segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

ARMAS EM FUNERAL - TEN CEL RONALDO OLIVEIRA BRAGA

O Tenente Coronel de Artilharia Ronaldo Oliveira Braga faleceu em acidente automobilístico na BR 116 na noite do dia 14.02, na cidade de Milagres, situada 120 quilômetros ao sul de Feira de Santana/BA.

O oficial havia passado o comando do 8º Grupo de Artilharia Paraquedista (RJ) no dia 16 de janeiro.






"DILMA PRECISA DE UMA GRANDE NEGOCIATA PARA APROVAR QUALQUER COISA"

Senador do DEM diz que a oposição cresce com a perda de credibilidade da presidente, que na eleição prometeu um carro novo, mas entregou uma sucata
por Izabelle Torres
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CRÍTICO FEROZ
Para Caiado, a sociedade entendeu que está sendo
guiada por uma presidente "atabalhoada"

Com discurso eloquente, Ronaldo Caiado (DEM-GO) estreou no Senado lançando luz sobre as manobras do governo para fechar as contas públicas à custa do bolso dos brasileiros. Na semana passada, seu estilo mordaz voltou com tudo. Ele pediu ao STF a dissolução da Mesa Diretora do Senado, incluindo a substituição do presidente Renan Calheiros (PMDB-AL). A desenvoltura de Caiado no cargo é resultado do espaço conquistado pela oposição desde as eleições presidenciais do ano passado, quando Aécio Neves (PSDB) recebeu 51 milhões de votos – uma diferença de apenas 3 milhões para a presidente Dilma Rousseff. “Você agora tem uma oposição que passa a ser vocalizada por milhões de pessoas que entenderam o que está acontecendo.
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"O Senado está paralisado por problemas pessoais e porque
tem um presidente (Renan Calheiros) enclausurado
e sem capacidade de diálogo"

Aí está a diferença. Antes, éramos vozes isoladas. Agora, fazemos um alerta num discurso e ele é repercutido”, disse o senador. Para Caiado, o contraste entre a retórica fantasiosa da campanha e a prática petista no poder confere legitimidade política para a oposição travar uma batalha no Congresso em nome dos anseios da população que não foram atendidos pela presidente reeleita. “Vamos mostrar que Dilma não está fazendo a lição de casa e cortando as despesas. Ao mesmo tempo quer punir os brasileiros com impostos e decisões que dificultam o acesso aos benefícios trabalhistas”, afirmou. O senador acredita que, no atual cenário, Dilma não consegue mais obter maioria no Parlamento. “Ela precisa fazer uma grande negociata para conseguir qualquer coisa aqui.”
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"A mobilização social é que vai ditar os rumos do debate sobre o impeachment "
ISTOÉ -
 Desde o início do segundo mandato, crescem os movimentos em defesa do impeachment da presidente Dilma Rousseff. O sr. acha que o momento é adequado para a discussão?
 
RONALDO CAIADO -
 Esse assunto está em toda parte do País. Não há uma conversa de grupos ou redes sociais em que não se cogite a saída da presidente. O único lugar em que essa questão ainda não está sendo realmente discutida é no Congresso. Mas a mobilização social é que vai ditar os rumos do debate sobre o impeachment. 
 
ISTOÉ -
 A insatisfação vai crescer ainda mais com o pacote de ajuste fiscal que o governo pretende enviar ao Congresso? Como o sr. acha que a Casa irá se posicionar?
 
RONALDO CAIADO -
 O clima político se deteriorou a uma proporção inimaginável. Acho que, desse pacote de maldades que o governo quer aprovar, pouca coisa vai passar pelo Parlamento. Nós da oposição vamos mostrar que Dilma não está fazendo a lição de casa e cortando as despesas. Ao mesmo tempo quer punir os brasileiros com impostos e decisões que dificultam o acesso aos benefícios trabalhistas. Entendo que a reação do Congresso deve ser intensa. Não vejo nem a base aliada disposta a esse desgaste. 
 
ISTOÉ -
O que mudou na relação entre governo e Congresso?

