sábado, 15 de abril de 2023
sexta-feira, 14 de abril de 2023
Governo de Minas entrega Medalha Tiradentes
Por Paulo Cesar Magella
O comandante da 4ª Brigada de Infantaria Leve de Montanha, general de brigada Júlio César Belaguarda Nagy de Oliveira, e o contra-almirante Fuzileiro Naval, Elson Luiz de Oliveira Góis -este natural de Juiz de Fora – são dois dos homenageados com a Medalha da Inconfidência, a ser entregue pelo Governo de Minas, no dia 21 de abril, durante solenidade em Ouro Preto.
Desta vez, em vez da praça principal, o evento, presidido pelo governador Romeu Zema, será realizado, às 9h, no Salão de Convenções da Universidade Federal de Ouro Preto. A relação completa dos homenageados só deverá ser conhecida na semana que vem.
Fonte: https://tribunademinas.com.br/colunas/painel/14-04-2023/governo-de-minas-entrega-medalha-tiradentes-no-dia-21-juiz-forano-esta-entre-os-homenageados.html
BRIGADA DE MONTANHA - 14 DE ABRIL - TOMADA DE MONTESE
“No dia 14 de abril de 1945, na região de Montese, teve início a série dos mais árduos combates travados pelos brasileiros na Itália. As operações, durando quatro dias sucessivos – de 14 a 17 –, transcorreram sob violentos e ininterruptos bombardeios.” (Trecho extraído do livro Memórias do Marechal Mascarenhas de Moraes).
quinta-feira, 13 de abril de 2023
Pronto Atendimento Infantil de JF passa a funcionar no HMTJ
Por Elisabetta Mazocoli
13/04/2023 às 14h34
A partir desta quinta-feira (13), o Pronto Atendimento Infantil (PAI) de Juiz de Fora passa a funcionar em um prédio anexo ao Hospital Maternidade Therezinha de Jesus (HMTJ), no Bairro São Mateus, região Sul. A transferência de localidade acontece após o registro de inconformidades no espaço anterior, na Avenida dos Andradas, e uma série de reclamações da população, que levaram à intervenção do Ministério Público. Durante a inauguração, a prefeita Margarida Salomão (PT) esteve presente e apresentou para a população os diferenciais do novo espaço, que vai ter atendimento 24 horas e uma estrutura mais adequada para os atendimentos de emergência deste público.
Durante o evento, a prefeita afirmou que a transferência para o HMTJ acontece após uma série de incidentes “decorrentes da falta de propriedade do equipamento que então existia”. Ela ressalta que, quando foi instalado, o antigo PAI dava “alguma resposta” às necessidades do município, mas com o passar do tempo não estava conseguindo atender a demanda da cidade e da região, inclusive por Juiz de Fora ser um polo de saúde para outros municípios menores próximos. “Ao conhecer essas instalações, as pessoas ficaram confiantes de que as crianças de Juiz de Fora e da região terão o melhor atendimento possível. Isso certamente é um compromisso, e, para nós, é uma satisfação de metas que enunciamos no nosso projeto de governo”, afirmou.
Em entrevista à Tribuna, ela explicou que a diferença entre os espaços engloba uma série de aspectos. “A diferença está na sala de acolhimento, na de encaminhamento e nos leitos que vamos ter tanto de atendimento emergencial quanto os que são para crianças que necessitam de cuidados mas estão mais estáveis”, explicou a prefeita. Além disso, a chefe do Executivo municipal também ressaltou que, no novo local, é possível ter retaguarda hospitalar para fazer a transferência das crianças que chegavam ao PAI e precisavam de um atendimento de maior complexidade. O mesmo afirmou o secretário de Saúde Ivan Chebli, que destacou que a mudança melhora o atendimento às urgências e emergências pediátricas na região, funcionando também com leitos de retaguarda, clínicos, cirúrgicos e de UTI, para trazer uma atenção à saúde integral.
Leia mais em: https://tribunademinas.com.br/noticias/cidade/13-04-2023/pronto-atendimento-infantil-de-jf-passa-a-funcionar-no-hmtj.html
ESTAMOS DE VOLTA...
terça-feira, 19 de outubro de 2021
OI ZÉ, ESTOU AQUI... - PARA REFLETIR
Todos os dias, quando a igreja estava em silencio, um pobre velho entrava e sentava nos últimos bancos. O padre, já curioso com a atitude do velho homem perguntou: O que o senhor vem fazer aqui, todos os dias, no mesmo horário, e sai tão rápido?..
