-laura.ghtml

segunda-feira, 16 de abril de 2018

GEN AUGUSTO HELENO FALA SOBRE A INTERVENÇÃO FEDERAL NO RIO



Conselheira do TCE de Minas morre nesta segunda-feira


Foto: Karina Camargos Coutinho/TCE/Divulgação

Faleceu na manhã desta segunda-feira, em São Paulo, a conselheira do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCEMG), Adriene Andrade. Mulher do ex-senador Clésio Andrade, Adriene tinha 53 anos e deixou dois filhos. A causa da morte não foi divulgada. 

Ex-prefeita de Três Pontas (2001-2004) e ex-presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) por dois mandatos, Adriene chegou ao TCE por indicação do então governador Aécio Neves, em novembro de 20016.

Adriene foi a primeira mulher a ocupar o cargo de conselheira e presidente do TCE mineiro. 


Em nota publicada no site do TCE, a direção lamenta a morte da conselheira e diz que ela exerceu sua função com "distinta competência, gentileza e espírito conciliador". 

O velório será em Três Pontas e o sepultamento, em Boa Esperança, no Sul de Minas, onde ela nasceu. 

https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2018/04/16/interna_politica,951938/conselheira-do-tce-morre-nesta-segunda-feira.shtml

DIA DO EXÉRCITO EM JUIZ DE FORA - CONVITE


domingo, 8 de abril de 2018

VEJA QUEM FOI CABO NO EXÉRCITO

Cabo no Tiro de Guerra em Maringá/PR

Exército treina mulheres em JF para o combate

Por Michele Meireles
08/04/2018 às 07h00

Foto: Leonardo Costa

Tribuna esteve no 10º Batalhão de Infantaria e conheceu os alojamentos das novas alunas da instituição, que, pela primeira vez na história, irá formar militares do sexo feminino.

Todos os dias, quando o relógio marca 6h30, os 68 novos alunos do Curso de Formação de Sargentos (CFS) precisam estar de pé nos alojamentos do 10º Batalhão de Infantaria Leve (10º BI), no Bairro Fábrica, Zona Norte de Juiz de Fora. Eles têm 30 minutos para estarem fardados e prontos para começarem suas atividades diárias, entre aulas teóricas e treinamentos práticos, que só se encerram às 21h. Este ano, porém, há um detalhe especial na formação da turma: pela primeira vez na história do batalhão, que completa 100 anos na cidade em 2019, estão sendo formadas mulheres. E elas são a maioria: 45 jovens entre 19 e 24 anos vindas de todas as regiões do país. As alunas se juntam a outras 50 que ingressam na próxima semana no 4º Grupo de Artilharia de Campanha (4º GAC). Todas elas estão sendo formadas para atuarem na linha de frente, no combate, junto com os homens. Além disso, as novas sargentos poderão, também pela primeira vez, se especializar em manutenção de aeronaves do Exército Brasileiro. O ingresso de mulheres no Exército Brasileiro começou na década de 1990, mas, até então, elas só atuavam no magistério e áreas de saúde e administrativa.
Esta é a segunda turma de mulheres que inicia sua formação em Juiz de Fora. A primeira, e pioneira no Brasil, ingressou em 2017 no 4º Grupo de Artilharia de Campanha (4º GAC), no Bairro Nova Era, Zona Norte. Os novos integrantes do Curso de Formação de Sargentos do Batalhão de Infantaria Leve começaram oficialmente sua formação no último sábado (7), com uma solenidade no pátio da unidade. Eles permanecem em internato no Bairro Fábrica durante 34 semanas de treinamento intenso, que inclui prática de tiros e marchas longas. Durante todo este tempo, há uma palavra de ordem: isonomia. Uma das únicas diferenças entre as mulheres e os homens dentro do quartel são os alojamentos, que foram reestruturados para recebê-las. “Tem sido uma experiência extremamente enriquecedora. É uma área em que até então as mulheres não atuavam, mas estão se destacando. A gente só ganha em poder associar as características das mulheres na nossa atividade de combate, elas são mais perspicazes, têm mais sensibilidade. O treinamento é de igual para igual. Elas fazem as mesmas atividades que os homens, o que diferencia é o índice das provas físicas por questões de características fisiológicas”, afirmou o comandante da 4ª Brigada de Infantaria Leve (Montanha), general Carlos André Alcântara Leite, destacando o que lhe chamou a atenção na turma de 2017 do 4º GAC: determinação e vontade de realizar todas as atividades.
A aluna Brenda da Silva, 24 anos, é uma das novas alunas pioneiras no 10º BIL. Natural de Valença (RJ), a jovem abandonou a faculdade de engenharia para batalhar por seu lugar no Curso de Formação de Sargentos, que teve concorrência de mais de cem candidatos por vaga. “Sempre admirei a instituição, e, quando meu irmão ingressou no serviço militar obrigatório, reafirmou no meu coração este desejo. Foi aí que vi que não era só um desejo, era um sonho. Comecei a fazer engenharia, mas tranquei a matrícula para estudar para o concurso do Exército. Dei meu sangue, e hoje estou aqui. Parece que a ficha não caiu ainda. Vou ser a primeira pessoa a seguir carreira militar na minha família. Meus pais estão orgulhosos”, disse.
Filha de militar, Isabella Rezende Carvalho, 20, nascida em São João del-Rei, contou emocionada sobre a entrada dela na unidade onde o pai serviu há 27 anos. “Foi um concurso muito concorrido, temos que estar aqui de cabeça erguida. Eu já arrepiava de ouvir as canções do Exército, agora é minha vez, meu sonho se tornando realidade. Não terá nenhuma diferenciação nossa com os homens, pretendo manter essa igualdade até o fim do curso”, comentou.

