segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Exército instala Centro de Operações Táticas Interagências em Governador Valadares

Vila Velha (ES) – No dia 16 de novembro, o Ministro da Integração Nacional, Sr Gilberto Occhi, acompanhado do Comandante Militar do Leste, General de Exército Fernando Azevedo e Silva; do Comandante do 38° Batalhão de Infantaria, Coronel Edson Massayuki Hiroshi; do Prefeito de Colatina, Sr Leonardo Deptulski; e do Coordenador Regional de Defesa Civil do Estado do Espírito Santo, Coronel Bombeiro Militar Julio Bono Neto, visitou o município de Colatina, que deverá ser o mais afetado no Estado do Espírito Santo pelo rompimento das barragens do Fundão e de Santarém, localizadas na cidade de Mariana (MG) e pertencentes à Empresa Samarco.
 
O Prefeito de Colatina e o Coordenador Regional de Defesa Civil do Estado do Espírito Santo, em reunião com as autoridades no Centro de Operações da Defesa Civil, apresentaram o Plano de Ação elaborado para a cidade de Colatina. Nesse Plano, consta como será executada a manobra logística para que os 123 mil habitantes colatinenses permaneçam abastecidos com água potável durante todo o período em que o Rio Doce estiver impossibilitado de prover recursos hídricos, devido ao excesso de lama. Para isso, está previsto o emprego de 54 caminhões-pipa, 44 caixas d’agua de 10 mil litros e sete caixas d’agua de 5 mil litros.
 
O Plano de Ação conta com a mão amiga do Exército Brasileiro para a coordenação e distribuição de água potável para a população em diversos bairros da cidade, o que abrangerá uma área de atuação de 1.416,804 km². Serão empregados 100 militares diretamente na operação de distribuição, além de equipes e viaturas que fornecerão diuturnamente o apoio logístico para a tropa.
 

Fotos: 38º BI




http://www.eb.mil.br

Motoristas com som alto são autuados em Juiz de Fora/MG

Rua  Moraes e Castro foi uma das que receberam a ação da SAU, em parceria com a PM (Foto: Divulgação PJF)
Rua Moraes e Castro foi uma das que receberam a ação da SAU, em parceria com a PM (Foto: Divulgação PJF)

Dezessete donos de veículos serão autuados pela Secretaria de Atividades Urbana (SAU) até o final dessa semana, após os carros serem flagrados com som automotivo acima dos limites permitidos pela legislação. As infrações aconteceram na noite de sábado, quando a SAU realizou uma ação para coibir a perturbação do sossego público e a poluição sonora nos bairros São Mateus e Alto dos Passos, ambos na Zona Sul de Juiz de Fora.  Novas ações estão previstas para acontecer ainda em novembro, em locais não especificados pela Prefeitura.

No dia da operação, foram emitidos três autos de infração em flagrante para proprietários de veículos com som automotivo. Também foram levantadas 14 placas de veículos que serão encaminhadas para identificação dos proprietários e posterior emissão de auto de infração, totalizando 17 autos de infração.

A ação se desenvolveu nas ruas Padre Café, São Mateus, Dom Silvério, Procópio Teixeira, Dom Viçoso, Barão de Aquino, Severiano Sarmento, Moraes e Castro, Pedro Stigert e Avenida Itamar Franco. A operação contou com o apoio da 32ª Companhia de Polícia Militar.

O Artigo 62 do Código de Posturas do Município proíbe expressamente os ruídos que causem desconforto acústico, permanentemente ou intermitente, produzidos por aparelhos ou instrumentos de qualquer natureza nas vias públicas ou para elas dirigidos, salvo quando autorizados por legislação pertinente. A multa para esta infração é considerada média, R$ 619,10 e, em caso de reincidência, o valor  é dobrado.

A mesma legislação proíbe ruídos provocados por estampido de morteiros, bombas, foguetes, rojões, fogos de artifício e similares, além de animais, “de modo a provocar o desassossego ou a intranquilidade da vizinhança.” Conforme a chefe do Departamento de Fiscalização da SAU, Graciela Marques, a fiscalização já vem sendo intensificada, com o objetivo de coibir os excessos de perturbação do sossego público e a poluição sonora no município”.

Na semana passada, dois homens foram presos em flagrante após promoverem perturbação e ameaça no Alto dos Passos. A Polícia Militar foi acionada em meio à confusão, após a dupla ameaçar de morte os frequentadores dos estabelecimentos comerciais da região.

http://www.tribunademinas.com.br/motoristas-com-som-alto-sao-autuados-em-sao-mateus-e-alto-dos-passos/

DOIS JOVENS SÃO EXECUTADOS EM JUIZ DE FORA

Dois homens foram assassinados a tiros no interior de estabelecimentos comerciais durante o último fim de semana, marcado pela violência na região entre os bairros Vila Olavo Costa e Furtado de Menezes, na Zona Sudeste de Juiz de Fora. Os crimes aconteceram em um período de cerca de 13 horas, mas a Polícia Militar não constatou ligação entre os casos, que seguem sob investigação na Delegacia Especializada de Homicídios.
A primeira ocorrência foi registrada às 18h30 deste sábado (14), em um salão de cabeleireiros na Rua da Fé, na Olavo Costa. De acordo com a PM, Yan Vieira de Oliveira, 19 anos, estava sentado na cadeira do estabelecimento, quando surgiu um criminoso, que colocou a mão pela greta da porta entreaberta e abriu fogo contra a vítima à queima-roupa. O rapaz foi alvejado na região cervical e no ombro direito, sendo que um dos projéteis teria saído pelo lado esquerdo do tórax. O óbito foi confirmado pelo Samu.
O atirador fugiu logo após a ação criminosa e, apesar das buscas, não foi encontrado. Segundo a PM, várias equipes foram empenhadas em conseguir alguma informação acerca da autoria do crime, mas ninguém quis fornecer detalhes, possivelmente temendo represálias. Muito abalada, a namorada do jovem passou mal. Ainda conforme a PM, a vítima não teria envolvimento com delitos, mas pode ter sido morta por vingança relacionada a alguma pessoa próxima. Yan inclusive teria se mudado da Vila Olavo Costa para a Zona Norte devido a problemas.
Após o trabalho de peritos, o corpo foi encaminhado para necropsia no Instituto Médico Legal (IML).
Morte na padaria
Já nas primeiras horas deste domingo (15), outro assassinato a tiros aconteceu no interior de uma padaria na Rua General Benjamin da Fonseca, no Furtado de Menezes. De acordo com a PM, pouco antes das 8h, Hélio Jeremias Tibúrcio da Silva Júnior, 21, foi surpreendido por ocupantes de uma moto em via pública. A vítima correu para dentro do comércio e tentou se esconder no banheiro, mas foi perseguida pela dupla e acabou sendo executada no local. Hélio sofreu três perfurações, uma delas próximo ao olho direito, uma no ombro do mesmo lado e outra nas costas. O Samu confirmou o óbito.
No momento da perseguição, os criminosos teriam desembarcado de uma Yamaha preta e ambos estariam armados com revólveres. Os assassinos usavam capacetes, e parte da ação foi gravada pelo circuito de vigilância da padaria. Os bandidos fugiram na moto e não foram localizados. A perícia realizou levantamentos na cena do crime, e o corpo passou por exame no IML. A motivação do homicídio não foi esclarecida.
http://www.tribunademinas.com.br/dois-jovens-sao-executados-dentro-de-estabelecimentos-na-zona-sudeste/

