segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Idoso morre em acidente na MG-353, próximo a Juiz de Fora

acidente-sandra
Táxi onde idoso estava ficou com a frente completamente destruída. (Foto: Sandra Zanella/17-08-15)
Uma pessoa morreu e outras duas ficaram presas às ferragens após um acidente envolvendo dois carros de passeio na altura do km 58 da MG-353, a 12 quilômetros do Posto de Fiscalização da Polícia Militar Rodoviária (PMR), próximo à Serra do Bananal, em Coronel Pacheco, na manhã desta segunda-feira (16).
De acordo com informações da PMR, um Ford Fiesta Sedan, com placa de Juiz de Fora, trafegava no sentido Coronel Pacheco quando chocou-se com um Fiat Siena, táxi com placa de Rio Novo, que seguia no sentido contrário.
O passageiro do táxi, Elzio Bruni, de 92 anos, que estava no banco de trás com a esposa, morreu na hora. A mulher, de 78 anos, foi socorrida e encaminhada consciente para o HPS, em Juiz de Fora.
Os dois motoristas ficaram presos às ferragens. O do táxi, de 44 anos, foi encaminhado para o HPS. O outro, de idade não informada, foi levado para a Santa Casa.
De acordo com a PMR, a estrada ficou interditada por aproximadamente uma hora e meia, causando um congestionamento de cerca de 5 quilômetros nos dois sentidos da via. Por volta das 10h30, o Fiesta foi removido por um guincho, e a pista passou a operar no sistema Pare e Siga.
A perícia esteve no local fazendo levantamentos. O corpo do idoso foi encaminhado para o IML de Juiz de Fora.
http://www.tribunademinas.com.br/pessoa-morre-em-acidente-na-mg-353/

ACIDENTE COM VITIMA FATAL ENTRE JUIZ DE FORA E CORONEL PACHECO

Imagens do acidente que deixou uma vitima fatal na MG 353 entre Juiz de Fora e Coronel Pacheco. 

Trânsito parado.



https://www.facebook.com/transitojuizdefora?fref=photo

PARAPAN TORONTO 2015 - QUADRO DE MEDALHAS FINAL


Planalto vê imagem de Dilma 'colada' na corrupção

Por Vera Rosa

As manifestações contra o governo, nos 26 Estados e no Distrito Federal, acenderam o sinal amarelo no Palácio do Planalto. A avaliação foi a de que desta vez a imagem da presidente Dilma Rousseff ficou colada ao desgaste enfrentado pelo PT no escândalo de corrupção da Petrobras. O governo acredita ainda que o PSDB conseguiu "partidarizar" os movimentos na tentativa de fazer avançar a tese do impeachment.

Em reunião com ministros que compõem a coordenação política do governo na noite deste domingo, 16, Dilma disse considerar que a população, embora insatisfeita, não apoia iniciativas "golpistas". O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que passou o dia monitorando os atos em seu gabinete, informou que as manifestações foram pacíficas, em todo o País.

Para evitar "panelaços" e esvaziar a repercussão dos protestos, ministros foram orientados a não dar entrevistas após a reunião com Dilma, no Palácio do Alvorada, que durou duas horas. Coube ao titular de Comunicação Social, Edinho Silva, emitir um curto comentário.

"O governo viu as manifestações dentro da normalidade democrática", disse Silva. "O governo mantém sua agenda de trabalho para em breve o País voltar a crescer, gerando emprego e distribuindo renda", emendou, em post no Twitter.

A ordem do Planalto é destacar a legitimidade dos protestos e dizer que o governo tem "humildade" para admitir os erros. No diagnóstico de ministros ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo, a crise política arrefeceu, mas está longe de acabar e o governo precisa tomar cuidado para não demonstrar soberba neste momento em que os problemas na política prejudicam ainda mais a economia.

Bonecos

Chamaram a atenção de ministros, nas manifestações de ontem, os bonecos de Dilma vestida de "irmã metralha" e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com roupa de presidiário e a inscrição 13-171.

