domingo, 24 de abril de 2016

ESPECIAL - COMO O COMANDANTE VILLAS BÔAS IMPEDIU UM GOLPE DE ESTADO DO PT E DE DILMA

Sem sair um milímetro sequer de suas atribuições funcionais as Forças Armadas abortaram o golpe do Estado de Defesa e impediram a geração de um clima de pré-Guerra Civil.
No dia 23 de março deste ano o senador Ronaldo Caiado, do Democratas de Goiás, vinha a público com uma notícia bombástica. Dilma estaria pensando em decretar Estado de Defesa. A notícia foi recebida basicamente de duas maneiras nas redes sociais. De um lado, alguns acusavam o senador de estar criando alarmismo de maneira desnecessária. Já outros, especialmente extremistas de direita e defensores da intervenção militar, chamavam o Comandante do Exército, General Villas Bôas de covarde, traidor, carreirista e mais um monte de outros xingamentos. Ato contínuo, o senador Aécio Neves, do PSDB, tratou de deixar claro que Caiado não estava blefando. O petismo realmente tinha planos golpistas.
Este Sul Connection esteve em Brasília no domingo do impeachment e passou toda a segunda-feira por lá. E então apuramos os desdobramentos das denúncias de Caiado e Aécio e o papel que Villas Bôas e os militares desempenharam durante a crise. Antes de prosseguirmos, faça-se justiça: sem fugir um único milímetro de suas atribuições funcionais, sem conspirar e respeitando rigorosamente a Constituição, o Comandante do Exército, liderando as Forças Armadas, foi um verdadeiro herói da jovem democracia brasileira. Se um dia o leitor desta reportagem encontrar Villas Bôas por aí, bata continência e palmas para o nosso comandante. Ele merece.
Segundo o que apuramos, tanto Caiado quanto Aécio foram informados pelo próprio Comando do Exército da manobra que se preparava intra-muros no Palácio do Planalto. Foram informados justamente para que colocassem a boca no trombone e esvaziassem politicamente qualquer tentativa neste sentido. Ato contínuo, Villas Bôas chamou à Brasília os comandantes das quatro regiões militares e realizou uma reunião de emergência do Alto Comando. Ele explicou o que se passava e pediu apoio aos seus comandados para ir até o governo e informar que as Forças Armadas brasileiras não aceitariam qualquer ordem que considerassem absurda.
Villas Bôas teve o apoio de seus comandados. E juntos, fardados, foram todos falar com o Ministro da Defesa, o comunista Aldo Rebelo. Aldo foi informado de que o Regimento Militar era muito claro. Ordem absurda não se cumpre. E mais. É dever de todo militar dar voz de prisão a quem ousa expedir qualquer tipo de ordem absurda. Recado mais claro, impossível.
Aldo foi à Dilma e informou que não haveria qualquer apoio para o Estado de Defesa.
Após abortarem os planos de Dilma, os militares ainda promoveram dois almoços no Comando do Exército em Brasília, tendo Villas Bôas como anfitrião. Um com o senador Ronaldo Caiado. E outro com o senador Aécio Neves. Ambos foram orientados a entrarem pela porta da frente do Comando, sem qualquer medida para ocultar a reunião. O recado foi claro: ninguém estava conspirando e nem fazendo nada de ilegal. Não havia motivo para se esconder. Igualmente claro foi o recado compreendido pelo governo: as Forças Armadas brasileiras não adeririam a qualquer tipo de golpismo.
Este Sul Connection fez questão de registrar como o impeachment pôde chegar ao seu fim de forma pacífica e serena, sem qualquer golpismo, em respeito à história e à biografia de Villas Bôas. Injustamente atacado nas redes sociais, o general manteve a serenidade e nunca demonstrou qualquer disposição para bater boca com fanáticos de qualquer viés. Cumpriu sua missão militar e institucional. Ajudou a preservar nossa jovem democracia e as nossas instituições. Merece todo o nosso reconhecimento.
http://www.sulconnection.com.br/noticias/3174/especial-como-o-comandante-villas-bas-impediu-um-golpe-de-estado-do-pt-e-de-dilma

