domingo, 22 de fevereiro de 2015

Presidente da Unidos do Ladeira fala dos desafios do Carnaval em Juiz de Fora

Mesmo vencendo cinco dos últimos seis carnavais, Marcus Valério Mendes vê dificuldade na realização da festa na cidade e fala do dia-a-dia da escola vencedora

Lucas Soares
Repórter
13/02/2015
A G.R.A.C.E.S. Unidos do Ladeira, com 39 anos de história, conquistou seu 13º título do Carnaval de Juiz de Fora, na última segunda-feira, 9 de fevereiro, após uma acirrada disputa com a Turunas do Riachuelo e a Real Grandeza, segunda e terceira colocadas, respectivamente, nos desfiles que aconteceram no sábado passado, 7.
Mas ter vencido o Carnaval por quatro anos consecutivos não significa que a vida na escola de samba é fácil. Em entrevista exclusiva, o presidente da Unidos do Ladeira,Marcus Valério Mendesrevelou os planos para o futuro, o planejamento da agremiação e as dificuldades para se fazer a festa em Juiz de Fora. Confira!
Portal ACESSA.com - Qual foi a história da Unidos do Ladeira?
Marcus Valério Mendes - O Ladeira tem 39 anos completados agora em janeiro. Ela surgiu como bloco de Carnaval, depois passou a ser escola. Começamos no Grupo B, subimos ao Grupo A e somos uma das escolas mais jovens da cidade. Temos treze títulos do primeiro grupo, somos a mais vencedora da cidade. Em segundo lugar, vem a Turunas do Riachuelo com dez. Além disso, hoje alcançamos um fato que até então era inédito: o tetracampeonato conquistado nos igualou à Juventude Imperial.
Como você avaliou o desfile da Unidos do Ladeira? Ficou alguma coisa a desejar?
Em muitos quesitos ficou a desejar. Nós trabalhamos para tirar 10 em tudo, mas sabemos que tem quesitos que não tem como, como a Evolução. Nos outros a gente trabalhou. Sempre acontece uma coisa ou outra. Um destaque teve parte de sua fantasia quebrada, devido ao peso, e perdemos décimos na apuração de alegorias. Eu ainda não peguei a pasta dos jurados, mas vi alguns erros que serão trabalhados e consertados para o ano que vem. Nosso objetivo é tirar 10 em tudo, para mostrar à população de Juiz de Fora que o Unidos do Ladeira trabalha o ano inteiro, ininterruptamente, e com isso proporciona para a cidade um belo espetáculo.
Como é o dia a dia da escola durante o ano?
Nós trabalhamos o ano inteiro alugando o salão para eventos. Temos o baile do Fabrício & Gabriel às sextas-feiras e aos sábados e domingos eu tenho shows variados. Todo o dinheiro arrecadado nesses eventos é colocado na escola. Eu peguei a agremiação com quase R$ 300 mil de dívidas e paguei tudo. Hoje o Ladeira tem o nome limpo em todos os setores, não devendo nada a ninguém. Além disso, investimos na escola. Colocamos ar-condicionado, remodelamos o chão, as paredes. Estamos construindo um bar enorme no primeiro andar para lançarmos a Terça na Toca, que terá vários eventos diversos relacionados à samba. Nenhum diretor recebe nada daqui.
Quando começa a preparação para o próximo Carnaval?
Dei uns dias de folga para o pessoal, mas em março nós nos reunimos para decidir o enredo. Temos dois em evidência e vamos abrir para a diretoria e os amigos avaliarem. Através de sistema de votação eliminatória, nós vamos escolher o melhor enredo.
 
