quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

COLUNA CACA SALERMO - EDIÇÃO 09 DE DEZEMBRO DE 2016

O tenente Luiz Eduardo Schmitz será o anfitrião amanhã, sábado, a partir das 13 horas. Vai receber alguns amigos do Exército Brasileiro e mais alguns convidados para uma churrascada e cervejas na temperatura exata...


AGORA É A VEZ DELES

Todo final de ano é a mesma coisa: os carentes são lembrados. Começa as campanhas de doações de alimentos, brinquedos, roupas, etc. Uma pergunta: Eles comem somente no final de ano? 
As crianças carentes precisam de brinquedos somente no Natal? 
Eles só se vestem no Natal?
Com algumas raríssimas exceções, a maioria é hipocrisia.
Ah! Só pra completar: caridade se faz sem alarde, sem "cavar mídia" para auto se promover.



OBSERVAÇÃO

Juiz de Fora deve ser a cidade que mais tem personalidades no país, quiçá no mundo! As revistas especializadas ou não poderiam até fazer uma edição super especial. Pelo visto não vai faltar material e gente que paga qualquer preço para aparecer e para se sentir, sem o mínimo critério de qualidade.




Luiz Eduardo Schmitz e Sérgio Carneiro na reunião anual de  ex- colaboradores da AMAC durante a gestão do ex-prefeito Tarcísio Delgado...



Edison Cláudio Peixoto e José Anísio (Pitico) da Silva...



 Também na tarde Mara Rodrigues e Roney Pereira...

NO MHALL
O saudoso professor e empresário Josino Aragão será lembrado mais uma vez com muito carinho dia 14 de dezembro às 20 horas, com a entrega do troféu que leva seu nome a vários segmentos empresariais, sociais e educativos da cidade.

http://www.cacasalermo.com/coluna-social/juiz-de-fora-9-de-dezembro-de-2016-sexta-feira



4ª BRIGADA DE INFANTARIA DE MONTANHA COMBATE AEDES EM JUIZ DE FORA


Com o objetivo de intensificar as forças de combate ao Aedes aegypti, a Secretaria de Saúde (SS), em parceria com o Exército Brasileiro, ampliou o número de militares que estão atuando nas ações de prevenção ao mosquito, com a capacitação de mais 40 oficiais e praças. O treinamento começou na manhã desta quarta-feira, 7, na 4ª Brigada de Infantaria Leve, ministrado em conjunto pela SS e a Superintendência Regional de Saúde (SRS), e se estende até esta quinta-feira, 8.
De acordo com o major do Exército, Alexandre Nepomuceno, o intuito deste trabalho “é torná-los aptos a ministrar palestras, principalmente para as crianças, nas escolas municipais e estaduais da cidade, uma vez que esses jovens são importantes multiplicadores entre seus familiares.” As atividades de conscientização nas instituições de ensino serão realizadas todas as sextas-feiras, até abril de 2017.
Entre 29 de novembro e 1º de dezembro, cerca de cem militares também foram capacitados para atuar nas ações de campo. “Esta é uma parceria federal, estadual e municipal. Essa união é fundamental para alcançarmos o objetivo de evitar uma nova epidemia”, acrescentou Nepomuceno.
A chefe do Departamento de Vigilância Epidemiológica e Ambiental, Michele Freitas, esclarece que a melhor maneira de evitar uma nova epidemia é através de ações preventivas: “A palestra contou com a presença de um agente de endemias da SRS, para explicar de forma mais prática como se dá a reprodução do mosquito e como combatê-lo. Além disso, é imprescindível que toda a população se comprometa a tirar dez minutos por semana para verificar suas casas, a fim de evitar o acúmulo de água nos recipientes”.
Os militares e os agentes farão, ainda, vistoria nas instituições de ensino e, quando necessário, aplicação de inseticida, colocação de telas, podendo acionar a Sala de Operações para retirada de entulhos e materiais inservíveis.
Fonte: Assessoria PJF
http://www.diarioregionaljf.com.br/cidade/11190-combate-ao-aedes-militares-do-exercito-participam-de-capacitacao-para-trabalho-de-mobilizacao-social

ALISTAMENTO MILITAR EM MG PODERÁ SER FEITO PELA INTERNET EM 2017


http://www.tribunademinas.com.br/alistamento-militar-em-mg-podera-feito-pela-internet/