ANIVERSÁRIO DE AMIGO - SGT ROBSON COSTA CAMPOS, 23ABR16




O SILÊNCIO DAS FORÇAS ARMADAS - ARTIGO SÓBRIO E CORRETO


Uma coisa que a população nas ruas não entende é a razão do silêncio das Forças Armadas. O principal motivo desse aparente silêncio é óbvio: as Forças Armadas não podem falar por falar. Qualquer pronunciamento mais incisivo do Comando equivale a ação política. Se, por exemplo, o Comandante do Exército criticar qualquer ato da Dilma, ou recusar-se abertamente a cumprir ordens das autoridades civis, isso equivale a golpe de Estado, porque das duas, uma: ou o Comandante é demitido, ou o Governo cai. Não existe a hipótese de pronunciar-se contra e ficar no cargo, nem do Governo permanecer no poder após o pronunciamento.
Essa situação é muito parecida com a dos juízes. Um dos princípios fundamentais da magistratura é que "o juiz só fala nos autos do processo". Ou seja, o juiz jamais discute em público ou emite opinião sobre os processos. Ele simplesmente absolve ou condena, e justifica por escrito a sua decisão. Isso porque a "opinião" do juiz não é opinião: ela tem força de Lei.
A mesma coisa acontece com os militares: eles só falam por meio de atos concretos. Não podem debater nem opinar sobre questões políticas. Mas podem e devem agir, quando essas questões mexem com interesses nacionais.
Interesses nacionais: esse é um ponto ao qual as pessoas não prestam muita atenção. A expressão ficou tão gasta pelo uso, que passou a ser mera frase de efeito, sem consequência, tal como dizer "bom dia" quando o dia de fato é ruim, ou "saúde!" ao brindar com tóxico uísque paraguaio.
Mas no nosso caso, "interesses nacionais" têm significado que deve ser levado a sério. Vamos entender a lógica.
Vivemos num Estado de Direito, não é verdade?
Ou seja, num Estado onde a Lei está acima de tudo. Todos estão submetidos à Lei, e todas as leis têm de estar de acordo com a constituição, que é a Lei Suprema.
Nesse caso, as Forças Armadas só podem agir dentro da Lei.
E a Lei as submete ao governo civil, eleito pelo "povo". Correto?
Sim e não.
Sim, na normalidade.
Não, nas crises extremas, que põem em perigo a existência ou a integridade da Nação Brasileira.
Vejam como funciona.
Na mesma constituição de 1988, manteve-se um dispositivo das constituições anteriores, que define as Forças Armadas como "instituições nacionais permanentes".
Essa definição implica que as Forças Armadas estão a serviço da Nação, e não do Estado, nem do Governo.
A Nação está acima de tudo.
O Estado é criado pela Nação, e a Constituição é a materialização, a forma de existir, do Estado.
Sendo Instituições Nacionais, as Forças Armadas são fundadoras e guardiãs da Nação, portanto anteriores ao Estado e à constituição.
Que significa isso?
Para responder, temos de considerar como se formam as nações.
Nações se formam quando um povo domina um território, demarca suas fronteiras e as preserva e defende eficazmente contra potenciais ou atuais inimigos.
Só então é possível constituir o Estado e o governo.
