sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Lacerda reafirma apoio a Aécio e fala sobre relação com Pimentel

O prefeito de Belo Horizonte Marcio Lacerda (PSB) voltou a reafirmar, nesta sexta-feira (10), seu apoio a candidatura do presidenciável Aécio Neves (PSDB), que disputará o segundo turno com a presidente Dilma Rousseff (PT). No primeiro turno, o chefe do executivo contrariou a legenda e garantiu seu voto em Aécio. Na ocasião, o PSB lançou Marina Silva como candidata da legenda. "Eu votei em Aécio Neves no primeiro turno, vou votar no segundo turno, e darei o meu apoio à campanha dentro das possibilidades de um prefeito atarefado como eu sou", afirmou.
 
Questionado se irá continuar da direção do PSB, o prefeito não descartou a possibilidade. "Devo participar da reunião do Diretório Nacional na próxima segunda-feira para escolha da nova executiva, e fui ontem convidado a estar lá na próxima segunda-feira. Nesse momento, naturalmente, a vida do prefeito de uma capital, a sua principal obrigação é trabalhar, cuidar da cidade, cumprir os seus compromissos de prefeito", contou.
 
Pimentel
 
Marcio Lacerda falou, ainda, sobre sua relação com o governador eleito por Minas, Fernando Pimentel. Conforme o prefeito, os dois já se conhecem há mais de 40 anos e, inclusive,  "Somos amigos, inclusive, tivemos muitas fases da vida até difíceis juntos, até na prisão. Quando eu fui secretário de desenvolvimento econômico do governo Aécio, eu pude assistir a proximidade muito grande de trabalho entre o governo Aécio e o prefeito Pimentel. Eu, inclusive, fui junto com o então prefeito Pimentel a Brasília para levar a primeira, digamos, versão da proposta de PPP para o metrô de Belo Horizonte", declarou.
 
"Eu espero então, como prefeito e Pimentel como governador, que nós possamos tocar para a frente o projeto do metrô e eu concluir a minha gestão em 2016 com as obras do metrô bem avançadas em Belo Horizonte. O que é um exemplo da possibilidade de cooperação", finalizou Lacerda.
 
 
*Com informações de Alessandra Mendes

http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/lacerda-reafirma-apoio-a-aecio-e-fala-sobre-relac-o-com-pimentel-1.274448

Aécio diz que não altera 'espinha' de programa por apoio de Marina


O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, disse na manhã desta sexta-feira (10) em entrevista à Rádio Gaúcha, que não vai alterar a “espinha dorsal” de seu programa de governo em troca do apoio de Marina Silva no segundo turno.
A Rede Sustentabilidade, grupo político criado pela ex-senadora, fez uma série de exigências como condição para apoiar o candidato tucano. Entre os principais pontos, estão questões como reforma agrária, demarcações de terras indígenas e de unidades de conservação , adoção de uma política “progressista” em relação ao clima, escola em tempo integral, passe livre para estudantes e revisão do fator previdenciário.
“Nós temos que aguardar que a Marina tome a sua decisão, não cabe a mim antecipar essa decisão. O que eu posso dizer é que encontro muitas convergências na questão social, na questão da sustentabilidade, entre os dois programas. Não acredito que haverá dificuldade para construirmos esse entendimento. Mas a espinha dorsal do nosso programa será mantida, até porque foi aprovada por mais de 30% dos brasileiros”, afirmou. 
O candidato tucano já recebeu apoio de partidos como PSB, PV e PPS para o segundo turno. Questionado sobre a participação que esses partidos terão no seu governo caso seja eleito, Aécio afirmou que seu governo será baseado na “meritocracia” e não na acomodação de aliados em ministérios e outros cargos importantes. 
“Esses apoios não estão se constituindo em torno de espaços de poder. Nenhuma dessas forças políticas nos procurou para dizer que vai nos apoiar se tiver esse ou aquele cargo. Essa forma criminosa de lotear a máquina pública chegou a um limite tal que o próximo presidente da República, espero que possa ser eu, vai ter responsabilidade de montar um novo governo com base na meritocracia” afirmou o candidato.
Aécio afirmou que ficou muito satisfeito com o resultado do primeiro turno e que está “otimista” com a possibilidade de vitória no segundo turno. Por fim, criticou o primeiro programa eleitoral de sua concorrente, a candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT). Para o tucano, os votos que conquistou no primeiro turno deixaram o PT “assustado”.
“Vejo a propaganda de um partido político assustado. Se no início do segundo turno, um partido que está no governo há 12 anos, abre mão de falar de futuro para falar apenas de passado é uma grande demonstração de receio. A grande política de transferência de renda que o Brasil contemporâneo viveu foi no governo Fernando Henrique com o Plano Real. O PT teve a virtude de ampliar os programas de transferência de renda iniciados por nós, mas o programa da presidente ontem foi uma enorme fraude intelectual”, concluiu Aécio.
http://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2014/10/integracao-crianca-reune-atracoes-e-brincadeiras-em-juiz-de-fora.html

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

4° Grupo de Artilharia de Campanha Leve – Estágio

www.exercito.mil.br

Juiz de Fora (MG)
No período de 9 a 10 outubro, foi realizado, no 4° Grupo de Artilharia de Campanha Leve (4° GAC L), “Grupo Marques de Barbacena”, o Estágio de Condução do Tiro de Artilharia por observador de qualquer arma ao Curso Avançado de Montanhismo. 

