sexta-feira, 14 de abril de 2023

Governo de Minas entrega Medalha Tiradentes

 Por Paulo Cesar Magella


O comandante da 4ª Brigada de Infantaria Leve de Montanha, general de brigada Júlio César Belaguarda Nagy de Oliveira, e o contra-almirante Fuzileiro Naval, Elson Luiz de Oliveira Góis -este natural de Juiz de Fora – são dois dos homenageados com a Medalha da Inconfidência, a ser entregue pelo Governo de Minas, no dia 21 de abril, durante solenidade em Ouro Preto. 

Desta vez, em vez da praça principal, o evento, presidido pelo governador Romeu Zema, será realizado, às 9h, no Salão de Convenções da Universidade Federal de Ouro Preto. A relação completa dos homenageados só deverá ser conhecida na semana que vem.

Fonte: https://tribunademinas.com.br/colunas/painel/14-04-2023/governo-de-minas-entrega-medalha-tiradentes-no-dia-21-juiz-forano-esta-entre-os-homenageados.html

Minuto CML/TV VERDE OLIVA-LESTE - Período de 01 a 07 de abril de 2023

 


Vídeo Institucional do Bicentenário do Batalhão do Imperador

 


BANDA DE MÚSICA DA BRIGADA DE MONTANHA - APRESENTAÇÃO

 


BRIGADA DE MONTANHA - DIA DO EXÉRCITO

 


CASA BETHÂNIA - VAMOS AJUDAR

 


BRIGADA DE MONTANHA - 14 DE ABRIL - TOMADA DE MONTESE

 


“No dia 14 de abril de 1945, na região de Montese, teve início a série dos mais árduos combates travados pelos brasileiros na Itália. As operações, durando quatro dias sucessivos – de 14 a 17 –, transcorreram sob violentos e ininterruptos bombardeios.” (Trecho extraído do livro Memórias do Marechal Mascarenhas de Moraes).

A vitória da 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária (1ª DIE) contribuiu decisivamente para o rompimento das linhas inimigas ao norte da Itália, o que foi possível em virtude da bravura e do elevado poder combativo dos Pracinhas, demonstrados na conquista de Montese.

A 1ª DIE recebeu a missão de conquistar Montese e cobrir o flanco esquerdo da 10ª Divisão de Montanha do Exército Norte-americano. A região era um dos pontos fortes da defesa inimiga, reforçada por campos minados e batida por intensos fogos, e sua conquista era fundamental, pois caracterizava a ruptura da linha defensiva alemã no vale do Rio Panaro (linha “Gengis Khan”), abrindo caminho para o avanço aliado rumo à planície do Rio Pó.

Em uma demonstração do alto valor de combate das tropas brasileiras, o objetivo foi conquistado definitivamente após quatro jornadas de combates, além de repelidas todas as tentativas de contra-ataque inimigas, caracterizando-se como a primeira grande vitória obtida exclusivamente por brasileiros, da maneira brasileira.

Neste aniversário da Tomada de Montese, o Exército Brasileiro rende justa homenagem aos bravos combatentes da FEB que, em território estrangeiro, evidenciaram, sobejamente, exemplos de audácia, bravura, desprendimento, espírito de cumprimento de missão e sacrifício – virtudes imprescindíveis ao Soldado Brasileiro. Soldados que lutaram pela democracia nos campos do Velho Mundo e retornaram à Pátria com a convicção do dever cumprido. Soldados que são exemplos perenes para todas as gerações de brasileiros.

NOSSO GRITO DE GUERRA É MONTANHA!