A força militar é elemento imprescindível à instituição da Nação, a qual é anterior à formação do Estado.
O Estado se institui por meio da Constituição. Mas o Estado e o Governo não abrangem a Nação.
A Nação está acima e além de tudo, porque é a origem de tudo.
E as Forças Armadas, embora sejam órgãos do Estado, subordinadas ao Governo, são em última instância instituições da Nação.
Quando o Estado ou o Governo se voltam contra a Nação (é o que acontece no Brasil de agora), as Forças Armadas podem e devem intervir, passando por cima tanto do Governo como do Estado.
Mas essa responsabilidade é gravíssima, de modo que jamais pode ser exercida com leviandade.
É algo como aquele famoso "botão vermelho" que o Presidente dos Estados Unidos tinha no seu gabinete, o qual, uma vez apertado, deflagraria a guerra nuclear total, com risco de destruir o planeta.
Dá para entender o silêncio e a aparente imobilidade das Forças Armadas?
Esse silêncio e essa imobilidade, porém, não significam passividade nem conivência com a quadrilha no poder.
Pensem: quais são as reais intenções dessa quadrilha? Ela nunca as escondeu. Seu objetivo é instituir no Brasil ditadura semelhante aos modelos que seus chefes tanto admiram. Algo parecido com Cuba, ou Coréia do Norte, ou Venezuela, ou as ditaduras africanas.
Estando há quinze anos no poder, a quadrilha teve todo o tempo e todos os recursos para dar o golpe.
Mas não o fez.
Por que?
Porque não pôde.
Porque a quadrilha tem o Poder, mas não dispõe da Força.
Ela manda no Brasil, faz o que bem entende com o dinheiro público, compra a mídia, aparelha o serviço público com nomeados políticos, comete os maiores desatinos em matéria de política externa, é mancomunada com o crime e o narcotráfico, tem tudo nas mãos, mas ainda não conseguiu o seu maior objetivo: a ditadura.
Para isso, precisaria desfechar um golpe de Estado revolucionário, fechar o Congresso, ocupar militarmente o País, estatizar os jornais, tevês e rádios, prender ou matar seus adversários e assim ter meios de confiscar propriedades e estabelecer alguma forma de socialismo. É o que gostariam de fazer, embora jurem que não.
E por que não o fizeram? Porque sabem que não podem contar com as Forças Armadas, nem com as Polícias, para essa aventura.
E sabem que, se tentarem, as Forças Armadas impedirão.
O silêncio e a imobilidade das Forças Armadas, portanto, não significam omissão nem indiferença.
Afinal, muralhas também são imóveis e silenciosas.
As Forças Armadas são as muralhas que impedem o golpe da quadrilha.
Certo, eles fazem tudo para provocá-las.
Tal como moleques pichadores, eles sujam a muralha.
Difamam as Forças Armadas, procuram humilhá-las com coisas como a tal Comissão da Verdade, espalham falsas histórias, fazem tudo o que podem.
Mas não conseguem abalar a enorme barreira, imóvel e silenciosa.
Ela continua firme no seu lugar, e cada vez mais o povo brasileiro compreende que é a sua proteção, o seu abrigo seguro.
http://www.ojornaldoestado.com.br/o-silencio-das-forcas-armadas/