A percepção do núcleo político do governo foi a de que Dilma não conseguiu, até agora, transmitir a ideia de que a Operação Lava Jato, da Polícia Federal - responsável por desvendar um esquema de corrupção na Petrobras - vai passar o País a limpo. Ao contrário: os protestos mostraram que a operação da Polícia Federal nocauteou o governo, Lula e o PT.

Fôlego

No entanto, na reunião de ontem, ministros disseram que Dilma acertou, nos últimos dias, ao sair do Planalto para defender sua gestão e apontar para os riscos de uma ruptura nas regras do jogo.

Com a popularidade em queda livre, Dilma só ganhou fôlego nos últimos dias após fazer acordo com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que divulgou a "Agenda País" e desviou o foco da crise e do ajuste fiscal - isolando o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Além disso, a presidente esteve no Maranhão e na Bahia, na semana passada, para inaugurar obras. Não foi só: tomou café da manhã com empresários, jantou com senadores aliados e integrantes do Judiciário e se reuniu com representantes de movimentos sociais dois dias seguidos.

A estratégia vai continuar, nos próximos dias. Em conversas reservadas, ministros dizem que Dilma errou no passado ao não dialogar com os vários segmentos da sociedade e também com aliados do PMDB. "Mas agora a ficha caiu", contatou um de seus auxiliares. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/planalto-ve-imagem-de-dilma-colada-na-corrupc-o-1.340270

O mito Lula está acabado

17/08/2015
 às 6:05

PT agora torce para que a Justiça não acerte as contas com o homem Lula

Lula caracterizado como presidiário em manifestação no Distrito Federal  Foto: Cristiano Mariz/Veja.com)
Lula caracterizado como presidiário em manifestação no Distrito Federal (Foto: Cristiano Mariz/Veja.com)
Luiz Inácio Lula da Silva não compareceu à manifestação, no instituto que leva seu nome, promovida pela CUT e pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC — onde ele nasceu politicamente, quando ainda apenas de São Bernardo e Diadema. Por que não? Inexiste explicação lógica. É claro que, segundo a narrativa que se conta no petismo, ele deveria estar lá, não é mesmo? Não pode se exibir como um símbolo, uma abstração intangível, até entre os seus. É que o contraste seria vexaminoso para ele. A sociedade civil, sem estrelas da grandeza do poderoso Babalorixá de Banânia, pôs mais de 600 mil pessoas nas ruas, segundo as Polícias Militares. Lula sabe que seu PT agoniza. E tem claro que a sua imagem está se esfarelando.
Brasil afora, ele próprio não era menos alvo dos protestos do que Dilma Rousseff. Aquele que Gilberto Carvalho dizia ser, ainda em 2013, o “Pelé” que estava no banco de reservas do PT é hoje tratado como um perna de pau. Jilmar Tatto, secretário de Transportes e homem forte do prefeito Fernando Haddad, afirmou que o protesto só existe porque a oposição teme Lula em 2018.
Para começo de conversa, não é certo que esse governo se segure até lá. Mas também isso já foi. O Lula imbatível nas urnas é hoje coisa de um passado até recente no tempo, mas muito distante quando se considera o ritmo acelerado em que amadurece a sociedade brasileira. Ninguém mais cai na conversa.
Lula até tentou nos últimos 15 dias revitalizar aquele papo furado da luta do “nós” contra “eles”; das “elites” contra o “povo”. Sempre foi uma falsa questão, sempre foi uma boçalidade política. Mas tão mais distante se torna quando se constata que, fora do governo, só em palestras estupidamente bem pagas, amealhou R$ 27 milhões, boa parte delas contratadas e pagas por empresas investigadas na Lava-Jato.
O companheiro, que pretende ser o monopolista do povão, é hoje um milionário, não é mesmo? E não haveria mal nenhum nisso se a fortuna, essa que conhecemos, houvesse sido conquistada longe do poder e de interesses que se entrelaçam com dinheiro público. Mas também isso não bate com a realidade.
Os lulistas gostariam que fosse verdadeira a falsa tese de que é a ruindade do governo Dilma que contamina a imagem de Lula. Não é, não! Há até uma possibilidade, no terreno estritamente pessoal, de que seja o contrário. Não é difícil a gente ouvir por aí que Dilma pode até ser honesta, o problema está no fato de ser tutelada por Lula e pelo PT. Desconheço se alguém já fez algo parecido, e fica aqui a dica: institutos de pesquisa deveriam escolher algumas personalidades públicas para que a população avaliasse a sua honestidade, com notas de zero a 10. Aposto que Dilma receberia uma pontuação acima da de Lula.
Na Avenida Paulista — e, segundo sei, foi assim em toda parte —, Lula não apanhou menos do que Dilma e do que o PT propriamente. Aquele que era o Pelé do banco, a eterna reserva moral para opor o povo à Dona Zelite, hoje já não é  garantia de nada. Bonecos infláveis Brasil afora o caracterizavam como um presidiário.
E isso lança o PT num verdadeiro desespero. Os “companheiros” não sabem por onde recomeçar. Acusam conspirações as mais exóticas e variadas, mas nem eles acreditam seriamente em suas mentiras convenientes.
O mito Lula está acabado, e resta agora torcer para que a Justiça não resolva ajustar as contas com o homem Lula.
Texto publicado originalmente às 5h03
Por Reinaldo Azevedo