Fonte: ComSoc Bda Mth

quinta-feira, 13 de abril de 2023

Pronto Atendimento Infantil de JF passa a funcionar no HMTJ

 


Por Elisabetta Mazocoli

13/04/2023 às 14h34

A partir desta quinta-feira (13), o Pronto Atendimento Infantil (PAI) de Juiz de Fora passa a funcionar em um prédio anexo ao Hospital Maternidade Therezinha de Jesus (HMTJ), no Bairro São Mateus, região Sul. A transferência de localidade acontece após o registro de inconformidades no espaço anterior, na Avenida dos Andradas, e uma série de reclamações da população, que levaram à intervenção do Ministério Público. Durante a inauguração, a prefeita Margarida Salomão (PT) esteve presente e apresentou para a população os diferenciais do novo espaço, que vai ter atendimento 24 horas e uma estrutura mais adequada para os atendimentos de emergência deste público.

Durante o evento, a prefeita afirmou que a transferência para o HMTJ acontece após uma série de incidentes “decorrentes da falta de propriedade do equipamento que então existia”. Ela ressalta que, quando foi instalado, o antigo PAI dava “alguma resposta” às necessidades do município, mas com o passar do tempo não estava conseguindo atender a demanda da cidade e da região, inclusive por Juiz de Fora ser um polo de saúde para outros municípios menores próximos. “Ao conhecer essas instalações, as pessoas ficaram confiantes de que as crianças de Juiz de Fora e da região terão o melhor atendimento possível. Isso certamente é um compromisso, e, para nós, é uma satisfação de metas que enunciamos no nosso projeto de governo”, afirmou.

Em entrevista à Tribuna, ela explicou que a diferença entre os espaços engloba uma série de aspectos. “A diferença está na sala de acolhimento, na de encaminhamento e nos leitos que vamos ter tanto de atendimento emergencial quanto os que são para crianças que necessitam de cuidados mas estão mais estáveis”, explicou a prefeita. Além disso, a chefe do Executivo municipal também ressaltou que, no novo local, é possível ter retaguarda hospitalar para fazer a transferência das crianças que chegavam ao PAI e precisavam de um atendimento de maior complexidade. O mesmo afirmou o secretário de Saúde Ivan Chebli, que destacou que a mudança melhora o atendimento às urgências e emergências pediátricas na região, funcionando também com leitos de retaguarda, clínicos, cirúrgicos e de UTI, para trazer uma atenção à saúde integral.

Leia mais em: https://tribunademinas.com.br/noticias/cidade/13-04-2023/pronto-atendimento-infantil-de-jf-passa-a-funcionar-no-hmtj.html

ESTAMOS DE VOLTA...


Depois de quase dois anos em profunda imersão estamos de volta.

Voltaremos com a mesma linha editorial, que é manter o publico informado sobre o dia a dia do nosso país, nosso estado, nossa cidade e, principalmente, sobre as atividades de nossa Brigada de Montanha.

Não temos fins lucrativos, nossa missão é trazer informações de credibilidade.

Para marcar nosso retorno, um texto para reflexão.

A FÁBULA DO BURRO

Um dia, o burro de um camponês caiu num poço. Não chegou a ferir-se, mas não podia sair dali por conta própria. Por isso, o animal chorou fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer.

Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que já que o burro estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, precisaria de ser tapado de alguma forma. Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o burro de dentro do poço. Ao contrário, chamou os seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o burro. Cada um deles pegou uma pá e começou a atirar terra para dentro do poço.
O burro não tardou a se dar conta do que estavam a fazer com ele e chorou desesperadamente. Porém, para surpresa de todos, o burro aquietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou.

O camponês finalmente olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu. A cada pá de terra que caía sobre suas costas o burro a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. Assim, em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali a trote.

A vida vai jogar-lhe muita terra nas costas. Principalmente se já estiver dentro de um poço. O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela. Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos. Use a terra que lhe atiram para seguir adiante!

Recorde-se das 5 regras para ser feliz:
1. Liberte o seu coração do ódio.
2. Liberte a sua mente das preocupações.
3. Simplifique a sua vida.
4. Dê mais e espere menos.
5. Ame-se mais e...aceite a terra que lhe jogam. Ela pode ser a solução, não é o problema.

terça-feira, 19 de outubro de 2021

OI ZÉ, ESTOU AQUI... - PARA REFLETIR

 


Todos os dias, quando a igreja estava em silencio, um pobre velho entrava e sentava nos últimos bancos. O padre, já curioso com a atitude do velho homem perguntou: O que o senhor vem fazer aqui, todos os dias, no mesmo horário, e sai tão rápido?..


