domingo, 16 de fevereiro de 2014

‘Comentaristas na TV em extinção’, de José Nêumanne Pinto

14/02/2014
 às 18:11 \ Opinião


JOSÉ NÊUMANNE PINTO
Qual a hipótese mais grave e preocupante que teria motivado a demissão de três comentaristas que atuavam nos noticiários do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) – Denise Campos de Toledo, Carlos Chagas e eu –, comunicada aos três na sexta-feira 7 de fevereiro: a oficial ou a paralela? O diretor de jornalismo da empresa, Marcelo Parada, me comunicou que um tal “comitê de programação” da emissora havia decidido extirpar a opinião dos telejornais da casa em nome do primado da notícia. Numa versão aparentemente mais técnica, que circulou em textos divulgados em redes sociais por blogueiros simpáticos à causa, os comentários em questão prejudicavam a “dinâmica” dos noticiários. A versão oficiosa, negada pelos mesmos blogueiros, era mais apimentada: nenhuma pessoa sensata apostaria um centavo na minha sobrevivência na emissora desde que Parada assumiu a direção. Não é secreta para ninguém sua notória parceria com o presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Rui Falcão, que não deve ser um admirador muito fanático da independência absoluta que sempre tive no SBT nas três vezes em que comentei assuntos políticos por lá. Da mesma forma, tinha sido amplamente noticiada a generosidade com que a cúpula petista tratou o momentoso episódio da falência do Banco Panamericano, empresa do grupo Sílvio Santos. Teria sido, enfim, concluída a crônica de minha demissão anunciada?
Bem, fofocas não pagam dívida e a resposta a essa questão só pode ser dada com fatos. Vamos a eles. Fui nomeado três vezes comentarista do SBT por Sílvio Santos, que me disse admirar a forma sucinta e simples com que explico a meus ouvintes da Pan intrincados assuntos da política. Minha primeira passagem terminou quando Boris Casoy foi para a Record e o patrão exterminou o departamento de jornalismo. A segunda teve fim com a contratação de Ana Paula Padrão, que mandou Luiz Gonzaga Mineiro me demitir do jornal ancorado por Hermano Henning, com o qual ela nada tinha a ver, mas faz tempo que desisti de entender esse tipo de falta de senso de loção, como dizia minha tia louca. Desta vez, apesar de não ser um veterano da casa, Parada cumpriu todos os rituais da crueldade e da deselegância na demissão dos três profissionais com currículos que mereciam dele mais respeito. De sua sala fui levado pela secretária para o RH que me comunicou o encerramento do contrato com o pagamento dos sete dias de trabalho de fevereiro. Bem, isso também faz parte da rotina.
A descortesia a que me refiro é outra e tem história. Nem Parada nem seu segundo, Ricardo Melo, fizeram durante esta minha terceira passagem pelo SBT NENHUM reparo a algum comentário de minha lavra – nem contra, nem a favor, nem muito pelo contrário. Na verdade, nenhum dos dois jamais me deu uma orientação ou algum aviso. Melo se abstinha desse dever elementar de qualquer chefe de redação alegando que eu era livre para dizer o que quisesse. Dizia respeitar minha livre expressão, conquista da democracia burguesa que ele, como leal trotskista, desprezava. Tudo bem. Também está no jogo.
