quarta-feira, 15 de abril de 2015

GEN MAURMANN ASSUME O COMANDO DA 4ª BRIGADA DE INFANTARIA LEVE


O Gen Bda Eduardo de Paiva Maurmann assumiu na manhã da última terça-feira o comando da 4ª Brigada de Infantaria Leve (Mth) em substituição ao Gen Francisco Mamede de Brito Filho que foi nomeado chefe do Estado Maior do Comando Militar do Nordeste, na cidade de Recife.

O Gen Maurmann é um antigo conhecido dos juizforanos, pois comandou, como Ten Cel, o 10º Batalhão de Infantaria, nos anos de 2007 a 2010, e como coronel desempenhou a função de chefe do Estado Maior da 4ª Brigada de Infantaria Leve (Mth) sob o comando do Gen Brito.

O Gen Maurmann é casado com a srª Eulália e tem um casal de filhos.

A solenidade militar foi muito concorrida com a presença de diversos oficiais generais da ativa e da reserva do Exército, tendo como destaque a presença do Gen Ex Rômulo Bini Pereira, ex-chefe do Estado Maior da Defesa, comandantes das Organizações militares subordinadas a 4ª Brigada, autoridades civis e eclesiásticas e comandantes das Polícia e Corpo de Bombeiro Militar. O vice-prefeito de Juiz de Fora, Sérgio Rodrigues, representou o prefeito Bruno Siqueira, que se encontra no exterior em busca de novas empresas que desejam se instalar na cidade. O padre Lélis representou a cúria metropolitana de Juiz de Fora.





A solenidade teve como primeiro ato o descerramento do retrato do Gen Brito na galeria dos antigos comandantes da 4ª Brigada de Infantaria Leve (Mth), por sua esposa srª Márcia. O ato foi conduzido pelo Gen Div Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira, comandante da 1ª Divisão de Exército, com sede na cidade do Rio de Janeiro



O Gen Maurmann apresentou seu agradecimento ao Gen Brito e a sua esposa Márcia pela a amizade e carinho recebidos por ele e sua família. 

O sargento Lúcio presenteou o Gen Brito com uma imagem do Combatente de Montanha.


Recebeu do Cel Oriente Leal Filho, seu chefe de Estado Maior, a sua insignia de comando que era hasteada sempre que chegava a 4ª Brigada.



E depois recebeu das mãos do Gen Ramos, comandante da 1ª Divisão de Exército uma placa alusiva ao evento. 



As esposas do comandante sucedido e do sucessor trocaram buquês de flores em forma de carinho e agradecimento.


A segunda parte da solenidade militar foi a passagem de comando dirigida pelo Gen Div Mário Lúcio Alves de Araújo, comandante da 4ª Região Militar, maior autoridade militar da ativa presente.



O Cel Oriente Leal Filho, chefe do Estado Maior da 4ª Brigada fez a apresentação da tropa ao Gen Div Araujo, comandante da 4ª Região Militar, e solicitou autorização para o início da solenidade. As honras militares foram prestadas.



A tropa declamou a oração do Combatente de Montanha.


O Gen Brito, visivelmente emocionado, apresentou as suas despedidas agradecendo a todos pelo apoio e a amizade a ele e sua família durante o comando.


O Gen Ramos leu a referência elogiosa ao Gen Brito pelo término do seu comando a frente da 4ª Brigada de Infantaria Leve (Mth).


Foi realizada a transmissão do cargo de comandante da 4ª Brigada de Infantaria Leve (Mth).






A tropa desfilou em continência ao Gen Maurmann, novo comandante da 4ª Brigada de Infantaria Leve (Mth), Brigada 31 de Março.








segunda-feira, 13 de abril de 2015

FEIJOADA CESAR ROMERO 2015 - NOTÍCIAS

Viagens para a Austrália e Maranhão.

Pelo terceiro ano, a Butterfly Tour será a agência oficial da Feijoada CR 2015. Para celebrar a parceria, os diretores Luciane Ribeiro e Otaciano Avidago já anteciparam as duas viagens que serão sorteadas no “festival de prêmios”. 