quinta-feira, 21 de abril de 2016

FINAL DA PRIMEIRA LIGA MOVIMENTA A CIDADE DE JUIZ DE FORA


O jogo da final da Primeira Liga entre Fluminense e Atlético Paranaense/ ocorrido ontem em Juiz de Fora/ mexeu com a rotina da cidade.


Um público estimado em mais de 25 mil pessoas movimentou o comercio local e quebrou a rotina da cidade.


Hotéis lotados, bares e restaurantes com movimento intenso, comércio varejista movimentado, enfim foi muito bom para a cidade.

UMA TRISTE CONSTATAÇÃO

Por 18 anos militei no carnaval da cidade como diretor da Escola de Samba Real Grandeza, em uma época de glória e épica, com todas as quadras de ensaios lotadas pelo público local. Dinheiro para os desfiles não era problema, no caso de nossa Real houve casos de sobrar recursos para o carnaval seguinte.

A prefeitura de Juiz de Fora, através do DAT e depois Funalfa, decoravam o centro comercial da cidade e passarela do samba, apoiavam os eventos de blocos e escolas de samba e como de hábito liberava uma verba para ajudar a todas as agremiações.

As TVs Globo e Tiradentes transmitiam os desfiles ao vivo juntamente com as rádios locais.

O pública se espremia nos camarotes, arquibancadas e via pública para assistir os desfiles nos quatro dias do reinado de Momo.

Faço esta referência aos carnavais dos anos 70 e 80 para uma triste constatação que explico abaixo.

Fizemos diversos carnavais que deram retorno ao comércio varejista, bares, restaurantes e hotéis e em nenhum momento recebemos, dos que eram beneficiados com o evento, qualquer contribuição, ajuda ou apoio.

O concurso Miss Gay, a Expolac e tantos outros eventos por vários anos deixaram de ser realizados por falta deste apoio e todos interessados se manisfestavam indignados com a direção dos eventos pela não realização dos mesmos.

Aí fica a pergunta? Porque os sindicatos do setores interessados não procuram os organizadores e oferecem ajuda e apoio. Se ficarem só esperando os lucros que vão auferir através do trabalho dos outros, Juiz de Fora vai perder e perder eventos.

Parabéns a PJF que está trazendo este eventos esportivos para a cidade, todos ganham, mas apenas poucos contribuem.

O Tupi vai disputar a série B do campeonato brasileiro e está precisando ajuda e apoio do empresariado local, quem sabe não é a hora de procurar a direção do clube e oferecer o ombro amigo e abrir os cofres para ajudar, pois o retorno é garantido?

Vamos acordar empresariado local, quanto mais eventos apoiados por vocês mais retorno e divulgação de suas marcas e produtos terão.

Quem ganha é a cidade e seus cidadãos.

Acorda Juiz de Fora!

ANIVERSÁRIO DE AMIGOS - 21 DE ABRIL DE 2016

Ana Paula Brandão Costa


Maj Gustavo Schiffner


quarta-feira, 20 de abril de 2016

COMEMORAÇÃO DOS 71 ANOS DA CONQUISTA DE FORNOVO DI TARO - CONVITE


Comandante do Exército refuta possibilidade de intervenção militar

19/04/2016 22h54
Brasília


O comandante-geral do Exército, general Eduardo Villas Bôas, refutou hoje (19) a possibilidade de intervenção das Forças Armadas no país em decorrência da atual crise política. A declaração foi feita em palestra sobre o Dia do Exército, no Centro Universitário de Brasília (UniCeub).
“As Forças Armadas não existem para fiscalizar governo nem para derrubar governos. Temos que contribuir para a legalidade, dar condição para que as instituições continuem trabalhando e encontrem caminhos para superar o que estamos vivendo. Vimos que os embates [políticos] têm sido acirrados, mas as instituições estão funcionando”, disse.
Villas Bôas disse que a intervenção militar de 1964 foi um erro das Forças Armadas. “O Brasil da década de 30 a 50 foi o país do mundo que mais cresceu, com Getúlio [Vargas], Juscelino [Kubistchek]. Nos governos militares nas décadas de 70 e 80, nós cometemos um erro, nós permitimos que a linha da Guerra Fria nos atingisse e o país que vinha num sentido de progresso, perdeu a coesão”, analisou.
O golpe militar de 31 de março de 1964 levou o Brasil ao mais longo período de interrupção democrática durante a República. Lembrados como “os anos de chumbo”, o período da ditadura foi marcado pela cassação de direitos civis, censura à imprensa, repressão violenta das manifestações populares, torturas e assassinatos.