Reitor da UFJF renuncia ao cargo

Um ano e dois meses após ser eleito, o reitor da Universidade Federal de Juiz de Fora, Júlio Chebli, renunciou ao cargo. A decisão foi oficializada no final da manhã desta segunda-feira (16) com a apresentação de uma carta de renúncia.
Na carta publicada no portal da UFJF e apresentada aos membros do Conselho Superior (Consu), Júlio Chebli alegou que sua saída estaria atrelada a problemas de saúde, “os quais são inconciliáveis com as funções do Reitorado”. O ex-reitor destaca que, durante os 14 meses e meio que esteve à frente do cargo, procurou honrá-lo e exercê-lo dentro de sua capacidade, baseado no compromisso público, na ética e na preservação das conquistas históricas obtidas pela comunidade acadêmica.
Com a renúncia, o vice-reitor Marcos Chein passará a ocupar interinamente o cargo. No entanto, a universidade deverá realizar novas eleições em até 60 dias.
A renúncia de Chebli foi especulada em abril deste ano, período no qual gozava de um período de 30 dias de férias. Em maio, ele retornou ao trabalho e não se pronunciou sobre o assunto. Em sua ausência, a UFJF foi gerida pelo então vice-reitor Marcos Chein, que efetuou trocas nos primeiros escalões da UFJF no dia 23 de abril.
Troca-troca
Marcos Chein oficializou os desligamentos de Paulo Nepomuceno, pró-reitor de Planejamento, Orçamento e Gestão; Carlos Elízio Barral Ferreira, pró-reitor adjunto de Gestão; Marcos Aurélio Souza Brito, pró-reitor adjunto de Planejamento Orçamento e Finanças; e Marcus Gomes Bastos, pró-reitor de Graduação. Para seus lugares, foram anunciados a professora da Faculdade de Letras, Ana Claudia Peters, que assumiu a Pró-Reitoria de Graduação; Fabiano Leal, para a pró-reitora ajunta de Graduação; e advogado e professor, Washington Luiz Lima Teixeira, que chegou à UFJF para assumir a função de adjunto na pasta.
Quando retornou das férias, Chebli anunciou, em reunião do Consu, a nomeação do professor Alexandre Zanini como pró-reitor de Planejamento, Orçamento e Gestão. Além das mudanças feitas por Chein, outros pedidos de exoneração aconteceram no período. Em abril, Gerson Guedes deixou a pró-reitoria de Cultura, quando decidiu se aposentar. A artista plástica Valéria Faria assumiu o cargo. Em julho, a pró-reitora de Apoio Estudantil e Educação Inclusiva, Joana de Souza Machado, pediu desligamento da instituição. O psicólogo Frederico Freire Rosa, técnico administrativo da instituição, passou a responder pelo cargo. Um mês mais tarde, em agosto, a pró-reitora de Pós-Graduação, Pesquisa e Inovação, Maria Cristina Andreolli Lopes, também pediu afastamento do cargo. Seu substituto foi professor Lyderson Viccini. Em outubro, foi a vez do o ex-reitor da universidade, Henrique Duque, entregar o posto de diretor de Desenvolvimento e Representação Institucional da UFJF.
Natural de Leopoldina, Júlio Chebli se lançou candidato à Reitoria aos 50 anos, com o apoio de seu antecessor, Henrique Duque. Com um histórico intimamente ligado à UFJF, onde graduou-se em medicina e ingressou no corpo docente da instituição há 16 anos, Chebli se elegeu em primeiro turno, com 59% dos votos válidos.
Para isso, deixou para trás as outras duas chapas concorrentes, encabeçadas pelo diretor da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis, Marcus David, que obteve 36% do percentual paritário dos três segmentos que formam a comunidade acadêmica; e por Paulo Villela, professor da Faculdade de Engenharia, que obteve 5%.
http://www.tribunademinas.com.br/reitor-da-ufjf-renuncia-cargo/

Olha o General Mourão aí, gente!


Boneco inflável do General Mourão foi atração ontem nas manifestações em Brasília.

http://vindodospampas.blogspot.com.br/2015/11/olha-o-general-mourao-ai-gente.html

15 de NOVEMBRO DE 2015 - MANIFESTAÇÕES EM BRASÍLIA

15 de novembro de 2015

Brasília, hoje!


http://montedo.blogspot.com.br/
Errata
Até as 22h50min, o blog exibiu nesta postagem uma imagem das manifestações de março deste ano.
Confira a atualização com as fotos de hoje:

Não dá para engolir tudo - Gen Augusto Heleno Pereira


Jornalistas odeiam censura e cerceamento à liberdade de expressão, mas alguns se assustam quando chefes militares da ativa fazem colocações verdadeiras e oportunas sobre a conjuntura nacional. 

