quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
ANIVERSÁRIO DE AMIGOS - MINHA AFILHADA LAÍS LIMA MENINI
Parabéns Laís ou apenas Lalá como é carinhosamente chamada por todos nós que a amamos durante estes lindos anos de vida.
Uma estrada percorrida com muito empenho e dedicação.
Laís só fez, durante estes anos, colher amigos por onde passa ou passou.
Por onde ainda passará? Só o destino irá nos mostrar, pois Lalá é determinada, desbravadora e corajosa.
Que presente maravilhoso seu pai Humberto e sua mãe Eliane me proporcionaram ao concordarem em eu ser seu padrinho, pois não me fiz de rogado e já fui logo pedindo. Acho que ficaram sem alternativa rsrsrsrs.
Parabéns querida afilhada Laís, que Deus, em sua infinita sabedoria, continue lhe abençoando e protegendo.
Beijos mil do seu padrinho Schmitz.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
PROCON REALIZA PESQUISA DE PREÇOS DE COMBUSTÍVEIS EM JF
A Agência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon/JF) da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) divulgou, nesta terça-feira, 26, a pesquisa de preços de combustíveis realizada em 30 postos da cidade, entre 25 e 26 deste mês. De acordo com o superintendente do Procon/JF, Nilson Ferreira Neto, o levantamento “tem o objetivo de detectar possíveis infrações cometidas pelos fornecedores, além de ser uma importante ferramenta para o consumidor economizar. Dessa forma, serve também para avaliar a pequena variação de preços encontrados nos estabelecimentos”.
O preço médio encontrado nos postos da cidade ficou em R$ 3,785 para a gasolina; R$ 2,895, etanol; R$ 3,114, diesel; e R$ 2,575, gás natural veicular (GNV). Porém, os produtos podem ser encontrados em alguns estabelecimentos ao preço mínimo de R$ 3,490, gasolina; R$ 2,550, etanol; R$ 2,940, diesel; e R$ 2,499, GNV. O preço máximo foi de R$ 3,970, gasolina; R$ 3,099, etanol; R$ 3,490, diesel; e R$ 2,590, GNV.
Para saber sobre a qualidade da gasolina, o consumidor pode recorrer ao “teste da proveta”, que verifica o excesso de álcool no combustível. O teste pode ser realizado em qualquer ocasião e é obrigatório, se solicitado. Caso o frentista se negue, o consumidor pode denunciar tanto ao Procon/JF, como à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O Procon/JF também alerta para a litragem. Se houver desconfiança no serviço, a denúncia pode ser feita no órgão de defesa do consumidor.
A pesquisa completa poderá ser acessada em anexo. Caso o consumidor tenha alguma dúvida ou queira fazer reclamação sobre serviços ou produtos, a orientação é procurar um dos postos de atendimento do Procon/JF.
PROCON/JF CENTRO
Avenida Presidente Itamar Franco, 992, Centro
Atendimento: segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h30
Tel.: (32) 3690-7611 / 3690-8438
PROCON/JF NORDESTE - ESPAÇO CIDADÃO JF NORDESTE
Rua Santa Terezinha, 172 - Bairro Santa Terezinha
Atendimento: segunda a sexta-feira / das 8 horas às 12h30
Tel.: (32) 3690-8610 / 8603 / 8605
PROCON/JF SUL - ESPAÇO CIDADÃO JF SUL
Rua Porto das Flores, 270 - Bairro Santa Luzia
Atendimento: segunda a sexta-feira / das 13 horas às 17h30
Tel.: (32) 3690-8301
PROCON/JF NORTE - ESPAÇO CIDADÃO JF NORTE
Rua Inês Garcia, 357 - Bairro Benfica
Atendimento: segunda a sexta-feira / das 8 horas às 17h30
Tel.: (32) 3690-7877 / 7918
PROCON/JF OESTE - ESPAÇO CIDADÃO JF OESTE
Av. Presidente Costa e Silva, 1.800 - Bairro São Pedro
Atendimento: segunda a sexta-feira / das 13 horas às 17h30
Tel.: (32) 3690-8285
O preço médio encontrado nos postos da cidade ficou em R$ 3,785 para a gasolina; R$ 2,895, etanol; R$ 3,114, diesel; e R$ 2,575, gás natural veicular (GNV). Porém, os produtos podem ser encontrados em alguns estabelecimentos ao preço mínimo de R$ 3,490, gasolina; R$ 2,550, etanol; R$ 2,940, diesel; e R$ 2,499, GNV. O preço máximo foi de R$ 3,970, gasolina; R$ 3,099, etanol; R$ 3,490, diesel; e R$ 2,590, GNV.