Na oportunidade, foram realizadas atividades no terreno reduzido e na área de instrução do 4° GAC L.
Foto: Arquivo 4° GAC L

2º FESTIVAL DE PIPOCAS - SSVP DA IGREJA SÃO JOSÉ


Será realizado neste domingo, dia 12 de outubro, dia das Crianças, o 2º Festival de Pipocas da Sociedade São Vicente de Paulo, Conferência Imaculada Conceição, no adro da Igreja São José, situada na Av. Sete de Setembro, nº 288, bairro Costa Carvalho, na cidade de Juiz de Fora.

O evento voltado para crianças, adolescente e familiares terá inicio às 14h30 com término previsto para às 17h. Além da distribuição de pipocas haverá brinquedos diversos.

Toda a renda será destinada aos programas sociais desenvolvidos pela conferência.

Convites poderão ser adquiridos com o presidente da conferência, Henrique Palhares, pelos telefones 8404.1828 e/ou 9941.2426.

O evento tem apoio do vereador João do Joaninho "Parceiro das Comunidades". 

Sartori anuncia apoio à candidatura de Aécio Neves

Candidato do PMDB ao Piratini estava acertado com o representante do PSDB desde segunda-feira

09/10/2014 | 12h18
Sartori anuncia apoio à candidatura de Aécio Neves Tadeu Vilani/Agencia RBS
Sartori negou mal-estar com direção nacional do PMDB em razão do apoio ao tucanoFoto: Tadeu Vilani / Agencia RBS
O candidato do PMDB ao governo gaúcho, José Ivo Sartori, anunciou na manhã desta quinta-feira o apoio de sua coligação, O Novo Caminho para o Rio Grande, a Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da eleição presidencial.
Sartori formalizou a adesão à candidatura tucana em um encontro com peemedebistas no Hotel Embaixador, na Capital.
— Com a mesma naturalidade que apoiamos o Eduardo Campos e depois a Marina Silva, anuncio que a coligação O Novo Caminho para o Rio Grande vai apoiar Aécio Neves. Para alguns mais temerosos e cuidadosos, vai ser três vezes 15 — discursou Sartori, sob aplausos, fazendo uma brincadeira com os números 15 (do PMDB) e 45 (do PSDB).
Embora tenha sido anunciado apenas nesta quinta, o apoio estava decidido desde o começo da semana.
— Conversei com o Aécio na tarde de segunda-feira. Acertamos entre nós porque primeiro tem de acertar a casa antes de sair para a rua — afirmou o peemedebista.
Sartori negou um possível mal-estar com o presidente do partido e candidato à vice-presidente pela chapa de Dilma Rousseff, Michel Temer, com quem falou por telefone sobre a decisão de embarcar na campanha nacional tucana:
— O Temer disse para para mim: o que for melhor para você e para o Rio Grande, eu vou acatar.
Durante a entrevista coletiva que se seguiu ao anúncio, o candidato ao Piratini já usava um adesivo com o seu número e outro com o número da candidatura de Aécio Neves.
http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/eleicoes-2014/noticia/2014/10/sartori-anuncia-apoio-a-candidatura-de-aecio-neves-4617338.html?utm_source=Redes%20Sociais&utm_medium=Hootsuite&utm_campaign=Hootsuite

Com inflação alta, secretário sugere a brasileiro trocar carne por ave e ovo

Secretário de Política Econômica diz que população têm várias opções para substituir produtos à mesa

POR 
 -AILTON DE FREITAS / AGÊNCIA O GLOBO / 6-5-2011

BRASÍLIA - Diante da alta da inflação em setembro, pressionada pelos preços dos alimentos, o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland, sugeriu que a população brasileira fique atenta à possibilidade de substituir produtos à mesa. As carnes subiram 3,17% no mês passado. Holland sugeriu que o brasileiro substitua o alimento por aves e ovos, que são mais baratos.

— Há uma série de outros produtos substitutos (para a carne) como frango, ovos e aves (...) que vêm apresentando comportamento benigno neste ano.

Holland disse que a alta dos preços em setembro se deve, em parte, ao aumento sazonal de alimentos como a carne bovina em função de um período de entressafra, agravado por uma seca e pelo aumento da demanda internacional do produto.