RONALDO CAIADO -
 Dilma não tem mais maioria. Precisa fazer uma grande negociata para conseguir qualquer coisa aqui. Isso está evidente para a população. Ao mesmo tempo, você tem uma população indignada porque não recebeu o que foi prometido e ainda precisa encarar um remédio mais amargo do que as piores previsões. Isso desqualifica a presidente.  Ela colocou um banqueiro no Ministério da Fazenda, aumentou os juros, precisou admitir que a pobreza aumentou e reajustou a conta de luz, que prometeu baixar. Ou seja, ela fraudou os números e os dados para se eleger e a população já percebeu isso. 
 
ISTOÉ -
 A oposição gostou da indicação de Joaquim Levy para a Fazenda? As ideias dele não são mais afinadas com as de vocês?
 
RONALDO CAIADO -
 Sim, mas o problema é que quando você me vende um carro novo, não pode entregar uma sucata. Não é correto. Ninguém pode usar de artifícios em uma eleição. Mentir, enganar e depois fazer justamente o que disse que os outros fariam. O PT criticou o FMI a vida inteira e agora escolheu gente que representa justamente o sistema financeiro. Se eu sou cirurgião, omito de um paciente os exames prévios e, depois, ele tem um problema, eu responderia por isso. Eu poderia ser preso, perder meu registro.  O mesmo deveria acontecer com a presidente Dilma. Uma pessoa não pode fraudar os dados, se beneficiar dessa fraude e assumir o cargo de presidente da República normalmente.
 
ISTOÉ -
 Deveria ser responsabilizada?
 
RONALDO CAIADO -
 Ela não ganhou a eleição pelo simples fato de ser candidata. Ela ganhou porque vendeu um cenário, porque ameaçou que outros candidatos fariam tarifaços, tirariam a comida da mesa dos brasileiros e aumentariam o desemprego. Por vários momentos ela disse que a miséria estava em zero. O discurso era ufanista. Uma grande parte da sociedade que já foi base de sustentação das teses do governo populista do PT hoje percebe que está sendo guiada por uma presidente atabalhoada. 
 
ISTOÉ -
 Nesse cenário, o sr. vê alguma chance de o ex-presidente Lula voltar em 2018? 
 
RONALDO CAIADO -
 Por mais que eu seja otimista, não consigo ultrapassar a linha do otimismo para o ilusório, uma situação totalmente fictícia e virtual, como é a chance de ela fazer um bom trabalho nesse segundo mandato. Afinal, se você puxar para os dados reais do País percebe que é impossível. A ferramenta principal para você reestruturar a situação de um país é a credibilidade do governante. Esse é o principal predicado que um presidente precisa ter nesse contexto. E esse governo carece justamente de credibilidade. Isso faz com que ela não tenha nem apoio popular nem apoio político. Isso reflete nele também. 
 
ISTOÉ -
 O caso Petrobras pode enterrar de vez essa possibilidade?
 
RONALDO CAIADO -
 Esse caso se alastra para todos os órgãos do governo, conforme já foi dito pelos delatores. Então, isso é um modus operandi: uma forma de administrar baseada na usurpação do bem público em beneficio de uma campanha ou de um partido. Isso parece uma provocação à sociedade. 
 
ISTOÉ -
 Que sinais a saída de Graça Foster e da diretoria deu para a oposição?
 
RONALDO CAIADO -
 Foi um atestado de grave comprometimento da presidente Dilma com as práticas de corrupção que existiram na estatal. Graça foi mantida para apagar as digitais da presidente e saiu de forma tardia do cargo. No estatuto da Petrobras está dito que os membros do conselho diretor possuem responsabilidade sobre as decisões. Isso leva Dilma ao contexto e acho que tanto o Ministério Público como a Polícia Federal já possuem mais dados sobre isso. Além disso, a investigação oficial não exclui a responsabilidade do Legislativo com essa nova CPI.   
 
ISTOÉ -
 A possibilidade de mais de 50 parlamentares estarem envolvidos na Operação Lava Jato está trazendo quais efeitos aos trabalhos do Legislativo?
 
RONALDO CAIADO -
 Muitos e nenhum benéfico. Mas agora é hora de esperar a lista oficial com as denúncias dos envolvidos. A partir daí, analisar o rumo dos trabalhos. Será difícil, desgastante, e acho que deve haver uma paralisia dos trabalhos do Legislativo para dar atenção a esse caso. 
 