Escolas de samba do Rio sentem na quadra e no barracão os efeitos da crise

 Não está fácil para ninguém. A frase dá uma breve noção de como a crise financeira que se abate sobre o país está afetando o trabalho de preparação do carnaval nas escolas de samba do Rio. Há quem busque reduzir custos no barracão, utilize materiais alternativos na confecção de alegorias, suspenda ensaios ou apresentação de protótipos de fantasias.
A crise financeira levou a União da Ilha do Governador a uma medida extrema: a escola suspendeu os ensaios em dezembro, que ocorrem nos sábados à noite na quadra da escola, na Ilha do Governador. Nas redes sociais, o presidente Ney Filardi disse que entendia “a crise financeira e a violência galopante e desenfreada”, da cidade, mas que a escola não tem como manter a quadra vazia.
“É notória a redução de público nos ensaios nas quadras não só da União da Ilha. Todas as escolas estão passando por isso. Sem dinheiro, as pessoas estão contendo os gastos, saindo menos e quem vai às quadras também está consumindo menos. O custo para abrir uma quadra como a nossa é muito grande: energia elétrica, água, ar-condicionado, segurança. O presidente acredita que nesse momento, não dá para ter essa despesa e a quadra ficar vazia”, explicou o diretor de carnaval da escola Wilsinho Alves, destacando a dificuldade de obter parcerias para eventos nas quadras.
Com a crise, carnavalescos têm dificuldade de encontrar materiais importados, como tecido paetê (Foto: Alba Valéria Mendonça/ G1)Com a crise, carnavalescos têm dificuldade de encontrar materiais importados, como tecido paetê (Foto: Alba Valéria Mendonça/ G1)
Com a crise, carnavalescos têm dificuldade de encontrar materiais importados, como tecido paetê (Foto: Alba Valéria Mendonça/ G1)
E as dificuldades advindas da crise não ficam restritas aos ensaios nas quadras. Nos barracões ela também é sentida de perto. Segundo Wilsinho, mais que no carnaval passado, a falta de material no mercado está mais acentuada.
“A crise está institucionalizada. Ela afasta os investidores da cultura em geral. E falta até material para as escolas trabalharem. Fornecedores estão sofrendo com a inadimplência dos clientes e com isso não conseguiram importar, não puderam investir nisso. A gente ia usar um tipo de tecido paetê, mas não encontramos e temos de usar um outro tipo, buscando o mesmo efeito. Estamos buscando novos materiais. A União da Ilha, por exemplo, está comprando material em outros estados, como São Paulo, que é ainda mais barato”, disse o diretor de carnaval.
E nem a campeã do carnaval de 2016, saiu ilesa da crise. Não é segredo para ninguém que a Estação Primeira de Mangueira vive sob o impacto de duas crises: a interna – a escola tem inúmeras dívidas de gestões anteriores - e a do país. Mas isso não chega a preocupar o carnavalesco Leandro Vieira, que aposta na adaptação de materiais para reduzir gastos.
“Como vim do grupo de acesso, já estou acostumado a usar materiais alternativos, como madeira de demolição. Quando pensei no enredo para 2017 já tinha isso em mente. Não fiz um projeto definitivo. Ou seja, ele é adaptável e vai sendo construído conforme a gente vai trabalhando”, explicou o carnavalesco.
Além disso, Leandro acrescenta que foram tomadas outras medidas de economia no barracão. A direção implantamos um regime de trabalho no barracão para reduzir custos. Foi instalada uma iluminação especial, os elevadores foram desligados e as luzes são apagadas após às 20h.
Unidos de Padre Miguel cortou festa de apresentação de protótipos. Fantasias podem ser vistas no Facebook da escola (Foto: Reprodução/ Facebook Unidos de Padre Miguel)Unidos de Padre Miguel cortou festa de apresentação de protótipos. Fantasias podem ser vistas no Facebook da escola (Foto: Reprodução/ Facebook Unidos de Padre Miguel)
Unidos de Padre Miguel cortou festa de apresentação de protótipos. Fantasias podem ser vistas no Facebook da escola (Foto: Reprodução/ Facebook Unidos de Padre Miguel)
Se as escolas do Grupo Especial estão sentindo os efeitos da crise, nas escolas da Série A o impacto é muito maior. A Unidos de Padre Miguel abriu mão de fazer uma festa de apresentação dos protótipos das fantasias para que o carnavalesco Edson Pereira concentre seus esforços na produção do desfile de 2017.
“Na Unidos de Padre Miguel a gente gosta de fazer festa e geralmente são festas grandes, suntuosas para a comunidade, para o povo do samba. Só que isso acaba gerando um custo, o qual neste sentido preferi não onerar. Preferi investir o máximo que a gente pudesse nas fantasias, na reprodução, no barracão. Acho que seria muito mais válido neste ano que a crise está muito mais forte”, disse Pereira, em nota.
Como se vê, cada escola tem um jeitinho particular de superar as dificuldades. Em comum, só mesmo a fé de que, apesar da falta de dinheiro, mais uma vez o Rio terá um grande carnaval em 2017.
Carnavelesco Leandro Vieira diz que escola campeã enfrenta duas crises com cortes no barracão e criativade na execução do trabalho (Foto: Matheus Rodrigues/ G1)Carnavelesco Leandro Vieira diz que escola campeã enfrenta duas crises com cortes no barracão e criativade na execução do trabalho (Foto: Matheus Rodrigues/ G1)
Carnavelesco Leandro Vieira diz que escola campeã enfrenta duas crises com cortes no barracão e criativade na execução do trabalho (Foto: Matheus Rodrigues/ G1)
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/carnaval/2017/noticia/escolas-de-samba-do-rio-sentem-na-quadra-e-no-barracao-os-efeitos-da-crise.ghtml