quinta-feira, 9 de setembro de 2021
A falta de um subtenente Bezerra - Por Otávio Santana do Rêgo Barros
Oficial egresso da AMAN é joia rara, ainda que necessite ser lapidado no dia a dia. Traz novo ânimo e inspiração aos mais jovens
quarta-feira, 8 de setembro de 2021
O SUJEITO É NORMAL OU MALUCO - POR OTÁVIO SANTANA DO RÊGO BARROS
sexta-feira, 3 de setembro de 2021
Qual lobo você vai alimentar? - Por Otávio Santana do Rêgo Barros
Fôssemos um país organizado (civilizado), com a economia a pleno vapor, desemprego a taxas insignificantes, gestão bem conduzida para enfrentamento de emergências sanitárias, respeitado por políticas de inclusão social, referência na proteção ao meio ambiente, esta semana estaríamos fazendo zoada ao nos reunirmos alegremente para enfeitarmos a fachada de nossas casas em mais uma comemoração da passagem do Dia da Independência.
quarta-feira, 1 de setembro de 2021
domingo, 29 de agosto de 2021
ARMAS EM FUNERAL - GEN EX VETERANO RÔMULO BINI PEREIRA
É com imenso pesar que o Comando da 4ª Região Militar comunica o falecimento do General de Exército Rômulo Bini Pereira, antigo comandante desta Organização Militar, na manhã deste sábado, 28 de agosto.
O General de Exército R/1 Rômulo Bini Pereira nasceu em 1940, em São João Del Rei, MG. Foi declarado Aspirante a Oficial da arma de Infantaria, em 1961, na AMAN. Como Oficial Superior, comandou o 11º Batalhão de Infantaria de Montanha e foi adido militar na Itália. Como Oficial General, comandou a 7º Brigada Infantaria Motorizada, foi chefe do Centro de Comunicação Social do Exército e comandou a 4ª Região Militar/4ª Divisão de Exército. Foi Secretário de Logística e Mobilização do Ministério da Defesa e Chefe do Estado Maior de Defesa. Em 2018 voltou ao Comando da 4ª Região Militar como Prestador de Tarefa por Tempo Certo e coordenava o Escritório Regional Belo Horizonte do Sistema Defesa, Indústria e Academia de Inovação, o SisDIA.
sábado, 28 de agosto de 2021
XXXIII CORRIDA DUQUE DE CAXIAS EM JUIZ DE FORA
O 4° Grupo de Artilharia de Campanha Leve organizou a XXXIII Corrida Duque de Caxias, que ocorreu no dia 22 de agosto, no Campo de Instrução de Juiz de Fora. Com um percurso de 9,3 km através campo, a Corrida Duque de Caxias, em 2021, faz parte das Olimpíadas da Brigada de Montanha. A prova contou com a participação das equipes das organizações militares da 4ª Brigada de Infantaria Leve de Montanha (4ª Bda Inf L Mth), totalizando 48 atletas.
Na competição nível unidade, sagrou-se campeã a equipe do 11° Batalhão de Infantaria de Montanha, de São João del-Rei. Foi vice-campeã a equipe do 10° Batalhão de Infantaria Leve de Montanha, de Juiz de Fora. Na competição nível subunidade, sagrou-se campeã a equipe da 4ª Companhia de Comunicações Leve de Montanha, de Belo Horizonte, e foi vice-campeã a equipe da Companhia de Comando/4ª Bda Inf L Mth.
Solenidade de Passagem do Comando de Operações Especiais
O presidente Jair Bolsonaro participa, em Goiânia (GO), da Solenidade de Passagem do Comando de Operações Especiais. O General de Brigada Carlos Alberto Rodrigues Pimentel substitui o General de Divisão Gustavo Henrique Dutra de Menezes.
Guerra do futebol - Por Otávio Santana do Rêgo Barros
Nos acostumamos a metáforas futebolísticas para tudo. Somos a pátria da chuteira, reis do futebol, cinco vezes campeões do mundo e maior celeiro de jogadores.
É natural valer-se dessa figura de linguagem para comentar o entrechoque dos poderes constituídos da República. Uma confusão que assumiu proporções inaceitáveis, avessas ao que se deseja de serenidade para o país.
Estavam em campo as equipes do Executivo Esporte Clube e Clube de Remo Supremo. O juiz era do quadro de árbitros do poder legislativo, cuidadoso órgão redator das regras do jogo.
Com tantas provocações, veio à lembrança o conflito conhecido como “guerra do futebol”. Uma escaramuça entre Honduras e El Salvador iniciada por desavenças nas eliminatórias para a Copa do Mundo do México. Cem horas de caos.
As partidas entre os times do Supremo e do Executivo sempre foram duras batalhas. Nessa, a pandemia impediu os torcedores de assistirem ao jogo final dentro do estádio. Nos arredores, houve choques entre grupos rivais, com cenas de inaceitável violência, contidos pela polícia militar. Comentaristas tinham dúvidas sobre a capacidade dos órgãos de segurança pública de controlar o ambiente.