Como é a participação da comunidade do Ladeira na escola?
Nossa comunidade é muito pequena, é feita praticamente de três ruas. Mas ela é muito atuante, com vários diretores e conselheiros, que são dividido entre amigos, fundadores, ex-presidentes e pessoas da comunidade. Temos 31 conselheiros e cada representação tem um número de votos. A comunidade nos ajuda muito, além do apoio em tudo que a gente precisa.
Como é a preparação durante o ano? Isso gera quanto de emprego para a cidade?
Esse ano nós envolvemos cerca de 130 pessoas. A gente terceiriza. Temos um galpão de alegorias no Nova Era, um galpão de fantasias no Vitorino Braga, um galpão de costureiros no Bairu, um galpão de destaques na Avenida Sete e um galpão de bateria em São João del-Rei. Quando não são os diretores que fazem, são pessoas da própria comunidade que nos ajudam. Em abril nós vamos desmanchar as alegorias para preparar as do próximo ano. Enquanto isso, o nosso carnavalesco, Anderson Luiz, vai desenhar o esboço das fantasias para colocar no papel.
Quando a Unidos do Ladeira investiu neste Carnaval?
No ano passado, nós investimos R$ 274 mil. Esse ano as contas ainda não fecharam, mas eu fiz uma redução muito grande. A verba da Prefeitura de Juiz de Fora não aumenta há quatro anos, desde o último ano da administração do Custódio Mattos e mais três anos com o Bruno. Isso vem sufocando muito as escolas de samba, acreditamos que esse valor está em cerca de 40% defasado. Eles repassam R$ 622 mil: entre R$ 600 mil para as escolas, R$ 10 mil para a Corte Real e R$ 12 mil para premiações. Esses R$ 600 mil são divididos em 65% para o Grupo A e 35% para o Grupo B. Cada escola do Grupo A recebe R$ 64 mil. E nós das escolas, além da Liga das Escolas de Samba de Juiz de Fora, damos uma ajuda para a escola de Grupo C, já que a Prefeitura não dá nada. Pelas minhas contas, eu devo ter gastando entre R$ 170 mil a R$ 180 mil.
Existe apoio da iniciativa privada?
Não. Eles nunca nos apoiaram em nada. Inclusive o comércio vem reclamando que está tomando prejuízo no Carnaval, mas uns anos atrás, um outro presidente da Liga foi pedir para que cada comerciante desse, por exemplo, R$ 10 por ano para as escolas e foi rejeitado, pelo que eu fiquei sabendo. Então agora eles não têm porque reclamar da mudança dos dias do Carnaval.
Como você enxerga a parcela da população que acha que o Carnaval de Juiz de Fora é um dinheiro gasto à toa?
Só fala que é um dinheiro gasto à toa quem não gosta de samba e as igrejas evangélicas, o povo que não vem ver mesmo. Se eles viessem, não iriam ter esse pensamento. A mesma pessoa que fala que é um dinheiro gasto à toa senta pra ver o desfile do Rio de Janeiro na televisão e não tem coragem de vir aqui na avenida, ver o que nós fazemos. É um dinheiro gasto à toa? A Prefeitura gasta R$ 2 milhões no Carnaval, isso dá em média R$ 3 por habitante. É um investimento muito ínfimo perto do que é gasto em outras cidades. As pessoas que são contra, são contra tudo. Juiz de Fora é uma cidade sem alma. Tem um Carnaval maravilhoso e as pessoas não dão valor, tem o Miss Gay que acabou porque não deram valor. Tem um time de futebol que não tem público porque não dão valor, um time de vôlei que disputa a Superliga e quase ninguém sabe qual é. A população daqui não valoriza o que nós temos.
Você acha que as escolas daqui gastam muito com o Carnaval?
Não. É um investimento que você faz para o público. O dinheiro que a Prefeitura nos repassa não dá para pagar nem as pessoas que fazem as coisas para o Ladeira. Isso tudo gera uma gama de pessoas que estão trabalhando para a gente, seja o faxineiro, o empurrador de alegoria, quem confecciona fantasias... É um dinheiro gasto para pagar o pessoal que trabalha também, na compra de material.
Como a crise financeira que o país vive atingiu o Carnaval?
Nós entendemos que esse ano e ano passado poderia estar assim. Mas antes não estava. Eu acho que para uma cidade com quase 700 mil habitantes, investir R$ 2 milhões em cultura popular não é um grande investimento. Talvez em outras áreas eles estejam investindo acima do que pode ser investido. Eu não sei quanto que a Prefeitura gasta de propaganda, por exemplo, mas pelo que eu sei, o orçamento total é de R$ 1,4 bilhão pra esse ano. Eu não estou dentro da Prefeitura pra saber, mas é uma verba muito pequena para a cultura popular. Os blocos e as escolas de samba fazem a festa da população por dez dias. Isso dá mais ou menos R$ 0,30 por dia de investimento por pessoa. Quem não vai, não participa, eu não posso cobrar. Não participa e não vai porque não quer. As pessoas cortam um pouco a diversão. Quem vinha nos nossos shows e gastavam pouco, não vem mais. Quem gastava mais, está gastando menos e quem gastava menos, não estão gastando quase nada. O dinheiro arrecadado pra investir no Carnaval teve queda de 40%.
Qual expectativa sobre a antecipação do Carnaval em 2016? Se isso acontecer, o desfile vai acontecer em janeiro.
Ainda vai existir uma reunião com a liga, com a Polícia Militar (PM), a Prefeitura e a Settra. A antecipação pra nós, das escolas de samba, foi muito boa. O Carnaval em janeiro é ruim porque a cidade vai estar mais vazia por causa das férias e o nosso tempo vai ser menor para fazer os ensaios. Apesar da bateria começar a ensaiar em novembro, e os ensaios aberto ao público são a partir de janeiro. Vamos procurar uma solução. Talvez volte para a data oficial e eu dei a sugestão de adiar em uma semana.
ladeiraComo os foliões podem fazer se quiserem desfilar pelo Unidos do Ladeira em 2016?
As fantasias são alugadas, porque se a gente for vender, fica fora da realidade da cidade. Nós confeccionamos, as pessoas nos procuram e alugam, de acordo com a ala que querem sair. Esse ano sobraram onze fantasias sem alugar, que foram doadas para a comunidade desfilar com a gente. São as pessoas mais simples que desfilam conosco. Falam que o Ladeira é uma escola de elite, mas não tem ninguém aqui que é assim. A maioria das pessoas que trabalha aqui são comuns. Criou-se esse dogma porque nós vamos luxuosos, com fantasias bonitas. Quem não quer luxo e riqueza?
Quais são os planos para o futuro?
Quando entrei aqui, há seis anos, a minha perspectiva era reestruturar o Ladeira como escola de samba. Consegui fazer isso, levei a escola à um patamar superior ao que estava antes. Eu fiz seis carnavais, ganhei cinco e ainda tenho mais um. Ano que vem vamos fazer um trabalho sério, melhor do que esse, e tentar o pentacampeonato, uma coisa inédita para o Unidos do Ladeira. Depois disso, nós vamos sentar, ver quem será o próximo presidente e tentar continuar nessa caminhada de sucesso. Farei tudo para ganhar o Carnaval de 2016 e, se alguém fizer melhor, me sentirei honrado porque fiz tudo aquilo que eu podia fazer e darei os parabéns.
http://www.acessa.com/cultura/arquivo/carnaval2015/2015/02/13-presidente-da-unidos-do-ladeira-fala-dos-desafios-do-carnaval-em-juiz-de-fora/