TV Brasil demite Leda Nagle e acaba com "Sem Censura"

Leda Nagle recebeu a notícia de que seu contrato com a TV Brasil não seria renovado na quarta-feira, 7. A notícia - que foi publicada inicialmente no portal de Regina Rito - deixou a apresentadora e o público que acompanha seu trabalho perplexos. Leda apresenta o "Sem Censura" há mais de 20 anos. Nas redes sociais, ela recebeu incontáveis mensagens de apoio.
Nesta quinta-feira, 8, a jornalista fez um post no Facebook falando sobre o episódio. "Confesso que preferia ficar calada neste momento. Recolhida, lambendo minhas feridas, me reorganizando, repensando a vida com o coração e a razão. Mas, ao mesmo tempo, me sinto na obrigação de esclarecer esta situação que me surpreendeu ontem e que ainda não posso dizer, sinceramente, que assimilei ou degluti. Mas vamos lá", escreveu.
E explicou: "Há dois meses procurei a direção da EBC para saber se iriam renovar meu contrato que terminou no dia 5 de novembro, como mandava nosso contrato. A resposta foi: sim. Fizemos três reuniões falando do assunto, cumpri as regras burocráticas e continuei no ar, mesmo sem contrato, cumprindo minhas obrigações de acordo com as normas que acreditava vigentes. Tanto o Presidente da EBC como seus subordinados também agiam como se tudo estivesse certo. Segundo me diziam eles, 'o contrato está acabando de ser feito pelo jurídico'. Sempre foi assim, demorado, sempre teve validade de um ano, de 5 de novembro de um ano até 5 de novembro do outro ano. Ontem, me convocaram para uma reunião e me apresentaram um aditivo (tipo um remendo de contrato) que vale por dois meses e termina dia 5 de janeiro, coincidentemente dia do meu aniversário. 'Estamos sem dinheiro para continuar. Você fica até 5 de janeiro. Em março você propõe alguma coisa e a gente pode até conversar'".
"Foi muito feio. Fiquei e estou muito triste"
"Leda não escondeu a decepção. "Portanto fui demitida ontem pelo Laerte Rimoli, a uma hora da tarde. Claro que fiquei triste. Tenho 40 anos de televisão. Estou fazendo o 'Sem Censura' há quase 21 anos. Gosto muito do programa e da minha equipe. E, mais do que triste, fiquei perplexa com a falta de caráter em dar a palavra de que estava tudo certo, que o contrato seria renovado, deixar a pessoa trabalhar normalmente, sem contrato, acreditando na palavra empenhada e aparecer com advogado, um aditivo e esta desculpa esfarrapada da falta de dinheiro. Não houve nenhuma proposta de redução do valor do contrato, nenhuma tentativa de composição, nem nas reuniões anteriores nem a uma hora da tarde de ontem, quando Laerte Rimoli me demitiu. Foi assim. Foi muito feio. Fiquei e estou muito triste. Mas vida que segue. Sou uma mineira guerreira. Bola pra frente, com certeza. Se Deus quiser", afirmou.

