sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

4º GAC L – Matrícula NPOR

Juiz de Fora (MG) – No dia 17 de fevereiro, o 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve (4º GAC L) realizou a solenidade de matrícula dos novos alunos do Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva (NPOR), com a passagem no Portão das Armas e a formatura geral. 


Em seguida, o comandante do Grupo ministrou a aula inaugural aos alunos e familiares, versando sobre o Exército Brasileiro e as atividades que serão desenvolvidas durante o ano de instrução. 

Autoridades civis e militares, pais, parentes e amigos dos alunos compareceram para prestigiar o evento.

http://www.eb.mil.br

OFICIAIS GENERAIS - PROMOÇÕES E MOVIMENTAÇÕES - INFORMEX NR 004 – 23 DE FEVEREIRO DE 2017


Incumbiu-me o Sr Comandante do Exército de informar que apresentará ao Sr Ministro de Estado da Defesa, para encaminhamento ao Sr Presidente da República, a seguinte proposta de promoções e de movimentações de Oficiais-Generais e de Coronéis: 

CARGOS DE OFICIAIS-GENERAIS COMBATENTES

Gen Div Cmb DÉCIO LUÍS SCHONS Proposto para promoção a Gen Ex - de Cmt 2ª DE para Cmt ESG

Gen Div Cmb CÉSAR AUGUSTO NARDI DE SOUZA Proposto para promoção a Gen Ex de SCmt Op Ter para CHOC/MD

Gen Div Cmb WALMIR ALMADA SCHNEIDER FILHO de Cmt 4ª RM para VCh Mat

Gen Div Cmb HENRIQUE MARTINS NOLASCO SOBRINHO de Ass Adm EME para Cmt 4ª RM

Gen Bda Cmb JOSÉ EDUARDO PEREIRA Proposto para promoção a Gen Div - 1º SCh COTer Permanece

Gen Bda Cmb GUIDO AMIN NAVES Proposto para promoção a Gen Div - Ch EPEx Permanece

Gen Bda Cmb DOUGLAS BASSOLI Proposto para promoção a Gen Div Ch de EM/CMS para Dir Mat Av Ex

Gen Bda Cmb ANDRÉ LUIS NOVAES MIRANDA Proposto para promoção a Gen Div - Cmt AMAN para Dir Edc S Mil

Gen Bda Cmb LUIS ANTÔNIO DUIZIT BRITO Proposto para promoção a Gen Div - Dir Mat Permanece

Gen Bda Cmb MARCOS ANDRÉ DA SILVA ALVIM Proposto para promoção a Gen Div - Dir Edc Tec Mil permanece

Gen Bda Cmb CARLOS ALBERTO MANSUR Proposto para promoção a Gen Div de Cmt 5ª RM para Cmt 12ª RM

Cel Cav JOSIAS PEDROTTI DA ROSA, do Cmdo 2ª RM Proposto para promoção a Gen Bda - Cmt 2ª Bda C Mec

Cel Art MIRIANO VALDONI EDER, do DGP Proposto para promoção a Gen Bda - Cmt Art Ex

Cel Inf RIDAUTO LÚCIO FERNANDES, do Cmdo 6ª RM Proposto para promoção a Gen Bda - Cmt 7ª Bda Inf Mtz

Cel Inf OMAR ZENDIM, do Cmdo CMA Proposto para promoção a Gen Bda - Cmt 2ª Bda Inf Sl

Cel Cav RAUL RODRIGUES DE OLIVEIRA, do Cmdo CMS Proposto para promoção a Gen Bda - Cmt 1ª Bda C Mec

Cel Eng MARCELO ARANTES GUEDON, do Cmdo do CMO Proposto para promoção a Gen Bda - Ch CCOp/CMNE

Cel Art JOSÉ EDUARDO LEAL DE OLIVEIRA, do DCT Proposto para promoção a Gen Bda - Cmt 17ª Bda Inf Sl

Cel Art CARLOS HENRIQUE TECHE, do EME Proposto para promoção a Gen Bda - Cmt 9ª RM

Cel Art RODRIGO PEREIRA VERGARA, do Gab Cmt Ex Proposto para promoção a Gen Bda - Cmt AD/5ª DE

Cel Cav JOSÉ RICARDO VENDRAMIN NUNES, do EME Proposto para promoção a Gen Bda - Cmt 3ª Bda C Mec

Cel Inf PEDRO CELSO COELHO MONTENEGRO, do Cmdo CMP Proposto para promoção a Gen Bda - Cmt 3ª Bda Inf Mtz

Cel Inf GUSTAVO HENRIQUE DUTRA DE MENEZES, da EsPCEx Proposto para promoção a Gen Bda - Cmt 1ª Bda Inf Sl

