sexta-feira, 6 de agosto de 2021

ANIVERSÁRIO DO EC SÃO CARLOS - PARTE DOIS

 Pessoas que ajudaram a construir a bela história do Esporte Clube São Carlos. Umas já não se encontram mais no plano terrestre, infelizmente. A todos o nosso muito obrigado.

Ex-presidente José Maria Veloso. Mandato 1997 - 2020

Dormevilly Nóbrega e Gilson Araújo Campos, já nos deixaram.

João Dias, já nos deixou, e Júlio David Júnior

Dormevilly Nóbrega Júnior, já nos deixou, e o ex-presidente José Maria Veloso

Klinger Boaventura de Mello e Alcino Tavares, já nos deixaram.

 
Adãozinho e Geraldo Pereira, já nos deixou.

João do Joaninho, este editor e Jorge Aleixo

Ely Silveira e Rodrigo

Ex-prefeito Tarcísio Delgado e ex-presidente José Maria Veloso

Ex-prefeito Custódio Mattos e Luizinho

Antonio Tavares

Júlio de Souza e Júlio David Júnior

Dr. Carlos Adolpho Pereira (de camisa preta), já nos deixou.

José Maria Barros e Dormevilly Nóbrega, já nos deixou

Odoni Turolla e José Sóter Figueirôa

Deputado Federal Júlio Delgado, ao centro

Pita e João Dias, já nos deixaram

Nono, já nos deixou, e Carlo Pimenta

Ex-vereador Rodrigo Mattos e Luiz de Souza, já nos deixou

Senhor Betinho e Jorge Aleixo

João, carinhosamente chamado de "Meu Querido", já nos deixou

Luiz e o nosso atual presidente, Rafael Teles David (camisa azul)

Nosso atual vice-presidente, Ronaldo Ferreira, primeiro plano a direita

quarta-feira, 4 de agosto de 2021

4ª Brigada de Montanha comemora 113 anos de criação

 A 4ª Brigada de Infantaria Leve de Montanha, Brigada 31 de Março, comemorou,  no dia 29 de julho, o 113º aniversário da sua criação.


Na parte da manhã foi realizada uma formatura no Pátio Sapucaia com participação de autoridades civis e militares e de todos os Comandantes de Organizações Militares da Brigada. 



Na solenidade, foram entregues os diplomas de “Amigos da Brigada” a personalidades civis e militares que se destacaram por seu apoio e cooperação com as ações desenvolvidas pela Brigada.



Na parte da tarde, o Comandante da Brigada, Gen FELIPE, acompanhado por todos os oficiais e praças escaladores militares pertencentes ao Comando da Brigada de Montanha realizaram a tradicional escalada do Morro do Cristo, percorrendo a rota que simboliza o término dos estágios básicos do combatente de montanha realizados na guarnição de Juiz de Fora


                       “NOSSO GRITO DE GUERRA É MONTANHA!”


Fonte e fotos: Comunicação Social da 4ª Bda Inf L Mth

ANIVERSÁRIO DO EC SÃO CARLOS - PARTE UM

 


Para comemorar os 71 anos de fundação do Esporte Clube São Carlos, que ocorrerá em 21 de agosto, faremos, a partir de hoje, postagem com fotos antigas do passado ao presente, para que todos possam saber um pouco mais do clube alviazul dos Bairros JK/Lourdes.

Como serão muitas fotos, na maioria não haverão legendas, pois nem eu saberei identificar ano e pessoas.

Estão na foto Adãozinho e Vilmar


Goleiro, Alcino Tavares, e sétimo da esquerda para a direita Nono.

Primeiro agachado Adãozinho


Adãozinho, ultimo em pé, e Nono, penúltimo agachado.


Nono, Geraldão e Adãozinho na foto

Nono a direita
Prefeito Itamar Franco no ponta pé inicial, tendo ao fundo o vereador Tarcísio Delgado e Carlos Adolpho Pereira.

Carlos Adolpho Pereira entre o vereador Tarcísio Delgado e o prefeito Itamar Franco.

sábado, 31 de julho de 2021

Quem tutela a República? - Por Otávio Santana do Rêgo Barros

 


O cenário político brasileiro parece um perigoso descer de uma serra com trechos sinuosos, o freio do ônibus falhando, os passageiros amedrontados e o condutor incapaz de controlar o iminente desastre.