Leda Nagle (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)Leda Nagle (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)
"Vou me recompor, se Deus quiser"
Procurada pelo EGO, Leda reafirmou tudo que já havia postado, e acrescentou: "Eu achei uma pena, mas sou a parte interessada (risos)". Ela disse ainda que não teve tempo de pensar em novos projetos. "Como vivo disso, é minha profissão e ofício, eu estou procurando emprego, a verdade é essa. Claro que todo mundo tem um monte de projetos, mas não tem nada encaminhado, então tenho que reformular minha vida. Primeiro, vou ficar meio perdida e, depois, vou me recompor, se Deus quiser. Vou procurar alguma coisa nesse sentido, mas não tem nada concreto. Estou desempregada, essa é a verdade. Eu trabalho com a verdade há 40 anos, então vou falar a verdade", afirmou.

A jornalista disse que para ela, o grande problema foi a forma como foi desligada. "O incorreto foi terem ficado dois meses me cozinhando, dizendo que estava tudo certo. Eles tinham todo o direito de me demitir, de não renovarem o contrato, mas tinham que ter sido honestos e não foram. Falar isso na hora de assinar, achei muito deselegante", falou.
Em junho, Leda comemorou 40 anos na televisão e relembrou sua trajetória em entrevista ao EGO. "Eu era toda hippie, com o cabelo desgrenhado, a calça toda rasgada e um brinco de pena numa orelha só. Não era muito o padrão para aparecer na televisão e, aos poucos, fui me moldando. Fui penteando o cabelo, abandonando os vestidões, os óculos, e aparecendo um pouco mais", contou Leda, que passou pelos telejornais "Bom Dia Brasil", "Jornal do Amanhã", "RJTV" e "Jornal Hoje".
http://ego.globo.com/televisao/noticia/2016/12/leda-nagle-faz-desabafo-apos-ser-demitida-de-tv-falta-de-carater.html

BASE ADMINISTRATIVA E APOIO DO CMO - PASSAGEM DE COMANDO COMANDO



CAPA DO DIÁRIO REGIONAL - UMA TRISTE REALIDADE EM JUIZ DE FORA


ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE JF 120 ANOS - CONVITE


Para fechar com chave de ouro as comemorações de 120 anos, está chegando o Jantar da Associação Comercial e Empresarial de Juiz de Fora. Venha fazer parte da história da instituição mais tradicional de cidade. A festa do ano, venha comemorar e brindar com a gente!

Adquira o seu convite: R$ 60,00 somente até 10/12. Após, R$ 75,00.

Reservas: (32) 3215-2123 - 3026-1364.

eventos@acejf.com.br

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

12ª BRIGADA DE INFANTARIA LEVE - CONVITE



MÔNICA E CEL MALBATAN LEAL FORMAM FILHA EM FLORIANÓPOLIS

O simpático casal Mônica e Cel Malbatan Leal participaram, no último dia dois de dezembro, da formatura da filha Aspirante-a-Oficial Gabriella Leal na Academia de Polícia Militar de Trindade, na cidade de Florianópolis/SC.

Gabriella concluiu o curso com louvor recebendo premiação especial nas disciplinas de Ciências Humanas e Sociais.

As fotos dão o registro.







domingo, 4 de dezembro de 2016

EXÉRCITO - V ALMOÇO COM A RESERVA ATIVA EM JUIZ DE FORA


No último dia dois de dezembro foi realizado o V Encontro da Reserva Ativa na guarnição de Juiz de Fora.


O encontro foi coordenado pelo comando da 4ª Brigada de Infantaria de Montanha, Brigada 31 de Março, e realizado na área de lazer do Campo de Instrução de Juiz de Fora.


Antes de ser servido o almoço o vice-diretor do Hospital Geral de Juiz de Fora deu  informações sobre o agendamento de consultas e a instalação de um tomógrafo, entre outras.


O Cel R/1 Jairo Arrais, diretor da FHE/Poupex, também prestou informações de interesse do público militar.


O Gen R/1, Marcos Felício, fez uma saudação ao comandante da 4ª Brigada em nome de todos os presentes reafirmando que estes encontros são muito salutares e de extrema importância para um congraçamento entre os militares da  Ativa com os da Reserva Ativa, reforçando que o nosso Exército é um só e os que hoje se encontram na ativa estão dando prosseguimento ao trabalho que foi realizado pelos que hoje se encontram na reserva.