Cel Inf CRISTIANO PINTO SAMPAIO, do GSIPR Proposto para promoção a Gen Bda - Cmt 16ª Bda Inf Sl


CARGOS DE OFICIAIS-GENERAIS ENGENHEIROS MILITARES

Gen Bda Eng Mil HILDO VIEIRA PRADO FILHO Proposto para promoção a Gen Div de Ch CTEx para Cmt IME

Gen Bda Eng Mil DECILIO DE MEDEIROS SALES Proposto para promoção a Gen Div de Ch CITEx para Dir Dpt CTI/MD

Gen Bda Eng Mil LUIS HENRIQUE DE ANDRADE de Dir Sv Geográfico para Dir Fab

Cel Eng Mil EDUARDO WOLSKI, do CITEx Proposto para promoção a Gen Bda - Ch CDS

Cel Eng Mil ALEXANDRE FERNANDES LOBO NOGUEIRA, do CDS Proposto para promoção a Gen Bda - Ch CITEx

Cel Eng Mil ANTONIO JOSÉ GONÇALVES PINTO, do DCT Proposto para promoção a Gen Bda - Ch CAEx


CARGOS DE OFICIAIS-GENERAIS INTENDENTES

Gen Bda Int LAELIO SOARES DE ANDRADE Proposto para promoção a Gen Div - A Esp O F Permanece

Cel Int JOAO ALBERTO REDONDO SANTANA, do EME Proposto para promoção a Gen Bda - Dir G Orçamentária


CARGOS DE OFICIAIS GENERAIS MÉDICOS

Cel Med SERGIO DOS SANTOS SZELBRACIKOWSKI, da D Sau Proposto para promoção a Gen Bda - Insp Sau CMNE


Gen Div OTÁVIO SANTANA DO RÊGO BARROS 
Chefe do Centro de Comunicação Social do Exército


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

ANIVERSARIO DA 4ª BRIGADA DE INFANTARIA DE MONTANHA

Nossa 4ª Brigada de Infantaria de Montanha, Brigada 31 de Março, completa hoje, 23 de fevereiro, 102 anos de criação.

Desejamos ao seu atual comandante, Gen Leite, e demais integrantes os nossos parabéns.

Montanha!

QUATRO ANOS SEM O AMIGO CLÁUDIO DE SIQUEIRA COELHO


Faleceu, em 23 de fevereiro de 2013, na cidade de Juiz de Fora Cláudio de Siqueira Coelho, aos 82 anos. 

Era filho do renomado médico Paulo Japiassú Coelho.

Funcionário público aposentado do Banco do Brasil e 2º Tenente R/2 da arma de Artilharia, turma de 1951, do então 1º/4º RO 105, hoje 4º GAC L. 

Cláudio era da mesma turma do ex-presidente Itamar Franco.

ANIVERSÁRIO DE AMIGOS - 23 DE FEVEREIRO DE 2017

Delegado Jaci João de Castro

Luiza Perez

Rafael Schultz



Cel R/1 Cordeiro Júnior


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

ESCOLA DE SAMBA REAL GRANDEZA É A GRANDE CAMPEÃ DO CARNAVAL 2017

Foto: Roberta Oliveira/G1

Com nota dez em todos os quesitos a Escola de Samba Real Grandeza, presidida pelo querido amigo Masson, sagrou-se a grande campeã do Carnaval 2017 de Juiz de Fora.











Fotos: Internet

ARMAS EM FUNERAL - CEL QOR JOSÉ GODINHO DOS SANTOS FILHO


UM GRITO DE CARNAVAL - BAILE BOMBOU NO SÁBADO

Marly, Silvana e o casal Jonathan e Ana Paula

Um grito de carnaval foi organizado por Marly Bortolucci e Silvana Sil e fez ferver o salão social de um clube no bairro JK no ultimo sábado, dia 18 de fevereiro.

Relembrado marchinhas de antigos carnavais a Banda Módulo Show fez o público presente se divertir até o raiar do dia.

As fotos fazem os registros.

















sábado, 18 de fevereiro de 2017

General Villas Bôas: 'Somos um país que está à deriva'