Câmara de Juiz de Fora - Muitas leis, pouca aplicabilidade

POR RENATO SALLES REPÓRTER


“Essa lei entre em vigor na data de sua publicação.” Na maioria dos casos, esta frase finaliza os projetos aprovados pela Câmara Municipal e está presente em boa parte das normas ordinárias promulgadas em Juiz de Fora no ano passado. Muitas vezes, no entanto, o texto funciona como nota de rodapé. Várias das regras do inumerável emaranhado que forma a legislação do município, após 164 anos de funcionamento do Palácio Barbosa Lima, já caíram em desuso ou sequer foram colocadas efetivamente em prática. É o caso da lei que restringe o uso de água tratada a atividades consideradas essenciais em períodos de estiagem, cenário observado na cidade recentemente. De autoria do vereador Antônio Aguiar (PMDB), o dispositivo tem por objetivo conter abusos como a lavação de calçada com mangueiras, prevendo, inclusive, sanções financeiras aos infratores. Apesar de a sintonia com a atual crise hídrica que assola a Região Sudeste, a lei permanece no papel desde sua publicação nos “Atos do Legislativo”, em novembro passado. Conforme matéria publicada pela Tribuna no último dia 6, Aguiar afirma que cabe à Cesama a execução da regra. De outro, o Município diz que o texto possui pontos inaplicáveis. Este é apenas mais um dos casos em que o abismo entre a teoria do Legislativo e a prática do Executivo se evidencia.
Só no ano passado, 173 leis ordinárias aprovadas pela Câmara foram publicadas e oficializadas como legislação municipal. Metade dos textos, entretanto, pouco ou nada diz respeito ao cidadão comum, tratando-se de homenagens e reconhecimentos a pessoas, entidades ou segmentos sociais distintos. Em 2014, foram promulgadas 37 normas relacionadas à denominação de espaços públicos, 37 que concedem títulos honoríficos e outras 13 que destacam datas específicas no calendário oficial do município. Da outra metade, 50 são referentes a proposições do Executivo. A maioria diz respeito a ações de caráter da gestão municipal, como peças orçamentárias e reajustes salariais do funcionalismo. Do restante, ainda é possível excluir duas regras direcionadas à organização administrativa do Legislativo, restando 34 peças de autoria dos vereadores que poderiam ter efeito visível no cotidiano dos juiz-foranos. A maioria, entretanto, mostra-se refém de si mesma, travadas no limbo da inaplicabilidade por falta de regulação por parte do Poder Executivo ou pela falta de uma efetiva fiscalização.
Sem efeito prático
Das 34 leis originárias de autoria do Legislativo publicadas no ano passado, pelo menos 14 são passíveis de regulamentação por parte da Prefeitura para que possam ter efeito efetivo ou sua aplicação facilitada. Entretanto, uma rápida pesquisa no diário de publicações dos atos do Executivo mostra que, até aqui, nenhuma delas foi alvo de decreto regulamentador, o que também acontece com inúmeras regras aprovadas em anos anteriores.
Em 2014, segundo ano da gestão Bruno Siqueira (PMDB) à frente do Município, foram publicados 19 decretos editados para regulamentar – ou revisar regulamentações anteriores – leis aprovadas pela Câmara de 1994 para cá. O único caso que diz respeito a uma legislação publicada no ano passado não trata de um projeto oriundo do Legislativo, mas de mensagem do Executivo que autoriza o Município a conceder bolsas para profissionais do programa “Mais médicos”.
Entre os projetos que carecem de regulamentação do Executivo estão os que tratam da instituição de políticas públicas para a terceira idade; da instalação de interfone e luzes de emergência em elevadores de prédios público; da obrigatoriedade de mesas e cadeiras para uso exclusivo de gestantes, idosos e deficientes nas praças de alimentação de shopping centers; da proibição da utilização de máscaras e capuzes em manifestações realizados em prédios públicos; e da proteção e bem-estar de animais em estabelecimentos comerciais.
Como nenhuma destas legislações estipulam prazo para a regulamentação por parte do Prefeitura, a aplicabilidade da lei fica comprometida. Na maioria dos casos, nos três entes federativos que compõem a União, a necessidade de regulamentação ocorre pois, apesar da intenção do parlamentar em legislar a favor da coletividade, o mesmo reconhece a dificuldade na execução da norma e transfere ao Executivo a responsabilidade de detalhar os diversos aspectos práticos pertinentes à aplicação da norma. Assim, o acúmulo de leis não regulamentadas se tornou realidade em cidades, estados e na União.

