terça-feira, 30 de julho de 2013
Ex-prefeito de Pirapora é condenado e tem direitos políticos suspensos
Warmillon continua preso por causa de alegada contratação fraudulenta de serviços de limpeza urbana
O ex-prefeito de Lagoa dos Patos e Pirapora, no Norte de Minas, Warmillon Fonseca Braga (DEM), teve seus direitos políticos suspensos por cinco anos e terá que ressarcir integralmente os danos causados aos cofres públicos, além de pagar multa de igual valor.
O político foi condenado por improbidade administrativa pela Justiça Federal em Montes Claros, na última sexta-feira (26). Ele se encontra preso preventivamente desde o dia 2 de julho por envolvimento em fraudes e desvio de dinheiro público e já foi denunciado 79 vezes.
Conforme a sentença, o ex-prefeito fica proibido de contratar com o Poder Público ou de receber benefícios, incentivos fiscais ou creditícios também pelo período de cinco anos.
Segundo a ação ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF) em 2009, quando prefeito do município de Lagoa dos Patos, Warmillon Braga teria se apropriado de recursos federais por meio um convênio celebrado com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no valor de R$ 96.800. A verba seria destinada à construção de 121 módulos sanitários domiciliares equipados com caixa d'água fria, vaso sanitário com caixa de descarga, lavatório, tanque séptico e sumidouro.
Mesmo após três vistorias realizadas pela Funasa, técnicos constataram que os banheiros não atendiam ao objetivo específico do convênio, que era o de reduzir a incidência de verminoses e de outras doenças causadas pela falta de saneamento básico.
Os recursos disponibilizados em duas parcelas foram sacados por meio de cheques emitidos em favor da empresa Minas Construção Saneamento Básico e Serviços Ltda, a quem Warmillon Fonseca Braga chegou a atribuir a responsabilidade pelo desvio dos recursos.
Durante investigações, outras irregularidades foram constatadas como a dispensa de processo licitatório para a execução da obra. O ex-prefeito contratou diretamente uma empresa de fachada, sem sede física, maquinário, depósito de materiais ou empregados para realizar o serviço proposto pela Funasa. O sócio majoritário da Minas Construção e Saneamento Básico, Cláudio Soares Silva, chegou a confessar que sua empresa era usada para venda de notas fiscais frias às prefeituras, inclusive a de Lagoa dos Patos.
Para o juiz, "ao contratar, sem licitação, com empresa inidônea e de fachada, o réu, na qualidade de Prefeito Municipal, aplicou verba pública de forma irregular e concorreu para que terceiros – a empresa e seu sócio majoritário – incorporassem essa verba pública, indevidamente, em seu patrimônio particular”.
O político foi condenado por improbidade administrativa pela Justiça Federal em Montes Claros, na última sexta-feira (26). Ele se encontra preso preventivamente desde o dia 2 de julho por envolvimento em fraudes e desvio de dinheiro público e já foi denunciado 79 vezes.
Conforme a sentença, o ex-prefeito fica proibido de contratar com o Poder Público ou de receber benefícios, incentivos fiscais ou creditícios também pelo período de cinco anos.
Segundo a ação ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF) em 2009, quando prefeito do município de Lagoa dos Patos, Warmillon Braga teria se apropriado de recursos federais por meio um convênio celebrado com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no valor de R$ 96.800. A verba seria destinada à construção de 121 módulos sanitários domiciliares equipados com caixa d'água fria, vaso sanitário com caixa de descarga, lavatório, tanque séptico e sumidouro.
Mesmo após três vistorias realizadas pela Funasa, técnicos constataram que os banheiros não atendiam ao objetivo específico do convênio, que era o de reduzir a incidência de verminoses e de outras doenças causadas pela falta de saneamento básico.
Os recursos disponibilizados em duas parcelas foram sacados por meio de cheques emitidos em favor da empresa Minas Construção Saneamento Básico e Serviços Ltda, a quem Warmillon Fonseca Braga chegou a atribuir a responsabilidade pelo desvio dos recursos.