Venho rezar, respondeu o velho.
Mas é estranho, disse o sacerdote, que você consiga rezar tão depressa.
Bem, retrucou o velho, eu não sei rezar aquelas orações compridas. Mas todo dia, eu entro na igreja e falo:
"Oi Jesus, eu sou o Zé. Eu estou aqui."
Num minuto, já estou de saída. É só uma oraçãozinha, mas tenho certeza que Ele me ouve.
Alguns dias depois, Zé sofreu um acidente e foi internado num hospital. Na enfermaria, passou a exercer grande influência sobre todos.

Os doentes mais tristes tornaram-se alegres e, naquele ambiente onde antes só se ouviam lamentos, agora muitos risos passaram a ser ouvidos.
Um dia, a freira responsável pela enfermaria aproximou-se do Zé e comentou: Os outros doentes dizem que você está sempre tão alegre, Zé...

O pobre enfermo respondeu prontamente: É verdade, irmã. Estou sempre muito alegre! E digo-lhe que é por causa daquela visita que recebo todos os dias. Ela me faz imensamente feliz.
A irmã ficou intrigada. Já tinha notado que a cadeira encostada na cama do Zé estava sempre vazia. Aquele velho era um solitário, sem ninguém.
Quem o visita? Perguntou-lhe.

Bem, irmã, todos os dias, Ele vem ficar ao pé da cama por alguns minutos, talvez segundos... Quando olho para Ele, Ele sorri e me diz:
"
Oi Zé, eu sou Jesus, eu estou aqui".
Fonte: Letra Espírita.

quinta-feira, 9 de setembro de 2021

A falta de um subtenente Bezerra - Por Otávio Santana do Rêgo Barros

 


Oficial egresso da AMAN é joia rara, ainda que necessite ser lapidado no dia a dia. Traz novo ânimo e inspiração aos mais jovens


Ao concluir a Academia das Agulhas Negras (AMAN), fui servir no 16º Regimento de Cavalaria Mecanizado, em Bayeux-PB. Uma unidade querida, principalmente para os aratacas (nordestinos no jargão militar).


Após a apresentação formal ao Comandante, o sisudo, mas boa praça Coronel Marden, soube que seria responsável pelo 2º Pelotão do 2º Esquadrão Mecanizado.


Fui recebido com pompa e circunstância na subunidade. Afinal, oficial egresso da AMAN é joia rara, ainda que necessite ser lapidado no dia a dia. Traz novo ânimo, inspiração aos mais jovens, oxigênio aos mais antigos.


O aspirante (primeiro posto de oficial) se acha um deus. Sabe tudo, pode tudo, quer tudo. É a fase de sonhos, que vão aos poucos se acomodando com a realidade. Queria pronto assumir o pelotão, colocar os soldados em forma, dar ordem unida, puxar a corrida, ensinar a atirar etc.


Antes, a atividade de administração prevaleceria no processo de adaptação. Precisava receber a carga do pelotão. Quantos cintos, pistolas, fuzis, viaturas e uma lista enorme de equipamentos tinham na reserva e na garagem, se estavam em bom estado e se conferiam os números com as fichas da Fiscalização Administrativa.


Nesse momento, conheci o subtenente Bezerra, paraibano cabra da peste. Falante, educado, organizado, cumprimentou-me com uma continência escolar – gesto, atitude, duração –, chamou-me de senhor com genuíno respeito, embora eu tivesse 21 anos de idade e ele quase 50.


Entregou-me a documentação, mostrou-me o fluxograma para conferência de carga e disse-me:


– Tenente, não se preocupe, antes de o senhor chegar, eu conferi seu pelotão. Ele está sem maiores problemas, mas verifique com diligência e não se avexe por buscar ajuda junto a este velho soldado.