Por mais fiscalização pelo Executivo

Em conversas reservadas, alguns vereadores reconhecem que, apesar do intuito de equacionar problemas e sanar as necessidades oriundas da sociedade, há dificuldades na aplicação de algumas das leis propostas pelo Legislativo pela falta de capacidade de fiscalização do Executivo. Mesmo conscientes do entrave, os parlamentares defendem a criação dos dispositivos como ferramenta de conscientização. Em alguns casos, os próprios legisladores assumem o papel de fiscais. Por outro lado, o entrave para a aplicação das regras está justamente em seu nascedouro, quando os textos originais não sugerem a necessidade de regulamentação, nem tampouco distinguem quais órgãos serão responsáveis pela inspeção da legislação proposta.
Neste sentido, independentemente da capacidade ou não de fiscalização do Poder Executivo, duas leis do vereador José Márcio (PV), promulgadas no ano passado, parecem ter “colado”, mesmo que ainda careçam de regulamentação por parte do Executivo. Uma delas é a que proíbe a realização de rodeios, touradas ou festas similares que envolvam maus-tratos e crueldade aos animais em Juiz de Fora. Desde a edição da medida, nenhum evento com tais características foi realizado no município, muito pela conscientização e conversas com empresários do ramo. Da mesma forma, a legislação que veda a realização de trotes universitários em áreas públicas, parece ter contribuído, senão pela eliminação, pelo menos para a diminuição da prática nas ruas da cidade.
Conscientização
Apesar de admitir as dificuldades da Prefeitura com relação à fiscalização de todas as leis em vigência no Município, alguns parlamentares afirmam que têm por hábito ir a campo para verificar o cumprimento de normas de suas próprias autorias. Uma vez mais, em tom de conscientização. Por outro lado, de forma geral, é papel dos legisladores, em todas as esferas, acompanhar os trâmites das propostas aprovadas pelos parlamentos após suas promulgações.
Constitucionalmente, além da elaboração das normas, também é de responsabilidade do Legislativo fiscalizar as ações administrativas e a aplicação e o cumprimento da legislação vigente por parte do Executivo. Assim, inclusive, seria importante cobrar a regulamentação das normas jurídicas nos casos em que tal ferramenta seja necessária, já que muitos juristas entendem ser inconstitucional a aplicação de lei não regulamentada.

Entendimento entre poderes facilita execução

Enquanto algumas leis aguardam anos para serem regulamentadas e, efetivamente, colocadas em prática, o entendimento prévio entre os poderes Legislativo e Executivo pode facilitar a aplicabilidade de novas propostas. No ano passado, o então vereador Noraldino Júnior (PSC), hoje deputado estadual, apresentou projeto de lei instituindo a Política Municipal de Utilização Sustentável dos Veículos de Tração Animal (VTA), prevendo a retirada de circulação de carroças das vias públicas da cidade em cinco anos. Por definir prerrogativas pertinentes de responsabilidade exclusiva do Poder Executivo, a peça acabou sendo alvo de veto total por parte do prefeito.
A partir daí, conversas entre o parlamentar e a Prefeitura resultaram na confecção de uma mensagem para tratar do tema e regulamentar a utilização deste tipo de veículo nos próximos cinco anos, apontando alternativas para os profissionais que têm na exploração do modal o sustento de suas famílias. Mais uma vez, o texto foi aprovado pelo Palácio Barbosa Lima, e a lei deve entrar em plena execução em dois meses, já que, a partir do dia 21 de abril, as carroças só poderão circular mediante autorização prévia do Município.
Apesar do sucesso no caso da validação de uma política pública com relação aos veículos de tração animal, o entendimento entre Legislativo e Executivo acerca de propostas feitas por parlamentares é visto com reservas. Para evitar qualquer tipo de ingerência de um poder sobre o outro, muitos parlamentares alega m que consultas prévias prejudicam a independência que deve marcar as relações entre Legislativo e Executivo.
http://www.tribunademinas.com.br/muitas-leis-pouca-aplicabilidade/

Outras ideias com Sidney Alves Vieira, bar do Futrica

POR MAURO MORAIS

Sidney brinca, cria e trabalha no bar (Foto: Leonardo Costa/27-01-2015)