A boa notícia: há espaços para evitar o mal maior. É necessário buscarmos as áreas de escape institucionais, direcionar o veículo para uma delas, torcendo que a caixa de areia o contenha sem maiores danos.

A extremada polarização, fortalecida pela ascensão de líderes de perfil socialmente belicosos, permitiu a alguns desses condottieres abandonarem a saudável sensatez e decidirem descer a serra da governabilidade, acelerando com o “pé na tábua”. Resultado presumido: um desastre.

Acidentes de grandes proporções são causados por desacertos, dos pequenos e imperceptíveis, aos facilmente detectáveis. Envolvem os conceitos de imperícia, imprudência ou negligência.

Se o agente do poder se comporta como um condutor negligente, não possui as competências de um perito e os responsáveis pelo assessoramento são imprudentes nas ações preventivas ou corretivas chega-se na próxima curva da estrada com o veículo tombando sobre a confiança perdida e a esperança frustrada. Combustíveis conhecidos para soluções autoritárias.

Nessa aventura sui generis, ouve-se que operadores psicológicos, tentados por influências de toda ordem, estariam buscando a tutela da República, a fim de auferirem ganhos desalinhados com os padrões éticos que se esperaria em homens de bem.

Alguns analistas incluem o estamento militar como histórico tutelador dos destinos da Nação. Coerente com os ventos pretéritos que sopravam em nossa direção e alinhados com as demandas da sociedade fomos atores determinantes dos processos políticos.

Entretanto, seria inadequado um paralelismo entre o passado e o presente, para apontar que a Instituição Forças Armadas se movimenta atualmente como agente de tutela da Nação. Se há tutela, a Instituição não é a responsável pela atrofia do fragilizado poder.

Afirmou Samuel Huntington em O Soldado e o Estado: “a menos que seja criado um novo equilíbrio, a contínua ruptura das relações entre civis e militares não pode ajudar, mas prejudicar a dimensão do profissionalismo futuro.”

Desde então, o mundo mudou, e muito. Todavia, o pensamento do professor permanece atual ao valorizar como máxima do relacionamento o equilíbrio.

As informações fluem instantaneamente e as pessoas acessam prontamente as notícias que podem ajudá-las a conformar as suas opiniões.

A maioria reconhece as Forças Armadas com outro perfil. Profissionais, com foco insistente em cumprir o determinado na Constituição. Ainda assim, é inquestionável a necessidade de colocar-se na agenda pública a discussão séria sobre Segurança e Defesa.

Portanto, a manutenção da narrativa de responsabilizar as Forças Armadas pela dolosa viagem serra abaixo não contribui para a solução dos problemas do Brasil.

Se há imperícia, imprudência ou negligência, representadas por disfunções na condução da gestão do país, o natural e legal é enquadrar categoricamente o funcionário inábil. O voto é o maior antídoto.

Esse caminho já o trilhamos algumas vezes – a peregrinação exige temperança, com derrotas e vitórias – e sabemos como vencê-lo legal e democraticamente.

Não carece temer. Carece firmeza de propósito e coragem moral. O importante: que haja paz para edificarmos um país promissor para as gerações futuras. E sem confrontações acerbadas! De birrentos, estamos fartos.

Paz e bem!

Otávio Santana do Rêgo Barros. General de Divisão R1

sexta-feira, 30 de julho de 2021

4º GAC L MTH - Entrega de kits de alimentação para PROFESP

 


No dia 23 de julho, o 4° GAC L Mth, por meio do Programa Forças no Esporte (PROFESP), realizou a entrega de kits alimentação para as famílias beneficiadas do Programa em Juiz de Fora-MG. 

O PROFESP é desenvolvido pelo Ministério da Defesa, com o objetivo de ajudar jovens e crianças, melhorando a qualidade de vida e promovendo a inclusão social destes, por meio de contraturno escolar, atividades culturais, esportivas e de reforço escolar nas organizações militares. 