Vale recordar que os profissionais das três Forças se dedicam, durante a carreira, ao estudo de problemas brasileiros e à avaliação da conjuntura internacional. 

Além da Universidade Militar (quatro anos), cursam, como capitães, a Escola de Aperfeiçoamento (um ano) depois, mediante concurso, já oficiais superiores, a Escola de Comando e Estado Maior (dois anos) e, por último, durante um ano, um pós-doutorado, na área de política e estratégia. 

Saem da teoria e vivem os problemas "in loco". Residem, invariavelmente, nos lugares mais inóspitos do território nacional, particularmente na Amazônia, onde, quase sempre, só os "milicos" se fazem presentes. Conhecem o país como poucos. Pagam impostos e são obrigados a votar. 

Importante notar que a incapacidade de boa parte dos governantes lhes custa caro. Por conta disso, distribuem água no Nordeste, constroem e reparam estradas e pontes, ocupam comunidades para reprimir o crime, monitoram, sozinhos, boa parte das imensas fronteiras, retomam invasões ilegais, cuidam de inúmeras comunidades indígenas abandonadas cobrem deficiências do sistema de saúde, gerenciam catástrofes, combatem a dengue, entre outros. 

Ou seja, os militares cumprem qualquer missão, além de suas tarefas constitucionais. Ainda assim, são mal remunerados e dispõem de orçamento destroçado. Por motivos óbvios, não podem se organizar em sindicatos, nem fazer greves. 

Os chefes militares exigem de seus comandados dedicação integral, até em fins de semana e feriados, sem qualquer remuneração extra. Devem, portanto, mantê-los inteirados da situação.

O general de Exército Antônio Hamilton Martins Mourão construiu sua carreira pautado pela lealdade, retidão e respeito aos subordinados. Soldado exemplar, líder inconteste, nunca se permitiu mentir, blefar, caluniar ou se omitir.

Desafio que apontem qualquer inverdade nas palavras que Mourão dirigiu a outros militares, em atividade interna. Um dos slides de sua palestra informava que "a maioria dos políticos de hoje parecem privados de atributos intelectuais próprios e de ideologias, enquanto dominam a técnica de apresentar grandes ilusões que levam os eleitores a achar que aquelas são as reais necessidades da sociedade". 

O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, julgou que esses são assuntos institucionais que cabiam a ele, comandante, abordar. Pediu a transferência de Mourão do Comando Militar do Sul para outra função, na secretaria de Finanças, igualmente nobre, compatível com o posto que ocupa.
Assunto encerrado. Princípios de hierarquia e disciplina. Simples assim.

Fica a dica: autoridades civis, que conduzem os destinos do Brasil (aquelas que enfiarem a carapuça), se querem evitar esse tipo de desconforto, comportem-se com um mínimo de dignidade, competência e probidade, evitando tantas mentiras, escândalos e roubalheiras. Não dá para engolir tudo.

Esquerdopatas, fiquem calmos. São outros tempos. As Forças Armadas seguirão apolíticas e apartidárias, mas, pelo que levam na alma, jamais serão bolivarianas.

Os castrenses não pensam em tomar o poder, nem pretendem violar as instituições do regime democrático em que vivemos, ainda que pleno de imperfeições. 

No entanto, não somos robôs descerebrados e insensíveis. Guardamos, tanto quanto vocês, o direito e o dever de espernear contra tantos desmandos e falcatruas. 

Brasil, acima de tudo!

AUGUSTO HELENO PEREIRA, 68, general da reserva do Exército, é diretor de comunicação e educação corporativa do COB - Comitê Olímpico do Brasil. Foi comandante da Missão das Nações Unidas no Haiti (2004 e 2005)

http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2015/11/1706297-nao-da-para-engolir-tudo.shtml

domingo, 15 de novembro de 2015

VEREADOR É MORTO APÓS SAIR DE FESTA

Por Mariana Navarro Lins

O vereador Luciano Nascimento Batista (PCdoB), conhecido com Luciano DJ, de 38 anos, foi assassinado na madrugada deste domingo na saída de uma festa, em Seropédica, na Baixada Fluminense. Ele foi atingido por tiros quando deixava uma casa noturna chamada Espaço Fama, localizada na Rua Niterói, km 41. O vereador chegou a ser levado para a Unidade Básica de Saúde (UBS) mas não resistiu aos ferimentos.

O crime foi cometido por volta das 4h30m, quando Luciano DJ deixava a festa onde havia se apresentado. Ele foi abordado por homens armados no momento em que chegava a seu carro, uma caminhonete Toyota Hilux, que estava com os pneus traseiros furados.

Nota de pesar na página do verador no Facebook
Nota de pesar na página do vereador no Facebook Foto: Reprodução

Os bandidos desceram de dois veículos e dispararam várias vezes contra a vítima. Segundo informações da Polícia Civil, Luciano DJ ainda tentou fugir, mas caiu no chão e foi baleado. A caminhonete dele ficou com a lataria e os vidros perfurados pelos tiros.

O Espaço Fama está situado a 300 metros da 48° DP - Seropédica, mas o caso é investigado pela Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).

De acordo com informações da DHBF, um inquérito foi instaurado para apurar as circunstâncias do crime. "Foi realizada perícia no local e agentes realizam diligências em busca de testemunhas e de imagens de câmeras de segurança que tenham registrado o crime", diz a nota.

A Polícia Militar informou, também em nota, que o 24º BPM foi acionado para verificar uma ocorrência e, quando os agentes chegaram ao local, encontraram o corpo do vereador.

O vereador estava saindo do Espaço Fama quando foi baleado
O vereador estava saindo do Espaço Fama quando foi baleado Foto: Fabiano Rocha / Extra

Luciano DJ trabalhava como empresário antes de ser eleito, em 2012, com 1.318 votos, para seu primeiro mandato. Ele deixou um filho adolescente, que lamentou a morte do pai no Facebook: “Não entendi por que teve que partir. Será que Deus tá precisando de ti? Que dor é essa meu Deus”.

Uma nota foi publicada na página do vereador no Facebook: “É com muito pesar que informamos sobre a morte do nosso grande amigo e companheiro de jornada vereador Luciano DJ . Deixamos os nossos mais sinceros pêsames aos familiares e amigos”.

