sexta-feira, 27 de outubro de 2017
Restauração de monumento em Juiz de Fora
Juiz de Fora (MG) – A 12ª Circunscrição de Serviço Militar presenteou a população de Juiz de Fora com a restauração do Carro de Combate M3A3 "LEE" às suas características originais de quando foi introduzido no Exército Brasileiro na década de 1940.
A restauração faz parte do "Projeto Centenário da 12ª Circunscrição de Serviço Militar" e visou valorizar historicamente o monumento, corrigindo-lhe anacronismos, cuja origem do blindado fora o então 2º Batalhão de Carros de Combate, agora 13º Regimento de Carros de Combate, localizado na cidade de Pirassununga.
O "velho Lee", à época, representou para o Exército Brasileiro um marco na modernização de sua Força Blindada e, para a cidade, um cartão-postal de inestimável valor histórico-cultural.
http://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/MjaG93KcunQI/content/12-csm-restauracao-de-monumento-em-juiz-de-fora
Arcebispo militar do Brasil Dom Fernando Guimarães visita 10º BIL
No último dia 24 de outubro o arcebispo militar do Brasil, Dom Fernando Guimarães, visitou o 10º Batalhão de Infantaria Leve (Mth), que tem no comando o Cel José Nelson Apolinário.
Fotos: 10º BIL
quinta-feira, 26 de outubro de 2017
WILSON REZATO VISITA LANCHONETE REI DELAS NO BAIRRO JK
Este editor, Jonathans Geraldo, Wilson Rezato, Luciano Otis e Aloísio Gonçalves
Na noite da última quarta-feira o double de empresário e político Wilson Rezato fez uma visita surpresa ao lanchonete Rei Delas, no bairro JK, pilotada pelos amigos Jonathans e Anna Paula.
Wilson Rezato, Aloísio Gonçalves, este editor e Tânia Alves
Foi um noite muito agradável com bons papos, cervejotas geladas e tira-gosto de primeira.
Presente também na noite o amigo Luciano, supervisor dos Elevadores Otis na região.
terça-feira, 24 de outubro de 2017
segunda-feira, 23 de outubro de 2017
OPERAÇÃO MEMBECA 2017
Operação realizada no período de 08 a 12 de outubro de 2017, pela 1ª Divisão de Exército - 1ª DE, Divisão Marechal Mascarenhas de Moraes, nas regiões de ITATIAIA-RJ, QUATIS-RJ e Represa do FUNIL, em um contexto de treinamento de Defesa Externa, com a participação da 4ª Brigada de Infantaria Leve (Montanha), Brigada 31 de Março.
Fotos: 4ª Bda Inf L
CEL AUGUSTO PEREZ RECEBE A ORDEM DO MÉRITO AERONÁUTICO
Cel Perez e sua esposa Andréa ladeando a amiga Ceiça Machado
O Cel Art Augusto Perez, ex-comandante do 4º Grupo de Artilharia Campanha, hoje Leve de Montanha, foi agraciado na manhã de hoje com a condecoração da Ordem do Mérito Aeronáutico, dentro das comemorações do Dia do Aviador em Brasília/DF.
ENCERRAMENTO DA PARTICIPAÇÃO BRASILEIRA NA MINUSTAH, NA GUARNIÇÃO DE JUIZ DE FORA.
No dia 20 de outubro, a 4ª Brigada de Infantaria Leve (Montanha) – 4ª Bda Inf L (Mth) – realizou uma solenidade alusiva ao encerramento da participação brasileira na Missão das Nações Unidas para Estabilização no Haiti (MINUSTAH), com o intuito de rememorar os principais feitos das Forças Armadas Brasileiras e homenagear os militares falecidos na missão. A atividade contou com a presença de autoridades civis e militares entre eles os coronéis Fernando e Malbatan e o TC Leonardo que participaram da missão em épocas diferentes.
A solenidade foi realizada no 10º Batalhão de Infantaria Leve (Mth) e presidida pelo Gen Bda Carlos André Alcântara Leite, comandante da 4ª Bda Inf L (Mth).
Fotos 4ª Bda Inf L
quinta-feira, 19 de outubro de 2017
ALMOÇO COM A RESERVA ATIVA E DIA DO QAO
O comandante da 4ª Brigada de Infantaria de Montanha, Gen Carlos André Alcântara Leite, convida para as comemorações do dia do QAO e Encontro com a Reserva Ativa da guarnição de Juiz de Fora.