Agora tomo conhecimento por interpostas pessoas que fazem fofoca em redes sociais que desde outubro eu já estava fora do SBT Brasil, “carro-chefe” do jornalismo da casa. Uma vez, interpelei Melo (por uma questão de hierarquia e também pelo fato de que era mais comum encontrá-lo na redação do que me deparar lá com Parada) a respeito. E ele me deu uma resposta satisfatória: “Sílvio lhe paga salário e você grava. E me paga para decidir se seu comentário entra ou não no jornal”. Achei a explicação razoável e nunca mais me preocupei em conferir se o comentário que eu gravava tinha sido editado no telejornal do horário nobre, ou não. Não era tão importante: nunca deixou de ir ao ar nenhum comentário que eu tivesse gravado para o Jornal do SBT e para o Jornal do SBT Manhã. E era isso que produzia a imensa satisfação de ser apoiado e elogiado por gente simples: garçons, porteiros, manobristas… Na certa, foi também isso que decidiu a escolha feita pelo público em pesquisa da Abril Educação que planejou cursos em parceria com o SBT e escalou os três profissionais do elenco da emissora considerados de maior credibilidade pelo público: Ratinho, Celso Portioli e eu. O projeto não prosperou, mas duvido que tenha sido por minha causa ou dos dois queridos companheiros citados junto comigo.
Dito isso, concluo garantindo que não acredito que Parada tenha sido desrespeitoso com profissionais do quilate de Carlos Nascimento e Hermano Henning, que sempre usaram meus comentários, ao desprezar o fato chamando a atenção para minha ausência no noticiário apresentado também por minha conterrânea Rachel Sheherazade e meu companheiro na Pan Joseval Peixoto. Ele não deve ter feito isso.
Ainda que saiba que meus comentários não agradam a cúpula do PT, também não acredito que minha saída se deva a uma pressão sobre o companheiro diretor, mesmo porque Denise e Chagas nada têm que ver com minha ousada impertinência de todo dia. Se minhas críticas obstinadas tivessem algum peso eleitoral, Lula não teria sido eleito duas vezes nem Dilma teria derrotado José Serra, embora eu também não costume ser condescendente com esses tucanos de alto plumagem.
Além do mais, a meu ver, o histórico de imprudências de Parada não inclui a possibilidade de negar a teoria oficial do fim dos comentários substituindo minha presença no dia-a-dia por algum comentarista mais domesticado de acordo com o gosto dos companheiros. Seria uma confissão de culpa imperdoável. Seria também muito menos grave do que de fato deve ter ocorrido.
Acredito piamente e lamento mais ainda que ele não tenha mentido: o que fez foi mesmo substituir comentários por mais notícias. Em vez de um sujeito pernóstico deitando regras, o atual SBT prefere mostrar o flagrante da morte do frentista, o bebê que está bombando na Internet ou o macaquinho dançarino. Não me sinto vítima de nenhum tipo de retaliação nem mártir do jornalismo opinativo na TV. Infelizmente, sou apenas o representante de uma espécie em extinção: a do jornalista que tem opinião e por isso, goza de credibilidade. Em vez de rojões disparados por black blocs, Denise, Chagas e eu estamos sendo vitimados pela mordaça imposta em nome da prioridade da informação.