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/o-mito-lula-esta-acabado-pt-agora-torce-para-que-a-justica-nao-acerte-as-contas-com-o-homem-lula/

domingo, 16 de agosto de 2015

MANIFESTAÇÕES PELO PAÍS

Manifestações contra o governo reúnem milhares em 25 Estados e no DF

Apesar de forte participação em cidades como São Paulo e Porto Alegre, movimento foi menor do que nos dois protestos anteriores

Da redação, com AE
chamada.jpg
 Protesto na Avenida Paulista, em São Paulo
A terceira grande manifestação contra o governo Dilma Rousseff reuniu milhares de pessoas neste domingo (16) em 25 Estados e no Distrito Federal. Os primeiros protestos começaram de manhã, por volta das 9h, mas a movimentação se estendeu até o fim da tarde em algumas capitais.

Com a crise política dando sinais de trégua, o governo avaliava que as manifestações seriam menores do que os protestos de março e abril, mas nem por isso menos preocupantes. Embora as ameaças de impeachment tenham esfriado na última semana, após ações do Palácio do Planalto, do Senado e até do Judiciário, o temor era de que houvesse confronto nas ruas, provocando ainda mais instabilidade. O receio governo, no entanto, provou-se infundado, e os protestos ocorreram de forma pacífica.

Numa avaliação preliminar, o Planalto indicou que, sem contar São Paulo e Rio de Janeiro, os protestos contra a presidente Dilma Rousseff reuniram cerca de 200 mil pessoas. A informação é do jornal Folha de S.Paulo. Segundo a publicação, assessores próximos da presidente veem a participação como mais um "alívio" na crise política que atinge a cúpula do PT.

Apesar disso, fontes próximas ao Planalto indicam que a ordem primordial é de que, em qualquer fala pública, os integrantes do governo não façam nenhuma declaração que possa soar como provocação aos manifestantes.

Na visão do governo, embora menores, os protestos impressionam por serem mais concentrados na presidente Dilma Rousseff, no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e no PT, associando os petistas ao esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato.
A ordem do Planalto é destacar a legitimidade das manifestações e dizer que o governo tem "humildade" para admitir os erros. No diagnóstico de ministros ouvidos pelo Estado, a crise política arrefeceu, mas está longe de acabar e o governo precisa tomar cuidado para não demonstrar soberba neste momento em que os problemas na política prejudicam ainda mais a economia.