Dia 24 de novembro
Hora: 10h30
Local: 10º Batalhão de Infantaria de Montanha
Contamos com as presenças e solicitamos divulgar entre os amigos da Reserva Ativa.
Montanha!
Em breve melhores informações.
Em breve melhores informações.
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
SOLENIDADE DE ENCERRAMENTO MISSÃO DE PAZ NO HAITI - CONVITE
Convidamos a todos para a solenidade de encerramento da participação brasileira na missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (MINUSTAH), na guarnição de JUIZ DE FORA - MG.
A formatura ocorrerá no dia 20 de outubro de 2017, às 08:30h, no 10º Batalhão de Infantaria Leve.
Traje para os militares da ativa (ex-integrantes da missão) é o 9ºB2 com boina azul da ONU, e para os ex-militares que também participaram da missão é o esporte fino com a boina azul da ONU.
Contamos com a presença de todos e também solicitamos a plena divulgação.
Comando da 4ª Brigada de Infantaria de Montanha
CARRO DE COMBATE DA PRAÇA ANTONIO CARLOS É REVITALIZADO
http://tribunademinas.com.br/noticias/cidade/18-10-2017/carro-de-combate-da-praca-do-canhao-e-revitalizado.html
terça-feira, 17 de outubro de 2017
NOTA DE FALECIMENTO - ROMEU RAINHO
Faleceu no dia de hoje, aos 88 anos, nosso mestre e amigo Romeu Rainho, seu sepultamento será na cidade de Além Paraíba/MG.
Tivemos a honra de trabalhar e conviver com nosso amigo por longos e felizes anos durante as campanhas e mandato do amigo ex-deputado estadual, José Maria Barros, hoje prefeito de Recreio/MG.
Faço minhas as palavras do amigo e irmão Weverton Vilas Boas:
"Amado amigo Romeu Rainho, você é filho do Universo, irmão das estrelas e árvores... você estará sempre vivo em nossas mentes e corações! Recordar é Viver!
Como esquecer de você declamando poemas para todos que conosco paravam? Desde que mudou-se, há algum tempo, meus fins de tarde e sábados pela manhã no Calçadão da Rua Halfeld, em Juiz de Fora, não tem mais graça, comer pastel naquelas galerias já não tem o mesmo sabor, nem tampouco parar para escutar rádio nas noites de domingo, sintonizando no seu Programa “Recordar é Viver”. Poeta, declamador, locutor, contador de histórias,Radialista, ex-Empresário do Rei do Baião, mas acima de tudo, seu maior orgulho era ser pai de duas filhas formadas e vencedoras. Quantas boas recordações... a nossa amizade perpassou o tempo, a distância e a nossa diferença de idade. Quanta coisa aprendi com você meu amigo Romeu! Mas não quero derramar lágrimas, ficar triste, pois você era a própria felicidade e alegria contagiante. Nossa “voz de Veludo”, tenho certeza que você está declamando as lindas poesias e já organizando um lindo sarau com os anjos. Para não chorar mais, termino homenageando a você e as minhas amigas e suas amadas filhas, Renata Rainho e Isabela Rainho, com o seu poema preferido, que ficará eternamente em nossa memória declamado por você.
Desiderata
Siga tranquilamente entre a inquietude e a pressa, lembrando-se que há sempre paz no silêncio. Tanto que possível, sem humilhar-se, viva em harmonia com todos os que o cercam.
Fale a sua verdade mansa e calmamente e ouça a dos outros, mesmo a dos insensatos e ignorantes – eles também tem sua própria história.
Evite as pessoas agressivas e transtornadas, elas afligem nosso espírito. Se você se comparar com os outros você se tornará presunçoso e magoado, pois haverá sempre alguém inferior e alguém superior a você. Viva intensamente o que já pode realizar.
Mantenha-se interessado em seu trabalho, ainda que humilde, ele é o que de real existe ao longo de todo tempo. Seja cauteloso nos negócios, porque o mundo está cheio de astúcia, mas não caia na descrença, a virtude existirá sempre.
“Você é filho do Universo, irmão das estrelas e árvores. Você merece estar aqui e mesmo que você não possa perceber a terra e o universo vão cumprindo o seu destino.”
Muita gente luta por altos ideais e em toda parte a vida está cheia de heroísmos.
Seja você mesmo, principalmente, não simule afeição nem seja descrente do amor; porque mesmo diante de tanta aridez e desencanto ele é tão perene quanto a relva.
Aceite com carinho o conselho dos mais velhos, mas seja compreensível aos impulsos inovadores da juventude.