O Gen Leite, comandante da 4ª Brigada de Infantaria de Montanha, Brigada 31 de Março, saudou a todos e agradeceu a presença. Comentou que pouco havia a ser dito, pois os que o antecederam já haviam passado  mensagens de extrema importância ao público militar, mas reforçou as palavras do Gen Marcos Felício de que nosso Exército Brasileiro é um só e unido em torno do seus objetivos e finalidades.

Gen Leite desejou a todos um feliz natal e um 2017 cheio de graças e realizações, ressaltando que as portas da 4ª Brigada de Infantaria de Montanha estarão sempre abertas a família militar.


Vale ressaltar o excelente trabalho realizado pela equipe da Comunicação Social da 4ª Brigada sob o comando do Maj Nepomuceno que receberam a todos com extremo zelo e atenção.


A seguir foi entoado pelos presentes o badernaço "Heróis da Montanha" e o almoço foi servido.




Montanha!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

AD/1 realiza a Operação Sentinela Alerta 2016


Niterói (RJ) – No período de 20 a 24 de novembro, a Artilharia Divisionária da 1ª Divisão de Exército (AD/1) realizou a Operação Sentinela Alerta 2016, com execução de tiro de Artilharia no Campo de Instrução da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), em Resende (RJ).


O objetivo da Operação foi promover o adestramento das Unidades de Artilharia do Comando Militar do Leste, atualizando o preparo técnico-profissional da Função de Combate Fogos. Além disso, serviu como ótima oportunidade de discussão entre os Artilheiros sobre as atuais necessidades de transformação e atualização da Artilharia de Campanha da Força Terrestre. Por esse motivo, a equipe técnica da IMBEL esteve presente no terreno, com a finalidade de fazer a validação do Sistema Gênesis, que tem por objetivo realizar a rapidez e a precisão nos trabalhos de direção e coordenação de fogos, contribuindo para uma significativa melhoria no tempo de engajamento de alvos.


Participaram da Operação Sentinela Alerta 2016 as seguintes organizações militares, desdobradas em diversas posições de tiro no Campo de Instrução da AMAN: 11º Grupo de Artilharia de Campanha, 14º Grupo de Artilharia de Campanha, 21º Grupo de Artilharia de Campanha, 31º Grupo de Artilharia de Campanha (Escola), 8º Grupo de Artilharia de Campanha Paraquedista, 4º Grupo de Artilharia de Campanha e Bateria de Comando da AD/1.


A Artilharia Divisionária da 1ª DE contou com o apoio da AMAN, 1º Batalhão de Guardas, 11º Batalhão de Polícia do Exército, 5ª Divisão de Levantamento e Batalhão Escola de Comunicações. Durante o Exercício, foram executadas 44 missões de tiro real, utilizando munição alto-explosiva, iluminativa e fumígena, todas com o emprego do Sistema Gênesis. 


As atividades no Campo de Instrução da AMAN foram prestigiadas pelas seguintes autoridades: Chefe do Departamento de Educação e Cultura do Exército, General de Exército João Camilo Pires de Campos; General de Exército Francisco José da Silva Fernandes; General de Divisão Gilberto Cesar Barbosa; Comandante da Academia Militar das Agulhas Negras, General de Brigada André Luis Novaes Miranda; General de Brigada Aires Barros Olivo e oficiais da Ordem dos Velhos Artilheiros, integrantes da Reserva Pró-Ativa da Força Terrestre. 


A comitiva teve a oportunidade de conhecer o Sistema Gênesis e de observar o emprego durante o desencadeamento das missões de tiro real de Artilharia.  

http://www.eb.mil.br/

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Ainda há Chefia com Liderança - Gen Ex Ref Alberto Cardoso