“Minha vida só lembro a partir do bar”, conta Sidney Alves Vieira, de 64 anos. Suas memórias partem do mesmo ponto em que Juiz de Fora passou a conhecer Futrica e sua família, com uma pequena lanchonete na Galeria João Pedro Hallack. “Meu pai tinha uma cantina no quartel general e resolveu comprar o bar de um grego chamado Anastácio. Ele vendeu o bar com as prateleiras cheias e, quando meu pai começou a abrir as garrafas, da segunda prateleira para cima só tinha água dentro. Foi um presente de grego”, brinca Sidney, sócio do local junto do irmão Ademir, do filho Rondinely e do sobrinho Douglas. Ao assumir o ponto, Futrica, que ganhou esse apelido ainda criança, em Guarani, também comprou a fórmula da famosa pizza grega.
Sentindo os primeiros sintomas de um enfisema pulmonar que o vitimou em 1977, aos 59, o patriarca chamou os filhos para comandar o negócio. Na época, Sidney, saído do exército, havia acabado de passar para o vestibular de filosofia (a primeira opção era engenharia). “Ia ser professor de desenho”, recorda-se ele, falante, com entusiasmo na voz e nos gestos. Começava, então, a vida pública de um homem cheio de dons, que pinta por hobby, trabalha por vontade e necessidade e joga futebol por extremo prazer. Tradicional, o negócio, um misto de boteco e restaurante, ganhou uma loja anexa, com nove mesas, sete delas com nomes dos bisnetos do fundador. O piso, de ladrilho hidráulico, ainda é o mesmo, e a bancada, em branco e laranja, foi trocada há 40 anos.

‘Somos trabalhadores’

O imóvel alugado, que abre as portas, de segunda a sexta, às 8h, e encerra as atividades 12 horas depois (sábado segue até 16h) – Sidney trabalha, uma semana, no primeiro turno, até as 14h, e na outra, no segundo – é um resistente. “Com todos os problemas, todas as mudanças políticas e financeiras, nos mantivemos aqui. Firmes e fortes”, comenta. “Somos pobres, trabalhadores. Todo mundo tem sua vida boa. Eu, meus irmãos e nossos filhos, todos têm casa própria, mas com muito trabalho”, completa ele, que longe dali é um reconhecido jogador de botão. “Essa história começou quando eu era garoto e fazia campeonatos a partir das tabelas do Campeonato Carioca, quando eram só 12 times. Roubava os botões maiores da minha mãe, que costurava, fazia a bola com maço de cigarros, os gols, com caixas de sapato, e as caixas de fósforos eram os goleiros”, recorda-se ele, que começou a brincadeira no mesmo ano em que o bar “nasceu”. Mais uma vez, o Bar do Futrica na raiz das memórias.

Quase craque

“Sempre joguei futebol. Craque eu nunca fui, mas desenvolvia bem”, diz Sidney, com um sorriso no rosto. Em 1967, quando foi disputar o juvenil pelo Tupinambás, resolveu brincar com os colegas do time. “No centro do campo, houve o primeiro jogo de botão realizado pela Associação de Futebol de Mesa. Cada jogador do juvenil representava um time, e o campeão foi o Santos”, lembra, referindo-se ao grupo que hoje tem sede em sua casa, na Vila Ozanan, onde funciona o Clube Futrica e suas seis mesas para partidas. “Hoje temos registrado 460 atletas que já passaram por aqui e todos os jogos que fizemos”, gaba-se ele, que costuma disputar o campeonato brasileiro e atualmente conta com quatro equipes, todas com o “sobrenome” Futrica. Fora do bar, Sidney sempre esteve dentro do campo. Já comandou a escolinha de futebol do Sport e, no início dos anos 2000, candidatou-se a uma vaga para ser instrutor do esporte na Aldeia S.O.S..”Quando cheguei lá, deixei minha carteira de trabalho com os diretores e fui conhecer as casas. Levei uma prancheta, chamei um menino para me apresentar aos outros e fui conhecendo todos eles. No fim, tinha uma criançada atrás de mim. Domingo, quando voltei, comecei a apitar no meio do campo e acabei formando três times”, lembra.

Ilustres clientes

Animado, o marido de Ercília (a quem credita todo o seu ânimo para a vida), também brinca no negócio da família. “Invento coisas para manter os fregueses aqui. Fiz, por dez anos, um jogo de perguntas, e no final do ano o vencedor ganhava diploma. Fiz uma série de selos do Futrica e até hino”, enumera. Também faz, desde 1982, um álbum com os santinhos dos candidatos locais, o que lhe rende uma clientela de políticos. “Quando comecei o álbum, percebi o andar da carruagem. Na última eleição, teve um que me disse que iria desistir. Fiz uma pesquisa e disse para ele: ‘Rapaz, desiste não porque você tem chance’. Acabou ganhando. Todos os vereadores e prefeitos vêm aqui”, orgulha-se. Um dia, ao passear por um supermercado, avistou o ex-presidente Itamar Franco. “Decidi falar com ele. Quando cheguei perto e perguntei se ele estava bem, ele me questionou: ‘Como é que vai o Bar do Futrica?’. Ele me conheceu, cara!”, conta, arrepiado. Homenageado por diversas vezes, o filho do Futrica ganhou notoriedade. “Se eu ganhasse um dinheiro extra, construiria um ginásio só para o futebol de mesa”, diz. Mas, e o bar, Sidney? “Nunca pensei em nada, só penso em morrer aqui.”
http://www.tribunademinas.com.br/outras-ideias-com-sidney-alves-vieira/