Para saber sobre a qualidade da gasolina, o consumidor pode recorrer ao “teste da proveta”, que verifica o excesso de álcool no combustível. O teste pode ser realizado em qualquer ocasião e é obrigatório, se solicitado. Caso o frentista se negue, o consumidor pode denunciar tanto ao Procon/JF, como à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O Procon/JF também alerta para a litragem. Se houver desconfiança no serviço, a denúncia pode ser feita no órgão de defesa do consumidor.
A pesquisa completa poderá ser acessada em anexo. Caso o consumidor tenha alguma dúvida ou queira fazer reclamação sobre serviços ou produtos, a orientação é procurar um dos postos de atendimento do Procon/JF.
PROCON/JF CENTRO
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VAMOS VIAJAR COM O PADRE PIERRE MAURÍCIO?
Venha passear rezando.
Dias 13, 14 e 15 de abril.
Retiro sobre rodas.
Aparecida, frei Galvão e Canção Nova.
Três dias de muitas bençãos.
Melhores informações na secretaria paroquial 32.3241.6648.
BR-040: BURACOS EM ESTRADA QUE COBRA R$ 11,20 DE PEDÁGIO
Por: Arthur Vieira
26/01/2016
Foto Rogério Santos
Conforme a Tribuna já vem publicando desde a semana passada, as ruas esburacadas estão tirando o sossego dos motoristas da cidade. Além de aumentar o risco de acidentes, eles podem danificar os pneus e componentes da suspensão do veículo, gerando um prejuízo significativo. Mas não é só nas vias urbanas de Petrópolis que o problema está presente. Uma das rodovias federais mais importantes do país, a BR-040, que é privatizada, tem alguns pontos críticos, onde motoristas têm que trocar de pista e alguns deles transitam até pelo acostamento para evitar danos ao seu carro.
O programador de computador Arthur Rodrigues Martins, de 28 anos, mora em Itaipava e trabalha em várias cidades da região. Formado em Informática, ele passa a maior parte da semana fazendo serviços de manutenção no Rio de Janeiro e por isso desce e sobe a serra pelo menos duas vezes por semana. “Eu ia de moto, mas decidi descer de carro, porque no mês passado quase cai na descida da serra. Estava chovendo e pilotava a 50 km/h, passei por um buraco, a moto escorregou e eu quase perdi o controle. A moto balançou várias vezes até que eu conseguisse tomar o controle de novo. Minha barriga gelou de medo. Tive que parar mais à frente, fiquei tremendo, pois vinha uma carreta logo atrás e se eu caísse nem sei o que poderia ter acontecido”, disse Arthur.
Formada em Pedagogia, Luciana Rolland, de 52 anos, é professora em uma universidade na Baixada Fluminense. Ela faz o trajeto Rio-Petrópolis quatro dias por semana. Luciana disse que está cansada de desviar dos buracos. “Eu não estou aguentando essa serra toda esburacada. Além de ser horrível para nós que passamos todos os dias por ela, é péssimo para o turismo. Se eu sou turista e subo a serra uma vez é o suficiente para não querer voltar mais. A suspensão do carro está um lixo. O pior de tudo é que se paga um pedágio caríssimo e não tem nenhum retorno. Isso sem nem entrar no detalhe da nova subida da serra que parece que não vai ficar pronta nunca. Lamentável essa concessionária tão precária. Tinham que trocar logo de empresa para ver se dá um jeito, porque a BR-040 está nas ruínas”, completou desabafando.
A equipe da Tribuna percorre frequentemente alguns trechos da rodovia e constatou vários buracos perigosos em vários deles. Um motociclista flagrou crateras enormes em uma curva, no distrito de Itaipava, e divulgou nas redes sociais. A foto ganhou repercussão e começaram a aparecer vários depoimentos de motoristas e motociclistas que transitam diariamente pela rodovia, pagando uma tarifa de R$ 11,20 de pedágio por carro e recebendo em troca uma via esburacada.
Na região de Itaipava, próximo à Feirinha, há dois buracos enormes. Próximo ao arranha-céu a situação não é diferente. Há diversas reclamações nas redes sociais de motoristas em vários pontos do distrito, como na região do Arranha-céu, Vila Rica e também Castelo de Itaipava.