Monica Gugliano
Amazonas, Roraima, Rio Grande do Norte, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Desde as primeiras horas de 2017, o país passa por uma das mais graves crises na segurança pública nos últimos anos. Do desgoverno no sistema prisional, onde detentos em Manaus, Boa Vista e Natal foram trucidados em brigas de facções, ao caos em Vitória, que resultou da paralisação da Polícia Militar, passando pela crescente instabilidade no Rio, a situação está tão crítica que homens das Forças Armadas têm sido necessários para manter o controle.
"Esgarçamo-nos tanto, nivelamos tanto por baixo os parâmetros do ponto de vista ético e moral, que somos um país sem um mínimo de disciplina social", afirma o comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas. "Somos um país que está à deriva, que não sabe o que pretende ser, o que quer ser e o que deve ser."
O general acompanha o cenário com preocupação. Nascido em Cruz Alta (RS) há 66 anos, 50 deles no Exército, Villas Bôas pondera que há entendimentos incorretos de que as Forças Armadas possam substituir a polícia. O Exército também está apreensivo com a reforma da Previdência, e Villas Bôas tem defendido a noção de que os militares não podem ser submetidos às mesmas regras do regime geral.
Na semana em que diversas entidades, entre elas o Ministério Público, manifestam o temor das investidas contra a Lava-Jato, o comandante defende a operação. "É a grande esperança de que se produza no país alguma mudança nesse aspecto ético que está atingindo nosso cerne, que relativiza e deteriora nossos valores."
Para o general, a segurança pública no Brasil é uma calamidade. Com dados, elenca os motivos de sua angústia: hoje morrem cerca de 60 mil pessoas por ano assassinadas, cerca de 20 mil pessoas desaparecem no país por ano, 100 mulheres são estupradas por dia. A Polícia Federal estima que cerca de 80% da criminalidade seja ligada direta ou indiretamente às drogas: dos massacres aos ajustes de contas e até o pequeno roubo do celular. "O que está acontecendo? A segurança pública é de responsabilidade dos Estados, e eles estão extremamente carentes", afirma.
A seguir, os principais tópicos da entrevista que Villas Bôas concedeu ao Valor.
Segurança pública
Há entendimentos incorretos de que as Forças Armadas possam substituir a polícia. Temos características distintas. Fomos empregados na favela da Maré com efetivo de quase 3 mil homens por 14 meses. No Alemão, 18 meses. É um emprego das Forças Armadas que não soluciona o problema. Nossa ação se destina a criar condições para que outros setores do governo adotem medidas de caráter econômico-social que alterem essa realidade.
O que tem acontecido? A ideia de que, se eu emprego as Forças Armadas, o problema está resolvido. Ficou nítido na Maré, onde permanecemos por 14 meses: a operação custou R$ 1 milhão por dia, ou seja R$ 400 milhões. Quando saímos, uma semana depois tudo tinha voltado a ser como antes. Entendemos que esses empregos pontuais são inevitáveis, porque as estruturas de segurança nos Estados estão deterioradas. Nossa preocupação é que essa participação seja restrita e delimitada no tempo e no espaço, com tarefas estabelecidas e sempre com o entendimento de que não substituímos a polícia.
Emprego das Forças Armadas
A defesa não é atribuição exclusiva dos militares. É de todos os setores da sociedade que devem contribuir e participar. Nosso emprego está no artigo 142 da Constituição da Garantia da Lei e da Ordem. No entanto, nosso pessoal não tem a proteção jurídica adequada. A Justiça e o Ministério Público entendem que o emprego das Forças Armadas na garantia da lei e da ordem não se trata de atividade de natureza militar e sim, policial.

Não é verdade. Quando o emprego da estrutura policial não for suficiente, se emprega outra instância, as Forças Armadas. Mas, ao não exigir que se adote o Estado de Defesa e o Estado de Sítio, a lei não nos proporciona a proteção jurídica necessária. Não queremos que o uso das Forças Armadas interfira na vida do país. Mas sofremos desgaste e risco enormes com isso. Se formos atacados e reagirmos, isso sempre será um crime doloso e seremos julgados pelo tribunal do júri.
Crise na política
Esse processo que o Brasil vem enfrentando está atingindo nossa essência e nossa identidade. Tem outro componente, que vem de processo histórico recente, das décadas de 70, 80. Até então, o país tinha identidade forte, sentido de projeto, ideologia de desenvolvimento. Perdeu isso. Hoje somos um país que está à deriva, que não sabe o que pretende ser, o que quer ser e o que deve ser. Por isso, o interesse público, a sociedade está tão dividida e tem Estado subordinado a interesses setoriais.