Alimente a força do Espírito que o protegerá no infortúnio inesperado, mas não se desespere com perigos imaginários, muitos temores nascem do cansaço e da solidão.
E a despeito de uma disciplina rigorosa, seja gentil para consigo mesmo. Portanto esteja em paz com Deus, como quer que você O conceba, e quaisquer que sejam seus trabalhos e aspirações, na fatigante jornada da vida, mantenha-se em paz com sua própria alma.
Acima da falsidade, dos desencantos e agruras, o mundo ainda é bonito, seja prudente.
FAÇA TUDO PARA SER FELIZ"
domingo, 15 de outubro de 2017
quinta-feira, 12 de outubro de 2017
O soldado cidadão na política - Por Gen R/1 José Mauro Cupertino
(Gen Ex Leônidas Pires, Ministro do Exército -1985/1990)
Constituem propósitos deste modesto ensaio, na atual conjuntura: rememorar alguns momentos de nossa rica história; ressaltar aspectos da atual crise ética e política, destacando as suas graves repercussões para o hoje e, principalmente, para o amanhã de sonhos e esperanças do nosso Brasil; e, por fim, trazer à reflexão e ao debate o crescimento da presença do soldado cidadão na questão política nacional, como contribuição à busca de soluções que se impõem, em prol de um amanhã melhor para o País. Tudo na mais absoluta fidelidade aos princípios constitucionais e legais que regem a democracia brasileira.
Relembremos alguns fatos e personagens de nossa história que possam aportar guias e inspirações para os tempos atuais de crises:
1) As batalhas de Guararapes em solo pernambucano (1648/1649), para a expulsão do invasor holandês, momento em que nasceu a Pátria e o Exército Patriota, unos e indivisíveis em torno de uma só gente brasileira.
2) O nascimento do Brasil livre e soberano, fruto de uma independência de pai para filho, construída por um português com alma brasileira - Dom Pedro I - e por um brasileiro com alma portuguesa - o patriarca José Bonifácio, sem recurso à guerra, como ocorreu nos países vizinhos de colonização espanhola.
3) No Império, a Guerra do Paraguai fez surgir um personagem marcante da nossa história: Duque de Caxias, o Pacificador. Exemplo de soldado, cidadão, chefe-líder militar, político e estadista, sua valorosa mensagem de coragem e conciliação é perfeitamente aplicável aos dias atuais.
4) A gradual transição do Império para a República, com a sua consolidação na espada de um soldado, o Marechal Deodoro da Fonseca, primeiro presidente da República Federativa do Brasil, cuja mãe, a matriarca Rosa da Fonseca, hoje patrona da Família Militar, entregaria, a serviço do Exército e da Pátria, todos os seus filhos, em momentos conturbados daqueles tempos.
5) As convulsões do Século XX: na Velha República; e na Ditadura Vargas, durante o Estado Novo, com o Tenentismo, a Coluna Prestes e as revoluções de 1924, 1930, 1932, 1935 e 1937. Os ingredientes foram de natureza política, econômica, sociológica e, sobretudo, ideológica, com o surgimento do comunismo na Rússia.
6) Em um contexto da Guerra Fria, no mais perverso exercício do maniqueísmo, as instituições e a economia do Estado Brasileiro encontravam-se desestruturadas e em situação de total degradação. Nesse cenário, instadas pelo povo e pela grande mídia, tendo à testa as organizações Globo, as Forças Armadas intervieram no processo. Seus nítidos objetivos foram de reorganização e de manutenção do Brasil no regime de liberdade e de democracia, expurgando, naquela época, qualquer ideário que contrariasse a índole pacífica e cristã do povo brasileiro.
O movimento, chamado de Revolução Democrática de 1964, caracterizou-se por deslocamentos ordeiros de tropas para o Rio de Janeiro e Brasília, sem derramamento de sangue; pela vacância do cargo de Presidente da República, em face do abandono e da consequente fuga para o exterior do Presidente João Goulart; e pela conformidade com a constituição em vigor, que previa a eleição de um novo presidente pelo Congresso Nacional, da qual participaram ilustres lideranças políticas, dentre elas, o Presidente Juscelino Kubitscheck.