A Prefeitura de Seropédica, por meio do prefeito Alcir Martinazzo, também lamentou a morte do vereador. "O nosso mais profundo sentimento a todos. Rogamos a Deus que o tenha em bom lugar e que sua família encontre paz e conforto", diz o texto.

15 DE NOVEMBRO - PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA


FALA QUEM SABE - COLUNA CESAR ROMERO, EDIÇÃO 15.11.15


Tribuna relembra lugares que marcaram época na cidade de Juiz de Fora - Parte IV

Boite Grillo’s e Vivabela



Ao lado do Vivabela e do Raffa’s, a Boite Grillo’s era uma das poucas opções da noite juiz-forana entre o final da década de 1970 e início da 80. A casa noturna, que funcionava no Centro, chegava a reunir 1.500 pessoas em uma noite de sábado. Na época, o espaço era frequentado por um público mais jovem. Você se lembra? Chegou a ir? O leitor Marcus Valerio Mendes Pires se lembra e sugeriu essa postagem!

“Na coluna GPS Afetivo que tal relembrar a Boite Grillos na Av. Rio Branco?”
Marcus Valerio Mendes Pires

Miscelânea de Memórias

“Recordar a época de ouro em Juiz de Fora é bom demais. Lembro dos jogos do Tupi e Sport no Salles de Oliveira e no José Procópio Teixeira, dos bailes de carnaval do Bom Pastor e Sport, da domingueira no Bom Pastor, do réveillon no Dom Pedro, dos jogos universitários, enfim, quem viveu essa época sabe muito bem do que estou falando.”
Carlos

“Queria ver fotos da Papelaria Viviani, da Casa Combate, da Malharia Saturno (quantos uniformes do Santa Catarina comprados ali) Gostei demais da foto do Café Apollo. Comia uma torta de galinha maravilhosa lá com meus pai. Era servida num prato de porcelana com a logo do Café. Tinha ainda uma loja de brinquedos na Galeria Pio X, da qual não me lembro o nome agora, mas que era o paraíso da criançada. Ali comprávamos bonecos do Falcon, Batmóvel, soldadinhos, e tantos outros brinquedos.”
Fransérgio Delgado


“Na rua São Bernardo funcionou desde os anos 50 até 1985 o comércio Casa Montenegro, de propriedade de meu sogro Oswaldo Evangelista. Era aquela venda que tinha de tudo; secos e molhados. Época das cadernetas. O movimento era grande. Não tinha supermercados como hoje. Saudades.”
Cláudio Santiago

http://www.tribunademinas.com.br/juiz-de-fora-gps-afetivo-2/

MAIS UM ANO SEM O AMIGO IVAN BARBOSA VIDAL DE CASTRO

Em 2011 Ivan nos deixou e com isso um grande vazio foi deixado em nossos corações. Este ano sua mãe subiu para lhe fazer companhia, Ivan deve estar muito feliz.

Beijos meu amigo.



quinta-feira, 12 de novembro de 2015

CPOR/BH - Simpósio O Tenente Temporário no Exército da Transformação


Belo Horizonte – De 9 a 13 de novembro, o Centro de Preparação de Oficiais da Reserva e Colégio Militar de Belo Horizonte está realizando o Simpósio O Tenente Temporário no Exército da Transformação, com o objetivo de possibilitar aos futuros aspirantes a oficial, e tenentes temporários convocados, uma visão moderna e atual de um Exército em transformação, tanto materialmente, quanto em sua doutrina de emprego.


No primeiro dia do evento, sob o eixo temático A Base Doutrinária, a atividade contou com a presença do Comandante da 4ª Região Militar, General Mário Lúcio Alves Araújo, como primeiro palestrante, que abordou o assunto A Doutrina Militar Terrestre da Transformação.

O Comandante e Diretor de Ensino do Centro explanou sobre O Exército Brasileiro e, encerrando a primeira manhã de trabalho, o Capitão Tibério Ferreira Figueiredo, da Escola da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, tratou do tema Assuntos Civis.

http://www.eb.mil.br/

O Comandante do Exército é condecorado pelo Ministério Público Militar


Brasília (DF) – O Comandante do Exército, General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, recebeu, no dia 10 de novembro, a Ordem do Mérito do Ministério Público Militar (OMMPM), no grau Grã-Cruz. Na solenidade, que ocorreu na sede do órgão, foram condecoradas 61 personalidades e três instituições que desenvolveram atividades relevantes em prol do Ministério Público Militar (MPM). Nessa 17ª edição de entrega da Condecoração, três organizações militares da Força Terrestre também receberam a honraria: a 8ª Brigada de Infantaria Motorizada, a Academia Militar das Agulhas Negras e o 3º Batalhão de Polícia do Exército.


Além do Gen Villas Bôas, foram condecorados, dentre outras autoridades, o Presidente do Superior Tribunal Militar (STM), Tenente-Brigadeiro-do-Ar William de Oliveira Barros; o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Nivaldo Luiz Rossato e o Procurador-Geral de Justiça do Distrito Federal e Territórios, Leonardo Roscoe Bessa. A OMMPM é concedida nos graus Grã-Cruz, Grande Oficial, Alta Distinção, Distinção e Bons Serviços.