Uma semana na Austrália - a grande sensação internacional - e esticada a São Luiz e aos Lençóis Maranhenses, um dos destinos mais bonitos do país.

ALMOÇO DA ASSOCIAÇÃO DAS ENTIDADES CARNAVALESCAS DE JUIZ DE FORA - BLOCOS

Foi realizado ontem, 12 de abril, nas dependências do Sport Club Mariano Procópio, mais uma edição do almoço da Associação dos Blocos Carnavalescos de Juiz de Fora, que tem na presidência o amigo Marcelo Guedes Barra.

O toque musical ficou a cargo do competente Edimar Augusto.

As fotos de Beth Ank e Ivete Gomes dão o registro:









II CAFÉ PARLAMENTAR DA ZONA DA MATA MINEIRA


As fotos dão o registro:








Dia do Hino Nacional é celebrado há 184 anos

Apresentação Carmen Lúcia

O Brasil comemora hoje o dia do Hino Nacional. A data foi escolhida porque foi no dia 13 de abril de 1831 que a música composta em 1822 pelo professor e maestro Francisco Manuel da Silva foi executada pela primeira vez em público. Foi na despedida de dom Pedro I que voltava para Portugal, deixando o trono para o filho.

A letra, de Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva, celebrava a liberdade do Brasil. Neste período, foi batizado como Hino ao Sete de Abril - data da abdicação do imperador.

A música se tornou bastante popular. Mas o povo não adotou a letra e cantava o hino com versos próprios. Havia diversas versões, todas relacionadas à monarquia.

Em 1841, com a coroação de Dom Pedro II, a letra do hino foi trocada e passou a ser considerada como o Hino Nacional Brasileiro, embora não tenha sido oficializada como tal.

Em 1889, com a Proclamação da República, foi aberto um concurso para eleger o novo hino. Mas a canção vencedora não foi aceita pelo povo.

A recusa levou o presidente da República, Marechal Deodoro da Fonseca a oficializar o hino antigo, de Francisco Manuel da Silva, como Hino Nacional Brasileiro.

Durante quase um século, o Hino Nacional foi executado sem ter, oficialmente, uma letra. As tentativas de acrescentar um texto à música não vingaram. Segundo os historiadores, os versos não eram bons: os primeiros, carregados de ressentimentos, insultavam os portugueses; os outros pecavam pelas bajulações ao soberano reinante.


Em 1909, um novo concurso foi aberto para escolher uma letra para o Hino. O Poema vencedor foi de Joaquim Osório Duque Estrada. A composição foi comprada pelo então presidente Epitácio Pessoa, por meio de um decreto de agosto de 1922.

A oficialização do Hino Nacional, por lei, no entanto, só aconteceu em setembro de 1971. O hino adquirido por Epitácio Pessoa permanece até hoje.

O Hino Nacional Brasileiro é um dos quatro símbolos oficiais da República Federativa do Brasil. Deve ser executado em continência à Bandeira Nacional e ao presidente da República, ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal.

Sua execução é permitida ainda na abertura de sessões cívicas, nas cerimônias religiosas de caráter patriótico e antes de eventos esportivos internacionais. De acordo com a lei, durante a execução, todos devem tomar atitude de respeito, de pé e em silêncio.

Em caso de cerimônia em que se tenha que executar um hino nacional estrangeiro, este deve, por cortesia, preceder o Hino Nacional Brasileiro.

Desde o dia 22 de setembro de 2009, o Hino Nacional tornou-se obrigatório em escolas públicas e particulares de todo o país. Pelo menos uma vez por semana todos os alunos do ensino fundamental devem cantá-lo.

http://radioagencianacional.ebc.com.br/cultura/audio/2015-04/dia-do-hino-nacional-e-celebrado-184-anos-apos-composicao

11 DE ABRIL - ANIVERSÁRIO DE AMIGOS - EDISON CLÁUDIO PEIXOTO



NOME - Edison Cláudio Peixoto, o popular Edinho

MODALIDADE - Futebol.