Durante investigações, outras irregularidades foram constatadas como a dispensa de processo licitatório para a execução da obra. O ex-prefeito contratou diretamente uma empresa de fachada, sem sede física, maquinário, depósito de materiais ou empregados para realizar o serviço proposto pela Funasa. O sócio majoritário da Minas Construção e Saneamento Básico, Cláudio Soares Silva, chegou a confessar que sua empresa era usada para venda de notas fiscais frias às prefeituras, inclusive a de Lagoa dos Patos.
Para o juiz, "ao contratar, sem licitação, com empresa inidônea e de fachada, o réu, na qualidade de Prefeito Municipal, aplicou verba pública de forma irregular e concorreu para que terceiros – a empresa e seu sócio majoritário – incorporassem essa verba pública, indevidamente, em seu patrimônio particular”.
A empresa e seu sócio, Cláudio Soares Silva, foram acionados pelo MPF, mas não foram localizados durante a fase de citação e o processo teve de ser desmembrado.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Vaticano divulga fotos exclusivas do Papa no Brasil
Fotógrafo do 'Osservatore Romano' acompanhou Francisco e registrou momentos fechados para imprensa.
Veja no link abaixo:
Convocação de Oficial Temporário FAB - Veja o edital
Inscreva-se ou repasse se conhecer alguém das seguintes áreas:
VER EDITAL EM ANEXO:
a) Arquitetura;
b) Arquivologia;
c) Biblioteconomia;
d) Biologia;
e) Educação Física;
f) Enfermagem;
g) Engenharia;
h) Fisioterapia;
i) Fonoaudiologia;
j) História;
k) Magistério;
l) Museologia;
m)Nutrição;
n) Pedagogia;
o) Terapia Ocupacional; e
p) Zootecnia.
NOTA DE FALECIMENTO: Morre professor e engenheiro José Renato Abramo
O prefeito Bruno Siqueira (PMDB) publicou uma nota de pesar no site da PJF no início da tarde. Ele lamentou a perda de um mestre, um grande profissional, que se dedicava à cidade. "Durante sua vida, se dedicou a salvar outras vidas prestando serviços voluntários à Prefeitura, através da Defesa Civil, em momentos difíceis para a cidade... Juiz de Fora se despede hoje de um grande homem, que para sempre ficará imortalizado em nossa história pelo seu legado".
17º Batalhão Logístico – Apoio
| Juiz de Fora (MG) | |
No dia 22 de julho, o 17º Batalhão Logístico enviou um comboio de 14 viaturas em apoio à Operação Papa, que está sendo realizada no Rio de Janeiro por ocasião da Jornada Mundial da Juventude.
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Foto: 17º Batalhão Logístico
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Foto: 17º Batalhão Logístico
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www.exercito.gov.br
Aposentados vão fazer protesto nos postos do INSS
Por Francisco Aloise
Como os aposentados não podem fazer greve, pois juridicamente isto é inviável, eles decidiram que, para pressionar o Governo a conceder-lhes aumento real nos benefícios, recomposição das perdas e acatar outras reivindicações, vão fazer protestos e manifestações, invadindo os postos dos INSS de todo o País.
Isto vai ocorrer no próximo dia 13 de agosto, paralelamente à reunião que a categoria realizará, em Brasília, com o Governo Federal, onde vai discutir suas reivindicações e também a criação de uma Secretaria Nacional do Idoso.
A decisão foi tomada na última sexta-feira, durante encerramento do Congresso Sindical realizado em Praia Grande, mas foi antecipado pelo Diário do Litoral, na quinta-feira, dia 25, quando a Reportagem entrevistou João Inocentini, presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, na matéria 'Nova greve vai parar o País dia 30 de agosto'.
Colocado em votação, no encerramento do evento sindical, foi aprovado por unanimidade.