Foram tomadas todas as medidas de prevenção para se evitar a contaminação pelo Covid-19.

Fonte: Comunicação Social 4º GAC L Mth

Para frente e para o alto! 

ARTILHARIA, MONTANHA!

4 GAC L MTH - Visita do Diretor de Educação Técnica Militar

  


No dia 21 de julho, o Diretor de Educação Técnica Militar, General de Brigada Alexandre Oliveira Cantanhede Lago, realizou sua primeira visita ao Curso de Formação e Graduação de Sargentos (CFGS) do 4° Grupo de Artilharia de Campanha Leve de Montanha (4º GAC L Mth).


A atividade iniciou com uma palestra proferida pelo Gen Cantanhede aos instrutores, monitores e alunos do CFGS, e, na sequência, percorreu as instalações do curso e visitou o Espaço Cultural do Grupo de Montanha.


Fonte: Comunicação Social 4º GAC L Mth

quinta-feira, 29 de julho de 2021

Comandante da 4ª Brigada de Montanha ministra aula inaugural do CEPE/ADESG 2021

 


No dia 27 de julho, o Gen FELIPE, Comandante da 4ª Brigada de Montanha, ministrou a aula inaugural do Curso de Estudo de Política e Estratégia, da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra 2021 (CEPE/ADESG), com o tema "Exército Brasileiro, fator de integração nacional/Inovações Tecnológicas."


Esse é o 30º Curso realizado pela ADESG/Delegacia de Juiz de Fora, tendo cerca de 20 alunos matriculados, todos profissionais de nível superior de diversas áreas. Por motivo de prevenção à pandemia do COVID-19, a palestra foi gravada, no auditório do Comando da Brigada, e será disponibilizada em ambiente virtual somente para os alunos do referido curso. 


                    "NOSSO GRITO DE GUERRA É MONTANHA!"


Fonte e fotos: Comunicação Social da 4ª Brigada de Montanha

4ª Brigada de Montanha realiza doações de agasalhos

 


Como parte das atividades da semana de seu 113º Aniversário, a 4ª Brigada de Infantaria Leve de Montanha realizou a Campanha do Agasalho, em que foram recebidas 896 peças, dentre cobertores e peças de roupas ofertadas pelos militares da guarnição de Juiz de Fora e pelos cidadãos juizforanos.


No dia 27 de julho, o material arrecadado foi entregue às instituições Resgatando Vidas e Projeto Ser Luz como reconhecimento pelo trabalho desenvolvido.


A campanha consistiu de uma ação voluntária que reafirma o espírito de solidariedade e cooperação dos integrantes da Brigada de Montanha nesse momento de rigoroso inverno por que passa a nossa cidade.


"AJUDAR ESTÁ EM NOSSAS MÃOS!”


Fonte e fotos: Comunicação Social 4ª Bda Inf L Mth

terça-feira, 27 de julho de 2021

AD/5 - PASSAGEM DE COMANDO

 


No  dia 22 de julho, foi realizada a solenidade de transmissão do cargo de Comandante da Artilharia Divisionária da 5ª Divisão de Exército (AD/5), do General de Brigada Luciano Batista de Lima para o Coronel Cezar Carriel Benetti.

 

A cerimônia foi presidida pelo General de Divisão Carlos José Russo Assumpção Penteado, Comandante da 5ª Divisão de Exército (5ª DE), e contou com a presença de Generais da 5ª DE, da 5ª Região Militar (5ª RM) e Antigo Comandante da AD/5, além de Comandantes de Organizações Militares e veteranos.
 

O Comandante da 5ª DE realizou a leitura da referência elogiosa consignada ao General Lima,  ressaltando seu trabalho na coordenação da Gestão do Preparo dos Grupos de Artilharia de Campanha, bem como na condução de estudo destinado à modernização do material de emprego militar da Arma de Artilharia.
 

O principal momento da solenidade foi caracterizado quando os Comandantes Sucedido e Sucessor assumiram posições de  destaque e realizaram o ato solene da passagem de comando, marcado pelas  palavras de entrega e assunção do Comando da Artilharia  Divisionária Marechal Setembrino de Carvalho.

