Aconteceu na manhã de hoje, no pátio do 27º BPM, em Juiz de Fora, a solenidade de transmissão e assunção de comando do 27º Batalhão de Polícia Militar e da 4ª Companhia de Polícia Militar Independente de Policiamento Especializado, assumindo as Unidades o Ten Cel Henrique Chaves Aleixo e o Ten Cel Wallace Caetano Pio, respectivamente.
No primeiro momento da solenidade, houve a inauguração dos retratos dos comandantes substituídos, Ten Cel Oterson e Ten Cel Neir, que entraram para a Galeria de Comandantes do 27º BPM e 4ª Cia PM Ind PE.
A solenidade militar de passagem de comando foi presidida pelo comandante da 4ª Região da Polícia Militar, Cel Nocelli, e foi prestigiada por autoridades civis e militares de Juiz de Fora e região, dentre elas o Gen Alcio Costa, comandante da 4ª Brigada de Infantaria Leve, Brigada 31 de março, mais alta autoridade militar presente.
General de divisão Otávio Santana do Rêgo Barros chefiava o Centro de Comunicação Social do Exército. Ele participou de Missão de Paz no Haiti.
O presidente Jair Bolsonaro escolheu o general de divisão Otávio Santana do Rêgo Barros para a função de porta-voz do governo.
Barros tem experiência em comunicação social e trato com a imprensa e um currículo que inclui participação na Missão de Paz no Haiti.
Até a semana passada, chefiava o Centro de Comunicação Social do Exército, sob o comando do general Eduardo Villas Boas, sucedido no posto pelo general Edson Leal Pujol.
Segundo informou o blog de Valdo Cruz, Bolsonaro foi aconselhado por auxiliares a acelerar a escolha de um porta-voz, a fim de evitar a repetição do que ocorreu nas duas primeiras semanas de governo, com recuos em informações dadas pelo próprio presidente.
O comandante do Exército Brasileiro, general Eduardo Villas Bôas, foi convidado pelo presidente Jair Bolsonaro a permanecer em um cargo no novo governo. Apesar de transmitir nesta sexta-feira (11) o cargo de comando ao general Leal Pujol, Villas Bôas “aceita o desafio”, mas disse a interlocutores que ainda precisa discutir qual seria a sua posição. Idealmente seria um projeto que possa “redimir a imagem dos militares” perante a opinião pública que, para a caserna, foi dilapidada na era PT. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Villas Bôas foi promovido a general em 2011 e foi nomeado comandante do Exército em 2015, no governo Dilma. É conhecido pela competência.
O general é dos poucos integrantes do alto escalão do governo petista que deve permanecer em posição de prestígio no governo Bolsonaro.
O general Villas Bôas foi diagnosticado com uma doença neuromotora degenerativa, que causa dificuldades de movimento.