A invasão e manifestações nos postos do INSS do País foram definidas no Congresso da Força Sindical (Foto: Matheus Tagé/DL)
Ficou definido que aposentados e trabalhadores da ativa, que também lutam pelo fim do fator previdenciário, vão protestar em frente às gerências regionais do INSS em todo o País.
Em relação ao fim do fator previdenciário, ficou acertado que as centrais sindicais vão realizar uma nova greve geral, no dia 30 de agosto, para também pressionar o Governo Federal a atender as reivindicações que constam na pauta trabalhista.
domingo, 28 de julho de 2013
sábado, 27 de julho de 2013
Batalhão da Guarda Presidencial faz 190 anos
TATIANE ALVES
O público foi de 4 mil pessoas, entre familiares dos oficiais, subtenentes, sargentos, cabos soldados, convidados do batalhão, autoridades civis e militares. O Batalhão possui um efetivo de 1,7 mil soldados. Sua origem é de 1823, quando D. Pedro I libertou o país do julgo português. “Esses 190 anos representam para nós a honra de estarmos mantendo a história de uma unidade tão tradicional e de quase dois séculos de existência”, frisa o coronel Corriere.
Foto: Gabriel AzevedoCoronel Corriere de Castro intitulou o evento como um ''espetáculo inesquecível''
O Batalhão do Imperador foi composto por militares de elevado conceito e valor, incluindo o Alferes Luís Alves de Lima e Silva mais conhecido como Duque de Caxias, primeiro porta-estandarte do Brasil independente. Com destaque na Guerra da Cisplatina, conseguiu o posto de major e subsequente subiu ao patamar de subcomandante da unidade, tendo como comandante seu tio e coronel José Joaquim Alves de Lima.
Diferente do Duque de Caxias, que tem uma trajetória de glórias, D. Pedro I não conseguiu se estabelecer e foi obrigado a abdicar ao trono. Com o fracasso de D. Pedro I, o Batalhão do Imperador foi extinto, renascendo apenas em 1933, como Batalhão de Guardas e tendo sua sede no Rio de Janeiro, capital federal da época.
Somente em 1960, quando Brasília se torna a capital do Brasil, o Batalhão da Guarda foi transferido para o Planalto Central, tornando-se o Batalhão da Guarda Presidencial. De lá para cá, o BGP cumpre missões de destaque no âmbito do Exército brasileiro, principalmente a de guardar as instalações da Presidência da República e do Comando do Exército, de chefes de Estados e do corpo diplomático, além de ser e apto para operações de garantia da lei e da ordem. Em 2001 recebeu a denominação de Batalhão Duque de Caxias.
Todo final de ano, o BGP forma 30 oficiais, além de oferecer curso de caçador e formação de cabos. “Herdar uma tradição dessas, de 190 anos de existência em um país não muito antigo como é o Brasil, é uma honra muito grande para todos nós”, afirma o coronel Corriere de Castro.
Ao longo da semana serão realizadas competições militares que envolvem força, inteligência, velocidade, montagem de armamento e cultos religiosos. Para integrar essa unidade com missão tão importante das forças armadas brasileira, seu efetivo passa por rigorosa seleção técnica operacional, psicológica e física. Sua denominação é uma homenagem ao grande Duque de Caxias, patrono do Exército brasileiro e primeiro porta-estandarte do Batalhão.
Principais Missões: Suas principais missões são: guarda dos palácios presidenciais, cerimonial militar, escolta de autoridades com batedores militares com as motocicletas e aptos a participar de operações de garantia da lei e da ordem. Além de formar cerca de 500 recrutas por ano, que prestam serviço militar na BGP, entre eles médicos, dentistas, farmacêuticos e veterinários, oferece um núcleo de preparação de oficiais da reserva. Todos os anos são formados 30 oficias da reserva, soldados, cabos. O batalhão também possui cães de guerra.