Eleito pelo parlamento, o Marechal Castelo Branco passou, com competência e determinação, a reorganizar, sanear e pacificar o Estado, tendo como principal propósito o de devolver o poder aos civis. No entanto, o crescimento do conflito ideológico fez surgir várias fontes de exportação do comunismo para países como o Brasil e os vizinhos sul-americanos, dispostos a recorrer à luta armada para a tomada do poder. Sendo assim, fomos levados a uma guerra entre irmãos que nunca quisemos e que continuamos não querendo. Cabe acrescentar que durante todo o processo revolucionário, em que pese as medidas de exceção adotadas para a segurança do regime democrático, o povo nunca esteve totalmente afastado de votações e eleições livres e abertas para as esferas do poder, das quais podemos destacar: as eleições de 1965, apenas um ano após a revolução em que se elegeram governadores de nítida oposição - Negrão de Lima no Rio de Janeiro e Israel Pinheiro em Minas Gerais; as eleições de 1974, que levaram ao Senado Federal Itamar Franco, Franco Montoro, Orestes Quércia e outros ferrenhos adversários da revolução; a votação da Lei da Anistia em 1979, que promoveu a volta de todos os políticos sancionados pelo regime, denominados "fugitivos" pelo saudoso Ministro Leônidas; e a eleição de Leonel Brizola para governador do Rio de Janeiro, que teria amistosa convivência com o último Presidente militar João Figueiredo.
"Esses fatos nos encorajam a propor que ambas as partes se sentem à mesa, se perdoem pelos possíveis excessos cometidos, tirem ensinamentos e se voltem para o futuro de esperanças e de sonhos para todos." (Gen Villas Bôas - Comandante do Exército).
Vejamos agora a atual e profunda crise política, econômica, social e, sobretudo, ética e moral em que se encontra nosso Brasil. Sem uma análise aprofundada, nos damos conta da existência de uma crise sem precedentes em nossa história, que se agrava cada dia mais, já atingindo níveis inaceitáveis e intoleráveis. Recordemos os idos de 1994, quando, no início da Era FHC (1995 a 2003), em campanha, o ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso anunciava seu plano de governo nos cinco dedos da mão: saúde, educação, segurança, saneamento básico e transporte. Recordemos os idos de 2002, quando, no início da Era Petista – Lula e Dilma (2003-2016) - anunciava-se um dos mais ousados planos de resgate das desigualdades sociais, tendo como carro-chefe o combate à miséria e à fome, o que "nunca antes na história desse País" ocorrera.
Decorrido todo esse tempo, podemos afirmar que as propostas das eras FHC e Petista foram equacionadas e solucionadas? De quem é a responsabilidade e a culpa pelos péssimos níveis de atenção a esses problemas, que se tornaram crônicos? Com as informações de que dispomos, podemos resumir essa terrível crise nos seguintes condicionantes:
1) Uma questão social perversa e não resolvida é o caso do Rio de Janeiro, onde um ex-governador deixa o Estado carioca totalmente falido, com seu povo e o seu funcionalismo sem o mínimo de atenção e dignidade, sobrevivendo à custa de cestas básicas doadas pela comunidade solidária. Além disso, existem as periferias desestruturadas nas mãos do crime organizado, fator gerador de violência, de difícil solução. Eis aí um exemplo gritante do descaso total do governo com a população, em benefício de uma elite política incompetente e antiética na gestão de recursos.
2) Outro componente é a injusta questão salarial. A título de exemplo, temos uma desmoralizada classe política com salários e benesses incompatíveis com a realidade do País. Políticos que não se dão conta de que devem ser servidores de uma nação que passa por sérias dificuldades.
3) A péssima gestão da coisa pública, quando campeia a incompetência na gerência de projetos, o desvio imoral de recursos públicos e a falta de continuidade nos planejamentos e execuções, ocasionando problemas nacionais graves e sem solução. De quem é, por exemplo, a responsabilidade pelos desastres na educação e na saúde em nosso País?
4) Por último e sintetizando, a corrupção nos setores público e privado. Políticos e empresários, em todas as esferas, locupletam-se e beneficiam seus grupos e partidos na busca pela perpetuação no poder, deixando em último lugar os anseios do povo, tão somente lembrado em campanhas mentirosas, e a solução dos problemas nacionais.
Enfim, vivemos uma crise de valores éticos e morais "nunca vivida antes na história desse País". A sociedade clama por esses valores tão raros e escassos na nossa classe política dirigente.
Como fecho deste ensaio, vejamos uma proposta de contribuição à solução dessa grave crise que, gerada nos mais altos níveis de decisão política de nosso País, vem merecendo prioritária atenção dos poderes constituídos, com ênfase para o Poder Judiciário, e que necessita, para o bem do Brasil, ser estancada em curto prazo, a partir das próximas eleições de 2018. Essa solução passa pela incrementação da presença dos soldados cidadãos na política nacional, com candidatura de militares nos níveis federal e estadual, tudo com base nos preceitos constitucionais e na legislação pertinente.