União para sair da crise
Sobre o momento atual, Villas Bôas defendeu a união nacional para o enfrentamento da crise. “Temos que recuperar a coesão nacional, colocar o interesse de país, da nação, acima de todas essas querelas que dominam o dia a dia hoje. Em relação a 64, houve duas diferenças básicas, primeiro era o período de Guerra Fria, com posições extremadas, e em 1964 o país não contava com instituições democráticas definidas. Hoje, o nosso país tem instituições desenvolvidas, com instituições com pesos e contrapesos que dispensam a necessidade de serem tuteladas”, ressaltou o comandante-geral do Exército.
O general também negou boatos de que a presidenta Dilma Rousseff teria cogitado decretar Estado de Defesa no país. “No Congresso, alguns deputados falaram sobre esse assunto. De parte da presidenta não houve essa iniciativa. Seria uma situação preocupante, mas difícil de ser implementada. Dificilmente ela conseguiria implementar, se cria uma situação extrema. [O Estado de Defesa] impediria manifestações, designaria que o Exército fosse empregado nas atividades onde as forças públicas não têm condições de fazer segurança”, explicou.
Ao encerrar o debate, Villas Bôas disse que é preciso encontrar caminhos para superar a crise política do país. “Estamos seguros de que a sociedade tem toda condição de superar essa crise, que é de natureza econômica, política e ética. Nós vemos que todos os parâmetros estão se esgarçando para baixo e estamos perdendo as nossas referências éticas, estéticas e me preocupam as discussões que se vê em busca dos caminhos para superar a crise. Essas discussões não têm profundidade, ficam no campo econômico. Me preocupa que coisas mais profundas, o alicerce de nosso país, não estão sendo considerados.”
Durante a palestra, o comandante-geral do Exército destacou a atuação dos militares em áreas como a Amazônia e o Haiti, além do envolvimento da inteligência da força em questões de segurança nacional e projetos estratégicos desenvolvidos de ciência e tecnologia.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2016-04/comandante-geral-do-exercito-refuta-possibilidade-de-intervencao-militar

PDT manda carta ameaçando expulsar senador do PTB

Lupi: correio nada elegante
           Lupi: correio nada elegante
O comando do PDT quer muito apoiar Dilma Rousseff, mas está com um pequeno problema de “delay”.
O senador Zezé Perrella (MG) recebeu uma carta do presidente da sigla, Carlos Lupi, ameaçando expulsar aqueles que votarem a favor da abertura de processo de impeachment de Dilma.
Acontece que Perrella já deixou o partido, está filiado ao PTB e inclusive foi indicado para a comissão de impeachment pelo novo partido.
Diante da cartinha, Perrella sapecou um apelido em Lupi: Barrichello.
http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/impeachment/pdt-manda-carta-ameacando-expulsar-senador-do-ptb/

CARNAVAL DE JUIZ DE FORA - NOTÍCIAS DA REAL GRANDEZA

Uma boa notícia para o mundo do samba em Juiz de Fora.

Em conversa com o presidente da Real Grandeza, Luiz Carlos Masson, hoje a tarde, ele me disse que no mês de junho a quadra de ensaios da escola será liberada pelo Corpo de Bombeiros e aberta ao público para eventos diversos.

No carnaval de 2017, a tradicional escola de samba da Avenida Sete de Setembro terá como tema uma homenagem ao idealizador do nome da escola e autor de um dos sambas mais bonitos do carnaval juizforano. 


Trata-se de Gilson de Araújo Campos, autor de O Circo, juntamente com Geraldo de Souza.

Gilson Campos autografando o disco O Circo

O tema da Real Grandeza será "O Circo, homenagem ao poeta real Gilson Campos".


A escola cantará na avenida o belo samba que empolgou Juiz de Fora em 1974.


Dia do Exército é comemorado em Brasília

Brasília (DF) – No dia 19 de abril, uma formatura militar comemorou o Dia do Exército na Capital federal. Autoridades civis e militares, como o Ministro do Estado da Defesa, Aldo Rebelo, e o Chefe do Estado-Maior Geral da Argentina, General de Divisão Diego Luis Suñer, estiveram presentes na comemoração dos 368 anos da Instituição.


Durante a solenidade, o Comandante do Exército, General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas,  fez a leitura da Ordem do Dia, destacando a Batalha dos Guararapes: “a epopeia dos Guararapes, que hoje celebramos, amalgamou negros, brancos e índios, grupos étnicos matrizes de nosso povo, em torno do nascente sentimento de nacionalidade que os lançou, de armas em punho, a defender aquela terra que já identificavam e amavam como a sua Pátria.”.