Para ajudar as jovens durante as semanas em Juiz de Fora, o 10º Batalhão selecionou instrutoras mulheres. Uma delas é a sargento Kamilla Almeida. Seu treinamento para atuar no Curso de Formação de Sargentos começou em 2016. Para ela, a principal missão será ser um exemplo para as garotas que ingressaram no Exército. “É uma experiência nova, acredito que vai ser gratificante, principalmente por sermos pioneiras. Tudo será novidade, mas nada que não consiga ir aprendendo junto com eles”, disse. Ela vai trabalhar junto com a sargento Bruna Flores, que também pretende ser uma referência para as alunas. A militar acompanhou ano passado parte das atividades com as integrantes do 4º GAC.
Os colegas de curso das meninas também estão animados. Para eles, compartilhar os conhecimentos e anseios com as futuras sargentos será uma honra. “É bom que nossa turma seja a pioneira com mulheres aqui no 10º Batalhão, só agrega”, disse o aluno Helmot Vale Fidelis, 24, que veio de Vitória (ES).

E para quem pensa que os maiores desafios serão aprender a atirar, enfrentar longas marchas e campos de instrução que testam o físico e psicológico à exaustão, está enganada. Para as jovens Isabella e Brenda, o difícil mesmo será ficar longe da família. “No início vai ser mais difícil, depois vamos nos acostumar, mas sempre vai dar saudade de casa. Uma coisa que me surpreendeu muito aqui foi a estrutura para nos receber, tanto física quanto pessoal, superou minhas expectativas”, disse Brenda.

Experiência no 4° Grupo de Artilharia

As jovens que ingressaram no 10º Batalhão têm uma missão especial: concluir o curso em Juiz de Fora tão bem quanto as colegas que as antecederam na primeira turma de combatentes. Em 2017, 66 mulheres ingressaram no 4º Grupo de Artilharia de Campanha (4º GAC). De acordo com o comandante da unidade, coronel Marcelo Brun, 56 delas terminaram o curso. “Estávamos mais preocupados que o necessário com o ingresso das mulheres. Descobrimos, ao longo do ano passado, que elas são capazes de fazer tudo o que os homens fazem nesta linha bélica. E, além disso, as mulheres se destacaram muito na parte de liderança, perseverança. A gente percebia que, quando elas não conseguiam cumprir determinada tarefa, ficavam sentidas. E isso fazia com que elas persistissem até conseguirem. Nossa experiência mostrou que as mulheres estão totalmente aptas a atuarem na linha bélica”, disse o oficial.
Neste ano, o Grupo também receberá alunos. Mais uma vez as mulheres são maioria. Serão 50 alunas e 19 alunos, que já estão em Juiz de Fora. A formação deles tem início no próximo dia 13.