Banda de Música : A banda de música da BGP é a alma do Batalhão. A banda tem um efetivo de 93 militares, entre oficial, subtenentes, sargento e cabos. Possui uma equipe de corneteiros composta por três sargentos, quatro cabos e 20 soldados. É precursora na criação do Grupo de Gaitas de Fole e Tambores. Atualmente é comandada e regida pelo capitão e músico Paulo Cezar Pedroso. Dentre suas missões, destacam-se o cerimonial militar e as honras prestadas na capital federal a autoridades nacionais e estrangeiras em visita oficial ao Brasil.
Batalhão da Saudade: Nos anos 60 não havia em Brasília um efetivo recrutável consistente do serviço militar obrigatório, então o recrutamento que servia na guarda presidencial em Brasília era feito no Paraná, no interior de São Paulo e Santa Catarina. Esses recrutas, há cerca de 25 anos, criaram em São Paulo, uma associação chamada de Batalhão da Saudade. Na sexta feira, cerca de 200 pessoas foram em caravana para Brasília a fim de prestigiar o evento.
O Batalhão da Guarda Presidencial (BGP) comemorou na sexta-feira (26) 190 anos de existência. A solenidade foi realizada no BGP, e começou às 20h. O evento contou com a presença da dupla Pedro Paulo e Matheus. Segundo o coronel Corriere de Castro, a festa foi um espetáculo inesquecível. “Foi um grande show. Para quem nunca viu, foi um espetáculo inesquecível e inigualável, que não se vê em lugar algum do mundo”, destaca o coronel. O cantor Pedro Paulo serviu o Batalhão por quase sete anos. Começou como soldado, chegou a sargento.
O público foi de 4 mil pessoas, entre familiares dos oficiais, subtenentes, sargentos, cabos soldados, convidados do batalhão, autoridades civis e militares. O Batalhão possui um efetivo de 1,7 mil soldados. Sua origem é de 1823, quando D. Pedro I libertou o país do julgo português. “Esses 190 anos representam para nós a honra de estarmos mantendo a história de uma unidade tão tradicional e de quase dois séculos de existência”, frisa o coronel Corriere.
O Batalhão do Imperador foi composto por militares de elevado conceito e valor, incluindo o Alferes Luís Alves de Lima e Silva mais conhecido como Duque de Caxias, primeiro porta-estandarte do Brasil independente. Com destaque na Guerra da Cisplatina, conseguiu o posto de major e subsequente subiu ao patamar de subcomandante da unidade, tendo como comandante seu tio e coronel José Joaquim Alves de Lima.
Diferente do Duque de Caxias, que tem uma trajetória de glórias, D. Pedro I não conseguiu se estabelecer e foi obrigado a abdicar ao trono. Com o fracasso de D. Pedro I, o Batalhão do Imperador foi extinto, renascendo apenas em 1933, como Batalhão de Guardas e tendo sua sede no Rio de Janeiro, capital federal da época.
Somente em 1960, quando Brasília se torna a capital do Brasil, o Batalhão da Guarda foi transferido para o Planalto Central, tornando-se o Batalhão da Guarda Presidencial. De lá para cá, o BGP cumpre missões de destaque no âmbito do Exército brasileiro, principalmente a de guardar as instalações da Presidência da República e do Comando do Exército, de chefes de Estados e do corpo diplomático, além de ser e apto para operações de garantia da lei e da ordem. Em 2001 recebeu a denominação de Batalhão Duque de Caxias.
Todo final de ano, o BGP forma 30 oficiais, além de oferecer curso de caçador e formação de cabos. “Herdar uma tradição dessas, de 190 anos de existência em um país não muito antigo como é o Brasil, é uma honra muito grande para todos nós”, afirma o coronel Corriere de Castro.
Ao longo da semana serão realizadas competições militares que envolvem força, inteligência, velocidade, montagem de armamento e cultos religiosos. Para integrar essa unidade com missão tão importante das forças armadas brasileira, seu efetivo passa por rigorosa seleção técnica operacional, psicológica e física. Sua denominação é uma homenagem ao grande Duque de Caxias, patrono do Exército brasileiro e primeiro porta-estandarte do Batalhão.