Danos provocados
Os problemas mais comuns ocorrem nos pneus, suspensão e amortecedores. Nesta época do ano, com chuvas intensas e constantes, o número de buracos nas ruas e rodovias aumenta consideravelmente, assim como os atendimentos nas oficinas. O custo do conserto varia bastante. O cliente pode gastar de R$ 50 (que é o valor médio da cambagem em um carro popular) até R$ 400, caso haja a necessidade de trocar algumas peças como bandeja, braço de suspensão, molas, amortecedores e buchas.
Em casos mais graves, como numa auto-estrada, tendo como exemplo a BR-040, com maior velocidade, a roda também pode ser danificada, e o prejuízo pode ser infinitamente maior. As rodas de aço podem ser soldadas e desamassadas, mas no caso das de alumínio, a única solução é substituir as que foram danificadas.
Direitos do motorista
Segundo o Serviço de Proteção ao Consumidor (Procon) de Petrópolis, a relação nas rodovias é considerada uma relação de consumo. “A responsabilidade da concessionária é objetiva e não adianta culpar a natureza, porque os materiais empregados e a própria estrutura devem estar preparados para isso”, disse Jorge Francis Badia. O Procon ressaltou que é importante tomar alguns cuidados, como guardar todas as notas fiscais de eventuais reparos no veículo. Os motoristas devem contatar a empresa e pedir um ressarcimento amigável. Caso ele se sinta ofendido ou mal atendido pela empresa, deve procurar o Procon, que encaminhará o caso para o judiciário. “O consumidor poderá exigir a reparação por danos materiais e morais”, completou Badia, informando que a jurisprudência tem se posicionado a favor do consumidor nesse tipo de caso.
Os direitos do motorista em caso como esse são garantidos tanto pelo Código de Defesa do Consumidor quanto pela Constituição Federal, explicitada principalmente pelos artigos 186, 402, 972, 944 previstos no Código Civil. O motorista que for prejudicado pode procurar os responsáveis pela administração das vias esburacadas para pedir ressarcimento. No caso da BR-040, as reclamações podem ser feitas por meio de denúncias à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) pelo telefone 166 ou pelo e-mail ouvidoria@antt.gov.br.
A Tribuna questionou a Companhia de Concessão Rodoviária Juiz de Fora-Rio (Concer), que administra a rodovia e tem duas praças de pedágio na região, sendo uma delas dentro do município de Petrópolis. No entanto, até o fechamento desta reportagem não obtivemos uma resposta.
http://e-tribuna.com.br/ler/br040-buracos-em-estrada-que-cobra-r-11-20-de-pedagio/276
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Polícia Militar apreende cerca de 700 kg de maconha em Juiz de Fora
ACEJF define data da posse de sua Diretoria
A Associação Comercial e Empresarial de Juiz de Fora (ACEJF) realizará no dia 1° de Fevereiro, às 20 horas, a cerimônia de posse da sua Diretoria Administrativa e Conselho Fiscal 2016/2017. O evento acontecerá na sede histórica da entidade, localizada na Praça Dr. João Penido, 48, Centro.
O conselho de gestão 2016/2017 é composto pelo então presidente, o empresário Aloísio Vasconcellos, tendo como vice-presidentes Heveraldo Lima de Castro, João de Matos, Paulo Roberto Lopes e Walter Baldi Junior, e os diretores secretários Ricardo Miana e Marcos Saçço. Os diretores tesoureiros serão Carlos Alberto Corrêa Neto e Luiz Fernando de Souza Reis, respectivamente. Carlos Wagner Nepomuceno, Horácio Moreira Dias, Leomar Pereira Delgado, Luis Claudio Prenassi, Manoel Teixeira Lopes e Norma Souza Gomes serão os diretores. Fabiano Vidigal e José Cândido Gonçalves também compõem a diretoria, como suplentes. Fazem parte do conselho fiscal Celia Maria de Almeida Tellado, Eliseu Pereira do Valle e Oddone Villar Turolla
Com a premissa da comemoração dos 120 anos da ACEJF, o corpo de gestão na figura do seu presidente, promete dar prosseguimento as ações iniciadas em 2015 e fazer de 2016 um ano festivo dedicado ao aniversário da instituição, com homenagens, palestras, solenidades e eventos.