Após a formatura, foi realizada uma breve cerimônia, na qual o Comandante Sucedido foi agraciado com lembranças institucionais da 5ª DE, da 5ª RM e da AD/5. 

Na sequência, o General Lima realizou a entrega dos produtos comemorativos dos 75 anos da AD/5 ao General Abreu Moraes, Antigo Comandante, e aos oficiais que exerceram o cargo de Comandante Interino da AD/5. 

Encerrando as atividades, o General Abreu Moraes conduziu o brinde do copo d'água, relembrando momentos históricos e as tradições da Arma de Mallet.

O Coronel Benetti assume o Comando Interino da AD/5, cujo cargo será transmitido ao General de Brigada André Luiz Ísola. O General Lima assumirá a Diretoria de Civis, Inativos, Pensionistas e Assistência Social do Exército, em Brasília-DF.

Fonte; Comunicação Social AD/5

segunda-feira, 26 de julho de 2021

4ª Brigada de Montanha - Abertura do Seminário de Operações em Montanha

 


No dia 19 de julho, teve início o Seminário de Operações em Montanha, conduzido pela 4ª Brigada de Infantaria Leve de Montanha. Após as boas-vindas a todos os participantes, a abertura foi realizada no auditório do Comando da Brigada pelo Gen Bda R1 EDUARDO PAIVA MAURMANN, Mth UNO 02. 


Em seguida, o Gen FELIPE, Cmt Bda Mth, realizou a primeira palestra, com a apresentação do Projeto Brigada de Montanha 2030. Na sequência, o Cel DOS ANJOS, do Centro de Doutrina do Exército, apresentou o processo de confecção do Manual de Campanha. Encerrando os trabalhos da manhã, o TC COSTA MATTOS, Cmt 32º BIL Mth, realizou a Ambientação Operacional, onde puderam ser ressaltadas as particularidades do ambiente de montanha e suas influências sobre as operações militares.


No período da tarde, o Cel SÉRGIO MATOS, Cmt 11º BIMth ministrou a palestra sobre o tema "Sensores de Inteligência, Reconhecimento, Vigilância e Aquisição de Alvos (IRVA) orgânicos da Bda Mth", que orientou os debates dos grupos de trabalho no restante da jornada.


"NOSSO GRITO DE GUERRA É MONTANHA!"

APRONTO OPERACIONAL DA 4ª BRIGADA DE MONTANHA

 


No dia 21 de julho, o Gen Ex JOSÉ EDUARDO Pereira, Comandante Militar do Leste assistiu a uma demonstração do Apronto Operacional da Força-Tarefa Montanha 32. 


A FT Mth é a síntese das capacidades da Brigada de Montanha, integrando todas as funções de combate em uma Força-Tarefa valor Batalhão. 


É organizada de acordo com os princípios do FAMES em um grupamento de forças de constituição variável e flexível, constituído em função dos fatores da decisão para cada situação. 


Após a apresentação, o Cmt Mil L, percorreu as frações e verificou de perto o preparo e aprestamento individual e coletivo da tropa acompanhado do Gen Div SMICELATO, Cmt 4ª RM; Gen Div VASCONCELLOS, Cmt 1ª DE; Gen TRATZ, Chefe do Centro de Doutrina do Exército; Gen CANTANHEDE, Diretor de Educação Técnica Militar; e Gen FELIPE, Comandante da Brigada de Montanha.


A Força-Tarefa Montanha se mantém preparada de forma permanente, atendendo a um rodízio de prontidão da 4ª Brigada de Infantaria Leve de Montanha, de forma a assegurar a capacidade de pronta resposta. É particularmente equipada e adestrada para operar no ambiente operacional de montanha, mas pelas suas capacidades pode cumprir qualquer missão de combate como tropa de infantaria leve.


"NOSSO GRITO DE GUERRA É MONTANHA!"

quinta-feira, 22 de julho de 2021

Exame de consciência - Por Otávio Santana do Rêgo Barros


 Leio jornais diariamente. Um saudável exercício de contato com a realidade. Reconheço no jornalismo profissional uma fidedigna fonte para a formação de opinião. Embora me considere “digital”, ainda aprecio o periódico em papel, o folhear das páginas, a tinta impregnada nos dedos.