— É importante dizer que tem outros substitutos. A população precisa ficar atenta a isso. Também é importante dizer que diversos itens do dia a dia da mesa dos brasileiros estão apresentando no mês de setembro deflação, queda significativa de preços, como é o caso que eu citei de batata inglesa, óleo, feijão. São produtos muito importantes da mesa dos consumidores brasileiros.


http://oglobo.globo.com/economia/com-inflacao-alta-secretario-sugere-brasileiro-trocar-carne-por-ave-ovo-14188206#ixzz3FfwU7FyN

Pesquisas preocupam o PT e animam o PSDB

Comandos das campanhas de Dilma e Aécio estão ansiosos pelos resultados do Ibope e do Datafolha

Mário Simas Filho
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Estrategistas das campanhas de Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) aguardam com ansiedade os resultados das pesquisas Datafolha e Ibope que deverão ser divulgados nesta noite.

No QG petista, há uma forte preocupação. Temem que os institutos mais tradicionais repitam o que estão dizendo o Instituto Véritas e o Instituto Paraná Pesquisas. O primeiro mostra Aécio com 54,2% das intenções de votos e Dilma 45,2%. O segundo registra 54% para o tucano e 46% para a presidenta. “A diferença apontada é bem maior do que imaginávamos”, disse à ISTOÉ um dos coordenadores da campanha do PT. “Vamos aguardar as pesquisas feitas pelo Ibope e pelo Datafolha para avaliar melhor esse quadro.”

No início da semana, os petistas já contavam que Aécio pudesse estar na frente na primeira rodada de pesquisas, mas avaliavam que a diferença entre os dois candidatos se mantivesse dentro da margem de erro.

No PSDB, a divulgação das primeiras pesquisas foi animadora. Os tucanos entendem que o crescimento de Aécio vem se dando de forma sustentável durante o processo eleitoral, com base em votos consolidados, o que a tornou mais lenta. Não descartam, porém, que nesse momento possa estar ocorrendo uma migração natural dos votos de Marina Silva (PSB), independentemente da posição que as lideranças partidárias venham a assumir. “O eleitor muitas vezes reagem mais rápido do que os partidos”, afirmou um dos líderes da Rede, grupo político de Marina alojado no PSB. “Cabe a nós captar esse sentimento”. Para os tucanos, o desafio será consolidar esse movimento eleitoral para que esses votos não fiquem sujeitos a migrações futuras.
http://www.istoe.com.br/reportagens/386931_PESQUISAS+PREOCUPAM+O+PT+E+ANIMAM+O+PSDB?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

Aécio tem 54,8% dos votos válidos e Dilma, 45,2%, indica Instituto Veritá

Pesquisa de intenção de voto divulgada na manhã desta quinta-feira (9), pelo Instituto Veritá mostra o candidato do PSDB, Aécio Neves, quase dez pontos porcentuais à frente da petista Dilma Rousseff. Considerando apenas os votos válidos, Aécio Tem 54,8% das intenções de voto, enquanto Dilma aparece com 45,2%.

No cálculo que considera também votos em branco e indecisos, Aécio tem 42% e Dilma Rousseff 36,1%. Os indecisos são 17,4% e os que disseram que votarão em branco ou nulo são 4,5%. O levantamento foi divulgado pelo site Brasil 247.

A pesquisa sobre a corrida ao Palácio do Planalto no 2º turno ouviu 5.165 eleitores e foi realizada entre os dias 3 e 8 de outubro. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro de 1,4 ponto porcentual. O levantamento foi registrado no TSE sob o número 01067.

Instituto Paraná: Aécio, 54%, e Dilma, 46%, no 2º turno

Na quarta-feira, levantamento feito pelo Instituto Paraná Pesquisas, mostrou Aécio Neves (PSDB) liderando (54%) e Dilma Rousseff (PT) há oito pontos de diferença (46%).

Os números fogem do que era ventilado antes do primeiro turno. No último Ibope, em 4 de outubro, Dilma aparecia com 45% e Aécio, com 37%. O Datafolha, na mesma data que o outro instituto, também mostrava Dilma na liderança: 48% a 42%.

Os valores se referem a votos válidos, excluídos eleitores indecisos e que votam em branco. Se somadas essas opções, os números de Aécio e Dilma caem 5%. O tucano teria 49% contra 41% de Dilma. Os 10% restantes não sabem ou não responderam à pesquisa.

O levantamento do Instituto Paraná Pequisas, encomendado pela Revista Época, foi feito entre os dias 6 e 8 de outubro. Foram entrevistados 2.080 eleitores, em 152 municípios espalhados por 19 estados. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR 01065/2014.