ISTOÉ -
 Na semana passada, o sr. apresentou um mandado de segurança pedindo a dissolução da Mesa Diretora do Senado. Há uma insatisfação na Casa que vai além da distribuição dos cargos da Mesa?
 
RONALDO CAIADO -
 Pedimos que o Supremo se pronuncie porque o presidente Renan Calheiros fez uma composição de acordo com o apoio que recebeu, desrespeitando as minorias. Já houve decisões do STF sobre esse tipo de conduta. Em todas elas os direitos e a proporcionalidade foram estabelecidos. A eleição de Renan desestabilizou o Senado e paralisou a Casa. Tanto que não votamos nada relevante, enquanto na Câmara eles avançam em propostas importantes. O Senado está paralisado por problemas pessoais e porque tem um presidente (Renan Calheiros) enclausurado e sem capacidade de diálogo.
 
ISTOÉ -
 Desde que o PT chegou ao poder, a oposição sempre atuou de forma acanhada. Os próximos anos serão diferentes? 
 
RONALDO CAIADO -
 Quando existe uma alternância de poder, o novo eleito chega com condições e credibilidade. Mas quando a população começa a sentir o resultado do atual governo, a sociedade começa a reagir. Você agora tem uma oposição que passa a ser vocalizada por milhões de pessoas que entenderam o que está acontecendo. Aí está a diferença. Antes, éramos vozes isoladas. Agora, fazemos um alerta em um discurso e ele é repercutido. Isso dissemina as ideias.
 
ISTOÉ -
 Quais os efeitos do fatiamento de ministérios para abrigar os partidos políticos aliados?
 
RONALDO CAIADO -
 O governo personalista leva o Estado a óbito. Os brasileiros deveriam saber o nome dos 39 ministros. Mas não é isso que acontece. São pessoas desconhecidas. Se uma delas tiver uma crise de hipotonia e cair pelos corredores, vai demorar dois dias para ser identificada. Ninguém sabe quem são. Essas pastas servem apenas para abrigar alguém do partido, para garantir uma bancada e para ser também a fonte financiadora. Onde está o interesse da sociedade nisso? 
 
ISTOÉ -
 Como fazer esse cenário negativo sobre a realidade do governo chegar aos apoiadores de Dilma Rousseff nas regiões mais pobres do país e dependentes dos programas sociais? Não seria essa a grande dificuldade da oposição?
 
RONALDO CAIADO -
 Tenho uma longa trajetória na oposição. O que noto hoje é que antes, quando uma pessoa fazia uma critica forte ao Lula, podia ser vaiada ou, se fosse muito respeitada pela plateia, um silêncio se instalava. Hoje, o cenário é muito diferente. As pessoas são capazes de reconhecer que foram anestesiadas esses anos todos. O cidadão que comprou o carro, que fez o crédito consignado, que contraiu dívidas, agora está ansioso porque percebeu que há instabilidade. Percebeu que, enquanto os créditos eram distribuídos, o PT quebrava fundos de pensão, se apropriava de estatais. Isso vai ser corrigido como? Á custa do bolso do cidadão. Não tem outra saída. 
http://www.istoe.com.br/assuntos/entrevista/detalhe/404545_DILMA+PRECISA+DE+UMA+GRANDE+NEGOCIATA+PARA+APROVAR+QUALQUER+COISA+