– Permita-me um conselho, tenente, tenha sempre, ao alcance da mão, a resposta às mais importantes perguntas no quartel: “Onde está a chave?” e “Quem é o responsável?”.


E assim foi. Conta, confere, datilografa a relação carga, participa aos agentes administrativos a transferência da carga. Bom, agora começa minha missão.
Preparava os planos de aula com esmero e ministrava as instruções com satisfação. Os sargentos subordinados me ajudavam e partilhávamos das mesmas ideias, tínhamos quase a mesma idade e mesma linha de formação.


Éramos “indestrutíveis”. Se a corrida prevista era de 3.000 metros, corríamos 5.000 metros. A soldadesca terminava “aos tapas”, mas feliz pela superação diária.


Um dia, um recruta, após o treinamento físico, passou mal. Recém tinha incorporado. Levei-o à enfermaria, e o médico constatou sopro no coração. Poderia ter morrido naquela atividade. Graças a Deus, nada aconteceu.


Após esse episódio, o subtenente Bezerra foi ao meu pelotão.


– Tenente, não macule sua carreira por atos impensados, naturais em sua idade, mas que a profissão lhe cobrará caro no futuro. Escute mais que fale, aprenda mais que ensine, obedeça mais que ordene.


– Liderar é uma construção, tenente. Pressupõe dividir decisões, comandar com alguém. Avocar as deficiências dos subordinados, compartilhar a vitória entre todos, e a derrota, sofrer apenas como sua. E, a mais importante, ter por companheira a serenidade em todos os momentos.


Nunca esqueci o subtenente Bezerra, seus preciosos ensinamentos, sua humildade ornada de quietude, sua coragem moral por mostrar-me os erros. Perdi o contato com esse nobre amigo. Onde estiver, receba meu reconhecimento pelo papel de agente inspirador.


Falta-nos, ao Brasil atual, a figura de um subtenente Bezerra. E mais, a humildade para ouvi-lo pacientemente.


Diria o Bezerra:
– Tenente, não há pelotão que cumpra a missão se falta liderança e exemplo do chefe.


Não há mesmo.


Paz e bem!
*General de Divisão R1

quarta-feira, 8 de setembro de 2021

O SUJEITO É NORMAL OU MALUCO - POR OTÁVIO SANTANA DO RÊGO BARROS

 


“Às vezes, a população brasileira não sabe se é o sujeito normal ou o maluco total. […] Sete de Setembro não pertence a ninguém e pertence a todos nós.”






sexta-feira, 3 de setembro de 2021

Qual lobo você vai alimentar? - Por Otávio Santana do Rêgo Barros

 


Fôssemos um país organizado (civilizado), com a economia a pleno vapor, desemprego a taxas insignificantes, gestão bem conduzida para enfrentamento de emergências sanitárias, respeitado por políticas de inclusão social, referência na proteção ao meio ambiente, esta semana estaríamos fazendo zoada ao nos reunirmos alegremente para enfeitarmos a fachada de nossas casas em mais uma comemoração da passagem do Dia da Independência.

Fôssemos um país em que as lideranças políticas mais dialogassem do que se digladiassem, que as lideranças econômicas mais produzissem do que se beneficiassem de subsídios, que as universidades mais pesquisassem e ensinassem do que atuassem nas pendengas políticas, estaríamos planejando diligentemente o que fazer para materializarmos os duzentos anos de nossa independência (efeméride a ser comemorada no próximo ano). Missão conduzida por nossos antepassados ao sonharem e realizarem a construção de um país cheio de perspectivas.

Fôssemos um país onde as instituições significassem referência de serenidade ao cidadão comum, onde as leis alcançassem todos que delas fizessem pouco-caso, onde enriquecer seria natural pelo trabalho do indivíduo, e não fruto de conchavos ou corrupção, onde ser professor seria desejo dos jovens mais habilidosos, estaríamos treinando para o tradicional desfile nos principais logradouros das cidades de nosso país com escolas, organizações civis e destacamentos militares relembrando a formação da nacionalidade, consolidação de nossas fronteiras e libertação de Portugal.