Preparação para receber as alunas

O 10º Batalhão precisou fazer adequações físicas para abrigar as novas alunas. Elas ganharam alojamentos separados dos homens e adaptados para suas necessidades. Assim como para os rapazes, uma das exigências é que o local, mobiliado com camas beliche e armários de aço, esteja limpo e organizado. As camas são milimetricamente arrumadas e nenhum material pessoal pode estar fora dos armários. “O Batalhão vem se preparando faz algum tempo para este momento. A expectativa é que a formação ocorrerá no mesmo nível que é feita desde a década de 1980. Os sargentos formados aqui no 10º Batalhão são reconhecidos por seu alto nível de qualidade. O padrão exigido não terá nenhum tipo alteração. Para nós, é um ganho a vinda das mulheres. É importante até pela peculiaridade da mulher, que elas acrescentem este toque feminino na formação”, disse o comandante do 10º Batalhão de Infantaria, tenente-coronel Guilherme Motinha.
O comandante foi um dos militares que esteve à frente, em 2013, do projeto de entrada das mulheres combatentes no Exército. “Um dos motivos de eu vir comandar o 10º Batalhão foi a preparação que tive. Fui gerente executivo do projeto de entrada de mulheres na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), em Resende (RJ). Fizemos vários estudos sobre o tema junto com o departamento de ensino da instituição e avaliamos as experiências de outros países que já tinham as mulheres combatentes. Conheci de perto o Exército Peruano, fui instrutor das militares lá”, afirmou

O curso

Os objetivos do curso são iniciar a formação do caráter militar, criação de hábitos adequados à vida militar, aquisição de conhecimentos militares, obtenção de reflexos na execução de técnicas e táticas individuais de combate e desenvolvimento da capacidade física. Após o primeiro ano em Juiz de Fora, as alunas podem optar por seguir para Escola de Sargentos de Logística (EsSLog), no Rio de Janeiro, ou para o Centro de Instrução de Aviação do Exército (Ciavex), em Taubaté (SP). Para os homens, há uma terceira opção, a Escola de Sargentos das Armas (EsSA), em Três Corações (MG). Ao término de 2019, essas sargentos estarão à frente de pequenas frações na tropa, como combatentes do Exército Brasileiro na área logística, como intendência, manutenção de comunicações, topografia, manutenção de armamento, mecânico de viatura e mecânico operador.
Instrutor chefe do Curso de Formação de Sargentos e comandante da subunidade escola do 10º BIL, capitão José Paulo Bacchini, destacou que as experiências de escolas que receberam mulheres ano passado ajudaram o Batalhão de Infantaria a se adequar. “Temos uma equipe muito preparada. Uma das coisas que nos preocupamos foi com o programa de treinamento físico. As mulheres têm limitações fisiológicas, e, para ajudar nesta parte, adequamos nossa academia”, disse.
Nesta semana começam as atividades, que serão divididas em aulas teóricas e práticas. Em junho, os alunos participarão da primeira atividade em campo. Eles ficarão acampados em um terreno e participarão de várias atividades práticas. “Partimos do pressuposto que as mulheres estão sendo formadas para fazer as mesmas coisas que os homens, vão executar a mesma função, por isso, precisam fazer as mesmas atividades”, afirmou o oficial.

Inserção feminina sem distinção

No Exército Brasileiro, assim como nas demais Forças Armadas, o tratamento dispensado a homens e mulheres não tem distinção, com igualdade de direitos e obrigações. Ao contrário das profissões civis, não há diferenciação de gênero com relação ao tempo de serviço para a reserva remunerada. A participação de mulheres no Exército Brasileiro tem precedentes. Em 1823, Maria Quitéria de Jesus lutou ao lado de outros militares pela manutenção da independência do Brasil. Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), 73 enfermeiras brasileiras serviram em diferentes hospitais do Exército norte-americano e, em 1992, a Escola de Administração do Exército matriculou a primeira turma de 49 mulheres, inserindo-as no Quadro Complementar de Oficiais da instituição.
O Exército instituiu o Serviço Militar Feminino Voluntário para médicas, dentistas, farmacêuticas, veterinárias e enfermeiras de nível superior (MFDV) em 1996. Naquela oportunidade, incorporou a primeira turma de 290 mulheres voluntárias para prestarem o serviço militar na área de saúde. Essa incorporação ocorreu em todas as 12 regiões militares do país.
Mas, até aqui, as representantes femininas tinham seu campo de atuação restrito a atividades de suporte como administração, saúde e ensino. A novidade está na entrada de mulheres na linha militar bélica. Em 2017, a formação da mulher como oficial combatente foi iniciada na Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), em Campinas (SP), e será concluída em 2021 na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), em Resende (RJ). Elas poderão alcançar até o mais alto posto da instituição, o de General de Exército.
https://tribunademinas.com.br/noticias/cidade/08-04-2018/exercito-treina-mulheres-em-jf-para-o-combate.html

sábado, 7 de abril de 2018

COM TEMA “A IMAGEM DO EXÉRCITO”, SIMPÓSIO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL REÚNE MILITARES, IMPRENSA E ALUNOS.