domingo, 15 de fevereiro de 2015

ANIVERSÁRIO DE AMIGOS - TEN RAMON MELO RODRIGUES




14 DE FEVEREIRO - ANIVERSÁRIO DO 4º GRUPO DE ARTILHARIA DE CAMPANHA LEVE


4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve - 4º GAC L -  tem suas origens no 4º Grupo de Artilharia de Montanha. Foi ativado em 14 de fevereiro de 1930 como 1ª Bateria do 4º Grupo de Artilharia de Montanha. Em 1933, foi transformado no 4º Grupo de Artilharia de Dorso e ocupou novas instalações em outro bairro da cidade. Em 1946, mudou sua denominação para 1º Grupo do 4º Regimento de Obuses e, finalmente, em 1972, recebeu a denominação de 4º Grupo de Artilharia de Campanha. Com o projeto de transformação do Exército passou a denominar-se 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve.
Ao longo de seus 85 anos de existência, o 4º GAC L participou de eventos relevantes da história nacional, tais como: a atuação nos movimentos revolucionários de 1930 e 1932; a missão de vigilância do litoral da Bahia e do Rio Grande do Norte durante a 2ª Guerra Mundial; e a integração ao Destacamento Tiradentes, na Revolução de 31 de março de 1964, que se deslocou para o Rio de Janeiro deflagrando aquele movimento vitorioso.
Em 1998, o 4º GAC recebeu a denominação histórica de “Grupo Marquês de Barbacena”, perpetuando a lembrança desse ilustre cidadão mineiro, primeiro comandante de Forças Nacionais em campanha externa após a Independência do Brasil. O estandarte histórico do 4º GAC L foi condecorado com a “Medalha da Vitória” pela Associação dos Ex-Combatentes do Brasil, devido à participação do grupo em operações de defesa do litoral nordestino durante a 2ª Guerra Mundial.
Os dias atuais

O 4º GAC L, pertence operacionalmente a 4ª Brigada de Infantaria Leve (Mth), é composto por uma bateria de comando, duas baterias de obuses, uma base administrativa, um Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva - NPOR e prepara jovens no período básico da Escola de Sargentos das Armas - ESA.
Exercitando seu “braço forte”, a unidade prepara-se diuturnamente para o cumprimento de sua missão constitucional por meio de exercícios práticos e sessões de instrução. Conta, para isso, com as instalações do próprio aquartelamento e do Campo de Instrução de Juiz de Fora, a três quilômetros da organização militar, onde é executado o tiro real de Artilharia.
Atualmente o grupo é comandando pelo Ten Cel Maurício Barros Guimarães.
Ao comandante, integrantes e ex-integrantes nossos parabéns.

As conversas impróprias do ministro da Justiça

Em encontro com advogados, o ministro da Justiça tranquiliza empreiteiras ao garantir que investigações da Lava-Jato sofrerão uma reviravolta logo depois do Carnaval.