"Esse é um ano especial na história da Associação Comercial. A entidade é sinônimo de luta pelo desenvolvimento de Juiz de Fora e região e foi a agregadora de movimentos como o café parlamentar no ano passado, que trouxe grandes temas à pauta local. Queremos celebrar esses 120 anos buscando capacitar e estimular o empresariado local para que ele saia fortificado dessa crise", comenta Aloísio Vasconcelos.
http://acejf.com.br/noticias/acejf-define-data-da-posse-de-sua-diretoria
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
Deputado lista os absurdos da gestão de Fernando Pimentel em 2016
O Deputado Sargento Rodrigues publicou em seu Facebook um post que lista algumas ações absurdas por parte do Governo de Minas no ano 2016. Até o momento a publicação já tinha quase 4 mil compartilhamentos na rede.
“No mesmo dia em que governador Fernando Pimentel do PT anuncia que vai parcelar o pagamento dos servidores públicos, a Rádio CBN publica a notícia que o Governo de Minas vai gastar 500 mil reais para abastecer a cozinha do governador. São 240 Kg de cordeiro uruguaio, 60 Kg de codorna, 120 Kg de pato, 1 tonelada de filé mignon de angus, carne de origem bovina escocesa, comprada no pregão por R$95,00 o quilo. Essas e outras iguarias, como salmão, atum, camarão, lagosta, bacalhau fazem parte do cardápio do Governador.
Duas formas bem distintas de administrar o dinheiro público. Nota-se que não há a mínima preocupação do governador em reduzir gastos com seus luxos. Enquanto isso, o servidor público receberá seus salários em até três parcelas.
O governador tem dado demonstração clara que não está preocupado com a gestão pública. O salário para um servidor público é sua única fonte de renda, é dela que ele tira o sustento de sua família, é através de seus vencimentos que ele busca a sua dignidade e daqueles que dele depende.
No dia 08 de janeiro de 2016, o jornal O Tempo publicou matéria em que o governo mineiro vai gastar 3,4 milhões de reais para pintar farmácias de vermelho. No dia 06 de janeiro, conforme site BHAZ, o Governo de Minas lançou edital no valor de 100 milhões para gastar com propaganda oficial.”
Veja o post original:
Pimentel parcela salário de servidores, mas gasta mais de 500 mil em comidas para o Palácio, incluindo filé mignon a R$ 95,00 o quilo.
No mesmo dia em que governador Fernando Pimentel do PT anuncia que vai parcelar o pagamento dos servidores públicos, a Rádio CBN publica a notícia que o Governo de Minas vai gastar 500 mil reais para abastecer a cozinha do governador. São 240 Kg de cordeiro uruguaio, 60 Kg de codorna, 120 Kg de pato, 1 tonelada de filé mignon de angus, carne de origem bovina escocesa, comprada no pregão por R$95,00 o quilo. Essas e outras iguarias, como salmão, atum, camarão, lagosta, bacalhau fazem parte do cardápio do Governador.
Duas formas bem distintas de administrar o dinheiro público. Nota-se que não há a mínima preocupação do governador em reduzir gastos com seus luxos. Enquanto isso, o servidor público receberá seus salários em até três parcelas.
O governador tem dado demonstração clara que não está preocupado com a gestão pública. O salário para um servidor público é sua única fonte de renda, é dela que ele tira o sustento de sua família, é através de seus vencimentos que ele busca a sua dignidade e daqueles que dele depende.
No dia 08 de janeiro de 2016, o jornal O Tempo publicou matéria em que o governo mineiro vai gastar 3,4 milhões de reais para pintar farmácias de vermelho. No dia 06 de janeiro, conforme site BHAZ, o Governo de Minas lançou edital no valor de 100 milhões para gastar com propaganda oficial.
Verdadeiramente não há a mínima possibilidade de acreditar que, este governo, está mesmo preocupado com o servidor público.
Pesquisando nossa carta maior a Constituição da República, encontramos o artigo 37, que assim dispõe :
Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte.
O comando Constitucional é muito claro, a administração pública tem o dever de cumprir a lei, veja o que está disposto no artigo 7º da mesma constituição:
Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
X - proteção do salário na forma da lei, constituindo crime sua retenção dolosa;
No momento em que o governador do estado não está preocupado com a legalidade de seus atos, e muito menos com a moralidade pública, dando péssimos exemplos de como gastar o dinheiro do contribuinte, não resta outra alternativa para aqueles que trabalham durante trinta dias no mês e espera receber seu pagamento para sustentar suas famílias. Só há uma forma de pressionar governos irresponsáveis, fazendo grandes manifestações públicas para mostrar para toda sociedade a falta de respeito, de compromisso do governante e de sua capacidade para administrar o dinheiro público.