sábado, 21 de fevereiro de 2015

CARNAVAL DE JUIZ DE FORA - PASSARELA DO SAMBA 07.02














Dilma reaparece zombando da inteligência alheia

21/02/2015 - 03h00

Ricardo Noblat
De que adiantou a presidente Dilma ter ficado quase dois meses sem responder a perguntas de jornalistas para ao fim e ao cabo romper seu silêncio dizendo um monte de sandices? Perdeu uma oportunidade de ouro de permanecer calada.
A maioria dos brasileiros não a perdoa por ela ter mentido tanto durante a campanha que a reelegeu. Tudo o que ela disser daqui para frente será recebido com desconfiança. Pois bem: assim que pôde, Dilma voltou a zombar da inteligência alheia.
O que resta demonstrado depois de tantos meses de investigação sobre a roubalheira na Petrobras? Que diretores e gerentes, alguns nomeados ainda por Lula, montaram uma formidável máquina de arrancar dinheiro de empreiteiras para financiar partidos.
Quando tudo isso começou? No primeiro governo Lula. Pedro Barusco, ex-gerente da Petrobras, confessou ter sido subornado por uma empresa holandesa ainda no período de Fernando Henrique Cardoso na presidência. Mas esse foi um fato isolado como ele mesmo reconheceu.
A corrupção organizada e envolvendo funcionários e empreiteiras a serviço da Petrobras só deu sinal de vida na Era  PT. Daí... Daí como é possível que Dilma cometa o descaramento de atropelar a verdade para tentar repartir a culpa do PT com o PSDB de FHC?
Isso só tem um nome: desonestidade intelectual.
Como na campanha, Dilma imagina sair no lucro repetindo mentiras até que elas acabem aceitas como verdades. Não é por que o truque deu certo antes que dará certo outra vez. 
Presidenta Dilma Rousseff durante cerimônia de entrega das Cartas Credenciais dos Embaixadores Estrangeiro (Foto: Roberto Stuckert Filho / PR)Presidenta Dilma Rousseff durante cerimônia de entrega das Cartas Credenciais dos Embaixadores Estrangeiro (Imagem: Roberto Stuckert Filho / PR)http://noblat.oglobo.globo.com/meus-textos/noticia/2015/02/dilma-reaparece-zombando-da-inteligencia-alheia.html

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

FALA O QUE QUER, OUVE O QUE NÃO QUER.... BOA

Um filho de um importante político, ao parar em uma blitz da lei seca,  e muito "cheio do mé", gritou com o tenente.

 - Você sabe quem é meu pai? 

O ten retrucou - Aqui fazemos teste do bafômetro, não de DNA .

Rsrsrs

Deputados esticam a folia e matam reuniões na ALMG pós carnaval

PUBLICADO EM 20/02/15 - 04h00

A atual legislatura da Assembleia de Minas Gerais (ALMG) continua gerando más notícias 20 dias após os atuais deputados tomarem posse. Nesta quinta, dia normal de trabalho, a maioria absoluta dos parlamentares não compareceu. Com isso, eles inviabilizaram a reunião no plenário e os trabalhos nas comissões que tinham reuniões agendadas.

Logo pela manhã, a Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia não pôde se reunir pois apenas o presidente do colegiado, Paulo Lamac (PT), e a suplente Ione Pinheiro (DEM) – substituta de Dalmo Ribeiro (PSDB) – estiveram por lá. Faltaram o vice presidente do grupo, Douglas Melo (PSC), e os titulares Noraldino Jr (PSC) e Carlos Henrique (PRB). No gabinete de Melo, a explicação foi curiosa: ele tem um programa de rádio das 8h às 11h. Questionada sobre como ele fará, já que as reuniões são sempre às 9h30 de quinta-feira, a assessora informou que ele “irá sair mais cedo nesses casos”. No gabinete de Noraldino a explicação foi que a reunião ficou para esta sexta (uma extraordinária foi marcada para substituir a desta quinta, sem quórum).

À tarde também não havia deputados em número suficiente para a reunião da Comissão de Segurança Pública. Apenas o presidente, Sargento Rodrigues (PDT), compareceu, entre os titulares. Cabo Júlio e Celise Laviola, ambos do PMDB, alegaram estar em “reunião partidária” na Cidade Administrativa. Já o gabinete de João Magalhães, do mesmo partido, afirmou que ele estava na Casa e não soube explicar por qual motivo não teria comparecido ao encontro.