A solenidade marcou os 95 anos do MPM, instituição que recebeu, em 2015, dentre 31 ramos e unidades do Ministério Público, o quarto lugar no ranking de transparência estabelecido pelo Conselho Nacional do Ministério Público. Na ocasião, foi lançada, também, a 25ª edição da Revista do Ministério Público Militar, cujos exemplares foram distribuídos entre agraciados, familiares e convidados, após a cerimônia.

http://www.eb.mil.br/

Tribuna relembra lugares que marcaram época na cidade de Juiz de Fora - Parte III

Livraria Península

livraria peninsula2 rest editada
Logo ali na Marechal, em um tempo em que não havia tablets, smartphones e computador era coisa de (uns poucos) escritórios, a Livraria Península era um chamariz para a criançada. Quem viveu a infância dos anos 1980 deve se recordar das marcas de pegadas que levavam a uma escada de acesso a uma espécie de porão da loja, onde ficavam os livros infantis. Você se lembra?
“Me lembro da Livraria Península, na Rio Branco, tinha um mundo fantástico naquele espaço no subsolo!!! Que nostalgia!!!”
Mônica Andrade

Faisão Dourado

faisao
(Imagens: Arquivo TM/ Roberta Lockwood)
Tradicionalíssimo para diferentes gerações, o Faisão remete, em vários sentidos, a uma JF hoje inexistente. Primeiro, porque a primeira sede da casa, na Galeria Azarias Villela, ao lado do Cine-Theatro Central, foi demolida para dar lugar à atual Galeria General Roberto Neves. O outro endereço da casa, fechada nos anos 2000, também  faz referência a algo que desapareceu: a parte baixa da rua Halfeld (onde ficava o restaurante) vista como ponto nobre.  Seja como ponto para esticada das madrugadas ou para um almoço ou jantar mais cerimonioso, o Faisão faz parte da história da cidade e de muitas vidas dos juiz-foranos. (Lembram-se da “parede da fama” assinada por artistas e personalidades?). Qual é a sua?

“Não sou de JF, porém me lembro de quase todos estes espaços pois frequentava bastante a cidade. Importante lembrar também do Restaurante Faisão Dourado (ao lado do Cine Teatro Central e que depois se mudou para a Halfeld parte baixa, já perdendo a originalidade). Meu pai, sempre que nos levava para passear por JF, tinha que passar por lá.”
Luciano

Miscelânea de memórias

 “Me lembro de mais alguns locais como o Corazon e o Prova Oral. Quarta double no boliche do Santa Cruz Shopping, a Cantina Halfeld em frente ao CES…. Que viagem….”
Henrique
“Morei em Juiz de Fora de 1967 a 1978 e ainda tenho familiares que aí residem. Eu e minha mãe íamos muito a um cinema que existia no Bairro Bonfim. Fui a muitos bailes na Casa D’Itália, na Av. Rio Branco, que por sinal tinha só duas pistas. Aos domingos, era certo irmos a feira que ficava na Av. Marginal. Me lembro dos carnavais no largo do Cine Central onde, se não me engano, havia um chafariz.”
Geraldo Oliveira Paiva
“Para quem já curtia computador (MSX, TK90 naquela época), tinha uma única loja na galeria Constança Valadares onde vendiam jogos. A gente levava um disquete, e o pessoal da loja gravava o jogo ou programa. Se levasse um cartucho, eles trocavam um disquete com jogo. Frequentava essa loja todos os dias praticamente. Lá pelos anos 90, quando a febre foram os videogames, tinha uma loja de um japonês na galeria do cursinho Cave que também era bem frequentada pelos jogadores.”
Frederico
“Reportagem continua boa. Nossa, quanta coisa boa, quanta recordação boa. Lembrei de mais coisas também. Falando em cachorro-quente, lembro da loja que inauguraram dentro do Del Center que era a sensação do momento, chamava-se Cachorro Quente de Raça. Parece até que nesta época a moda era cachorro-quente. Daí veio o Pekika’s, parada obrigatória depois da night, final dos 80, início dos 90. Surgiu também mais tarde o cachorro-quente da roça.”
Francisco

RAFFA'S CHOPP

(Imagens: Arquivo TM)
(Imagens: Arquivo TM)
Funcionando por décadas, o Raffa’s foi o point de juiz-foranos de diversas gerações na noitada. Fundada em 1955, a casa só encerrou o trabalho em 2001, e o proprietário Rafael Jorge, que chegou a abrir outras casas noturnas na cidade, como a boate Karavan e o scotch bar Del Rey, chegou a ser considerado “O rei da noite de Juiz de Fora”. Pelo salão do Raffa’s, que ficava na Galeria Pio X, bem no Calçadão da Halfeld, passaram artistas de renome dos anos de ouro, como Ângela Maria, Maysa, Dolores Duran, Agostinho dos Santos, Ataulpho Alves, Cauby Peixoto, Grande Otelo, Marlene, Dorival Caymmi e muitos outros.
“A boate tinha três ambientes e era chique demais. Cheguei a trabalhar no final do funcionamento dela como DJ com a ajuda do DJ Ronaldo, que comandava todo o som do local.”
Fabrício de Mello
“Eu era vassourinha do Raffas. Tempo muito mas muito bom! Eita saudade bandida!”
Eleni Nunes da Silva

Cine Veneza

(Imagens: Aequivo TM/ Matheus Pinheiro Teutschbein)
(Imagens: Arquivo TM/ Matheus Pinheiro Teutschbein)
Situado na Avenida Rio Branco, perto da Rua Espírito Santo, o Cine Veneza encerrou as atividades no ano 2000, mas ainda hoje é ponto de referência geográfica para muitos juiz-foranos que assistiram a várias fitas em sua ampla sala de 650 lugares: “Me encontra ali em frente ao Veneza”. Nas páginas da Tribuna, o leitor pôde conferir a história do cinema, desde o furor de sua abertura, em 1987, à programação durante todo o seu funcionamento, e, claro, a triste notícia do encerramento das atividades. Entre as memórias que muitos têm do antigo cinema está a exibição de “Titanic” (1998), que ficou em cartaz por vários meses, com longas filas na calçada.
“Frequentei o Cine Veneza, onde assisti a bons filmes. Era um cinema de rua muito frequentado. Lembro da exibição do filme Titanic, quando a fila para entrar no cinema dobrava o quarteirão. Outro filme a que ali assisti foi “Uma babá quase perfeita”, também um grande sucesso de bilheteria, e também vi lá “Entrevista com Vampiro”. No final , o cinema já estava abandonado, lembro-me de assistir filmes em época de chuva, as goteiras eram muitas dentro do cinema! “
Tancredo Braga de Oliveira
“Sobre o Cine Veneza, me lembro de uma promoção/pesquisa que elegeu os cinco filmes mais queridos do ano de inauguração. Os frequentadores votavam e, no final do ano, os filmes escolhidos foram exibidos novamente, um por dia. Não perdi um dia sequer nessa nova exibição. Perdi sim, uma semana de aula na faculdade.”
Luiz Pacheco