O Centro de Comunicação Social do Exército (CCOMSEx) realizou o Simpósio de Comunicação Social 2018 de 3 a 5 de abril. A imagem do Exército Brasileiro, o relacionamento da instituição com a imprensa e as atividades do CCOMSEx foram temas de palestras e debates, assim como a comunicação nas operações de garantia da lei e da ordem. Acompanharam as discussões mais de 100 participantes, dentre integrantes do Sistema de Comunicação Social do Exército, profissionais da área e universitários.
O Chefe do CCOMSEx, General de Divisão Otávio Santana do Rêgo Barros, destacou a presença do público acadêmico no evento. “O Simpósio tem por finalidade, além de proporcionar ao nosso pessoal verde-oliva um pouco mais de conhecimento sob o ponto de vista da Comunicação Social, interagir, criar essa sinergia entre o meio acadêmico e a nossa instituição”, afirmou.
Para a estudante de jornalismo Graciely Dias, o evento foi uma oportunidade de aprofundar o conhecimento sobre o Exército Brasileiro. “Achei muito interessante. As Forças Armadas possuem uma grande influência sobre a sociedade, e a mídia também tem um papel de bastante influência. Acho muito importante essas atividades de divulgação e das campanhas publicitárias para que as pessoas fiquem cientes das atividades do Exército”, ressaltou.
A palestra de abertura foi proferida pelo General Rêgo Barros, que fez um paralelo entre a história do Brasil e a construção da imagem do Exército ao longo dos anos, além de falar sobre o cenário atual da Comunicação Social da Força Terrestre. Também foram palestrantes diversos militares do CCOMSEx, responsáveis por áreas específicas da atuação do Centro; os jornalistas Ana Dubex (Correio Braziliense), Francisco José (Globo Nordeste), Vanessa Lima (TV Record) e a consultora de Comunicação Olga Curado.

Fotos: S Ten Edmilson

http://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/MjaG93KcunQI/content/id/8777178

De 1648 a 2018 - O SEU EXÉRCITO NUNCA PARA



O Seu Exército Nunca Para - Vídeo completo



sexta-feira, 6 de abril de 2018

COLUNA CACA SALERMO - EDIÇÃO 06 DE ABRIL DE 2017- DESTAQUES

Dia 21 de abril, feriado de Tiradentes, de 16h até 21h, será realizado no salão social do EC São Carlos o 1º Festival de Chope do JK, com parte da renda beneficente. Música ao vivo. Vendas de convites com Jonathans (98712.8221) ou Silvana (98835.6852). Convites limitados a 200 convidados. Censura 18 anos...

Hoje, sexta-feira, a partir das 10 horas, o comandante do 17º Batalhão e coronel Eric Cardoso dos Santos será o anfitrião durante o almoço, que vai marcar o I Encontro com a Reserva Pró-ativa da Guarnição de Juiz de Fora. A coluna registra o convite...

E no dia 13 de abril no 4º GAC, às 8h30 da manhã, será a solenidade para as matrículas da primeira fase do curso de sargentos. A coluna registra o convite enviado pelo comandante e coronel Marcelo Marques da Silva Brun.

É lamentável o estado de conservação de trechos das calçadas na região central de Juiz de Fora. Na Constantino Paleta, altura do número 180, uma obra está tirando o sossego e segurança. Por mais que o passeio em questão esteja em frente a uma construção, não justifica que o piso esteja todo desnivelado e cheio de entulhos, dificultando a circulação dos pedestres. Cadê a fiscalização?

http://www.cacasalermo.com/coluna-social/juiz-de-fora-6-de-abril-de-2018-sexta-feira

Entrega de espadas a oficiais generais renova compromisso do Exército com o País


Em cerimônia realizada nesta quinta-feira, em Brasília, dezenove novos oficiais generais de Brigada do Exército Brasileiro receberam, simbolicamente, as espadas – réplicas da espada de Caxias – para consolidar o compromisso assumido, como chefe militar, no mais alto posto da carreira. O evento também marcou a promoção de outros dezessete generais, sendo três ao posto de general de Exército e quatorze ao de Divisão.