Fôssemos um país onde planejamentos estratégicos ultrapassassem ciclos de governo e servissem de linha mestra de Estado, onde bolsões de pobreza fizessem parte apenas da história, onde os cultos religiosos professados não sofressem perseguições por agruparem gente de mesma crença, estaríamos reunidos em torno da mesa da família para que, pacientes, avós contassem aos netos histórias de um passado erguido na superação, estimulando-os a cunhar expectativas para suas vidas ainda em formação.

Fôssemos um país onde as lideranças soubessem inspirar por exemplos positivos, nunca por falta de modos, onde “gosto de levar vantagem em tudo” fosse apenas um bordão de propaganda de cigarro antiga, onde eleições fossem encaradas como forma de reavaliar um projeto de governo para ratificar ou substituir, onde a cultura fosse tratada como patrimônio indissolúvel da construção da sociedade, estaríamos nos reunindo em grupos da coletividade, descolados de governo, para oferecer suporte financeiro e acolhimento emocional a regiões inóspitas, onde os habitantes sofressem endemicamente a desesperança do isolamento e o esquecimento do poder central.

Infelizmente, não somos essa Ilha da Utopia de Thomas Morus! A pergunta que insiste em se apresentar todos os dias aos cidadãos de bem, os muitos cidadãos de bem, que habitam as Terras Brasilis: o que faremos para o contribuir com altruísmo com um futuro de bonanças para todos os filhos?

Doloroso é reconhecer o mal que a discórdia, que vem se impregnando em nossa sociedade, faz a todos nós. Acabo de ler o livro de Luciano Huck, De porta em porta, Editora Objetiva. Um belo exemplo de vida. Nas primeiras páginas, ele relata uma fábula atribuída ao povo indígena cherokee. Um velho diz ao neto: “Há uma batalha sendo travada dentro de mim, uma luta terrível entre dois lobos. Um é maligno — raivoso, ganancioso, ciumento, arrogante e covarde. O outro é bondoso — pacífico, amoroso, modesto, generoso, honesto e confiável. Esses dois lobos também estão lutando dentro de você e de todas as outras pessoas”.

Depois de um momento, o garoto pergunta:
—Qual dos dois lobos vai vencer?
O velho sorri.
— O lobo que você alimentar.

Nossas referências parecem apontar para os lobos deficientes de senso público e harmonia coletiva. Que instigam impensadamente o enfrentamento. Divergências que, neste momento, poderão deixar sequelas duradouras em peões arregimentados em nome daquela alcateia, preocupada tão-somente com a manutenção do status quo de poder conseguido a golpe de sorte e momento de descrença.

Quero alimentar o lobo saudável. O lobo do bem!

Que o próximo 7 de setembro seja uma bela festa cívica, apenas isso.

Paz e bem!

*General de Divisão R/1

quarta-feira, 1 de setembro de 2021

domingo, 29 de agosto de 2021

ARMAS EM FUNERAL - GEN EX VETERANO RÔMULO BINI PEREIRA

 


É com imenso pesar que o Comando da 4ª Região Militar comunica o falecimento do General de Exército Rômulo Bini Pereira, antigo comandante desta Organização Militar, na manhã deste sábado, 28 de agosto.

O General de Exército R/1 Rômulo Bini Pereira nasceu em 1940, em São João Del Rei, MG. Foi declarado Aspirante a Oficial da arma de Infantaria, em 1961, na AMAN. Como Oficial Superior, comandou o 11º Batalhão de Infantaria de Montanha e foi adido militar na Itália. Como Oficial General, comandou a 7º Brigada Infantaria Motorizada, foi chefe do Centro de Comunicação Social do Exército e comandou a 4ª Região Militar/4ª Divisão de Exército. Foi Secretário de Logística e Mobilização do Ministério da Defesa e Chefe do Estado Maior de Defesa. Em 2018 voltou ao Comando da 4ª Região Militar como Prestador de Tarefa por Tempo Certo e coordenava o Escritório Regional Belo Horizonte do Sistema Defesa, Indústria e Academia de Inovação, o SisDIA.