Com a bola rolando, um zagueiro do Supremo dividiu com firmeza e atingiu o tornozelo de um jogador adversário. Os ânimos se exaltaram. Cartão amarelo, chamada de atenção aos capitães dos times e um alerta: o próximo será vermelho.
O revide foi violento. O centroavante do Supremo sofreu um carrinho e teve a perna lacerada pelas travas das chuteiras do goleiro do Executivo. O árbitro sacou o cartão vermelho, expulsou o agressor e marcou a penalidade máxima.
Começou um empurra empurra, comissões técnicas trocaram desaforos. O juiz, incapaz de conter o tumulto, correu para o vestiário e encerrou a partida.
Na súmula, sequer relatou a confusão. Não queria se comprometer. Todos que assistiam pela TV não entenderam a leniência. Viram as claras infrações das regras do fair-play.
Os juízes do VAR também não avaliaram prontamente a dimensão do ocorrido e as consequências para a disputa. Silenciaram diante do entrevero.
Deveriam atuar, pois representam a sociedade não extremada. As instituições apartidárias. Os órgãos com funções de Estado. Exigem alinhamento à sadia convivência entre poderes e, principalmente, à consciência de bem servir para a estabilidade social.
O jogo foi um péssimo espetáculo. O conflito não ficou restrito às quatro linhas do Monumental da Democracia. Espalhou-se como fogo em campo seco. Ocorreram invasões das sedes dos clubes, quebras de vitrines, impossível relativizar.
Uma ficção, por certo, mas com possibilidade de tornar-se realidade.
Caso os profissionais desse jogo não atuem dentro da legalidade e com equilíbrio emocional, nos escapará a chance de vencermos o campeonato da democracia – no qual ganhar ou perder é reflexo da boa e justa discussão de ideias.
Não carrego dúvidas quanto ao desejo da maioria da sociedade, mesmo dos torcedores das equipes em confronto: NÃO a uma nova “guerra do futebol”. A polarização de momento exige evitá-la.
A persistir a MARCHA DA INSENSATEZ, termo da Bárbara Tuchmann, com a cegueira que impede os duelistas de avaliarem o desastre de seus comportamentos, a solução é o VAR interferir no processo. Chamar ao vestiário do diálogo os envolvidos e solicitar impositivamente que voltem ao jogo sob as regras vigentes. Os que se recusarem serão banidos do torneio.
O agir é premente. O controle das torcidas não está nas mãos dos cartolas. A dinâmica é historicamente conhecida. A massa está sendo manipulada. Pedir moderação é quimera. Alguns dirigentes nunca trabalharam com ela. Diálogo quando possível, ações firmes quando necessárias: é o que nos resta. Além disso, a incerteza.
Paz e bem!
Otávio Santana do Rêgo Barros. General de Divisão R1
OPERAÇÃO ACOLHIDA - MILITARES DA 4ª BRIGADA DE MONTANHA SEGUEM PARA RORAIMA
A 4ª Brigada de Infantaria Leve de Montanha, sediada no Bairro Mariano Procópio, região Nordeste de Juiz de Fora, enviará cerca de 120 homens e mulheres para atuarem na Operação Acolhida, em Boa Vista (RR). A operação é destinada a recepcionar e apoiar os imigrantes que ingressam no país pela fronteira a partir da Venezuela. De acordo com agências da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de cinco milhões de venezuelanos já deixaram o país desde 2018, e o Brasil é considerado o 5º maior destino dessa população.
A 4ª Brigada é responsável por quarteis de Juiz de Fora, Belo Horizonte, São João del-Rey e Petrópolis (RJ). Dos 120 militares, 45 são de unidades de Juiz de Fora. Todos passaram por um processo de seleção, onde foram avaliados o perfil profissiográfico e a higidez física.
Posteriormente, foram vacinados contra diversas moléstias e o coronavírus.
Eles começam a atuar no dia 3 de setembro e integram o 12º Contingente da Força-Tarefa Logística Humanitária.
Apoio à família
Neste sábado (28), o Comando da 4ª Brigada de Infantaria Leve de Montanha realizará uma formatura de despedida dos militares. Como a participação em missões dessa natureza, que implica em um afastamento temporário da cidade em que reside, de cerca de 5 meses, podendo ser prorrogado por mais um mês, a Seção de Assistência Social da Brigada de Montanha desenvolve um programa específico de apoio aos militares e suas famílias que permanecem em Juiz de Fora,
O trabalho conta com uma equipe multidisciplinar, com apoio de saúde, psicológico e administrativo.
https://tribunademinas.com.br/noticias/cidade/27-08-2021/exercito-militares-de-juiz-de-fora-seguem-para-roraima-na-operacao-acolhida.html

