Durante a cerimônia – que contou com as presenças do ministro da Defesa interino, Joaquim Silva e Luna e do comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villlas Bôas – o chefe do Estado-Maior do Exército (EME), general Fernando Azevedo e Silva, em nome do comandante da Força, falou aos promovidos.
Em seu discurso, o general Fernando escolheu cinco temas para a data: Caxias, patrono do Exército Brasileiro; os novos chefes militares, se referindo aos generais de Brigada, aos quais lembrou o atributo militar da lealdade; a família militar, para retratar os familiares que compartilham dos desafios e conquistas da carreira; a instituição Exército Brasileiro, com os valores que orientam o preparo e emprego das tropas, onde quer que  atuem; e o compromisso com a Nação Brasileira.

Sobre o último tema, compromisso do Exército com o País, o general Fernando destacou: “nunca nos furtamos ao chamamento da sociedade, com projetos estratégicos implantados, infraestruturas consolidadas, segurança e emprego respeitáveis”. Lembrou ainda que, no século 21, “o soldado verde-oliva passou a receber e solucionar demandas de toda espécie, muito além de suas tarefas constitucionais, a saber: Grandes Eventos, Missões de Paz, socorro às calamidades, segurança nas eleições e defesa do meio ambiente”.
No ano de 2017, segundo o chefe do EME, o Exército conduziu 1.027 Operações na faixa de fronteira, 45 missões de Garantia da Lei e da Ordem, 26 Operações de Varredura em Presídios, assim como distribuiu água e construiu cisternas em 816 municípios do semiárido nordestino. E no início de 2018, atendeu a duas missões: a Força Tarefa de Ajuda Humanitária aos imigrantes venezuelanos na região Norte e a Intervenção Federal no Rio de Janeiro.
“Somos todos nós, brasileiros, responsáveis em garantir que o Exército de amanhã seja melhor que o Exército de ontem e de hoje, junto com a Marinha e a Força Aérea”, foram palavras finais no discurso do general Fernando.
Participaram da cerimônia ministros de Estado, oficiais generais do Alto Comando do Exército e das outras Forças, representantes do Ministério da Defesa, autoridades civis e militares.
A Espada de General

Símbolo que envolve compromisso e tradição, a espada, entregue por ocasião das promoções de oficiais generais de Brigada do Exército, é uma réplica da espada do Marechal Luis Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias.
A cerimônia ocorre três vezes a cada ano e tem a participação de cadetes da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), que, com seus uniformes históricos, conduzem as espadas para a entrega.
A presença dos cadetes indica a renovação dos ideais, uma vez assumidos na AMAN, e a preservação das tradições do Exército Brasileiro.
Fotos: Alexandre Manfrim/MD
http://folhamilitaronline.com.br/entrega-de-espadas-a-oficiais-generais-renova-compromisso-do-exercito-com-o-pais/

PERSONALIDADE DA SEMANA- O GEN VILLAS BÔAS

Como o comandante do Exército brasileiro — que postou tuítes bombásticos às vésperas do julgamento da prisão de Lula — descobriu a doença que está tirando seus movimentos.