Rejeição

A rejeição dos candidatos também foi averiguada. Dilma Rousseff é rejeitada por 41% dos entrevistados, enquanto que Aécio Neves não seria escolhido "de jeito nenhum" por 32% das pessoas. Não souberam ou não responderam alcança 8% e aqueles que não rejeitam nenhum dos candidatos somam 16% dos entrevistados.

http://www.hojeemdia.com.br/noticias/aecio-tem-54-8-dos-votos-validos-e-dilma-45-2-indica-instituto-verita-1.274142

Tesoureiro do PT operava propina da Petrobras, diz Costa

A divisão do dinheiro arrecadado nas diretorias da Petrobras era repassada ao PT, PMDB e PP. O PT, no entanto, sempre levava mais

Rodrigo Rangel e Hugo Marques, de Brasília
CPI mista da Petrobras recebe ex-diretor da estatal, Paulo Roberto Costa, no Congresso Nacional, em Brasília (DF) - 17/09/2014
CPI mista da Petrobras recebe ex-diretor da estatal, Paulo Roberto Costa, no Congresso Nacional, em Brasília (DF) - 17/09/2014 (Ueslei Marcelino/Reuters)
No depoimento que prestou nesta quarta-feira à Justiça, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa deu o nome dos operadores dos partidos que recebiam e administravam o dinheiro desviado da estatal. Ele afirma que a propina do PT era administrada pelo tesoureiro nacional do partido, João Vaccari Neto, que tratava diretamente com o então diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque. O operador da propina que cabia ao PMDB era o lobista Fernando Soares, também conhecido como Fernando Baiano. “Dentro do PT a ligação que o diretor de serviços tinha era com o tesoureiro na época do PT, o senhor João Vaccari. A ligação era diretamente com ele. Do PMDB, da Diretoria Internacional (comandada por Nestor Cerveró), o nome que fazia essa articulação toda chama Fernando Soares.”
TranspetroO ex-diretor  afirma que o esquema também funcionava em pelo menos uma das subsidiárias da Petrobras, a Transpetro, cujo presidente, Sergio Machado, é indicado do PMDB. Paulo Roberto diz ter recebido das mãos do próprio Sergio Machado 500 mil reais, a título de propina pela contratação de navios – ele diz que recebeu porque se tratava de um negócio que precisava também do aval de sua diretoria. Sergio Machado presidente a Transpetro até hoje. “A Transpetro tem alguns casos de repasse para políticos (...) Recebi uma parcela da Transpetro. Recebi, se eu não me engano, 500.000 reais. (Quem pagou) foi o presidente da Transpetro, Sergio Machado (...) Foi devido à contratação de alguns navios e essa contratação depois tinha que passar pela Diretoria de Abastecimento (...) Esse valor me foi entregue diretamente por ele (Sérgio Machado) no apartamento dele, no Rio de Janeiro.”  
Rateio da propinaCosta também afirmou que a maior parte da propina cobrada na Diretoria de Abastecimento era dividida entre o PP e o PT. Ela afirma que dos 3% pagos pelas grandes empreiteiras por contratos fechadas com a Diretoria de Abastecimento, 1% ia para o PP e 2% iam para o PT. O ex-diretor revelou que a parcela que cabia ao caixa petista era administrada pela Diretoria de Serviços, encarregada de organizar as principais licitações da Petrobras, e comandada por Renato Duque, indicado do PT, que tinha como padrinho o mensaleiro José Dirceu.
“Dos contratos da área de Abastecimento, dos 3%, 2% eram para atender o PT através da diretoria de serviço. Outras diretorias, como Gás e Energia e como Exploração e Produção, também eram (do) PT. Então se tinha PT na Exploração e Produção, PT na Diretoria de Gás e Energia e PT na área de Serviços. O comentário que pautava lá dentro da companhia é que nesse caso os 3% ficavam diretamente para o PT. O que rezava dentro da companhia é que esse valor seria integral para o PT. A Diretoria Internacional tinha indicação do PMDB. Então tinha recursos que eram repassados para o PMDB na diretoria Internacional.”
Cartel de empreiteirasO ex-diretor informou ainda que  a organização criminosa que operava na estatal era muito mais sofisticada do que parecia. Segundo ele, havia um cartel de grandes empreiteiras que escolhia as obras, decidia quem as executaria e fixava os preços.  Era como se a companhia tivesse uma administração paraestatal. 
Costa listou oito empreiteiras envolvidas no cartel: Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, Galvão Engenharia, Iesa, Engevix, Mendes Junior e UTC – e os nomes de seus interlocutores em cada uma delas. As empreiteiras superfaturavam os custos e repassavam até 3% do valor dos contratos para os “agentes políticos”. No caso da diretoria de Abastecimento, comandada por Paulo Roberto Costa,o dinheiro desviado era dividido entre o PT, o PMDB e o PP. “Na realidade o que acontecia dentro da Petrobras, principalmente a partir de 2006 para frente, era um processo de cartelização", afirmou.
“Ficou claro para mim esse, entre aspas, acordo prévio entre as companhias em relação às obras. Existia claramente e isso me foi dito pelas empresas que havia uma escolha de obras dentro da Petrobras e fora da Petrobras. Por exemplo, usina hidrelétrica de tal lugar, neste momento qual empresa  está mais disponível para fazer? E essa cartelização obviamente resulta num delta preço (diferença de preço) excedente", prosseguiu. “Na área de petróleo e gás, essas empresas, normalmente, entre os custos indiretos e seu lucro, o chamado BDI, elas normalmente colocam algo entre 10 e 20%. O que acontecia especificamente nas obras da Petrobras? Por hipótese, o BDI era 15%? Então se colocava em média 3% a mais. E esses 3% eram alocados para agentes políticos. Em média, 3% de ajuste político.”
A propina do PP - Indicado pelo PP para a diretoria de Abastecimento, Paulo Roberto ficou milionário. Em apenas uma de suas contas no exterior foram encontrados 26 milhões de dólares.  Ele e o doleiro Alberto Youssef ficavam com um pedaço da cota de propina destina ao partido. “Do 1% que era para o PP, em média, obviamente que dependendo do contrato podia ser um pouco mais um pouco menos, 60% iam para o partido, 20% era para despesas, nota fiscal, envio, etc., e os 20% restantes eram repassados 70% pra mim e 30% para Janene ou Alberto Youssef (...) Eu recebia em espécie, normalmente na minha casa ou no shopping, ou no escritório depois que eu abri a companhia minha de consultoria (...) Normalmente (quem entregava era) ou Alberto Youssef ou Janene.”
http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/no-rateio-da-propina