O senador José Serra (PSDB-SP) chegou por volta das 16 horas à Avenida Paulista, região central de São Paulo, e deu uma volta em torno do carro de som do movimento Vem Pra Rua. Foi muito assediado e teve o nome conclamado pelos ativistas. "A manifestação é uma demonstração de impaciência. As pessoas ficam muito contentes de me ver aqui. Quase a totalidade são meus eleitores. A manifestação é pacífica, sem governo ou sindicato por trás. Nas manifestações antigas, eu me lembro, tinha governo, sindicato, patrocínio. Eu me lembro. Hoje, não tem. Não tem partido. É um imenso grau de espontaneidade", exaltou.

"O Brasil está numa situação difícil, Estados e municípios em frangalhos. Governo federal perdido. Quando governo não tem rumo, nenhum caminho leva a nenhum lugar", afirmou. Sobre a aproximação do presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), com a presidente Dilma Rousseff, Serra minimizou: "São movimentações que acontecem toda semana na política. O problema do governo é muito mais profundo."

Kim Kataguiri, um dos líderes do Movimento Brasil Livre, organizador dos protestos, disse que, além de Dilma, outro grande alvo do dia era Renan Calheiros. "Vamos pressionar para desfazer esse acordo do Renan com o governo". O ativista ironizou o fato do senador Aécio Neves, presidente do PSDB, ter subido em um carro do MBL em Belo Horizonte.

"Aécio subiu no nosso caminhão em Belo Horizonte. Como pode? Xingamos tanto ele... O MBL fez criticas ao PSDB nas redes sociais depois que o partido recuou da estratégia do impeachment. "O TSE pode demorar anos, o TCU está se arrastando. O impeachment é mais rápido", disse.

São Paulo

Pouco antes do meio-dia, manifestantes já se concentravam na região da Avenida Paulista, no centro de São Paulo. A via estava fechada ao trânsito de veículos. Apesar disso, às 14h, ainda havia vários pontos vazios, como em frente ao próprio MASP, tradicional ponto de aglomeração. Perto das 16h, os manifestantes ocupavam por volta de dez quarteirões. O movimento, entretanto, era claramente menor do que nos protestos de março e abril de 2015.

A bandeira verde e amarela com a frase "Impeachment já", presente em diversas capitais do Brasil, também marcou presença no protesto em São Paulo.

A antropóloga e professora aposentada Joana Rios, de 68 anos, diz que o impeachment é pouco. Ela foi ao protesto em SP para pedir a intervenção militar. "Se conclamada pelo povo, a intervenção é constitucional", disse. "No tempo da ditadura as universidades eram muito melhores que as de hoje", defendeu. Junto a ela estam dois netos - Lucas, de seis anos, e Tomás, de 3. A manifestação, ao menos no início, tem caráter familiar e participantes de classe média alta.

O hino "Pra não dizer que não falei das flores", de Geraldo Vandré ganhou uma nova versão no carro de som do movimento Pátria Amada, estacionado na avenida Paulista. "Dilma, vá embora, que o Brasil não quer você. E leve Lula junto, vagabundos do PT".

Por volta das 17h, o movimento na Paulista já era bem menor e muitos manifestantes se dirigiam às estações do Metrô para voltar para casa.

Brasília

Segundo a PM, na manhã deste domingo, cerca de 25 mil pessoas se reuniam em Brasília para protestar contra o governo. Segundo os organizadores, eram 80 mil. A Polícia Militar colocou 2 mil homens na Esplanada dos Ministérios para acompanhar os atos. Eles foram aplaudidos pelos manifestantes quando chegaram ao local. Pouco antes das 14h, o movimento já estava praticamente encerrado.

A maioria dos manifestantes se concentrava em frente ao Congresso Nacional, onde muitos cantaram o hino do Brasil. Um boneco inflável representando a figura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como presidiário chamava a atenção.

Belo Horizonte

A Polícia Militar estimou em 6 mil o número máximo de pessoas na manifestação contra a presidente Dilma Rousseff na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. Anteriormente, a PM chegou a falar em 10 mil participantes, mas corrigiu o número. Conforme a corporação, pouco depois do meio-dia, as pessoas começaram a ir embora. Depois de caminhar rapidamente entre os manifestantes, o senador Aécio Neves (PSDB) deixou a praça.