Café Apollo

(Imagens: Arquivo Maria do Resguardo)
(Imagens: Arquivo Maria do Resguardo)
Situado na Rua Marechal Deodoro, ao lado de onde ainda funciona a agência dos Correios, o Café Apollo (ou lanchonete Apollo, homônima à marca de café que também teve fábrica em Juiz de Fora) era mais um dos pontos clássicos de parada para um lanchinho no Centro.  Bastava virar a esquina da Rio Branco com a Marechal e já era possível sentir o cheirinho de café que vinha de lá e tomava toda a rua. Fundado no fim dos anos 1960, o Café Apollo funcionou até meados dos anos 1990, e o salão amplo com mesas e atendimento também no balcão foi cenário de criação de memórias gastronômicas e afetivas de várias gerações de juiz-foranos.
“Lembro-me que, na minha infância, minha mãe nos levava para comer o famoso ‘misto quente’ e a deliciosa ‘banana split’ de lá,  que era enorme! Eu ficava encantada vendo a balconista preparar, minha mãe pedia uma e dividia entre eu e minha irmã, cada uma com sua colher, disputando cada porção daquela delicia.”
Luciana dos Santos, 45 anos,  educadora financeira

“A melhor torta de frango da cidade.”
Roberto Scafuto

“Minhas lembranças do Café Apollo são muitas. Mas a mais marcante era o lanchinho que fazia com minha mãe após as compras na rua. Íamos  fazer compras de Natal e sempre tínhamos que lanchar no Café Apollo. Aqueles doces eram maravilhosos. Lembro-me de que era grande o lugar e que eles fizeram uma ampliação depois. Eu adorava mesmo era o lugar em si, com as mesinhas e aquele balcão enorme com os doces à exposição. Muito bom.”
Felipe Almeida

“Excelente Matéria! Poderia virar uma revista! Minha mãe e meu pai se conheceram trabalhando no Café Apollo e estão juntos até hoje, 35 anos juntos.”
Anderson Rossi

Miscelânea de memórias

“Fui criança nos anos 80 e adolescente nos 90. Na virada do milênio, eu tentava o vestibular. E fica uma saudade imensa da Juiz de Fora daqueles anos 80 e 90. Lembro-me, na infância, dos passeios no trenzinho do Parque Halfeld, lanche na Lojas Americanas, ou uma passada na Loja de Frios da CCPL, onde hoje está a Faculdade Universo. A Rio Branco não tinha todo o trânsito que tem hoje e a Getúlio Vargas ainda era mão dupla. A gente podia também fazer um passeio no saudoso trem Xangai, ou então pegar um cineminha no Cine Excelsior, ou no Cine Veneza ou no Cine Star, no Mister Shopping. Ou talvez alugar uma fita de videocassete na Locadora Carioca. Depois veio a adolescência, e, com ela, as festinhas e baladinhas. Ouvíamos Engenheiros do Hawaii e Legião Urbana, e ficávamos horas esperando a música nova do Guns N’ Roses tocar na Rádio Cidade – para gravar na fita cassete comprada no Museu do Disco ou na Kika Colorida. Dentre as casas noturnas, tenho muita saudade do Arriba, que ficava no Alto dos Passos. Era point certo depois da última aula no cursinho sexta-feira. E a expectativa maior era pelo show do último dia do vestibular da UFJF, que acontecia no Tupynambás. Aquilo tudo era muito ‘venas’ (gíria da época que queria dizer que era “legal”, “maneiro”). Fica a saudade. E um prazer imenso de viajar no tempo pelo passado de nossa querida Juiz de Fora.”
Cristiano Casagrande, professor universitário
“Lembro-me bem de ir, com a minha mãe, às Casas Regente, na Marechal, comprar tecidos, cortinas, tapetes, etc. Em seguida, a gente se fartava com as delícias dos doces e das tortas da Caramelada, na Galeria Pio X. À noite, geralmente nos finais de semana, meu pai costumava nos levar para jantar no restaurante do Posto Elefantinho, na Av. Brasil, bem como no Restaurante Avenida, na Rio Branco, ambos de propriedade do Luiz, um dos melhores comerciantes do gênero na época. Já, adolescente, ia ao Pingo’s.”
Sidney Marcel Lara Ferreira
“Estou muito emocionada, sou juiz-forana e filha de Luiz Roberto Grassi, um paulistano de alma e coração juiz-forano.Vocês tocaram lá no fundo a minha alma relembrando da Billbox, a loja que meu pai e minha mãe criaram e inauguraram aí na cidade. Aos poucos fomos crescendo para outros estados, mas o começo de tudo foi aí . A cidade de Juiz de Fora sempre foi o xodó do meu pai. Ler a matéria foi uma das melhores sensações que já tive na minha vida, agradeço a lembrança, o carinho e reconhecimento. Chorei lembrando da Murilândia e do Supermercado Disco. Meu pai estaria muito orgulhoso e agradecido pelo carinho.”
Renata Verde Grassi

Livraria Península

livraria peninsula2 rest editada
Logo ali na Marechal, em um tempo em que não havia tablets, smartphones e computador era coisa de (uns poucos) escritórios, a Livraria Península era um chamariz para a criançada. Quem viveu a infância dos anos 1980 deve se recordar das marcas de pegadas que levavam a uma escada de acesso a uma espécie de porão da loja, onde ficavam os livros infantis. Você se lembra?
“Me lembro da Livraria Península, na Rio Branco, tinha um mundo fantástico naquele espaço no subsolo!!! Que nostalgia!!!”
Mônica Andrade