Dinheiro desviado da Petrobras foi para campanha em 2010, diz ex-diretor


O ex-diretor de abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa disse em audiência na tarde desta quarta-feira (8) na Justiça Federal de Curitiba que o esquema que desviou dinheiro da empresa serviu para financiar partidos políticos na campanha eleitoral de 2010. As informações são do advogado do doleiro Alberto Youssef, Antonio Figueiredo Basto, que acompanhou a audiência dos dois presos na Operação Lava Jato, da Polícia Federal.
De acordo com o advogado, que falou à imprensa após a audiência, o doleiro Youssef afirmou ao juiz federal Sergio Moro que os mandantes do esquema bilionário de desvio de dinheiro investigado  na Lava Jato  “são agentes políticos”.

“Agiam em nome deles [dos agentes políticos]", afirmou Basto. "O que foi dito é que eles financiavam um esquema político. Inclusive o Paulo deixou bem claro que esse esquema financiou a campanha de 2010, só não pode dizer de quem, mas de muita gente”.
Ainda segundo Basto, o doleiro Youssef também disse que há partidos envolvidos no esquema e, ao juiz, listou quais são. O advogado, porém, apenas afirmou que um deles concorre ao segundo turno na eleição presidencial.

“A única coisa que ele [Youssef] não confirmou é quem era o líder da quadrilha. Ele falou que os líderes estão fora desse processo. São agentes políticos”, afirmou. “Três partidos grandes foram citados, que dividiam integralmente o bolo da propina na Petrobras. Ficou muito clara uma coisa, que eu acho que é fundamental: o meu cliente não era o chefe dessa quadrilha, não era chefe de nada. Era o operador. Era um cara que era peça da engrenagem. Diria não insignificante, mas muito menor do que todo esse esquema”, afirmou Basto.
Esta foi a primeira vez que o ex-diretor Costa depôs à Justiça. João Mestieri, advogado de Costa, não revelou o que seu cliente disse ao juiz. Entretanto, ele afirmou que o ex-diretor não citou novos nomes além dos já citados na delação premiada.
Também falaram ao juiz nesta quarta outros três réus: Pedro Argese Junior, Esdra de Arantes Ferreira e Leandro Meirelles. Contudo, os dez acusados da denúncia formulada pelo Ministério Público Federal (MPF) pela prática de crime de lavagem de dinheiro e de crimes de pertinência a  grupo criminoso participaram da audiência.
Os demais réus no processo são: Antônio Almeida Silva, Márcio Andrade Bonilho, Murilo Tena Barros, Leonardo Meirelles e Waldomiro Oliveira. Eles serão ouvidos no dia 20 de outubro, conforme a Justiça Federal.
Operação Lava Jato
Paulo Roberto Costa é um dos acusados na operação Lava Jato, que foi deflagrada no dia 17 de março deste ano em vários estados brasileiros e no Distrito Federal. A operação investiga um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas que teria movimentado cerca de R$ 10 bilhões.