O General Bini era casado com a senhora Ana Carolina de Castro Pereira e deixa três filhos.



sábado, 28 de agosto de 2021

XXXIII CORRIDA DUQUE DE CAXIAS EM JUIZ DE FORA

 


O 4° Grupo de Artilharia de Campanha Leve organizou a XXXIII Corrida Duque de Caxias, que ocorreu no dia 22 de agosto, no Campo de Instrução de Juiz de Fora. Com um percurso de 9,3 km através campo, a Corrida Duque de Caxias, em 2021, faz parte das Olimpíadas da Brigada de Montanha. A prova contou com a participação das equipes das organizações militares da 4ª Brigada de Infantaria Leve de Montanha (4ª Bda Inf L Mth), totalizando 48 atletas.


Na competição nível unidade, sagrou-se campeã a equipe do 11° Batalhão de Infantaria de Montanha, de São João del-Rei. Foi vice-campeã a equipe do 10° Batalhão de Infantaria Leve de Montanha, de Juiz de Fora. Na competição nível subunidade, sagrou-se campeã a equipe da 4ª Companhia de Comunicações Leve de Montanha, de Belo Horizonte, e foi vice-campeã a equipe da Companhia de Comando/4ª Bda Inf L Mth.


Fonte e fotos: 4° GAC L Mth

Solenidade de Passagem do Comando de Operações Especiais

 


O presidente Jair Bolsonaro participa, em Goiânia (GO), da Solenidade de Passagem do Comando de Operações Especiais. O General de Brigada Carlos Alberto Rodrigues Pimentel substitui o General de Divisão Gustavo Henrique Dutra de Menezes.

Guerra do futebol - Por Otávio Santana do Rêgo Barros

 


Nos acostumamos a metáforas futebolísticas para tudo. Somos a pátria da chuteira, reis do futebol, cinco vezes campeões do mundo e maior celeiro de jogadores.

É natural valer-se dessa figura de linguagem para comentar o entrechoque dos poderes constituídos da República. Uma confusão que assumiu proporções inaceitáveis, avessas ao que se deseja de serenidade para o país.

Estavam em campo as equipes do Executivo Esporte Clube e Clube de Remo Supremo. O juiz era do quadro de árbitros do poder legislativo, cuidadoso órgão redator das regras do jogo.

Com tantas provocações, veio à lembrança o conflito conhecido como “guerra do futebol”. Uma escaramuça entre Honduras e El Salvador iniciada por desavenças nas eliminatórias para a Copa do Mundo do México. Cem horas de caos.

As partidas entre os times do Supremo e do Executivo sempre foram duras batalhas. Nessa, a pandemia impediu os torcedores de assistirem ao jogo final dentro do estádio. Nos arredores, houve choques entre grupos rivais, com cenas de inaceitável violência, contidos pela polícia militar. Comentaristas tinham dúvidas sobre a capacidade dos órgãos de segurança pública de controlar o ambiente.

Com a bola rolando, um zagueiro do Supremo dividiu com firmeza e atingiu o tornozelo de um jogador adversário. Os ânimos se exaltaram. Cartão amarelo, chamada de atenção aos capitães dos times e um alerta: o próximo será vermelho.

O revide foi violento. O centroavante do Supremo sofreu um carrinho e teve a perna lacerada pelas travas das chuteiras do goleiro do Executivo. O árbitro sacou o cartão vermelho, expulsou o agressor e marcou a penalidade máxima.

Começou um empurra empurra, comissões técnicas trocaram desaforos. O juiz, incapaz de conter o tumulto, correu para o vestiário e encerrou a partida.

Na súmula, sequer relatou a confusão. Não queria se comprometer. Todos que assistiam pela TV não entenderam a leniência. Viram as claras infrações das regras do fair-play.