Em entrevista antes de subir no caminhão de som , Aécio afirmou ter ido à Praça da Liberdade como cidadão "participar desse momento extraordinário da vida brasileira". Ele disse ainda estar "indignado com a mentira, com a corrupção, com a mentira, com a incompetência desse governo".

Rio de Janeiro

Milhares caminharam em Copacabana em protesto contra a presidente Dilma Rousseff. Os manifestantes que se concentravam na orla, na altura do posto 5, iniciaram deslocamento em direção ao Leme. Quatro carros de som contratados a cerca de R$ 2 mil cada um por grupos contrários à presidente Dilma ecoavam palavras de ordem pelo impeachment, contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de exaltação ao juiz Sérgio Moro. Cada carro tinha suas bandeiras próprias e sistema de som independente, de modo que as vozes dos organizadores se confundiam. Havia manifestantes que seguravam faixas pedindo a intervenção militar “constitucional” e outros com cartazes críticos quanto à posição do governo federal em relação ao aborto e à redução da maioridade penal. A aposentada Ângela Marques, de 62 anos, se disse favorável à entrada dos militares, “mas pacificamente, não como foi no passado”. “Sem violência nem censura. Depois eles convocam novas eleições”.

Na praia de Copacabana, manifestantes começaram a se dispersar por volta das 14h45. Alguns organizadores ainda falavam no alto do carro de som, mas os participantes não estavam mais aglomerados. O protesto começou por volta de 11h e percorreu cerca de dois quilômetros na pista junto à areia da praia da Avenida Atlântica. Um homem foi agredido e teve de deixar o local com escolta da polícia após manifestar apoio a Dilma e Lula.

Recife

Na capital pernambucana, cerca de três mil manifestantes estavam reunidos na Avenida Boa Viagem, na orla marítima do bairro de mesmo nome, Zona Sul da cidade. Três trios elétricos e uma orquestra de frevo integravam a mobilização, que ganhou também um boneco gigante em homenagem ao juiz Sérgio Moro, que comanda a Operação Lava Jato. Nos discursos, em faixas e cartazes a mensagens pediam o afastamento da presidente Dilma Rousseff (PT) e de seu partido. Alguns pequenos grupos também carregam faixas pedindo a intervenção militar no País.

Porto Alegre

Na capital gaúcha, segundo a Polícia Militar, 20 mil pessoas participaram da mobilização. A bandeira do "Impeachment já" era carregada por centenas de pessoas, que também gritavam palavras de ordem contra a presidente Dilma e o ex-presidente Lula. A chuva leve sobre Porto Alegre prejudicou o movimento, segundo os organizadores.

Integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL) e do Movimento Vem pra Rua cantaram músicas em defesa do impeachment e de oposição ao PT do alto de três carros de som. O ex-presidente Lula também foi alvo de críticas. No chão, outros participantes seguravam cartazes com dizeres como "golpista é o governo" e "basta de corrupção". Em meio à multidão havia muitas bandeiras do Brasil e nenhuma bandeira de partidos políticos.
http://www.istoe.com.br/reportagens/432330_MANIFESTACOES+CONTRA+O+GOVERNO+REUNEM+MILHARES+EM+24+ESTADOS+E+NO+DF?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