Deixo aqui um aviso aos comandantes gerais da PMMG e do CBMMG: Não adianta ameaçar a tropa, dizendo que vão abrir IPMs para amedrontar seus comandados, pois o salário de qualquer trabalhador, inclusive dos servidores da segurança pública, são impenhoráveis, irredutíveis e conforme a própria Constituição da República, sua retenção é crime.
O governador do estado está cometendo crime ao parcelar os salários dos servidores e, ainda, a mais grave violação de direitos humanos, pois não é possível falar em dignidade humana, sem salários para o sustento de nossas famílias.
Dia 02 de fevereiro, na praça da Assembleia é o dia de você, servidor público, policial, médico, bombeiro, agente prisional, enfermeiro, dizer um basta. Vamos todos manifestar nossa indignação!
Diga não ao atraso e parcelamento do seu salário!
Encerro com uma frase de Rui Barbosa: “Quem não luta pelos seus direitos, não é dignos deles”.
Vamos à luta!
Deputado Sargento Rodrigues
http://bhaz.com.br/2016/01/18/deputado-lista-os-absurdos-da-gestao-de-fernando-pimentel-em-2016/
Militares insatisfeitos e sem representação não tem como reivindicar reajuste.
Nos últimos dias em sites de clubes militares, revistas militares online e redes sociais tem surgido vários textos bem articulados direcionados a parlamentares e outras autoridades.
Militares de varias posições e até alguns no último posto das carreiras – generais – tem se queixado bastante do tratamento recebido por parte do governo federal, que concedeu um reajuste salarial bem abaixo das perdas inflacionárias de 2015. Contudo, sem associações de classe e representantes no Congresso Nacional os militares das Forças Armadas dificilmente terão como pressionar com eficácia o executivo federal.
Em documento publicado essa semana pelo CLUBE NAVAL, um coronel questiona o reajuste.
“Pergunta-se: Desde quando um reajuste de 5,5% compensará a inflação de 10,53% ocorrida em 2015, à qual, forçosamente, teremos que somar a inflação superior a 5,5% que ocorrerá nos sete primeiros meses de 2016? E o que dizer sobre a inflação até o final do ano, porquanto o reajuste seguinte só ocorrerá em 1º jan 2017?.
A concessão do reajuste em quatro parcelas é um artifício do qual se vale o governo para se esquivar de rediscutir a matéria ano a ano como determina a Constituição (art. 37, X).
hoje contam-se aos milhares os militares que contraíram empréstimos consignados e vivem próximos da penúria. Esforçam-se para manter a dignidade, o aluguel e o pagamento do colégio dos filhos em dia, a proteína no prato das crianças, mas está difícil.“
Outras categorias com maior poder de pressão, como os fiscais da receita, permanecem em negociação salarial e perseguem índices maiores que 30%.
A exemplo do que foi feito no passado, quando foram penduradas faixas com pedidos de reajuste em vários locais do país, os militares tentam chamar a atenção de alguma maneira.
Uma nova forma de protesto tem surgido essa semana. Fotografias de peças de fardamento que simbolizam o militar e sua insatisfação com a situação salarial “aparecem” nas redes sociais com textos reclamando da situação salarial.




Vejam algumas imagens. Ao que tudo indica, logo serão muitas. Envie pelo email socmilitar@gmail.com ou pelo https://facebook.com/SocMilitar
Revista Sociedade Militar
http://www.sociedademilitar.com.br/wp/2016/01/militares-insatisfeitos.html
Liga das Escolas de Samba fala sobre futuro dos desfiles em Juiz de Fora
Cortes, quadras fechadas e enfraquecimento dos desfiles carnavalescos. Nova equipe de comunicação pretende criar diálogos e reestruturar as agremiações
Angeliza Lopes
Repórter
16/01/2016
Repórter
16/01/2016
No ano em que Juiz de Fora comemora 50 anos dos desfiles oficiais de escolas de samba não haverá passarela do samba. A situação foi uma resposta a tantos outros problemas relacionados às agremiações durante os últimos anos, como enfraquecimento das escolas e quadras fechadas devido às pendências com a Justiça e Corpo de Bombeiros. Sem ter como arrecadar recursos próprios, os grupos se viram reféns dos valores repassados pela Prefeitura para sua realização. Mas, veio a crise econômica e os cortes foram necessários. A redução chegou a quase 60% do total investido em toda a festa carnavalesca da cidade, culminando na impossibilidade dos desfiles.