De acordo com a PF, a organização criminosa era liderada pelo doleiro Alberto Youssef, que está detido em Curitiba. Após ser preso, Costa chegou a ser libertado no dia 19 de maio por ordem do ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), mas foi preso novamente no dia 11 de junho a pedido Ministério Público Federal (MPF).
Depois de homologar o acordo de delação premiada no dia 30 de setembro, Zavascki transferiu para a Justiça Federal do Paraná a decisão sobre a prisão domiciliar de Costa. O juiz Sérgio Moro oncedeu o benefício.
No dia 1º de outubro, Costa foi transferido para o Rio de Janeiro, onde cumpre prisão domicilar, em um condomínio no Bairro da Tijuca. Ele está sendo monitorado por uma tornozeleira eletrônica.
Entenda a delação premiada
O processo de delação premiada é a confissão de informações em troca da possibilidade de redução de pena ou outros benefícios. Costa começou o acordo com a Justiça no dia 29 de setembro. De lá pra cá, foram vários depoimentos na sede da PF do Paraná. Alguns, inclusive, aos fins de semana. Durante esse período, Costa denunciou políticos que teriam se beneficiados de um esquema de pagamento de propina em contratos da Petrobras com outras empresas.
Segundo a homologação feita pelo ministro Zavascki, há a confirmação oficial de um possível envolvimento de várias autoridades com foro privilegiado, inclusive parlamentares federais, citados na delação de Paulo Roberto. No entanto, o conteúdo detalhado dos depoimentos é sigiloso para resguardar as investigações.
Em nota divulgada no dia 30 de setembro, o MPF informou que a colaboração premiada é um método de investigação moderno e valioso para elucidar crimes complexos. “Por vezes, somente quem tem conhecimento dos detalhes da atividade criminal são os próprios agentes. As informações prestadas pelo colaborador ficam sempre sujeitas à verificação e à corroboração”, diz um dos trechos da nota.
O ex-diretor Paulo Roberto ocupou a direção de Refino e Abastecimento da Petrobras entre 2004 e 2012, nos governos Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.
http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2014/10/dinheiro-desviado-da-petrobras-foi-para-campanha-em-2010-diz-ex-diretor.html

Eleições no RJ: um general na linha de frente.



General Abreu é vice na chapa de Marcelo Crivella
(Imagem: O Globo)
Além de Jair Bolsonaro, eleito o deputado federal mais votado, o cenário eleitoral fluminense tem outro candidato militar como protagonista. O General de Divisão José Alberto da Costa Abreu está na disputa em segundo turno ao governo do Rio, como candidato a vice do Senador Marcelo Crivellla. Ambos são do PRB, partido ligado à Igreja Universal do Reino de Deus, de Edir Macedo. O adversário é o o atual governador,  Luiz Fernando Pezão (PMDB), do grupo político de Sérgio Cabral, ex-governador. Ainda na ativa, o general ganhou notoriedade por uma decisão polêmica: extinguiu o Clube dos Subtenentes e Sargentos da Vila Militar do RJ e transformou-o em uma área de lazer. Recentemente, respondeu às críticas recebidas em correspondência enviada ao blog. Leia aqui.