O apartamento na Asa Sul, bairro de Brasília, voltara a ficar cheio. Os irmãos Ticiana, de 39 anos, Marcelo, de 38, e Adriana, de 32, reuniram-se na casa dos pais, Eduardo Villas Bôas e Maria Aparecida Villas Bôas. Com eles, genros e noras haviam ido comemorar com o casal as festas de fim de ano. Faltavam poucos dias para a ceia do Natal de 2016. Casa decorada, comida fervendo no fogão, geladeira abarrotada e a agitação típica de uma família comunicativa. O patriarca serviu-se de uma bebida e caminhou até a cozinha para devolvê-la ao freezer, a fim de evitar que o verão roubasse o frescor da garrafa ainda cheia. Com a mão esquerda, abriu a portinhola mais alta do refrigerador. Com a direita, quis elevar a garrafa e encaixá-la entre os produtos congelados. A mão desobedeceu. Tentou algumas vezes, sem sucesso. Surpreendeu-se com a rebeldia do próprio corpo. O general quatro estrelas, comandante do Exército brasileiro, liderança inconteste de 229 mil homens e subordinados, acabara de ser traído pela habilidosamão direita. A mesma que fizera centenas de gols, durante a juventude, em jogos de polo aquático.
Na ocasião, ele não deu muita importância ao episódio. Atribuiu a falha à sequela de um acidente de motocicleta. Depois que os filhos cresceram, ele convencera a mulher de que estava na hora de retomar a antiga paixão de fazer passeios de motocicleta. Montado numa moto, deixava as armas de lado e transpassava sobre o peito a alça de viola caipira. Com o instrumento colado às costas, saía para tomar aulas de ponteio com um professor particular e reproduzir as canções de alguns de seus ídolos, como a cantora Inezita Barroso (1925-2015). No início de 2012, em um dos seus passeios sobre duas rodas, tomou um tombo feio. Foi operado e incorporou ao corpo placas e pinos.
A fadiga daquela véspera de Natal, no entanto, persistiu. Com o apoio da família, começou uma jornada angustiante de visitas a especialistas, laboratórios e hospitais — primeiro em Brasília, depois em São Paulo. O general não conseguia identificar e explicar aos médicos quando exatamente surgiram os primeiros sinais de fraqueza. Observava, no entanto, que as dificuldades estavam avançando a uma velocidade impressionante. Em um das dezenas de consultórios pelos quais passou, foi atendido por uma especialista. Sentados numa sala gélida, a médica lhe disse que ele estava sofrendo de uma neuropatia: uma doença que afetava de modo irremediável os neurônios ligados à coordenação motora. Ele ainda tentava processar a informação que lhe fora jogada ao colo com o peso de uma bigorna quando a doutora, sem rodeios, achou por bem compartilhar outra informação, polêmica para o momento: “Tive aqui um paciente com essa mesma patologia. Em quatro anos, ele mexia apenas o olho”.
O efeito foi devastador. Quando chegou em sua casa e contou à filha caçula, Adriana, sobre o diagnóstico e sobre o comentário da médica, porém, saiu-se com uma troça: “Uma pena que você não estava comigo na consulta. Na hora, eu só pensava que, se você estivesse comigo, com certeza você iria virar para ela e perguntar: ‘Mas, doutora, ele mexia só um ou os dois olhos?’”. Ambos caíram na gargalhada na tentativa de começar a juntar os cacos.
Até hoje, VB, como o general é chamado pelos amigos, não tem um diagnóstico fechado sobre sua doença. Sabe que a manifestação e as consequências são muito parecidas com as da esclerose lateral amiotrófica (ELA). A família Villas Bôas recebeu a notícia da enfermidade justamente na época em que a patologia passou a ser mais conhecida na sociedade por conta do lançamento do filme A teoria de tudo, sobre a vida do físico Stephen Hawking, e da campanha internacional do balde de gelo que levantou fundos para pesquisas de tratamento da doença.
Os familiares já lidavam com um diagnóstico havia mais de uma década de uma doença rara e incurável da caçula Adriana, portadora de espondilite anquilosante, uma inflamação crônica que causa dores constantes nas articulações — especialmente da coluna vertebral. O diagnóstico de Adriana preparara os parentes para a adversidade. Mas o do general teve um impacto ainda mais arrasador porque, segundo a literatura médica sobre doenças desse tipo, a expectativa de vida gira entre dois e quatro anos.
Ainda que de maneira discreta, já que apenas as pessoas mais próximas foram informadas, o comandante do Exército começou um tratamento intenso na capital paulista, com a patologista e neurologista Beny Schmidt, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e uma das maiores autoridades no assunto no Brasil. Com disciplina, o militar passou a trabalhar pesadamente o corpo com musculação e a subir correndo 20 andares pelas escadas. Mais que avanços na área física, o tratamento devolveu o brilho à vida da família e do paciente. “Não era sobre viver mais. Era sobre viver”, disse a filha Adriana ao relembrar o período em que Schmidt ajudou na preparação inclusive emocional para o que viria pela frente.