http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/opiniao-2/comentaristas-na-tv-em-extincao-de-jose-neumanne-pinto/

Coral canta 'Internacional Socialista' em ato da Comissão da Verdade do Rio

BERNARDO MELLO FRANCO
DO RIO

Antigo hino das esquerdas, a "Internacional" voltou a ser cantada em ato da Comissão Estadual da Verdade do Rio, nesta terça-feira (11). A ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, participava da cerimônia.

A canção é cantada por militantes socialistas e comunistas desde o século 19. Também chegou a ser adotada como hino da extinta União Soviética até 1944.

A música foi entoada por jovens do coro Nheengarecoporanga, de Petrópolis (RJ), que cantaram a parte final com os punhos cerrados. O gesto foi repetido por militantes na plateia. No fim, o maestro Carlos Fecher puxou uma saudação com gritos de "Pátria livre!" e "Venceremos!".

A Comissão da Verdade do Rio apura atos cometidos por agentes da ditadura militar (1964-1985) contra militantes de esquerda no Estado.

Na semana passada, o órgão divulgou depoimento do coronel reformado Raymundo Ronaldo Campos, que admitiu ter participado de uma farsa para encobrir o assassinato do ex-deputado Rubens Paiva pela repressão, em 1971.

Assista ao vídeo no endereço abaixo:

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/02/1410866-coral-canta-internacional-socialista-em-ato-da-comissao-da-verdade-do-rio.shtml

Filme do Exército Brasileiro


RECADO DE RATINHO A DILMA EM SEU PROGRAMA DO SBT

ASSISTA AO VÍDEO:


sábado, 15 de fevereiro de 2014

JORNAL TRIBUNA DE MINAS - 15.02.14


Dois militares são expulsos por desvio de alimentos no Exército em Juiz de Fora

15 de Fevereiro de 2014 - 07:00

Fraude no 4º Depósito de Suprimentos teve ainda outras sete pessoas condenadas pela Justiça Militar. Extravio pode ser o maior do país em unidades militares

Por Daniela Arbex

Nove pessoas, entre elas dois militares, três ex-militares e quatro civis, foram condenadas à prisão pela Justiça Militar em função do roubo de mais de 60 toneladas de alimentos do 4º Depósito de Suprimentos (DSup) do Exército em Juiz de Fora. O julgamento, ocorrido na última quinta-feira à noite, analisou a conduta de 19 acusados no processo que apurou o desvio de gêneros alimentícios na unidade responsável pelo abastecimento de outras 150 organizações militares no estado. Pela quantidade de mercadorias desviadas, este pode ser um dos maiores roubos do país envolvendo a corporação. Por causa da fraude, ocorrida durante sete meses no ano de 2005, duas pessoas que integram os quadros da instituição foram condenadas a seis anos de prisão e estão, automaticamente, excluídas das Forças Armadas. Outros três ex-militares também condenados a quatro e cinco anos de prisão já haviam sido licenciados da unidade, em função das denúncias. Entre os quatro civis condenados em regime aberto e semiaberto estão os responsáveis pelo transporte do material. Comerciantes da cidade indiciados e denunciados por participação no esquema foram absolvidos. O rombo causado pela quadrilha ultrapassa R$ 500 mil.
Mercados que integravam a lista de fornecedores do 4º DSup também foram investigados. O mentor do roubo é um sargento que integra os quadros da corporação há mais de 15 anos e recebe um salário superior a R$ 3 mil. Ele aproveitava os dias em que estava de serviço na guarda para comandar a retirada das mercadorias. A ação dos criminosos consistia no carregamento de caminhões de transporte com quantidade de alimentos superior ao previsto. Ao deixar a cidade, o veículo, que deveria seguir com arroz, café, leite, óleo, sal, amido e carne bovina para organizações militares do estado, era parcialmente descarregado na estrada. O material "extra" retornava para Juiz de Fora e era vendido aos mercados por preços muito inferiores aos praticados ou até mesmo revendido para o próprio Exército. Para realizar o serviço, o controle do estoque era burlado. A fim de conseguir a adesão de motoristas de transportadoras no negócio e dos chapas de caminhões, o sargento repartia o lucro do roubo e desembolsava cerca de R$ 400. Os soldados da unidade recebiam, na época, R$ 100, em média, a cada desvio praticado pela quadrilha. Os condenados ainda poderão recorrer da sentença.
A Tribuna entrou em contato com a auditoria do Superior Tribunal Militar, no final da tarde desta sexta-feira (14), mas foi informada que a juíza responsável pelo processo já havia saído. O jornal também procurou o Ministério Público Militar para comentar o caso, mas o horário de expediente já havia se encerrado, mesma situação ocorrida no 4º DSup.

Desvio de armas
Este não é o único caso de fraude ocorrida dentro do 4º Depósito de Suprimentos do Exército. No final de 2012, o desvio de armamentos e munições recolhidas pelos agentes de segurança no estado e pela campanha do desarmamento nacional veio à tona. Ao invés de serem destruídas, as armas eram roubadas do setor e renegociadas no mercado negro. O esquema contava com a participação de civis. No inquérito instaurado sobre o caso, 12 pessoas foram indiciadas, três delas militares que já foram licenciados da instituição. A apuração já comprovou que algumas armas desviadas foram apreendidas na cidade em episódios criminosos. Até hoje, o número de armas derramadas não foi divulgado. Por conta da fraude, todos os armamentos recolhidos em operações policiais na cidade estão passando por perícia metalográfica, para identificar a procedência dos materiais e a possível ligação com o depósito de onde elas foram roubadas. Em função da comprovada fragilidade no processo de destruição desses armamentos, o quartel adotou novas medidas de segurança desde então.
http://www.tribunademinas.com.br/cidade/dois-militares-s-o-expulsos-por-desvio-de-alimentos-no-exercito-1.1424035