Acompanhe o movimento ‘Fora Dilma’ em tempo real em Juiz de Fora

POR INFORMAÇÕES DE EDUARDO MAIA E FOTOS DE FERNANDO PRIAMO

11h18 – Protesto entra na Rio Branco e segue sentido Parque Halfeld. Faixas de ônibus e sentido Zona Sul já estão liberadas para o tráfego.
11h15- Na travessia da Avenida Rio Branco, motoristas de ônibus aguardam pela passagem no corredor central. Fila de coletivos já chega à Santa Casa de Misericórdia. Todo o trânsito parado neste momento. Participantes gritam “Fora PT, vem pra rua”.
11h11 – Importante figura da cultura juiz-forana, Zé Kodak está presente no movimento. “Não podemos aceitar o que estão fazendo com o Brasil. É preciso protestar de forma tranquila”, diz.
11h06 - Do trio, o presidente do Movimento Muda Brasil afirma que o número de manifestantes já supera os 8 mil.
10h58 – Manifestação chega ao cruzamento da Itamar Franco com a Rio Branco. Equipes da 30ª Cia da PM agora assumem o policiamento, finalizando o trabalho da 32ª Cia, responsável pela Zona Sul. Famílias, idosos e jovens participam deste movimento.

10h49 - Movimento passa pela esquina da Rua Oswaldo Aranha.

10h45 – Manifestantes vaiam uma pessoa que mostra camisa do PT da janela de um dos prédios da avenida. Como a avenida está fechada para o trânsito de veículos, motoristas aguardam nas vias próximas a passagem do movimento para cruzarem a via.
10h40 -Manifestantes começam a deixar a Praça Jarbas de Lery no sentido da Avenida Rio branco. Do trio elétrico, orientações para se promover uma manifestação pacífica, não aceitando provocações. “Vamos ouvir provocações vindas dos prédios. Vamos manter a tranquilidade e fazer um protesto ordeiro”, diz o locutor.
10h38 - Assim como foi nas manifestações de 15 de março e 12 de abril, o Conselho de Veneráveis Mestres da Lojas Maçônicas de Juiz de Fora e região puxam a passeata. No momento, o Hino Nacional é executado. Já houve aplausos para o juiz Sérgio Moro, que conduz as investigações da Lava Jato.

10h30 - Pista da Itamar Franco já está tomada por manifestantes. Atuante na mobilização pelo protesto, o empresário e teólogo Arthur Arantes, 25 anos, estima que até 3 mil pessoas devam participar  do evento. Ele acredita que 2 mil já estejam no local neste momento. O comandante da 32ª Cia da PM, capitão França, afirma que PM pretende divulgar o número apenas ao final do protesto, no Parque Halfeld. Já o presidente do Movimento Muda Brasil, Nelson Firmino, estima a participação de 8 a 10 mil pessoas.

10h02 - Manifestantes começam a tomar a Itamar Franco no sentido Centro. Esta pista acaba de ser fechada pela PM. Do trio elétrico, aviso de que o protesto saíra em passeata às 10h30.


9h50 - Como é típico do brasileiro, o humor não poderia faltar. Um sósia do Mr. Bean faz ‘campanha’ dele para presidência.
 9h47 – Do trio elétrico, mensagens de protesto contra  José Dirceu, José Genoíno, Paulo Roberto Costa e investigados na operação ‘Lava Jato’. Ao final, uma mensagem:”dessa vez é 45, Aécio Neves”.
9h41 – Envolvido em uma bandeira do Brasil e com o rosto pintado, o estudante Enzo Emanuel Victor Fontes, 12 anos, criticou a corrupção e se disse preocupado com o futuro diante dos erros do Governo.
rosto

 9h19 – Uma das pistas da Avenida Itamar Franco – sentido Rio Branco- foi interditada para o trânsito dos manifestantes. Vestidos com camisas verde e amarela e da Seleção Brasileira, os participantes hasteiam bandeiras do Brasil, faixas e cartazes criticando a corrupção e o Governo Dilma Rousseff. Eles também pedem a saída do PT do poder e que o ex-presidente Lula seja investigado pela operação ‘Lava Jato’. Possíveis irregularidades nos contraatos do BNDES também são lembrados pelos protestantes.
geral
Fernando Priamo

9h07 - Já tradicional, o movimento de hoje também conta com a participação de membros da Maçonaria.
maconaria
Fernando Priamo