Além de não irem às reuniões de comissão, os deputados também mataram a sessão no plenário mais uma vez. Apenas 25 parlamentares estavam presentes na Casa, e, por isso, a reunião não pode sequer ser iniciada. Conforme o Aparte relatou na última semana, a única vez em que houve quórum para votar projetos foi no dia de aprovar a ampliação do auxílio-moradia, benefício para os próprios deputados.
http://www.otempo.com.br/cmlink/hotsites/aparte/deputados-esticam-a-folia-e-matam-reuni%C3%B5es-na-almg-1.996793

Sinserpu critica excesso de comissionados na PJF

O corte de gastos anunciado pela Prefeitura de Juiz de Fora (PJF), instituído pelo Decreto 12.259 – em vigência desde o dia 13 – foi motivo de duras críticas feitas pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Juiz de Fora (Sinserpu-JF). A entidade chegou a divulgar nota de repúdio sobre a decisão tomada pelo Executivo, tendo por base a “imposição de medidas” e a “ausência de diálogo do poder público com as entidades representativas dos servidores”. O sindicato ainda acusou a PJF de “tentar jogar nas costas do servidor municipal o ônus da completa falta de zelo com a coisa pública”. Uma das razões seria o excesso de cargos comissionados, principalmente na Empresa Municipal de Pavimentação e Urbanização (Empav).
O presidente do Sinserpu, Amarildo Romanazzi, explicou à Tribuna que os servidores de carreira não são os culpados pelo déficit público, mas sim o excesso de cargos comissionados. Segundo ele, o caso mais grave acontece na Empav por extrapolar os 35 postos permitidos pelo plano de cargos de carreira. “Temos mais de cem pessoas contratadas pela Empav em cargos comissionados, e parte delas está lotada em outros departamentos da Prefeitura. Isto ocorre pois não há realização de concursos públicos, fato que muito nos preocupa, pois coloca em risco o fundo de previdência próprio dos servidores de carreira da PJF”, destacou.
Amarildo pontuou que, diante do aperto financeiro vivido por muitas prefeituras – inclusive menores que a de Juiz de Fora – investir para a realização do carnaval, mesmo que de forma antecipada, foi uma falta de responsabilidade. “Isto demonstra a falta de controle com as finanças. Não há fiscalização dos gastos, principalmente com veículos. No passado, a Prefeitura mantinha um posto de combustível para abastecer a frota, que em sua maioria, era própria. Isso não existe mais, e as contas deixam de ser transparentes”, afirmou, acrescentando que não é de hoje que o sindicato tenta expor os excessos cometidos pela Administração.
Outro lado
A Prefeitura, por meio de sua assessoria de comunicação, lamentou a postura do Sinserpu, dizendo que a mesma não condiz com a verdade, confundindo, assim, o servidor municipal e a população. Em nota, a PJF afirmou que prima pela total transparência de seus atos, garantindo a implantação integral da Lei de Acesso à Informação e, da mesma forma, “sempre atuou em relação aos servidores, estando aberta ao diálogo e a melhorias nas condições de trabalho.”
Quanto à Empav, o Executivo ressaltou que vem atuando no enxugamento de cargos da empresa, inclusive com a extinção de posições, como aconteceu, recentemente, com a vice-presidência. A PJF ainda destacou que, por meio do decreto, quer garantir que a aplicação dos recursos seja mais consciente e moderna, observando todos os pontos, a fim de garantir que não houvesse prejuízos à população ou ao servidor.
http://www.tribunademinas.com.br/sinserpu-critica-excesso-de-comissionados-na-pjf/

Comemoração dos ‪‎70 anos‬ da tomada de Monte Castelo em Juiz de Fora






https://www.facebook.com/cleuza.santos.1

Comemoração dos ‪‎70 anos‬ da tomada de Monte Castelo no Batalhão da PEx - Brasilia







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CARNAVAL DE JUIZ DE FORA - CAMAROTES 07 DE FEVEREIRO II













quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Jovem é morto a tiros agora a tarde em Juiz de Fora

Crime aconteceu na esquina das ruas Araxá com Agilberto Costa (Foto: Olavo Prazeres/19-02-15)

Um jovem de 24 anos foi assassinado a tiros, no início da tarde desta quinta-feira (19), no Bairro São Benedito, Zona Leste de Juiz de Fora. O crime aconteceu por volta do meio-dia na Rua Araxá, esquina com a Agilberto Costa. Segundo informações da Polícia Militar, Alisson Santos de Assis estava na via pública junto com a companheira, 20, quando o casal foi surpreendido por dois criminosos em uma moto. O carona desembarcou com um revólver nas mãos e fez, pelo menos, três disparos na direção da vítima, que foi alvejada na região torácica. Alisson teria sofrido duas perfurações à bala e caiu ferido na calçada. Ele não resistiu aos ferimentos, e o óbito foi constatado no local pelo Samu.
O homicídio em plena luz do dia em uma das esquinas mais movimentadas do bairro chamou a atenção dos moradores, que se aglomeraram no local. De acordo com o comandante de policiamento do 2º Batalhão, tenente Ruanlemberg Ferreira Marques, o jovem ainda tentou correr junto com a mulher após ter sido atingido pelo primeiro disparo. “Ela começou a gritar e, em seguida, o carona que estava com o revólver nas mãos se aproximou e fez mais um disparo contra a vítima.” Um tiro ainda perfurou a porta de aço de um bar.
Ainda segundo o comandante, Alisson era morador do Bairro Santa Cândida, na mesma região, e, conforme consulta, não tinha passagens pela polícia. “A companheira dele falou que ele não tinha dívidas e nem inimigos. Ainda não sabemos a motivação.” Conforme o policial, o jovem era serralheiro, mas estava desempregado. O casal teria ido até o São Benedito à procura de uma conhecida.
O atirador e o comparsa fugiram na moto logo após o assassinato. O condutor estava com capacete, e o carona usava apenas uma blusa enrolada no rosto para não ser identificado. O homicídio mobilizou mais de cinco viaturas da PM, que realizam buscas por suspeitos. Até o momento, ninguém foi preso. O caso será investigado pela Delegacia Especializada de Homicídios.
http://www.tribunademinas.com.br/jovem-e-morto-a-tiros-no-sao-benedito/