Papel do Batalhão da Guarda Presidencial (BGP)
Principais Missões: Suas principais missões são: guarda dos palácios presidenciais, cerimonial militar, escolta de autoridades com batedores militares com as motocicletas e aptos a participar de operações de garantia da lei e da ordem. Além de formar cerca de 500 recrutas por ano, que prestam serviço militar na BGP, entre eles médicos, dentistas, farmacêuticos e veterinários, oferece um núcleo de preparação de oficiais da reserva. Todos os anos são formados 30 oficias da reserva, soldados, cabos. O batalhão também possui cães de guerra.
Banda de Música : A banda de música da BGP é a alma do Batalhão. A banda tem um efetivo de 93 militares, entre oficial, subtenentes, sargento e cabos. Possui uma equipe de corneteiros composta por três sargentos, quatro cabos e 20 soldados. É precursora na criação do Grupo de Gaitas de Fole e Tambores. Atualmente é comandada e regida pelo capitão e músico Paulo Cezar Pedroso. Dentre suas missões, destacam-se o cerimonial militar e as honras prestadas na capital federal a autoridades nacionais e estrangeiras em visita oficial ao Brasil.
Batalhão da Saudade: Nos anos 60 não havia em Brasília um efetivo recrutável consistente do serviço militar obrigatório, então o recrutamento que servia na guarda presidencial em Brasília era feito no Paraná, no interior de São Paulo e Santa Catarina. Esses recrutas, há cerca de 25 anos, criaram em São Paulo, uma associação chamada de Batalhão da Saudade. Na sexta feira, cerca de 200 pessoas foram em caravana para Brasília a fim de prestigiar o evento.
Forças Armadas vão coordenar segurança e defesa em Copacabana
Tahiane Stochero
Do G1 no Rio
| Lamaçal em Guaratiba provocou transferência do evento para Copacabana (Foto: Reprodução GloboNews) |
As Forças Armadas irão coordenar a segurança e a defesa dos eventos da Jornada Mundial da Juventude em Copacabana no sábado (27) e no domingo (28). Segundo o Centro de Coordenação de Defesa de Área do Rio de Janeiro, a decisão ocorreu após a transferência da missa, que o Papa Francisco iria celebrar em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio, no domingo, para a orla.
As Polícias Militares e Civil não estarão subordinadas aos militares, mas atuarão de forma conjunta e coordenada, em um planejamento complementar. A previsão é que 7 mil soldados da Marinha, Exército e Aeronáutica participem da ação.
Os militares, informou o Exército, atuarão como uma ação de garantia da lei e da ordem (GLO), tendo poder de polícia em uma área e período delimitados. Para isso, é necessário um decreto presidencial. Segundo a assessoria de imprensa do Comando Militar do Leste, o texto deve ser publicado ainda nesta sexta-feira (26).
A presidente Dilma Rousseff estará presente no encerramento do evento, no domingo.
O Exército ficará responsável por coordenar a segurança das ruas em que haverá peregrinação, desde a Central do Brasil, passando pela Avenida Presidente Vargas, pela Avenida Rio Branco e seguindo pelo Aterro do Flamengo em direção à Avenida Barata Ribeiro, em Copacabana.
Também ficará responsável pela segurança do altar, localizado na praia. Haverá tropas prontas para atuar em casos de repressão ao terrorismo e verificação de explosivos e armas químicas e nucleares.
Já a Marinha intensificará a segurança marítima e fluvial na orla e na baía de Guanabara, particularmente o patrulhamento das cabeceiras dos aeroportos Tom Jobim (Galeão) e Santos Dumont.
A FAB fará a defesa do espaço aéreo e o controle sobre a região de Copacabana, que poderá ter restrições de circulação.
Um decreto presidencial, que ainda será publicado, descreverá as definições das ações da cada Força e como será a coordenação com os órgãos de segurança pública.
ENCONTRO DOS TRÊS PAPAS
Encontro abençoado!
Deus olhava, sorria e pensava: "Tenho planos para esses três"!
(Papas João Paulo II, Bento XVI e Francisco)
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