Faisão Dourado

faisao
(Imagens: Arquivo TM/ Roberta Lockwood)
Tradicionalíssimo para diferentes gerações, o Faisão remete, em vários sentidos, a uma JF hoje inexistente. Primeiro, porque a primeira sede da casa, na Galeria Azarias Villela, ao lado do Cine-Theatro Central, fo demolida para dar lugar à atual Galeria General Roberto Neves. O outro endereço da casa, fechada nos anos 2000, também  faz referência a algo que desapareceu: a parte baixa da rua Halfeld (onde ficava o restaurante) vista como ponto nobre.  Seja como ponto para esticada das madrugadas ou para um almoço ou jantar mais cerimonioso, o Faisão faz parte da história da cidade e de muitas vidas dos juiz-foranos. (Lembram-se da “parede da fama” assinada por artistas e personalidades?). Qual é a sua?
“Não sou de JF, porém me lembro de quase todos estes espaços pois frequentava bastante a cidade. Importante lembrar também do Restaurante Faisão Dourado (ao lado do Cine Teatro Central e que depois se mudou para a Halfeld parte baixa, já perdendo a originalidade). Meu pai, sempre que nos levava para passear por JF, tinha que passar por lá.”
Luciano

Miscelânea de memórias

 “Me lembro de mais alguns locais como o Corazon e o Prova Oral. Quarta double no boliche do Santa Cruz Shopping, a Cantina Halfeld em frente ao CES…. Que viagem….”
Henrique
“Morei em Juiz de Fora de 1967 a 1978 e ainda tenho familiares que aí residem. Eu e minha mãe íamos muito a um cinema que existia no Bairro Bonfim. Fui a muitos bailes na Casa D’Itália, na Av. Rio Branco, que por sinal tinha só duas pistas. Aos domingos, era certo irmos a feira que ficava na Av. Marginal. Me lembro dos carnavais no largo do Cine Central onde, se não me engano, havia um chafariz.”
Geraldo Oliveira Paiva
“Para quem já curtia computador (MSX, TK90 naquela época), tinha uma única loja na galeria Constança Valadares onde vendiam jogos. A gente levava um disquete, e o pessoal da loja gravava o jogo ou programa. Se levasse um cartucho, eles trocavam um disquete com jogo. Frequentava essa loja todos os dias praticamente. Lá pelos anos 90, quando a febre foram os videogames, tinha uma loja de um japonês na galeria do cursinho Cave que também era bem frequentada pelos jogadores.”
Frederico
“Reportagem continua boa. Nossa, quanta coisa boa, quanta recordação boa. Lembrei de mais coisas também. Falando em cachorro-quente, lembro da loja que inauguraram dentro do Del Center que era a sensação do momento, chamava-se Cachorro Quente de Raça. Parece até que nesta época a moda era cachorro-quente. Daí veio o Pekika’s, parada obrigatória depois da night, final dos 80, início dos 90. Surgiu também mais tarde o cachorro-quente da roça.”
Francisco

Terça-feira, 10 de novembro de 2015
(Imagens: Arquivo TM)
(Imagens: Arquivo TM)
Funcionando por décadas, o Raffa’s foi o point de juiz-foranos de diversas gerações na noitada. Fundada em 1955, a casa só encerrou o trabalho em 2001, e o proprietário Rafael Jorge, que chegou a abrir outras casas noturnas na cidade, como a boate Karavan e o scotch bar Del Rey, chegou a ser considerado “O rei da noite de Juiz de Fora”. Pelo salão do Raffa’s, que ficava na Galeria Pio X, bem no Calçadão da Halfeld, passaram artistas de renome dos anos de ouro, como Ângela Maria, Maysa, Dolores Duran, Agostinho dos Santos, Ataulpho Alves, Cauby Peixoto, Grande Otelo, Marlene, Dorival Caymmi e muitos outros.
“A boate tinha três ambientes e era chique demais. Cheguei a trabalhar no final do funcionamento dela como DJ com a ajuda do DJ Ronaldo, que comandava todo o som do local.”
Fabrício de Mello
“Eu era vassourinha do Raffas. Tempo muito mas muito bom! Eita saudade bandida!”
Eleni Nunes da Silva

Cine Veneza

(Imagens: Aequivo TM/ Matheus Pinheiro Teutschbein)
(Imagens: Arquivo TM/ Matheus Pinheiro Teutschbein)
Situado na Avenida Rio Branco, perto da Rua Espírito Santo, o Cine Veneza encerrou as atividades no ano 2000, mas ainda hoje é ponto de referência geográfica para muitos juiz-foranos que assistiram a várias fitas em sua ampla sala de 650 lugares: “Me encontra ali em frente ao Veneza”. Nas páginas da Tribuna, o leitor pôde conferir a história do cinema, desde o furor de sua abertura, em 1987, à programação durante todo o seu funcionamento, e, claro, a triste notícia do encerramento das atividades. Entre as memórias que muitos têm do antigo cinema está a exibição de “Titanic” (1998), que ficou em cartaz por vários meses, com longas filas na calçada.
“Frequentei o Cine Veneza, onde assisti a bons filmes. Era um cinema de rua muito frequentado. Lembro da exibição do filme Titanic, quando a fila para entrar no cinema dobrava o quarteirão. Outro filme a que ali assisti foi “Uma babá quase perfeita”, também um grande sucesso de bilheteria, e também vi lá “Entrevista com Vampiro”. No final , o cinema já estava abandonado, lembro-me de assistir filmes em época de chuva, as goteiras eram muitas dentro do cinema! “
Tancredo Braga de Oliveira
“Sobre o Cine Veneza, me lembro de uma promoção/pesquisa que elegeu os cinco filmes mais queridos do ano de inauguração. Os frequentadores votavam e, no final do ano, os filmes escolhidos foram exibidos novamente, um por dia. Não perdi um dia sequer nessa nova exibição. Perdi sim, uma semana de aula na faculdade.”
Luiz Pacheco