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

ARMAS EM FUNERAL - CEL RODRIGO ESPÍNOLA ARAÚJO

Toque de silêncio. Morre o Coronel Rodrigo Espínola

Oficial de carreira do Exército Brasileiro, ele foi comandante do 7º Regimento de Cavalaria Mecanizado e Guarnição Federal entre 2008 e 2010 em Livramento
Coronel Rodrigo Espínola quando recebeu o título de Cidadão Santanense, ao fim de seu comando no município

Crédito:
Ex-comandante do 7º Regimento de Cavalaria Mecanizado (7º RC Mec), o coronel de Cavalaria Rodrigo Espínola Araújo, morreu no domingo, 15 de fevereiro, em Brasília.
O oficial exerceu o comando da unidade e da Guarnição Federal do Exército no município, no período entre 15 de janeiro de 2008 a 19 de janeiro de 2010.

O oficial - homenageado em Sant’ Ana do Livramento, com o título de Cidadão Santanense, conferido pela Câmara Municipal de Vereadores - pelas contribuições constantes que, como comandante da unidade, prestava aos vários segmentos do município, findou sua missão no Regimento Vasco Alves Pereira e partiu para atuar junto ao Estado Maior do Exército.

Entre as missões que estimulava, as Ações Cívico-Sociais (Acisos) tinham atenção especial, conforme lembra o ex-prefeito Wainer Machado, que administrava o município ao tempo do comando de Espínola no Regimento.

O coronel Espínola, em seu tempo de convivência com a comunidade santanense, buscou vivenciar de forma ativa e partícipe os eventos mais importantes do município. Espínola recebeu em 2008 a medalha Coronel Átilo Cavalheiro Escobar da Brigada Militar, no grau Grande Cavaleiro, conferida pela então governadora Yeda Crusius.

O coronel Espínola foi indicado pelo Exército Brasileiro para frequentar o Curso de Defesa e Segurança Hemisférica no Colégio Interamericano de Defesa, entre os anos de 2011 e 2012. No dia 17 de junho de 2011, foi recepcionado no Aeroporto de Dulles, em Washington, DC, Estados Unidos da América, como mais um integrante da Representação Brasileira na Junta Interamericana de Defesa, o qual, no desempenho da tarefa que lhe havia sido confiada, foi exitoso, obtendo também muito sucesso no desafio de representar o Brasil no Sistema Interamericano.

Atualmente, estava trabalhando na cúpula das Forças Armadas, na capital federal, após ter participado de vários cursos de aperfeiçoamento ao longo dos últimos anos.

O velório foi realizado na cidade de Curitiba, capital do Paraná. Conforme informações, os comandantes do 7º RC Mec e 2º Bateria de Artilharia Anti-Aérea (Bia AAAé) foram até aquela cidade para acompanhar os cerimoniais.
http://aplateia.com.br/VisualizarNoticia/6899/toque-de-silencio-morre-o-coronel-rodrigo-espinola.aspx#.VOU1OPnF9qU

Informações recebidas por e-mail:

Tinha um futuro promissor dentro do EB, era certo sair general. Dizem que era bem casado, muito educado e simpático.

Ele era irmão do ator Licurgo Espínola.

Ele é o do centro e na foto abaixo o irmão que é ator.




Comandante do Exército ministra palestra Inaugural na EsAO

Por Anderson Gabino     |     18/02/2015 às 11:21


O novo Comandante do Exército Brasileiro, General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas visitou, no dia 9 de fevereiro, a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO), na Vila Militar. Na ocasião, a autoridade ministrou a palestra inaugural, proferindo a respeito da importância do Capitão nas Organizações Militares e sobre sua visão para a Força nos próximos quatro anos.
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O General Villas Bôas assumiu o cargo em substituição ao General de Exército Enzo Martins Peri, que conduziu o Exército Brasileiro durante oito anos. O novo Comandante da Força Terrestre tem 48 anos de serviço e exerceu, entre outros cargos de relevância estratégica no Exército, os cargos de Comandante Militar da Amazônia e Comandante de Operações Terrestres.
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Em entrevista à TV Verde Oliva, o General Villas Bôas destacou que “o Exército é o resultado do trabalho de todos: do soldado mais moderno até o Comandante” e que conta com “o trabalho, o empenho, o patriotismo e a dedicação de todos para que o Exército siga nessa trajetória de crescimento e de engradecimento”.
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FONTE : Comando Militar do Leste
http://www.revistaoperacional.com.br/exercito/comandante-do-exercito-ministra-palestra-inaugural-na-esao/