Os juízes do VAR também não avaliaram prontamente a dimensão do ocorrido e as consequências para a disputa. Silenciaram diante do entrevero.

Deveriam atuar, pois representam a sociedade não extremada. As instituições apartidárias. Os órgãos com funções de Estado. Exigem alinhamento à sadia convivência entre poderes e, principalmente, à consciência de bem servir para a estabilidade social.

O jogo foi um péssimo espetáculo. O conflito não ficou restrito às quatro linhas do Monumental da Democracia. Espalhou-se como fogo em campo seco. Ocorreram invasões das sedes dos clubes, quebras de vitrines, impossível relativizar.

Uma ficção, por certo, mas com possibilidade de tornar-se realidade.

Caso os profissionais desse jogo não atuem dentro da legalidade e com equilíbrio emocional, nos escapará a chance de vencermos o campeonato da democracia – no qual ganhar ou perder é reflexo da boa e justa discussão de ideias.

Não carrego dúvidas quanto ao desejo da maioria da sociedade, mesmo dos torcedores das equipes em confronto: NÃO a uma nova “guerra do futebol”. A polarização de momento exige evitá-la.

A persistir a MARCHA DA INSENSATEZ, termo da Bárbara Tuchmann, com a cegueira que impede os duelistas de avaliarem o desastre de seus comportamentos, a solução é o VAR interferir no processo. Chamar ao vestiário do diálogo os envolvidos e solicitar impositivamente que voltem ao jogo sob as regras vigentes. Os que se recusarem serão banidos do torneio.

O agir é premente. O controle das torcidas não está nas mãos dos cartolas. A dinâmica é historicamente conhecida. A massa está sendo manipulada. Pedir moderação é quimera. Alguns dirigentes nunca trabalharam com ela. Diálogo quando possível, ações firmes quando necessárias: é o que nos resta. Além disso, a incerteza.

Paz e bem!

Otávio Santana do Rêgo Barros. General de Divisão R1

OPERAÇÃO ACOLHIDA - MILITARES DA 4ª BRIGADA DE MONTANHA SEGUEM PARA RORAIMA


 A 4ª Brigada de Infantaria Leve de Montanha, sediada no Bairro Mariano Procópio, região Nordeste de Juiz de Fora, enviará cerca de 120 homens e mulheres para atuarem na Operação Acolhida, em Boa Vista (RR). A operação é destinada a recepcionar e apoiar os imigrantes que ingressam no país pela fronteira a partir da Venezuela. De acordo com agências da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de cinco milhões de venezuelanos já deixaram o país desde 2018, e o Brasil é considerado o 5º maior destino dessa população.

A 4ª Brigada é responsável por quarteis de Juiz de Fora, Belo Horizonte, São João del-Rey e Petrópolis (RJ). Dos 120 militares, 45 são de unidades de Juiz de Fora. Todos passaram por um processo de seleção, onde foram avaliados o perfil profissiográfico e a higidez física.

Posteriormente, foram vacinados contra diversas moléstias e o coronavírus.

Eles começam a atuar no dia 3 de setembro e integram o 12º Contingente da Força-Tarefa Logística Humanitária.

Apoio à família

Neste sábado (28), o Comando da 4ª Brigada de Infantaria Leve de Montanha realizará uma formatura de despedida dos militares. Como a participação em missões dessa natureza, que implica em um afastamento temporário da cidade em que reside, de cerca de 5 meses, podendo ser prorrogado por mais um mês, a Seção de Assistência Social da Brigada de Montanha desenvolve um programa específico de apoio aos militares e suas famílias que permanecem em Juiz de Fora,

O trabalho conta com uma equipe multidisciplinar, com apoio de saúde, psicológico e administrativo.

https://tribunademinas.com.br/noticias/cidade/27-08-2021/exercito-militares-de-juiz-de-fora-seguem-para-roraima-na-operacao-acolhida.html