Diante de todo este cenário, a Liga das Escola de Samba de Juiz de Fora (Liesjuf) se viu em um momento 'divisor de água'. Muita coisa deveria ser feita para mudar esta realidade e reestruturar tudo, quase do zero. Com uma nova equipe de comunicação e uma Liga interina, eles pretendem firmar diálogo com todos os envolvidos, na esperança de fazer respirar as escolas de samba, novamente. Para falar um pouco sobre a atual situação dos desfiles carnavalescos do município, a ACESSA.com conversou com os novos assessores de comunicação Rosiléia Arcanjo e Henrique Araújo. Confira a entrevista:
- Carnaval de Juiz de Fora terá mais 80 atrações durante os dez dias
- 6º Concurso de Marchinhas Carnavalescas: 12 músicas são selecionadas
ACESSA.com - O que mudou na Liga das Escolas de Samba de Juiz de Fora?
Rosiléa Arcanjo - Na verdade não houve totalmente esta mudança ainda, pois a Liga é interina. O atual presidente Jair de Castro está afastado por 120 dias e neste período uma equipe de comunicação foi chamada a participar pelo então vice-presidente Marcos Tadeu, que assume o posto de presidência de forma provisória. A votação de uma nova chapa ocorrerá em 2017.
ACESSA.com - Então o que foi alterado na Liesjuf?
RA – Pela primeira vez, a Liga passou a contar com uma equipe de comunicação, setor antes era representado por apenas uma pessoa, e tem como meta trabalhar com a divulgação dos trabalhos desenvolvidos pela Liesjuf para imprensa e integrar os foliões e escolas de samba. Formado por quatro pessoas, os assessores também vão auxiliar nas ações da diretoria, com publicidades e organizações de eventos.
ACESSA.com - Como a Liga vê hoje a situação das escolas de samba de Juiz de Fora? É nítido que os problemas são grandes, com quase todas as quadras fechadas por falta de infraestrutura adequada, pouco investimento.
Henrique Araújo – O presidente em exercício tomou este assunto como o principal objetivo. É o maior problema, mas também nosso maior foco. Porque, pior que não ter a verba pública é as escolas não terem condições de arrecadar verba própria e movimentar os seus espaços. Mas, para isso, precisamos do apoio da Prefeitura, Corpo de Bombeiros e iniciativa privada, assim a função da diretoria é reunir as partes para uma conversa que todos entrem em um consenso, permitindo a reabertura. A intenção é que as escolas passem a ter maior autonomia para arrecadar recursos, mas vai depender destas parcerias. A previsão é que todas as quadras estejam abertas até o final do ano.
ACESSA.com - Além da parte de infraestrutura, existem outras pendências dentro das escolas para que os desfiles aconteçam?
HA – Vemos como um problema das escolas terem tomado este rumo de depender dos recursos repassados pela Prefeitura. Temos caso de escolas que recebem do Executivo cerca de R$ 65 mil, mas gastam, pelo menos, o dobro deste valor. A questão é que não tem como levantar valores acima do que os órgãos públicos passam, mas a ideia é angariar fundos e diminuir a dependência dos recursos do Executivo.
Outro problema que enfrentamos foi a falta de conhecimento das escolas quanto forma correta de organização do financeiro para prestação de contas para a Funalfa. Conseguimos regularizar a situação e, a partir de agora, vamos ver formas de fiscalizar este trabalhos.
ACESSA.com - A intenção então é incentivar as escolas a dependerem cada vez menos dos recursos investidos pela Prefeitura para realização dos desfiles?
HA – Sim, acho que o futuro do carnaval no Brasil é esse. A questão também quando pensamos em investimento do poder público, devemos estar atentos que a própria cidade ganha de volta este valor. Quando você investe R$ 1,4 milhão, o município recebe o dinheiro através de contratações para prestação de serviços, comércio e turismo. A questão é que como acontece em muitos lugares, Juiz de Fora ainda não criou uma cultura de fazer turismo no Carnaval para trazer mais dinheiro.
ACESSA.com - Como a Liga recebeu a notícia dos cortes de investimento para os desfiles de 2016?
HA – Já imaginávamos os cortes, mas não sabíamos que seria tão grande. Por isso, achamos mais conveniente fazer desta forma, e liberar o valor para que a Prefeitura pudesse realocar este dinheiro em tempos de tanta crise econômica e usar este período para mudanças. Também temos que lembrar que do valor investido, o que vai direto para as agremiações não chega a ser 30% do total destinado para o Carnaval. A maior parte vai para a montagem da estrutura da passarela do samba e o restante para os blocos. Por isso, a verba pública não corresponde ao total gasto por escola, que precisa arrecadar o restante de forma independente.