NASCIMENTO - 11/04/1950, na cidade de Cataguases/MG


Depois de parar de jogar, passou a ensinar crianças, enfatizando educação e disciplina, participando de vários projetos sociais , em Juiz de Fora (MG), na Associação Municipal de Apoio Comunitário, a AMAC.

CLUBES - Flamengo (RJ), Sport e Tupi (Juiz de Fora-MG), América Mineiro, Marília, São José EC, Ponte Preta (Campinas), Corumbaense (MS), Central (Caruaru-PE), Ferroviário (CE) e Sampaio Correa (MA). 

CONQUISTAS - Como jogador foi campeão da Segunda Divisão pelo São José EC, ajudando a conquistar o primeiro acesso da Águia do Vale para o Paulistão. Passou para a história como um dos maiores ídolos da torcida do São José EC. 

Edinho, Tião Marino e Nenê, o ataque dos sonhos, inesquecível, campeão, com dois pontas especialistas, talvez os últimos que apareceram no futebol brasileiro. Os três ganharam a simpatia da torcida e entraram no rol dos grandes ídolos. Impossível não se lembrar de um atacante driblador, irreverente, que partia pra cima de qualquer marcador, apesar de ser franzino. Cruzamentos precisos e também goleador, características que o transformaram no maior ponta do São José EC de todos os tempos. Foram 226 jogos com a camisa da Águia, de 1979 a 1983, cinco temporadas seguidas fazendo sucesso. Foram 28 gols marcados e muitas assistências.

Entre os gols marcados por Edinho, um dos mais festejados foi contra o Grêmio Catanduvense na final da 2ª Divisão de 1980, no Pacaembu. No ano anterior ele sofreu a tristeza da derrota para o Taubaté, no Parque Antártica (1x2), quando o Burro da Central conquistou o acesso. Mas foi tudo muito passageiro, já que a alegria de 1980 superou tudo. E depois ainda participou de um jogo histórico contra o EC Taubaté, no Joaquinzão, valendo vaga no campeonato brasileiro da Série A então chamado de Taça de Ouro. O São José venceu por 1 a 0 (gol de Nenê). Para ele essa vitória teve um gostinho especial, pois na entrada em campo foi muito perseguido pela torcida tubateana: acertaram-lhe uma estilingada com uma bolinha de gude ou de críquete e ele desabou. Deu o troco no jogo, com uma atuação impecável.

Divorciado da Sra. Rosilene, com quem teve três filhos (Antonieta, Edison Junior e a joseense Aretha). Ganhou dois netos. É muito apegado com os filhos e netos. Flamenguista roxo. Fixou residência em Juiz de fora, onde trabalha na AMAC. Não deixa de acompanhar o São José, torcendo sempre para que o clube volte para a divisão de elite do futebol brasileiro. Ele sabe o quanto isso é importante, pois viveu as glorias do título da Segunda Divisão paulista e depois vestiu a camisa do São José EC no campeonato brasileiro, com jornadas memoráveis.