E o que veio e continua vindo não está sendo fácil. A vida do general mudou rapidamente. As viagens recorrentes a São Paulo geraram comentários dentro da corporação, que começou a desconfiar que algo não corria bem com o comandante. Em conjunto com sua equipe de comunicação e chefia de gabinete, ele tomou então a decisão de anunciar em uma entrevista para o site do Exército seu diagnóstico de doença neuromuscular. Soltou a bomba e esperou a repercussão. Ficou surpreso e ao mesmo tempo tocado. Passou a ser abordado por gente de alta e baixa patentes, por civis e por políticos que reiteravam o apoio para que ele continuasse no comando da corporação.
O dia mais difícil, uma prova de fogo, foi o 19 de abril de 2017, em que foi comemorada a data do Exército Brasileiro com uma solenidade com a presença do presidente da República Michel Temer, do ministro da Defesa, Raul Jungmann, milhares de soldados e autoridades das Forças Armadas e toda a imprensa nacional. Semanas antes, Villas Bôas começara um intenso treinamento com uma equipe de fisioterapeutas e treinadores. Ele tinha se dado a missão de se levantar da cadeira, caminhar até o púlpito, ler seu discurso em pé e voltar caminhando a seu lugar. A essa altura, ele já passava boa parte do tempo na cadeira de rodas, mas ainda conseguia andar. Fez e refez com sua equipe exaustivamente esse roteiro. A família e auxiliares mais próximos ficaram contra. Mas respeitaram a decisão.
No dia da solenidade, o comandante do Exército foi chamado ao púlpito. Lentamente, levantou-se da cadeira. Equilibrou-se sobre as pernas. E caminhou até o parlatório. A equipe e a família suavam. Com a voz emitindo sinais de fraqueza e de respiração ofegante, conseguiu ler seu discurso em pé, como se propusera. Ao fim da última palavra, uma sensação de alívio percorreu o Quartel-General do Exército em Brasília. Mas, ao se virar para descer, as pernas não responderam. Villas Bôas caiu na frente de todos. Foi rapidamente amparado por auxiliares que o levaram de volta à cadeira. Mesmo sem expressão de choro, as lágrimas brotaram espontaneamente de seus olhos. Rolaram sobre suas bochechas, que ardiam vermelhas. Michel Temer, a seu lado, inclinou-se para o comandante e comentou: “Comandante, belíssimo seu discurso hoje, não é mesmo?”. Depois desse episódio, relatou aos mais próximos que guardara a noção da deferência e do respeito por sua pessoa, a despeito da doença que passava a portar.
Hoje, está com movimentos cada vez mais prejudicados. Não consegue mais levar um copo à boca e usa canudo para beber. Para saudar as pessoas, pega a mão esquerda e tenta elevar o braço direito à altura do cumprimento. Evita agendas longas e viagens. Quando pega avião, precisa de equipamento de respiração para auxiliá-lo. Entre uma audiência e outra, uma equipe de fisioterapia faz exercícios com ele para abrir o tórax e facilitar a passagem de ar. A mente continua intacta. Sua principal diversão é reunir-se com a família em torno da mesa, para beber alguma dose de sua coleção de cachaças. Ele adora as preciosidades que ganha em suas andanças pelo país, como pingas acondicionadas em garrafas PET de plástico. Acha que cai bem com uma comida encharcada com tempero de limão.
Continua trabalhando, distribuindo ordens e ativo no Twitter. Na terça-feira, dia 4, na véspera do julgamento do habeas corpus para evitar a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, escreveu uma mensagem de “repúdio à impunidade”. “Nessa situação que vive o Brasil, resta perguntar às instituições e ao povo quem realmente pensa no bem do país e das gerações futuras e quem está preocupado apenas com interesses pessoais”, disse Villas Bôas em sua conta no Twitter. Na mesma mensagem, reiterou que o Exército está atento ao respeito à Constituição e a suas “missões institucionais”. Os tuítes causaram polêmica e foram interpretados como uma pressão indevida do Exército sobre o STF e uma intromissão incabível dos militares em assuntos políticos que não lhes cabem. O Ministério da Defesa, em nota, refutou essas interpretações e disse que a manifestação de Villas Bôas foi uma “mensagem de confiança e estímulo à concórdia”, na qual ele “mantém a coerência e o equilíbrio demonstrados em toda a sua gestão”. Num país que viveu sob uma ditadura por 21 anos, os tuítes deixaram, porém, mais um sinal de inquietação em uma longa crise política.
https://epoca.globo.com/brasil/noticia/2018/04/personagem-da-semana-o-general-villas-boas.html