“Acha a China” vence o 4º Concurso de Marchinhas de JF



Roni Valk, Ingrid Valk e Fátima Gouvêa são os vencedores do 4º Concurso de Marchinhas de Juiz de Fora – Prêmio Armando Toschi Ministrinho, com a composição “Acha a China”. O segundo lugar ficou com “100 anos de um menestrel”, dos compositores Jansen Narciso e Carlos Fernando Cunha. Já Nely Gonçalves classificou-se em terceiro lugar com “A mulher e o B.O.”, e Serjão ganhou o prêmio de melhor intérprete de marchinhas, por cantar “Já dizia o meu guru”.
        
Promovido pela Prefeitura de Juiz de Fora, através da Funalfa, o Concurso de Marchinhas teve sua final na noite da sexta-feira, 14, no Clube Sírio e Libanês. O concurso tem como objetivos promover a valorização da música carnavalesca, seus compositores e intérpretes.
  
Em sua quarta edição, o prêmio recebeu 55 inscrições. Doze composições participaram da final do concurso, que distribuiu R$ 4.100 em prêmios, sendo R$ 1.500 para o primeiro lugar e R$ 1.000 para o segundo. O terceiro colocado e a melhor intérprete de marchinha receberam R$ 800 cada.

* Informações com a Assessoria de Comunicação da Funalfa pelo telefone 3690-7044

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Horário de verão termina no domingo e relógio deve ser atrasado em uma hora


UMA HOMENAGEM AO 4º GAC PELOS SEUS 84 ANOS DE CRIAÇÃO
















Parabéns ao Grupo Marquês de Barbacena.

ANIVERSÁRIO DO AMIGO CEL REINALDO NONATO DE OLIVEIRA LIMA




Que Deus te proteja hoje e sempre. Vimos essa mensagem, gostamos e entregamos a você, de coração:

Deus com seu infinito poder está em toda parte, ao seu redor e dentro de você. 
Por ser o seu aniversário um dia tão especial, queremos de todo o coração te dizer o quanto os sonhos são importantes.
Jamais perca a sua fé em todas as coisas maravilhosas que podem te acontecer. 

Tenha tempo para sonhar e para olhar a vida como uma grande aventura a ser vivida. 
Não tenha certeza das coisas que te rodeiam, pois a alegria está em continuar lutando e conquistando. 
Nunca renuncie a um sonho, mesmo que ele te pareça impossível, pois quando os sonhos morrem, eles apodrecem dentro da gente e começam a enfestar tudo o que nos rodeia e de mansinho vão tomando conta dentro de nós o desanimo, a derrota e a sensação de inutilidade.  
Plante em seu coração a sementeira do amor, pois assim ampliarás os seus dias de alegria. 
Que o Senhor ilumine os seus caminhos levando a tristeza sempre pra longe, bem longe de você, enchendo seu coração com a divina fé e arrancando qualquer sentimento de orgulho, presunção ou egoísmo.

Continue a ser essa pessoa bacana que você é, pois a beleza interior é a que realmente conta diante de nosso Pai Celestial. 
O seu coração estará  onde estiver  a sua alegria de viver. 
Parabéns pela data importante que marca a sua entrada no mundo,

Feliz Aniversário!


Prefeitura de Bicas convida SAU para apresentar serviços de informação

Os serviços de Informação Básica (IB) e Consulta Prévia (CP), lançados pela Secretaria de Atividades Urbanas (SAU), da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF), no ano passado na internet, está servindo de exemplo para outras cidades. A pedido da Prefeitura de Bicas, dois servidores da SAU foram até a cidade para apresentar o programa aos funcionários do município. Os programas têm como objetivo agilizar e facilitar a resposta sobre os pedidos de licenciamento imobiliário.