Lava-Jato
Acho importante todo esse processo que estamos vivendo em decorrência da Lava-Jato e de outras operações. A Lava-Jato é a esperança de que se produza no país mudança nesse aspecto ético que está atingindo nosso cerne, que relativiza e deteriora nossos valores. Daí a importância desse protagonismo que a Justiça e o Ministério Público estão tendo. Esse processo é fundamental para o prosseguimento do país. E aí você me pergunta: o que pode acontecer se a Lava-Jato atingir a todos indiscriminadamente? Que seja. Esse é o preço que tem que se pagar. Esperamos que tenha um efeito educativo.
Intervenção militar
Interpreto o desejo daqueles que pedem intervenção militar ao fato de as Forças Armadas serem identificadas como reduto onde esses valores foram preservados. No entendimento que temos, e que talvez essa seja a diferença em relação a 1964, é que o país tem instituições funcionando. O Brasil é um país mais complexo e sofisticado do que era. Existe um sistema de pesos e contrapesos que dispensa a sociedade de ser tutelada. Não pode haver atalhos nesse caminho. A sociedade tem que buscar esse caminho, tem que aprender por si. Jamais seremos causadores de alguma instabilidade.
Narcotráfico
A Polícia Federal estima que cerca de 80% da criminalidade seja ligada direta ou indiretamente à droga. Outro aspecto: a droga é a origem de quase todos os problemas. O Amazonas já virou grande corredor de passagem de drogas. O controle dessas rotas é que está sendo disputado, inclusive nos presídios, pelas facções. Para combater isso é preciso que o governo estabeleça política antidrogas, multidisciplinar, que envolva educação, saúde, assistência social, segurança, inteligência, defesa. Também temos que estimular a integração com os países vizinhos. O Brasil que era corredor de passagem hoje é o segundo maior consumidor de drogas do mundo. O tráfico no Brasil está se organizando, se cartelizando, e aumentou sua capacidade de contaminar outras instituições do país.

Descriminalização das drogas
Há estudos abalizados que são a favor e outros, contra. A Sociedade Brasileira de Psiquiatria é contra. Temos que examinar o que aconteceu em outros lugares. Sabemos, por exemplo, que em nenhum país se obteve resultado que tenha melhorado a situação substancialmente. Temos que participar dessa discussão. O Exército é um setor da sociedade e deve participar. O protagonista, no entanto, é o Ministério da Justiça. A tarefa constitucional é dele.
Segurança nas fronteiras
Estamos otimistas com o processo de paz na Colômbia, mas preocupados. Sabemos que algumas frentes não vão aderir. Existe a possibilidade de membros das Farc se juntarem a outras estruturas de guerrilha, como a Frente de Libertação Nacional ou guerrilhas urbanas. Temos uma incerteza, que vai exigir atenção muito maior para essa área: desde que se iniciaram as conversações de paz houve aumento das áreas de plantio na Colômbia. É importante destacar que temos 17 mil km de fronteiras. Fisicamente é impossível vigiar essa área. Sabemos que o caminho é buscar na tecnologia, como o Sisfron [Sistema Integrado de Monitoramento das Fronteiras], que é fundamental.
Eleições em 2018
A situação que estamos vivendo no país estabelece grande probabilidade de termos candidatos de caráter populista, porque a população está insatisfeita. Vemos surgir outro fenômeno - é natural que se faça um paralelo com os EUA, onde a sociedade não vê jamais as suas necessidades e o seu pensamento serem expressos por alguém. Quando surge alguém que fale coisas, mesmo que elas sejam não aceitáveis, mas que vão ao encontro daquilo que as pessoas pensam de uma maneira geral, corremos, sim, o risco de termos um candidato de caráter populista. E isso é muito preocupante.

Reforma da Previdência
No caso dos militares, a lei complementar vai estabelecer uma série de regras em relação à nossa previdência que estão em estudo, como o aumento e a adequação do tempo de serviço mínimo para a aposentadoria. O Estado deve entender que, se pretende contar com instituições a qualquer momento, em qualquer horário, de qualquer maneira, essa instituição tem que ter características especiais. Nosso contrato social nos dá prerrogativas para que possamos cumprir esse papel diferenciado. Não temos direito à sindicalização, à greve.
Ninguém aqui quer pressionar o governo, mas, se somos colocados no regime da previdência, abriremos margem para que os militares reivindiquem oito horas de trabalho. Isso vai descaracterizar e inviabilizar a profissão militar. Nós, militares, abrimos mão de alguns direitos como o FGTS, por exemplo, e, em contrapartida, a União assume as despesas com nossa inatividade. Temos estudos mostrando que se tivéssemos esse direito, a União anualmente teria que dispender R$ 24,7 bilhões.
Nosso regime previdenciário não tem sistema de proteção social. Contribuímos com 7,5% para nossa pensão e com 3,5% com saúde e assistência social. Isso corrobora que não temos regime de previdência e pressupõe planos de benefício e de custeio. Na inatividade, não temos plano de custeio e continuamos aportando. A União não nos dá nada. No caso dos demais servidores, a parcela da União pode chegar a 22%. Mas é feito um jogo de informações. Devemos tratar o assunto sem paixões. As despesas dos militares inativos estão no orçamento fiscal. Não impactam as contas da previdência. Até 2015, estavam no orçamento da Seguridade Social.


http://www.defesanet.com.br/cm/noticia/24852/General-Villas-Boas---Somos-um-pais-que-esta-a-deriva---/

ANIVERSÁRIO DE AMIGOS - 18 DE FEVEREIRO DE 2017


TEN DIEGO DIAS MONTENEGRO



EDSON QUEIROZ


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017