Às vésperas do primeiro turno, ele concedeu esta entrevista ao jornal O Globo. Confira:
Filho de um ex-combatente da Força Expedicionária Brasileira, o candidato participa pela primeira vez de uma disputa eleitoral. No Exército, exerceu os cargos de chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Nordeste (Recife), comandante da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (Rio de Janeiro), diretor de Serviço Militar (Brasília) e diretor de Logística do Ministério da Defesa (Brasília). Quando comandou a 1ª Divisão do Exército no Rio, foi responsável por planejar as ações de segurança dos grandes eventos da capital, como a Rio+20, a Copa das Confederações e a Jornada Mundial da Juventude.
Alguns analistas políticos apontam para a "função decorativa" dos vices. Pezão, por exemplo, conseguia acumular o cargo com a secretaria de obras. Caso eleito, como o senhor trabalhará para tornar relevante o seu mandato? Serei um vice que estará sempre presente, coordenando o trabalho das secretarias e acompanhando diversos trabalhos no estado. Procurarei ser um vice atuante.
Como é sua relação com o candidato a governador? Como surgiu o convite para integrar a chapa? A relação é muito cordial e amistosa, pautada pelo respeito mútuo e comprometimento. O convite surgiu após eu passar para a reserva no Exército e por indicação de amigos comuns, que sabiam da admiração do Crivella pelo Exército Brasileiro.
Qual é o maior desafio do Estado do Rio de Janeiro nos próximos quatro anos? Penso que é enfrentar as enormes demandas da população em setores sensíveis, como: saúde, habitação, saneamento, segurança, educação e transporte. Será um trabalho árduo e permanente, para atender aos anseios da população fluminense.
Qual a opinião do senhor sobre as UPPS? Elas são o melhor caminho? Devem ser melhoradas? Devem ser mantidas mas aperfeiçoadas e universalizadas. As instalações precisam ser melhoradas para oferecer melhores condições de trabalho e de segurança aos policiais que trabalham nas UPPs.
Estamos a poucos dias da eleição. O que o senhor diria para mudar o voto de quem ainda está indeciso? Escolham candidatos ficha limpa e comprometidos com a necessidade de melhorar e sanear a política no estado. É claro que o melhor candidato, que preenche esses requisitos citados, é o Marcelo Crivella para governador.
O senhor foi responsável pelo esquema de segurança de megaeventos como Rio+20, JMJ e Copa das Confederações. Que lições podem ser tiradas para as Olimpíadas de 2016? A perfeita integração entre as agências voltadas para as ações de defesa e segurança dos eventos, mediante a coordenação a cargo do Ministério da Defesa, por meio das Forças Armadas, dos órgãos policiais de nível federal, estadual, o governo do estado e a Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro. Foram operações que trouxeram a certeza de que, com vontade política e o perfeito entendimento do papel das diversas instituições e órgãos envolvidos, tudo pode ser realizado com sucesso.
O senhor nunca ocupou nenhum cargo eletivo até hoje. Por que decidiu entrar na política? Tenho 42 anos de vida pública, como oficial do Exército Brasileiro, logo, não estou ausente da realidade brasileira e de meu estado, o Rio de Janeiro. É grande a vontade de somar forças para que o Crivella seja um excelente governador.
O candidato Crivella é bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus. O que o senhor acha da mistura entre política e religião? O fato de o Crivella ser bispo licenciado da Igreja Universal não significa que ele misture religião e política, aliás, não conheço qualquer projeto de lei de sua autoria, ou mesmo qualquer ação política do Crivella que tenha beneficiado a sua igreja.
O senhor é militar. O que acha da atuação das Comissões da Verdade, tanto no Rio quanto no Brasil? Os crimes militares daquele período devem ser investigados? Penso que a minha opinião sobre esse tema, no momento, não é relevante para o momento político em que vive o Estado do Rio de Janeiro, bem como para a campanha eleitoral no estado.
O que o senhor achou da atuação das forças de segurança pública durante as manifestações de 2013? Fizeram o melhor que estava ao seu alcance para enfrentar os atos de vandalismo que se seguiram às manifestações pacíficas. (O GLOBO)
http://montedo.blogspot.com.br/ 

12º GAC - CONVITE


quarta-feira, 8 de outubro de 2014

COPA PJF/BAHAMAS - RODADA DO FINAL DE SEMANA

http://www.bahamas.com.br/copabahamas/Conteudos.aspx?Area=Boletins


Operador de campanhas petistas estava em avião que transportava dinheiro vivo

Benedito de Oliveira Neto, empresário beneficiado por contratos com o governo federal e financiador do "bunker" onde o comitê da campanha de Dilma Rousseff em 2010 se misturava com um núcleo de espionagem, era um dos ocupantes do avião em que a PF apreendeu 116 000 reais na noite desta terça-feira, em Brasília