Desde seu lançamento, a CP já teve 5.785 acessos - 5.443 só este ano. Já a IB contabilizou 3.852 acessos. De acordo com o secretário de Atividades Urbanas, Basileu Tavares, o sistema é apenas o primeiro passo para a implantação da liberação de alvarás. “Não é nada de imediato, mas é algo que estamos trabalhando para implantar nos próximos anos.”

O sistema está ainda em período de testes e poderá sofrer alterações das informações, com a finalidade de obter melhorias e para que o atendimento às necessidades do cidadão possa ser realizado também no seguinte endereço: Avenida Barão do Rio Branco, 1843 - Centro – Juiz de Fora – MG. O site para acessar a IB e a CP é o www.sau.pjf.mg.gov.br.

* Informações com a Assessoria de Comunicação da SAU, pelo telefone 3690-7454.

Há 20 anos, modelo sem calcinha quase derrubou presidente do Brasil

Rodrigo Bertolotto
Do UOL, em São Paulo (SP)
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Pivô de escândalo presidencial há 20 anos, Lilian Ramos vive como celebridade em Roma16 fotos

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A foto no camarote da Marquês do Sapucaí com Lilian Ramos com uma genitália desnuda e o presidente Itamar Franco ao lado rendeu polêmica na imprensa e Congresso depois daquele Carnaval de 1994 Marcelo Carnaval/Agência O Globo
Há 20 anos uma genitália desnuda abalava a democracia brasileira. Em todos os jornais e revistas, a modelo e atriz Lilian Ramos apareceu sem calcinha ao lado do então presidente da República Itamar Franco em um camarote da Marquês do Sapucaí durante o Carnaval de 1994. Não faltaram editoriais na imprensa, discursos no Congresso e recursos jurídicos pedindo o afastamento do mandatário nacional.
À época, o país tinha fresco na memória o impeachment de Fernando Collor, cujo vice, Itamar, havia assumido a Presidência em seu lugar no final de 1992. O pouco apoio dos partidos e a atitude "saidinha" do presidente colaboravam com a oposição que queria tirá-lo do palácio do Planalto.
A turbulência política começou no dia 15 de fevereiro de 1994 e durou algumas semanas, mas foi esquecida quando, cinco meses depois, Itamar lançou o plano econômico que lançou a moeda que existe até hoje, o Real.
"Hoje dá vontade de rir dessa história. Foi uma forma ridícula de tentar atingir a moral do presidente. Pensei em processar todo mundo, mas preferi ir embora do Brasil", relembra Lilian Ramos em entrevista ao UOL.
Ela está de férias, como faz todos os anos durante o inverno europeu. Lilian, 49, leva uma vida de socialite em Roma atualmente, desfilando pela chamada "dolce vita" da capital italiana.
Há 20 anos na Itália, ela participou de programas de auditório e de séries humorísticas na TV local, figurou em filmes e estampou capas de revistas de fofoca e celebridades. O casamento com um empresário da construção civil deu passaporte para as altas rodas da sociedade romana e suas festas de arromba. Lilian até gravou CDs cantando em italiano.
"A Itália me valorizou. Já no Brasil só falavam coisas ruins de mim. Falaram que eu era uma oportunista. Eu só perdi com esse episódio", afirma Lilian.