Tenhamos como premissas básicas dessa proposição: a democracia como o melhor regime, mesmo com todas as suas imperfeições; as instituições brasileiras em perfeito funcionamento e amadurecidas para enfrentar e vencer a crise; e uma sociedade e um povo que não precisam ser tutelados.
Enunciemos, portanto, as razões que nos levam a tal proposta:
1) A formação de nossos soldados nas escolas militares.
Educação com base nos valores, encimados pela ética e pela moral, a partir de currículos inteiramente ajustados ao perfil que se deseja, permanentemente reavaliados e aprimorados para fazer face às realidades conjunturais. Cabe acrescentar que essa formação acontece em vários níveis. No caso do oficialato, começa na graduação na Academia Militar das Agulhas Negras, passando pelo mestrado na Escola de Aperfeiçoamento de Oficias, pelo doutorado e os Cursos de Altos Estudos de Política e Estratégia na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, e pelos cursos de Política e Estratégia da Escola Superior de Guerra, onde civis e militares se detém nos grandes problemas nacionais, elaborando planos de governo com o objetivo maior de "estudar o Brasil para melhor servi-lo e amá-lo".
2) A vivência nacional de nossos soldados.
Eles servem ao Brasil nos mais diferentes rincões da Pátria, tendo oportunidades de conviver com toda a nossa gente, seus costumes, suas culturas e suas dificuldades. Em muitas regiões, como a Amazônia por exemplo (área prioritária para nossa integração e soberania), é o soldado a única presença e o primeiro conhecedor de toda a diversidade brasileira: fronteiras com os vizinhos, presença dos índios, questões do meio ambiente, problema do narcotráfico, potencial de riquezas do subsolo e outras situações.
3) A capacidade de gestão.
O soldado que serve a uma nação com imensas dificuldades para atender aos anseios de seu povo é treinado, desde o início de sua formação, para fazer o mais perfeito jogo de necessidades e disponibilidades e selecionar prioridades, dando maior transparência e continuidade aos projetos. Nossos colégios militares, espalhados pelo território nacional, constituem-se em modelos de formação educacional e moral de civis e militares, para as mais diversas profissões e para a vida. Mantidos com recursos públicos, são exemplos de estabelecimentos de ensino de excelência no que realizam.
4) O mais absoluto respeito à hierarquia, à lei e à ordem.
Ademais, um completo desapego das benesses e das riquezas materiais, usufruídas de salários incompatíveis com nossa realidade, caracterizam o perfil de uma liderança política buscada pela sociedade na hora atual.
Por fim, trazemos à apreciação de todos a proposta de candidatura de militares para as eleições próximas e futuras, a fim de que tenhamos representatividade nos entes políticos decisórios (federal e estadual), em todas as casas legislativas e executivas. Para esse "mister" não nos falta, tampouco faltarão, militares da reserva, em perfeitas condições de contribuir para um processo de transformação na política nacional. Esses tantos, distribuídos por todos os Estados da federação, gozam de predicados e adjetivos que, notória e comprovadamente, conhecemos e cultuamos: atestada capacidade física, mental e intelectual; vasta vivência nacional e internacional; larga experiência geral e profissional; inegável competência na gestão de pessoas e da coisa pública; testada idoneidade; e arraigados valores morais e éticos, tão raros no cenário político atual. Nossa capacidade já fora testada outrora, desde os fatos citados neste ensaio, até a participação vitoriosa nas missões impostas nos tempos atuais: forças de pacificação; grandes eventos sediados no Brasil; segurança dos pleitos eleitorais; serviços da estabilização e da paz no mundo; combate à seca e à fome, entre outras.
E, assim, tenhamos, para essa contribuição, muito necessária nesse momento, civis e militares, todos cidadãos brasileiros, irmanados, com muita fé e esperança num futuro de grandeza para nosso BRASIL. Tudo isso, graças ao seu indiscutível potencial de riquezas e, mais ainda, aos exemplares VALORES da Gente Brasileira.
BRASIL, ACIMA DE TUDO!
"Exército Brasileiro, ontem, hoje e sempre, fiador da integração e coesão nacionais"
(Gen Ex Zenildo de Lucena, Ministro do Exército - 1992/1999)
http://eblog.eb.mil.br/index.php/o-soldado-cidadao-na-politica
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