BATE-PAPO - José Eduardo Cardozo diz que se encontrou casualmente com o advogado Sérgio Renalt, que tem contrato com a UTC e trabalhou com Thomaz Bastos no governo Lula. As empreiteiras, porém, gostaram do resultado da reunião
BATE-PAPO - José Eduardo Cardozo diz que se encontrou casualmente com o advogado Sérgio Renalt, que tem contrato com a UTC e trabalhou com Thomaz Bastos no governo Lula. As empreiteiras, porém, gostaram do resultado da reunião (Ueslei Marcelino/Reuters)
Desde a morte do ex-ministro Márcio Thomaz Bastos no ano passado, o PT perdeu seu grande estrategista em momentos de crise. Chamado carinhosamente de “God” (Deus, em inglês) pelos amigos, o onipresente MTB foi convocado para coordenar a defesa das empreiteiras tão logo deflagrada a Operação Lava-Jato. Ele tinha uma meta clara: livrar seus clientes de penas pesadas na Justiça e, de quebra, o governo petista da acusação de patrocinar um novo esquema de corrupção para remunerar sua base aliada no Congresso.
Negociador nato, Thomaz Bastos se dedicava a convencer o Ministério Público Federal de que a roubalheira na Petrobras não passava de um cartel entre empresas -- e que, como tal, deveria ser punido e superado com o pagamento de uma multa bilionária. Nada além disso. A morte tirou o criminalista cerebral da mesa de negociação. MTB deixou um vácuo. O governo perdeu sua ponte preferencial com as empreiteiras, o diálogo entre as partes foi interrompido, e as ameaças passaram a dominar as conversas reservadas. Foi nesse clima de ebulição que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, assumiu o papel de bombeiro. Ex-deputado pelo PT e candidato há anos a uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cardozo se lançou numa ofensiva para acalmar as construtoras acusadas de envolvimento no petrolão, que, conforme VEJA revelou, ameaçam implicar a presidente Dilma Rousseff e o antecessor Lula no caso se não forem socorridas. Há duas semanas, o ministro recebeu em seu gabinete, em Brasília, o advogado Sérgio Renault, defensor da UTC, que estava acompanhado do ex-deputado petista Sigmaringa Seixas.
O relato da conversa percorreu os gabinetes de Brasília e os escritórios de advocacia como um sopro de esperança para políticos e empresários acusados de se beneficiar do dinheiro desviado da Petrobras. Não sem razão. Na reunião, que não constou da agenda oficial, Cardozo disse a Renault que a Operação Lava-Jato mudaria de rumo radicalmente, aliviando as agruras dos suspeitos de crimes como corrupção e lavagem de dinheiro. O ministro afirmou ainda que as investigações do caso envolveriam nomes de oposicionistas, o que, segundo a tradição da política nacional, facilitaria a costura de um acordo para que todos se safem. Depois disso, Cardozo fez algumas considerações sobre os próximos passos e, concluindo, desaconselhou a UTC a fechar um acordo de delação premiada. Era tudo o que os outros convivas queriam ouvir. Para defender a UTC, segundo documentos apreendidos pela polícia, o escritório de Renault receberá 2 milhões de reais. Além disso, se conseguir anular as provas e as delações premiadas que complicam a vida de seu cliente, amealharia mais 1,5 milhão de reais. Renault esgrime a tese de que a Lava-jato está apinhada de irregularidades, como a coação de investigados. No encontro, Cardozo disse o mesmo ao advogado, ecoando uma análise jurídica repetida como mantra pelos líderes petistas.
Depois da reunião no ministério, representantes de UTC e Camargo Corrêa recuaram nas conversas com o Ministério Público para um acordo de delação premiada. A OAS manteve-se distante da mesa de negociação. “Na quarta-feira (um dia depois do encontro em Brasília), fomos orientados a suspender as conversas com os procuradores”, confidencia um dos advogados do caso. Cardozo não operou esse milagre sozinho. “Chegou o recado de que o Lula entrará para valer no caso e assumirá a linha de frente. Isso aumentou a esperança de que o governo não deixe as empresas na mão”, diz outro advogado de uma empreiteira.
Procurados por VEJA, Cardozo, Renault e Sigmaringa tropeçaram nas próprias contradições ao tentar esclarecer a reunião no Ministério da Justiça, classificada por eles como um mero bate-papo entre amigos sobre assuntos banais. Cardozo disse inicialmente que não se reuniu com Renault. Depois, admitiu o encontro. A primeira reação de Sigmaringa também foi negar a audiência com Renault no gabinete do ministro, para, em seguida, recuar. Os amigos compartilham, como se vê, do mesmo problema de memória. 
Na versão de Cardozo, a reunião teria sido obra do acaso. Sigmaringa, um “amigo de longa data”, teria ido visitá-lo. Renault, que estava em Brasília e tinha um almoço marcado com o ex-deputado, decidiu se encontrar com Sigmaringa também no ministério. Pimba! Por uma conjunção cósmica, o advogado da UTC, empresa investigada pela Polícia Federal, acabou no gabinete de José Eduardo Cardozo.
http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/as-conversas-improprias-do-ministro-da-justica?utm_source=redesabril_veja&utm_medium=facebook&utm_campaign=VEJA

14 DE FEVEREIRO - ANIVERSÁRIO DO CEL REINALDO NONATO DE OLIVEIRA LIMA




O Cel Art Reinaldo Nonato de Oliveira Lima, comandou o 4º GAC nos anos de 1996 e 1997. Atuou em parceria com a Prefeitura de Juiz de Fora em diversos projetos sociais, entre os mais importantes destacamos a implantação do Bom de Bola, Bom de Escola ( módulo de referência), desenvolvido pela Associação Municipal de Apoio Comunitário - AMAC, na gestão do prefeito Tarcísio Delgado, e no Projeto Integração. Durante o seu comando muitas obras foram realizadas como a recuperação da capela de Santa Bárbara, patrocinada pelo empresário Luiz Geraldo Soranço, asfaltamento do aquartelamento, recuperação dos telhados das baterias, entre outras. No ano de 97 construiu uma piscina semi-olímpica com 90% dos recursos vindos do empresariado local.


Durante o seu comandando o Cel Nonato fez questão de receber vários amigos e empresários que depois vieram a ser parceiros incondicionáveis do grupo. Criou, também, o diploma de "Amigo do 4º GAC", conferido anualmente, no dia de seu aniversário, a civis e militares que cooperaram com o grupo.