O Ministro da Defesa também mencionou as origens da Instituição: “precisamos continuar integrando militares e civis no Brasil, respeitar a memória dos grandes defensores e construtores de nossa Nação e fazer da Defesa, cada vez mais, um compromisso prioritário para todo o Brasil. A história do Exército Brasileiro confunde-se com a trajetória de construção de nosso País e nossa identidade nacional. Celebramos hoje a data magna de uma Instituição que, assim como a Marinha e a Aeronáutica, são desprovidas de qualquer busca por protagonismo fácil no cenário político institucional. Que o aniversário dos Guararapes seja, também, a oportunidade de celebrar o sentido de permanência que as Forças Armadas conferem à soberania da Nação.”

No decorrer da cerimônia, civis e militares foram agraciados com a Medalha Sangue do Brasil, para os que receberam algum ferimento durante operações de guerra e de paz, de garantia da lei e da ordem e ações humanitárias. Além disso, também foi realizada a imposição da Medalha Exército Brasileiro, que distingue cidadãos e instituições que tenham praticado ações relevantes em prol da Força, e a Medalha Ordem do Mérito Militar, a mais alta distinção para aqueles que prestaram importantes serviços ao Exército. Todas as condecorações buscam, de alguma forma, agradecer aos trabalhos desenvolvidos para a Instituição.

Um desfile da tropa, composta por militares do Batalhão da Guarda Presidencial e do 1º Regimento de Cavalaria de Guardas, encerrou a formatura militar. 



http://www.eb.mil.br/

SOLENIDADE EM COMEMORAÇÃO AO DIA DO EXÉRCITO EM JUIZ DE FORA

Na manhã de ontem, 19 de abril, foi realizado nas dependências do 4º Grupo de Artilharia de Montanha, que tem em seu comando o Ten Cel Maurício Barros Guimarães, a solenidade comemorativa pelo dia do Exército organizada pela 4ª Brigada de Infantaria de Montanha, que tem em seu comando o Gen Bda Eduardo Paiva Maurmann.

Durante a solenidade personalidades da cidade de Juiz de Fora foram homenageadas com a entrega do diploma de Colaborador Emérito do Exército por suas ajudas e contribuições para com a instituição.




Militares da guarnição receberam condecorações militares por serviços prestados.

A solenidade contou com a participação do Gen Div R/1 Luiz Antonio e do Gen Bda R/1 Marco Antonio Felício, maiores autoridades militares presentes, do vice-prefeito de Juiz de Fora, Sérgio Rodrigues, comandantes de Organizações Militares do Exército, Policia Militar, Civil, Corpo de bombeiros, demais autoridades civis, eclesiásticas, poder judiciário e integrantes da Força Expedicionária Brasileira aos quais foram prestadas as honras militares regulamentares.

A solenidade foi presidida pelo Cel Fernando, comandante do Colégio Militar de Juiz de Fora, maior autoridade do Exército na ativa presente, devido ao impedimento do Gen Maurmann por questões pessoais.

A tropa formada recitou a Oração do Combatente de Montanha e logo após entoou a Canção do Exército acompanhada por todos os presentes.



O Cel Fernando fez a leitura do boletim alusivo a data e logo após a tropa desfilou em continência ao Gen Div Luiz Antonio.