ACESSA.com - Como estão as discussões para para a reestruturação dos desfiles de escola de samba para o carnaval de 2017?
RA – A diretoria interina da Liga está procurando escutar, em reuniões, outros membros das escolas que integram os desfiles, como mestre de bateria, mestre-sala e porta-bandeira. Por isso, além dos presidentes das escolas, agora vamos ouvir o outro lado das pessoas que sabem os problemas enfrentados dentro das quadras, ensaio ou na avenida.
HA – Existem pessoas dentro das escolas que são muito mais antigas que os próprios diretores, e quem conhece realmente os problemas são os profissionais que trabalham no Carnaval. Até março a gente espera que esteja bem claro quais são as necessidades para começar a fazer o Carnaval de 2017. A própria Prefeitura já se mostrou disponível a conversa, para começar os preparativos, por isso, até lá, estamos reunindo toda semana. De certa forma, já estamos em cima, novamente, para começar os preparativos, mas estamos esperando passar o evento do dia 30 de janeiro, na praça Antônio Carlos, para poder por a cabeça no próximo ano.
ACESSA.com - Os valores dos eventos que serão realizados pela Liga serão para ajudar as escolas de samba?
HA – Primeiro os recursos serão destinados para os problemas institucionais da Liga. Precisamos de uma sede, para termos um grupo para gerir o Carnaval. Depois, dependendo negociação com a Prefeitura, o valor arrecadado também será para as escolas para realizar os desfiles.
ACESSA.com - A Liesjuf já possuí eventos programados?
ACESSA.com - Quando foi anunciado que não haveria desfiles em 2016, muitas pessoas se manifestaram satisfeitos pela decisão nas redes sociais. Como a Liga vê a falta de receptividade da maioria dos juiz-foranos para os desfiles das escolas de samba na cidade?
HA – Infelizmente, nem todos conhecem o trabalho que é feito em uma escola de samba. É claro que se observarmos os últimos 20 anos, vemos uma decadência muito grande das escolas. Mesmo assim, o trabalho que ela exerce, principalmente, em comunidade de periferia, pois o maior número de escolas são nas periferias, é um trabalho social muito grande. Às vezes, uma família que não tem nenhuma fonte de lazer durante o ano, só tem dentro de uma escola de samba. Formar ritmistas, mestre-sala e porta-bandeira, passistas, costureiras, um grande número de pessoas que vão passar a ter a vida dentro de uma escola de samba, tira muita gente das ruas e das drogas. Então, ainda as pessoas têm em mente que o Carnaval é somente para as pessoas brincarem e curtirem, mas existe um outro lado, que vive 365 dias trabalhando.
Podemos colocar o Carnaval como evento que alimenta três pontos importantes que são econômico, social e cultural. Este último tópico é que mais me preocupa, quando vejo as pessoas vibrando quando foi determinado a não realização dos desfiles, principalmente, na cidade que tem a segunda escola mais antiga do Brasil, que é o Turunas do Riachuelo. Fechar uma quadra é a mesma coisa que fechar uma escola, muita coisa que a gente aprende é passado com o enredo, que sempre conta a história de alguém e do Brasil. É polêmico, mas vejo que só chegou neste ponto porque nem as escolas, Liga ou Prefeitura buscaram informar as pessoas sobre isso.
Quem não vê os trabalhos nos barracões ou avenida não sabe a essência disto tudo. Acho que o que falta é as pessoas olharem com outros olhos para o Carnaval, como potencial de retorno econômico, como acontece no Rio de Janeiro. Pesquisas mostram que quase 50% da população carioca não gosta, mas, mesmo assim, o retorno transforma muito válido a festa toda.
Vemos que muitas pessoas formaram ideias, não só em Juiz de Fora, que as escolas são antro de corrupção e estão lá apenas para ganhar dinheiro público, mas mesmo que seja isso, ainda existe o retorno. Mas, que não é visto, não é lembrado. Por isso, é importante mostrar tudo isso.
ACESSA.com - A alteração das datas dos desfiles também é algo a ser discutido?
HA – A antecipação da data do Carnaval é uma tendência, mas vejo que a forma foi feita foi um tanto corrida e sem planejamento para valorizar os desfiles e atrações como um todo. As agremiações não têm interesse em retornar as datas oficiais, mas a Liga vai voltar a conversar sobre este assunto. Vemos também que o diálogo com os blocos deve acontecer para que todos possam ser ouvidos. Afinal, se as escolas perdem, os blocos também perdem, pois os dois fazem parte de uma única festa.