O tema da chefia – de que já tratei neste Blog (Chefia com Liderança e Disciplina Consciente) – adquire interesse especial na relação chefe-subordinado quando ocorre num quadro de natureza autocrática, em que o chefe não deseja ser autoritário. Trata-se de pessoa não escolhida pelos chefiados, que nada lhe delegaram, e que precisa conquistar legitimidade perante eles, além da legalidade institucional que possui. Caso típico do serviço público, das instituições militares e eclesiais, e das corporações empresariais, nos quais o chefe é escolhido pelos níveis superiores da organização, em tese devido a seus méritos.
Sempre me incitou curiosidade a diferença de qualidade entre os resultados obtidos em circunstâncias semelhantes por diferentes chefes, todos bons cumpridores das normas, dos manuais e dos regulamentos. Também me chama atenção uns obterem os mesmos resultados com mais facilidade e em menos tempo que outros. Por que a diversidade de efeitos e rendimento da ação de chefia?
Na atividade de planejamento, é fácil identificar atributos diferenciadores, como discernimento e objetividade. Porém, na execução, a fase do fazer acontecer, um quê quase intangível, que supera o poder de mando inerente aos cargos, distingue o modo de chefia mais eficaz. É o estilo pessoal de certos chefes exitosos, de sargentos menos graduados a oficiais no topo da hierarquia, que lhes permite obter dos comandados os comportamentos mais eficientes e duradouros. Eles têm um plus no trato com os subordinados, que conquista a adesão às orientações e ordens, e o comprometimento com as missões.
Algumas pessoas pretendem que a alternativa chefe ou líder dê os devidos nomes e contornos à distinção. É apenas parte da verdade e pode induzir ao erro de considerar chefia e liderança mutuamente excludentes, como se houvesse dicotomia. Resvalam em atribuir caráter pejorativo à palavra chefe (“Fulano é chefe…”), enquanto exaltam as características de um líder (“…mas Beltrano, esse é líder”). Tangenciam a injustiça de rebaixar as virtudes de ótimos chefes discretos que não galvanizam admirações, apesar da coesão e eficiência dos grupos que comandam. Superficialmente, rotulam os conceitos com os verbos empurrar (os subordinados), para chefia, e arrastar, para liderança. Mas boa chefia e liderança tanto arrastam pessoas quanto as empurram eficientemente.
Então, de onde surgem as diferenças de efeitos?
Tenente, comecei a compreender a profundidade do adágio que, ainda cadete, tantas vezes ouvira na Academia Militar: “A tropa é o espelho do chefe”. Depois, completei o entendimento, descobrindo a segunda parte do dito de origem francesa, adotado pelo Exército Brasileiro na década de 1930: “ (…) e sua mais severa juíza. Ela só deseja amá-lo e respeitá-lo”. Enfim, crer e confiar nele.
Percebi que os melhores chefes não viam na liderança um instrumento de projeção pessoal. Nem cada qual se via como o único capaz de conduzir bem as missões. Agiam como mais um membro da equipe. Isso influenciava e motivava os chefiados, que passavam a trabalhar como corresponsáveis pelos resultados. Formei a convicção de que liderança compõe necessariamente um processo de complementação e aperfeiçoamento da chefia. Concluí que as diferenças entre chefes e melhores chefes estão no vasto espectro de atitudes entre o exercício simples da chefia e o da chefia com liderança.
As distinções entre os dois tipos são encontradas no modo de fazer uso da autoridade, do poder, da persuasão e do exemplo no relacionamento com os subordinados. Algo muito além de “(co)mando e controle”.  
Julgo cabível reiterar os conceitos expostos naquele artigo anterior:
Chefia é o exercício do dever institucional de empregar a autoridade e o poder do cargo para conduzir pessoas da melhor forma possível, visando ao atingimento de metas.
Chefia com liderança é o dever de chefia rematado pela disposição, capacidade e habilidade de influir sobre as vontades, a fim de conquistar o comprometimento das pessoas e conseguir que interiorizem atitudes que as predisponham continuadamente a comportamentos benéficos para a organização. É a “melhor forma possível”.
Eis a diferença de estilos: a chefia simples, mesmo quando não autoritária, escora-se na obediência devida e não no convencimento pleno. Já a chefia qualificada pela liderança é a parceirização de chefes e subordinados, obtida por meio da persuasão, do exemplo e de outros processos moralmente bons.
A chefia com liderança identifica pontes para o comprometimento nas vontades dos chefiados e no seu livre arbítrio. No compartilhamento do empenho e das iniciativas, com orientação do chefe, ela cria o caldo de cultura dos comportamentos mais eficazes e duradouros para o cumprimento das missões, não importando as circunstâncias.
Por aí passa a resposta para a perquirição da razão de ser da dissimilitude dos resultados. Estes, sua sustentação e a continuidade de comportamentos eficazes nas missões sucessivas materializam as virtudes da forma de chefiar com liderança. Bem como estabelecem um parâmetro que vem eliminando de vez o tipo de chefe monocrático, sabichão, isolado dos níveis mais baixos da execução, inatingível até mesmo pelo imaginário dos subordinados. Esse clichê está saindo de cena e cedendo lugar para o chefe que está junto e olha nos olhos, percebido como sendo um de nós pelas equipes de cogestão de uma estratégia ou de execução operacional, tática ou administrativa.
http://eblog.eb.mil.br/