11 DE ABRIL - ANIVERSÁRIO DO GENERAL EXÉRCITO ENZO MARTINS PERI



Nascido em 11 de abril de 1941, no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, incorporou-se às fileiras do Exército em 15 de fevereiro de 1960.
Foi declarado Aspirante-a-Oficial da Arma de Engenharia em 20 de dezembro de 1962, na Academia Militar das Agulhas Negras.
Possui os cursos de Engenheiro de Fortificação e Construção, do Instituto Militar de Engenharia; da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, e o de Comando e Estado-Maior.
Foi agraciado com as Medalhas da Ordem do Mérito Militar, Ordem do Mérito da Defesa, Ordem do Mérito das Forças Armadas, Ordem do Mérito Aeronáutico, Ordem do Mérito Naval, do Mérito Mauá - Cruz Mauá, Ordem do Mérito Judiciário Militar, Ordem de Rio Branco, Ordem do Mérito Batalhão Suez, Ordem do Mérito Cartográfico, da Vitória, Militar de Ouro com passador de platina, Corpo de Tropa com passador de bronze, Pacificador, Mérito Santos-Dumont, Mérito Tamandaré, Serviço Amazônico com Passador de Prata, Marechal Hermes de Prata com uma Coroa, Legião do Mérito do Engenheiro Militar Alta Distinção, Coronel Elísio Sobreira (Paraíba), Constitucionalista (São Paulo), Ordem do Mérito Renascença (Piauí), Honra ao Mérito “Heróis do Jenipapo” (Piauí), Defesa Civil Nacional, “Mérito Segurança Pública do Distrito Federal”, Ordem do Mérito Farmacêutico Internacional, Ordem do Mérito Cívico, Esquadrão Ten Vaz, Alferes Joaquim José da Silva Xavier (Polícia Militar do Distrito Federal), Marechal Cordeiro de Farias, Jubileu de Ouro da Vitória na II Guerra Mundial, Mérito Cultural da Magistratura Brasileira, Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho Epitácio Pessoa – Grã Cruz (Paraíba), Medalha Epitácio Pessoa da Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba e o título de Cidadão Mato-Grossense pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Recebeu também as seguintes condecorações estrangeiras: pela Colômbia, a Ordem do Mérito Militar “Gen José María Córdova”; pelo Paraguai, a Ordem do Mérito Militar, a Medalha Honorífica de Engenharia e a Ordem do Mérito “Marechal José Félix Estigarribia”; pela Argentina, a Ordem aos Serviços Distinguidos; pelo Chile, a Medalha Cruz da Vitória; pelo Equador, a Medalha Estrela das Forças Armadas do Equador – Grande Estrela ao Mérito Militar; por El Salvador, a Medalha de Ouro pelos Serviços Distinguidos; pelo Peru, a Medalha Cruz Peruana ao Mérito Militar e a Ordem Militar Francisco Bolognesi; pela Bolívia, a Medalha “Prócer de la Libertad Gen Div José Miguel Lanza” e a Distinção “Castillo de Oro – Ingeniero Honoris Causa”; por Portugal, a Medalha de Mérito Militar – Grã Cruz; pela Itália, a Medalha “Europea” da “Federazione Italiana dei Combattenti Alleati”; e pelos Estados Unidos da América, a Medalha “A Legião do Mérito – Grau Comandante”.
Como Oficial Superior desempenhou as funções de Instrutor da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais; Comandante da 9ª Companhia de Engenharia de Combate (Escola); Chefe de Seção do Estado-Maior Geral do 1º Grupamento de Engenharia de Construção; Adjunto do Gabinete do Ministro do Exército e Adjunto da Missão Militar Brasileira de Instrução no Paraguai.
Comandou o 9° Batalhão de Engenharia de Construção, em Cuiabá (MT) e, posteriormente, chefiou o Estado-Maior do Comando do 2° Grupamento de Engenharia de Construção e o Estado-Maior do Comando da 12ª Região Militar, ambos em Manaus (AM), a seguir, foi nomeado Chefe de Gabinete da Secretaria-Geral do Exército, função que exerceu até março de 1995, quando foi promovido a General de Brigada.
Como oficial-general, desempenhou as funções de Secretário-Geral do Exército, em Brasília (DF); Comandante do 2º Grupamento de Engenharia de Construção, em Manaus (AM); Comandante do 1º Grupamento de Engenharia de Construção, em João Pessoa (PB) e Diretor de Obras de Cooperação, em Brasília (DF).
Promovido a General de Divisão em 31 de março de 1999, exerceu os cargos de Comandante da 2ª Região Militar, sediada em São Paulo (SP), e de Vice-Chefe do Departamento de Engenharia e Construção.
Em 31 de março de 2003, foi promovido a General de Exército, sendo nomeado Chefe do Departamento de Engenharia e Construção, cargo que exercia ao assumir o Comando do Exército, em 08  de março de 2007.
AO GEN EX ENZO MARTINS PERI NOSSOS SINCEROS PARABÉNS.