Na semana passada, fiz um levantamento nas capas dos principais jornais com foco na exposição das Forças Armadas, em especial do Exército Brasileiro, que denotasse prejuízo à imagem da instituição. Não foi uma surpresa a quantidade de citações, em vista dos últimos eventos trazidos pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga o envolvimento de agentes públicos e privados no combate à covid-19.

Contabilizei 23 chamadas de capa. A pesquisa se ateve àquelas que continham a palavra militar, general, coronel, Ministério da Saúde, Ministério da Defesa ou o nome de alguma das Forças. Há muitos anos não se tem uma fotografia tão desfavorável e insistentemente divulgada nos mais diversos meios de imprensa.
Uma crise de imagem se caracteriza por uma ampla exposição negativa durante muitos dias. Vive-se, portanto, uma crise de elevada temperatura e claros reflexos para a confiabilidade da instituição. Não há como fugir de enfrentar com postura firme e responsabilidade institucional essa saraivada de más notícias que ofende a imagem da Força e que se alastra pela opinião pública.

A imprensa não é a rainha absoluta da verdade. Acerta e erra, mas é fundamental para a fortaleza da democracia e para alertar os desvios de toda ordem. Criticar a imprensa não cicatrizará a ferida aberta nesse par de anos. Afinal, “jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade” (Randolph Hearst). É importante saber conviver nesse ambiente e auferir ensinamentos da relação. Tornamo-nos atores de um processo opinativo.

O Exército é uma grife poderosa. É, portanto, notícia! Alguns desejam pôr-se a seu lado, usá-lo despudoradamente e ainda tirar uma “selfie” por interesse pessoal. Assim, é preciso alijar esses operadores e estancar a hemorragia que suga a crença genuína incorporada na população e que desassossega a alma da instituição.

O marechal Castello Branco defendia o afastamento das Forças Armadas do ambiente político-partidário. Criou regras que impediam o “ir e vir” de quadros entre os quartéis e esses ambientes. Sua postura reposicionou a instituição na linha mestra de agente de Estado.

Em um exame de consciência institucional, talvez fosse momento de, humildemente, restabelecer a exitosa estratégia do “Grande Mudo”. Empregada durante anos, mostrou-se valiosa para ultrapassarmos o bastião ideológico de Humaitá — metáfora do período pós-governo militar —, uma alusão à épica marcha do Chaco na Guerra da Tríplice Aliança.

Chegamos vigorosos ao século 21. Envolvemos os contendores. Sobrevivemos às vicissitudes. Conquistamos índices de aceitação que giram em torno de 75% de credibilidade. Nós somos profissionais em avaliar conjunturas com racionalidade. Não seremos ludibriados por maganos que desejam incorporar o nosso prestígio.
Deixaremos um robusto legado às futuras gerações por nos afastarmos deste imbróglio político-pessoal-partidário. Falta-lhe compreensão, à classe política, de nossos mais caros atributos. Quando dizemos sim, é sim. Quando dizemos não, é não. Por conseguinte, não devemos buscar adaptação ao ambiente carbônico que os envolve.

Uma parte dessa classe tem-nos enxergado como peões — sacrificáveis — no tabuleiro de um jogo de interesses. Não o somos! Sempre estivemos prontos para participar do processo de construção do país, desde que nossos movimentos se alinhassem com o regramento constitucional. O agir assim é dever contido em nosso juramento de soldado, evocado com emoção nos primeiros dias da caserna: “… cuja honra, integridade e instituições defenderei, com o sacrifício da própria vida”.

Estive na ponte sobre o Riacho Itororó (Paraguai), local de uma das batalhas da dezembrada. Sentado na margem escarpada daquele curso d’água pude aquilatar a energia que empreendeu Caxias para impulsionar os seus comandados contra o inimigo entrincheirado. Ouve-se, hoje, o brado do alquebrado soldado: “Sigam-me os que forem brasileiros!”. Do outro lado da ponte, o bem de nosso país. Entre nós e o objetivo há um obstáculo. Sobrepujemo-lo!

Paz e bem!

General de Divisão R1*