ACESSA.com - Como vocês veem o crescimento dos novos blocos de rua como Come Quieto e Parangolé Valvulado?
HA - A tendência nacional é que Carnaval de rua se fortaleça, pois é o que o jovem gosta. Os blocos mais novos foram ótimo para cidade, pois depois da Banda Daki não víamos outros blocos arrastarem multidões, igual existe agora.
http://www.acessa.com/cultura/arquivo/carnaval2016/2016/01/16-liga-das-escolas-samba-fala-sobre-futuro-dos-desfiles-juiz-fora/
Após desvio de quase 8 MI em obra, grupo de deputada pode voltar à reitoria da UFJF
O Ministério Público Federal suspeita que quase 8 milhões de reais tenham sido desviados dos cofres públicos quando Margarida Salomão era reitora da Universidade Federal de Juiz de Fora. O atual candidato a reitor, Marcus David, ocupou o cargo de Pró-Reitor de Finanças durante a gestão investigada.
O portal Bhaz teve acesso aos dados do processo, que se encontra na 2ª Vara Federal de Juiz de Fora. Uma auditoria feita pela Procuradoria da Republica, por meio do Sistema Nacional de Saúde, resultou em um inquérito civil por mau emprego das verbas públicas envolvendo a gestão da ex-reitora e atual Deputada Margarida Salomão (PT) à frente da Universidade Federal de Juiz de Fora durante sua gestão 1998-2006.
Em uma matéria divulgada pelo Jornal O TEMPO em 2012, é informado que várias notas fiscais frias (inclusive de uma empresa que comercializa lingirie) foram usadas para justificar os gastos de dinheiro. A auditoria realizada levantou aproximadamente 60 irregularidades, entre elas a ausência de comprovação de despesas no total de quase 8 milhões de reais.
Em 2012 a ex-reitora, então candidata à Prefeitura de Juiz de Fora, respondeu as acusações por meio de uma nota encaminhada por sua assessoria de campanha ao jornal O TEMPO, assegurando que houve uma divergência de interpretação na apuração das notas fiscais emitidas pela empresa contratada, que, posteriormente, subcontratou outras empresas, “o que não configura um caso de irregularidade na prestação de contas da Universidade Federal de Juiz de Fora”.
http://bhaz.com.br/2016/01/25/apos-desvio-de-quase-8-mi-em-obra-do-hospital-univesitario-o-grupo-de-margarida-salomao-pode-voltar-a-reitoria-da-ufjf/
4º D SUP - PASSAGEM DE CHEFIA - CONVITE
O Comandante da 4ª Região Militar, General de Divisão WALMIR ALMADA SCHNEIDER FILHO, tem a honra de
convidar V. Exa/V Sa. e digníssima família para a Solenidade de
Passagem de Chefia do 4º Depósito de Suprimento do Tenente
Coronel QMB CARLOS EDUARDO BRUGIOLO (Interino) para o
Coronel QMB HERMESON NÓBREGA BARROS DE OLIVEIRA.
Local: 4º Depósito de Suprimento Endereço: Pça Antônio Carlos, 140 –Centro. Juiz de Fora – MG
Data: 02 Fev 16
Hora: 10h.
Traje: Militares da ativa: 4º A1 (9º B2), com boina (ou correspondente) Militares da reserva e civis: esporte fino
R.S.V.P.: (32) 3215.2033 (R2228) email: rp4dsup@yahoo.com.br
Coronel QMB HERMESON NÓBREGA BARROS DE OLIVEIRA.
Local: 4º Depósito de Suprimento Endereço: Pça Antônio Carlos, 140 –Centro. Juiz de Fora – MG
Data: 02 Fev 16
Hora: 10h.
Traje: Militares da ativa: 4º A1 (9º B2), com boina (ou correspondente) Militares da reserva e civis: esporte fino
R.S.V.P.: (32) 3215.2033 (R2228) email: rp4dsup@yahoo.com.br
EDUCANDÁRIO CARLOS CHAGAS PRECISA DE NOSSO APOIO URGENTE
Querido amigos aqueles que puderem colaborar estamos necessitando de algumas doações como: Biscoito Maizena, biscoito água e sal, fraldas geriátricas tamanho "GG" e camas de solteiro.
Que Deus continue abençoando a cada um de vocês!
Vamos divulgar.
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