LILIAN RAMOS EM FILME, EM CARNAVAL POLÊMICO E NA TV ITALIANA

Antes de ser alçada à fama nacional e internacional, Lilian já era conhecida como destaque no Carnaval carioca, desfilando pela escola de samba Grande Rio. Na virada dos anos 1980 para 1990, ela ilustrou em poses nuas várias revistas masculinas --muitas delas faziam referências explícitas à semelhança física com a cantora Fafá de Belém.
Além disso, ela atuou como coadjuvante em programas de TV ("Trapalhões", "A Praça é Nossa" e "O Bronco") e de filmes da Boca do Lixo paulistana (como "A Rota do Brilho", cujos protagonistas eram Alexandre Frota e Gretchen).
Lilian lembra muito bem que quem a colocou no camarote presidencial foi o deputado federal Valdemar Costa Netto, hoje condenado e preso pelo caso do Mensalão. "O Valdemar disse que o presidente queria me conhecer, que tinha me achado bonitinha. Achei que ia ficar uns 15 minutos por lá. Como o presidente foi muito gentil e cavalheiro, acabei ficando três horas por lá", lembra.
Como chegou ao local logo após desfilar como destaque na Grande Rio, Lilian tirou sua fantasia de metal e cobriu o corpo com uma camiseta grande. O que ela e Itamar Franco não contavam é que os fotógrafos embaixo do camarote tivessem um ângulo inusitado para registrar o encontro do presidente com a então quase desconhecida.
Itamar, morto em 2011 quando era senador, teve o mandato presidencial marcado por aparições públicas em que flertou com mulheres, que podiam ser desde modelos em feiras industriais até políticas em recepções públicas. Divorciado à época, ele angariou fama de galanteador como mandatário.
Nos dias seguintes ao escândalo carnavalesco, Lilian teve que desmentir que era namorada de Itamar, apesar das fotos de abraços e cochichos no camarote. "Foi tamanho o burburinho que o Valdemar me ofereceu até uma candidatura a deputada federal pelo PL. Não aceitei. Me sentia usada e manipulada. Preferi sair do país. Guardo mágoa do episódio", relata Lilian.
http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2014/02/14/ha-20-anos-modelo-sem-calcinha-quase-derruba-presidente-do-brasil.htm

SEMINÁRIO DO CNJ REAFIRMA PAPEL DA JUSTIÇA MILITAR



A Justiça Militar Brasileira teve reafirmada, na quarta-feira, sua manutenção como ramo autônomo do Poder Judiciário. Essa foi uma das conclusões dos participantes da oficina organizada pelo Conselho Nacional de Justiça. Foto - STM


Nota DefesaNet,

Matéria associada:

STM -STF - CNJ - Justiça Militar – Perspectivas e Transformações Link

O Editor


A Justiça Militar Brasileira teve reafirmada, na quarta-feira (12FEV14), sua manutenção como ramo autônomo do Poder Judiciário. Essa foi uma das conclusões dos participantes da oficina organizada pelo Conselho Nacional de Justiça.
O resultado dos três painéis foi positivo tanto para a Justiça Militar da União quanto para a Justiça Militar Estadual.
A necessidade de uma Justiça Especializada para julgar crimes militares definidos em lei penal especial foi reafirmada pelos especialistas que participaram do painel que tratava do tema.
Os especialistas que participaram do segundo painel concluíram pela ampliação da competência da Justiça Militar. A proposta é que ela julgue, além da matéria criminal, questões relacionadas ao Direito Administrativo.
A ideia acerca da reformulação da estrutura desta Justiça também entrou em pauta. A importância do escabinato no julgamento das matérias foi confirmada, com a proposta de manutenção da composição majoritária de militares na Corte.
Os resultados debatidos nos três painéis servirão de subsídio ao relatório final do grupo de trabalho do CNJ encarregado de fazer um diagnóstico da Justiça Militar no Brasil. O grupo foi criado em abril do ano passado, por meio de portaria do Conselho.
Oficina - Sob a coordenação da conselheira Luiza Frischeisen, a oficina reuniu, além de conselheiros, representantes do Poder Judiciário, do Ministério Público Federal, de Associações de Magistrados e da Associação dos Servidores da Justiça Militar da União (ASSEJUMI).
A vice-presidente do Superior Tribunal Militar, ministra Maria Elizabeth Guimarães Teixeira Rocha, na abertura do evento, falou sobre a realidade da Justiça Militar da União e sobre a importância da sua atuação na sociedade brasileira.
Ao defender a existência da Justiça Militar, a ministra ressaltou que a celeridade processual é fundamental para a integridade das Forças Armadas, responsáveis hoje por operações de Garantia da Lei e da Ordem essenciais para a segurança pública.
A ministra relembrou que os fatos recentes de casos de indisciplina nas Forças Auxiliares, bem como o motim, revelam o quanto é importante existir uma Justiça Especializada que rapidamente possa coibir condutas inadequadas e criminosas nas tropas.
A ampliação da competência da JMU também fez parte do pronunciamento da ministra Elizabeth, que defende que a Justiça Militar da União também julgue as infrações disciplinares e a matéria civil prevista na Constituição Federal.
http://www.defesanet.com.br/stm/noticia/14195/Seminario-do-CNJ-reafirma-papel-da-Justica-Militar-/