Rodrigo Rangel e Daniel Pereira
A história se repete: Benedito de Oliveira Neto, empresário envolvido no escândalo de espionagem que atingiu a campanha petista em 2010, estava em aeronave apreendida pela PF com dinheiro vivo
A história se repete: Benedito de Oliveira Neto, empresário envolvido no escândalo de espionagem que atingiu a campanha petista em 2010, estava em aeronave apreendida pela PF com dinheiro vivo (DEDOC/VEJA)
Um conhecido colaborador de campanhas eleitorais petistas estava a bordo do avião no qual a Polícia Federal apreendeu, na noite desta terça-feira, 116 mil reais em dinheiro vivo no aeroporto de Brasília.
A aeronave foi abordada pelos agentes federais logo após pousar, vindo de Belo Horizonte. Uma denúncia anônima levou os policiais a fazerem o flagrante.
Os três ocupantes do avião, um turboélice registrado em nome de uma empresa de participações, foram levados até a Superintendência da PF em Brasília para prestar esclarecimentos.
Entre eles estava Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, o Bené, empresário de Brasília com negócios no governo federal e que ficou conhecido na campanha eleitoral de 2010 por bancar despesas do comitê eleitoral da então candidata petista Dilma Rousseff.
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Bené também patrocinou um grupo que operava na clandestinidade, dentro do  comitê de campanha,  para produzir dossiês contra o tucano José Serra, então adversário do PT.
Na época, o coordenador da campanha de Dilma Rousseff era o hoje governador eleito de Minas Gerais Fernando Pimentel.
Junto com Bené estava Marcier Trombiere Moreira, funcionário de carreira do Banco do Brasil que ocupa, desde março deste ano, o cargo de assessor especial do ministro das Cidades, Gilberto Occhi. O terceiro ocupante da aeronave foi identificado como Pedro Medeiros.
Amigo de petistas influentes, especialmente de Minas Gerais, Bené era um empresário pouco conhecido de Brasília. No governo do PT, ficou rico: de repente, suas empresas -- a Gráfica Brasil e a Dialog Eventos -- passaram a ganhar fortunas com contratos públicos. Durante os dois mandatos do ex-presidente Lula, as empresas faturaram 214 milhões de reais.
A Dialog chegou a ser proibida de contratar com o governo após a descoberta de uma série de irregularidades. Em muitos órgãos públicos, ela era contratada sem licitação. Auditorias oficiais concluíram que a empresa costumava receber pagamentos por serviços nunca prestados.
A Gráfica Brasil, por sua vez, continuou firme e forte com seus negócios na máquina federal. Já no governo Dilma, recebeu 109,6 milhões.
Na campanha de 2010, Bené atuou com uma espécie de tesoureiro informal da campanha de Dilma. Cuidava das finanças e também da logística da estrutura montada em Brasília para servir à candidatura presidencial petista.
Até estourar o escândalo da espionagem, revelado por VEJA, Bené era o responsável por pagar as despesas de uma casa montada para servir à campanha. Também foi ele quem providenciou outros imóveis utilizados pelo comitê petista -- incluindo a casa onde a então candidata Dilma Rousseff morou, no Lago Sul de Brasília, até ser eleita presidente.
Nas eleições deste ano, o empresário voltou à cena, só que mais discretamente. Bené auxiliou a campanha do petista Fernando Pimentel. Sempre nos bastidores. Ele transitava entre Brasília e Belo Horizonte. A Polícia Federal abriu inquérito para apurar a origem dom dinheiro.
http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/operador-de-campanhas-petistas-estava-em-aviao-que-transportava-dinheiro-vivo

Soldado da Força de Pacificação é baleado no Complexo da Maré


Um soldado que atua na Força de Pacificação do Complexo da Maré, na zona norte do Rio, foi baleado na manhã desta quarta-feira (8) em confronto com traficantes, na comunidade Baixa do Sapateiro. 
Por meio de nota, a Força de Pacificação informou que a troca de tiros se deu por volta das 5h45, quando militares faziam patrulha na Praça do 18. Uma patrulha foi alvo dos tiros e um soldado acabou atingido no antebraço esquerdo.
O suspeito de efetuar disparo foi detido e teve a arma apreendida. Por volta das 13h, ele estava na DPJM (Delegacia de Polícia Judiciária Militar). A Força de Pacificação informou que ele será encaminhado à delegacia de Bonsucesso (21ª DP).
O soldado ferido foi levado para o HCE (Hospital Central do Exército), onde passava por exames clínicos. O quadro de saúde dele era considerado estável.
Na quarta-feira (1º), intensas trocas de tiro terminaram com dois suspeitos mortos e deixaram 6.840 alunos de escolas públicas sem aulas no Complexo da Maré. A área foi ocupada pelo Exército, em abril deste ano.
Assista ao vídeo no link abaixo:
http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/soldado-da-forca-de-pacificacao-da-mare-e-baleado-em-confronto-com-criminosos-08102014

PV anuncia apoio a Aécio Neves neste segundo turno

Por Orion Teixeira


O PV nacional vai anunciar nesta quarta-feira (8), em Brasília, o apoio ao candidato presidencial tucano, Aécio Neves. Durante reunião, que se encerrou há pouco, os verdes liderados pelo presidente nacional, José Luis Penna, e o candidato presidencial derrotado no primeiro turno, Eduardo Jorge, decidiram apoiar o PSDB, neste segundo turno, por 32 a 6 votos de sua executiva nacional. Eduardo Jorge teve 0,6% da votação nacional (630.036). Não foi divulgada condição para a adesão.

Em Minas, o PV já está na campanha tucana desde ontem, quando o dirigente estadual e vice-prefeito de Belo Horizonte, Délio Malheiros, participou de encontro de formação da nova coordenação. Até no Rio de Janeiro, onde o PV apoiou o candidato petista para governador, Lindberg Farias, o partido optou pelo PSDB contra o PT de Dilma Rousseff.

http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/pv-anuncia-apoio-a-aecio-neves-neste-segundo-turno-1.273925

4ª Inspetoria de Contabilidade e Finanças do Exército – Visita

www.exercito.mil.br


Juiz de Fora (MG)
Visando a constante melhoria do Controle Interno, a Secretaria de Economia e Finanças realizou a Visita de Orientação Técnica na 4ª Inspetoria de Contabilidade de Economia e Finanças do Exército, nos dias 24 e 25 de setembro.

A visita foi chefiada pelo Subsecretário de Economia e Finanças, General de Divisão José Carlos Nader Motta.
Foto: Arquivo 4ª ICFEX