Logo após a solenidade foi servido um coquetel de confraternização entre os presentes.



segunda-feira, 18 de abril de 2016

FINAL DE SEMANA VIOLENTO EM JUIZ DE FORA

Homem é encontrado morto em Juiz de Fora


Um homem foi encontrado morto na manhã desta segunda-feira (18) em Juiz de Fora. O corpo estava na Rua Divo Garcia, no Bairro Linhares. De acordo com as primeiras informações da Polícia Militar (PM), há marca de tiro na cabeça.
Uma mulher localizou o corpo e acionou os militares. A PM informou que a vítima foi identificada, mas não há informações sobre a idade. A perícia da Polícia Civil foi acionada e, até o fechamento desta matéria, os militares isolavam o local onde o corpo foi encontrado.
O corpo será encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML).
http://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2016/04/homem-e-encontrado-morto-em-juiz-de-fora.html

Acidente entre carros na BR-267 deixa feridos em Juiz de Fora


Acidente entre carros na BR-267 deixa feridos em Juiz de Fora (Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)Acidente entre carros na BR-267 deixou feridos em Juiz de Fora (Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)
Cinco pessoas ficaram feridas após um acidente na BR-267, em Juiz de Fora, na manhã desta segunda-feira (18). De acordo com as primeiras informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), dois carros colidiram de frente no Km 144, próximo a Valadares, zona rural do município. Não há interrupção no trânsito. A ocorrência ainda está em andamento.
Uma das vítimas ficou presa às ferragens e foi retirado pelo Corpo de Bombeiros. Segundo o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que atendeu os feridos, dois ainda não identificados estão em estado grave, sendo que um teve uma provável fratura no crânio e a outro, uma fratura na perna direita. As outras três vítimas, uma jovem de 26 anos, um menino de quatro anos e outra, ainda não identificada, estão estáveis.
Todos estão sendo encaminhados para unidades de saúde. O Samu não informou para quais.
http://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2016/04/acidente-entre-carros-na-br-267-deixa-feridos-em-juiz-de-fora.html

Adolescente é morto no Centro Socioeducativo de Juiz de Fora


Jovem foi morto em uma das celas do Centro
socioeducativo (Foto: Reprodução/TV Integração)
O Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) de Juiz de Fora foi acionado no início da madrugada deste domingo (17) por um agente penitenciário do Centro Socioeducativo para atender uma ocorrência em que um adolescente de 14 anos foi morto dentro da cela por outros três internos.
De acordo com as informações do Boletim de Ocorrência (BO), a direção informou que após ouvir barulho de chutes contra portões de uma cela provisória, um agente foi verificar o que houve. No local, conversou com os três adolescentes, sendo dois de 16 anos e um de 17, que disseram ao agente que não dormiriam com um "defunto" na cela.
Neste momento, o agente percebeu o adolescente caído ao chão e com pulso muito fraco. Segundo as informações do Copom, o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) foi chamado, mas como houve demora no atendimento, o agente levou a vítima para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Norte. O adolescente foi atendido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) e uma equipe do Copom foi encaminhada à casa dos pais para comunicar a morte do filho.
Ainda segundo BO, os outros três adolescentes que estavam na cela confessaram o crime, sendo que um de 16 anos disse que aplicou um "mata-leão", o de 17 ajudou a estrangular e o outro de 16 anos torceu o pescoço da vítima. Eles não informaram a motivação do crime.
Os três tiveram o flagrante de ato infracional análogo ao crime de homicídio confirmado. Segundo a ocorrência, o caso foi encaminhado para a Polícia Civil e a Vara de Infância e Juventude foi comunicada do crime.
G1 solicitou informações à Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) , que informou que o crime ocorreu por volta das 20h30 deste sábado (16) que às 23h30 foi confirmado o óbito. Ainda conforme a Seds, os outros três acautelados que estavam no mesmo alojamento serão ouvidos pela Justiça. Além disso, a direção do Centro Socioeducativo instaurou um Procedimento Interno para apurar as circunstâncias do ocorrido e a investigação ficará a cargo da Polícia Civil.
http://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2016/04/adolescente-e-morto-no-centro-socioeducativo-de-juiz-de-fora.html

ANIVERSÁRIO DE AMIGOS - 18 DE ABRIL DE 2016

Gen Eduardo Paiva Maurmann
Cmt da 4ª Bda Inf Mth

Cap R/2 Sérgio Hidelbrando Carneiro Rodrigues


Fabiana Pereira Serra

José Sóter de Figueirôa Neto