Militares realizam treinamento em Juiz de Fora visando a Copa Mundo


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Visando a Copa do Mundo, mais de 30 veículos foram adquiridos pelo 17º Batalhão de Juiz de Fora. Nesta quarta-feira (12) houve o investimento no treinamento dos militares para operações de resgate e salvamento. Cerca de 12 integrantes das equipes de atendimento hospitalar, que vão atuar na Copa, receberam o curso.
Segundo o capitão Fernando Mendes, o trabalho serve como apoio aos auxiliares em grandes eventos. “Quando estiver em caos ou colapso, podemos atuar em apoio, reforçando as equipes de salvamento”, disse.
O curso foi ministrado por uma multinacional americana especializada em salvamento. E de acordo com o diretor do curso, Edward Filho, os militares aprenderam a manusear as ferramentas. “Eles vão aprender tanto a cortar um veículo para o resgate, estabilizar e trabalhar com as ferramentas”, afirmou.
O 17º Batalhão logístico de Juiz de Fora é pioneiro nessas atividades. A ideia é que os militares sejam multiplicadores de conhecimento, repassando o conteúdo aprendido para outros batalhões da região. Segundo a sargento Manuela Gomes, eles poderão ajudar a aperfeiçoar as tropas. “Após o treinamento, eles estarão participando como instrutores e monitores em outros batalhões”, disse.
Na próxima sexta-feira (14), em Rio Novo, acontece a segunda etapa do treinamento, que é o salvamento aquático. E na próxima semana, a equipe vai participar de um simpósio conjunto com o Corpo de Bombeiros, Polícia Rodoviária e Polícia Federal para finalizar a preparação.
http://www.forte.jor.br/2014/02/13/militares-realizam-treinamento-em-juiz-de-fora-visando-a-copa-mundo/

Cratera no meio da rua no Costa Carvalho há mais de vinte dias

13 de Fevereiro de 2014 - 21:57


Por Flavia Crizanto

Uma cratera aberta no meio da Avenida Mascarenhas, no Bairro Costa Carvalho, Zona Sudeste, tem oferecido risco às pessoas que circulam na região. Mesmo com madeiras, cavaletes e outros objetos colocados para alertar os motoristas, moradores da via disseram que freadas e quase batidas entre carros e motos são comuns.
O buraco fica próximo a uma curva, o que dificulta ainda mais a visão do obstáculo. Moradores afirmam que já pediram providências para a correção do problema, que persiste há mais de 20 dias. No entanto, até ontem a situação continuava igual.
http://www.tribunademinas.com.br/vida-urbana/cratera-no-meio-da-rua-no-costa-carvalho-1.1423568

DIRETORES DO E. C. SÃO CARLOS COMEMORAM O ANIVERSÁRIO DE IVETE GOMES


Na noite da última quinta-feira o presidente do Esporte Clube São Carlos, José Maria Veloso, acompanhado de sua esposa Marlene e do diretor de Comunicação Social, Luiz Eduardo Schmitz, receberam a amiga do clube Ivete Gomes para um tira-gosto em comemoração a seu aniversário.

Por lá também circularam muitos nomes notícias da cidade de Juiz de Fora.