Café Apollo

(Imagens: Arquivo Maria do Resguardo)
(Imagens: Arquivo Maria do Resguardo)
Situado na Rua Marechal Deodoro, ao lado de onde ainda funciona a agência dos Correios, o Café Apollo (ou lanchonete Apollo, homônima à marca de café que também teve fábrica em Juiz de Fora) era mais um dos pontos clássicos de parada para um lanchinho no Centro.  Bastava virar a esquina da Rio Branco com a Marechal e já era possível sentir o cheirinho de café que vinha de lá e tomava toda a rua. Fundado no fim dos anos 1960, o Café Apollo funcionou até meados dos anos 1990, e o salão amplo com mesas e atendimento também no balcão foi cenário de criação de memórias gastronômicas e afetivas de várias gerações de juiz-foranos.
“Lembro-me que, na minha infância, minha mãe nos levava para comer o famoso ‘misto quente’ e a deliciosa ‘banana split’ de lá,  que era enorme! Eu ficava encantada vendo a balconista preparar, minha mãe pedia uma e dividia entre eu e minha irmã, cada uma com sua colher, disputando cada porção daquela delicia.”
Luciana dos Santos, 45 anos,  educadora financeira
“A melhor torta de frango da cidade.”
Roberto Scafuto
“Minhas lembranças do Café Apollo são muitas. Mas a mais marcante era o lanchinho que fazia com minha mãe após as compras na rua. Íamos  fazer compras de Natal e sempre tínhamos que lanchar no Café Apollo. Aqueles doces eram maravilhosos. Lembro-me de que era grande o lugar e que eles fizeram uma ampliação depois. Eu adorava mesmo era o lugar em si, com as mesinhas e aquele balcão enorme com os doces à exposição. Muito bom.”
Felipe Almeida
“Excelente Matéria! Poderia virar uma revista! Minha mãe e meu pai se conheceram trabalhando no Café Apollo e estão juntos até hoje, 35 anos juntos.”
Anderson Rossi

Miscelânea de memórias

“Fui criança nos anos 80 e adolescente nos 90. Na virada do milênio, eu tentava o vestibular. E fica uma saudade imensa da Juiz de Fora daqueles anos 80 e 90. Lembro-me, na infância, dos passeios no trenzinho do Parque Halfeld, lanche na Lojas Americanas, ou uma passada na Loja de Frios da CCPL, onde hoje está a Faculdade Universo. A Rio Branco não tinha todo o trânsito que tem hoje e a Getúlio Vargas ainda era mão dupla. A gente podia também fazer um passeio no saudoso trem Xangai, ou então pegar um cineminha no Cine Excelsior, ou no Cine Veneza ou no Cine Star, no Mister Shopping. Ou talvez alugar uma fita de videocassete na Locadora Carioca. Depois veio a adolescência, e, com ela, as festinhas e baladinhas. Ouvíamos Engenheiros do Hawaii e Legião Urbana, e ficávamos horas esperando a música nova do Guns N’ Roses tocar na Rádio Cidade – para gravar na fita cassete comprada no Museu do Disco ou na Kika Colorida. Dentre as casas noturnas, tenho muita saudade do Arriba, que ficava no Alto dos Passos. Era point certo depois da última aula no cursinho sexta-feira. E a expectativa maior era pelo show do último dia do vestibular da UFJF, que acontecia no Tupynambás. Aquilo tudo era muito ‘venas’ (gíria da época que queria dizer que era “legal”, “maneiro”). Fica a saudade. E um prazer imenso de viajar no tempo pelo passado de nossa querida Juiz de Fora.”
Cristiano Casagrande, professor universitário
“Lembro-me bem de ir, com a minha mãe, às Casas Regente, na Marechal, comprar tecidos, cortinas, tapetes, etc. Em seguida, a gente se fartava com as delícias dos doces e das tortas da Caramelada, na Galeria Pio X. À noite, geralmente nos finais de semana, meu pai costumava nos levar para jantar no restaurante do Posto Elefantinho, na Av. Brasil, bem como no Restaurante Avenida, na Rio Branco, ambos de propriedade do Luiz, um dos melhores comerciantes do gênero na época. Já, adolescente, ia ao Pingo’s.”
Sidney Marcel Lara Ferreira
“Estou muito emocionada, sou juiz-forana e filha de Luiz Roberto Grassi, um paulistano de alma e coração juiz-forano.Vocês tocaram lá no fundo a minha alma relembrando da Billbox, a loja que meu pai e minha mãe criaram e inauguraram aí na cidade. Aos poucos fomos crescendo para outros estados, mas o começo de tudo foi aí . A cidade de Juiz de Fora sempre foi o xodó do meu pai. Ler a matéria foi uma das melhores sensações que já tive na minha vida, agradeço a lembrança, o carinho e reconhecimento. Chorei lembrando da Murilândia e do Supermercado Disco. Meu pai estaria muito orgulhoso e agradecido pelo carinho.”
Renata Verde Grassi

SIMÃO PEREIRA/MG DECRETA ESTADO DE EMERGÊNCIA FINANCEIRA

Depois de Matias Barbosa, o município de Simão Pereira decretou, nesta quarta-feira (11), estado de emergência financeira. Entre as medidas adotadas, estão corte de 15% nos vencimentos dos cargos de livre nomeação; economia de 20% em despesas de energia elétrica e combustíveis; diminuição em 15% do pagamento de prestadores de serviços; suspensão de férias prêmio e do pagamento de hora extra, além de redução do expediente da Prefeitura para seis horas diárias e proibição de contratação de novos funcionários. As medidas valem até o final do ano.
O motivo do contingenciamento é a queda de arrecadação. O relatório financeiro da Prefeitura de Simão Pereira mostrou que, em setembro, foi verificada a pior arrecadação dos últimos 36 meses, com valor inferior a R$ 740 mil. “Isso representou uma queda de R$ 300 mil em relação a agosto e de quase R$ 500 mil se comparado a janeiro de 2015″, comparou o prefeito Kelsen Valle (PMN). “Hoje, não há planejamento financeiro que se sustente em decorrência da instabilidade provocada pela crise.” Segundo Kelsen, não há como prever o comportamento da receita, por isso foi necessária a adoção de medidas consideradas “drásticas”.
A queda na receita deve-se à diminuição de duas das três principais fontes de recurso da Prefeitura daquela cidade: o repasse do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e a arrecadação do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN). Conforme o prefeito, as medidas de austeridade visam a manter o pagamento do salário dos funcionários efetivos e o emprego dos contratados. “Somos, de longe, o maior empregador da cidade, com cerca de 200 servidores. Precisamos honrar nosso compromisso com nossos funcionários, por isso estamos cortando em outras frentes.”
http://www.tribunademinas.com.br/medidas-de-contencao-em-simao-pereira-valem-ate-o-final-do-ano/