9h - Manifestantes começam a chegar na Praça Jarbas de Lery Santos, em São Mateus, para a manifestação ‘Fora Dilma’. Os protestos seguem calendário nacional e são convocados pelas redes sociais por movimentos de direita, como Muda Brasil, Onda Azul, Brasil Livre, Vem Pra Rua e Revoltados On-line. Policiais Militares com vans e motocicletas acompanham o movimento. Um trio elétrico deve acompanhar os manifestantes, que usam camisas ver e amarela.
primeira
Manifestantes começam a chegar na Praça Jarbas de Lery Santos, em São Mateus ( Foto: Fernando Priamo/16-08-15)
http://www.tribunademinas.com.br/acompanhe-o-movimento-fora-dilma-em-tempo-real/

O pelego metido a valentão prometeu lutar por Dilma ‘de arma na mão’

14/08/2015
 às 22:10 \ Direto ao Ponto

Num dia só, o pelego metido a valentão prometeu lutar por Dilma ‘de arma na mão’ e anunciou a rendição do exército da tubaína.http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/num-dia-so-o-pelego-metido-a-valentao-prometeu-lutar-por-dilma-de-arma-na-mao-e-anunciou-a-rendicao-do-exercito-da-tubaina/

Cara balofa de quem repete a sobremesa, silhueta de quem só sua a camisa em comício e tem o peso calculado em arrobas, o companheiro Vágner Freitas é uma das incontáveis provas ambulantes de que os líderes sindicalistas do lulopetismo só se mostram bons de briga quando combatem pratos de comida empunhando garfo e faca. A fachada sem parentesco com a de um militar profissional não o impede de fingir que nasceu e cresceu num quartel. Nesta quinta-feira, por exemplo, Freitas apareceu fantasiado de oficial condecorado na missa negra celebrada pela salvação do governo moribundo.
O vídeo resume a performance do general de cordão carnavalesco. Depois de confundir boné com quepe e trocar a presidência da CUT pelo comando de outra tropa de chanchada, Freitas caprichou no dilmês erudito: “Quero dizer em alto e bom tom que somos defensores da unidade… nacional, na construção de um projeto nacional de desenvolvimento para todos e para todas”. Feita a introdução, desandou na beligerância: “Isso implica agora, nesse momento, ir pras ruas entrincheirados, com arma na mão, se tentarem derrubá a presidenta Dilma Rousseff”.
O entusiasmo da soldadesca reunida num salão do Planalto animou-o a reiterar a declaração de guerra à sensatez e ao estado de direito: “Seremos, presidenta Dilma… qualquer tentativa de atentado à democracia, à senhora ou ao presidente Lula, nós seremos o exército que vai enfrentá essa burguesia na rua”. Além das divisões do MST chefiadas por João Pedro Stédile, os 71% de brasileiros indignados com a era da canalhice teriam de enfrentar um segundo exército movido a tubaína, sanduíche de mortadela e cédulas de 50 reais. Certo? Errado, informou a pronta retirada empreendida por Freitas.
“Foi apenas uma figura de linguagem”, recuou o falastrão. “É a arma da construção da democracia. É a arma do debate das ideias, nunca de nenhum tipo de violência física, nada bélico”. Nesta sexta-feira, uma nota oficial consumou a rendição sem luta. Não se deve enxergar na discurseira “um chamado à violência, ao uso de armas de fogo”, diz um trecho. “Nossas armas são o poder de convencimento, a organização, a formação política, a mobilização, o debate de ideias, a ocupação dos espaços, sejam as ruas, sejam os locais de trabalho, a greve geral, essa sim a nossa maior arma”.
A bravata confirmou que valentia de pelego cevado nos banquetes, mesadas e favores do poder dura menos que um dia. Foi concebida para assustar os milhões de brasileiros fartos de corrupção e incompetência. Acabou transformado num motivo a mais para que, neste 16 de Agosto, os protestos de rua mostrem com contundente clareza que é o povo quem manda no país.


MANIFESTAÇÕES EM JUIZ DE FORA - TEMPO REAL

9h19 – Uma das pistas da Avenida Itamar Franco – sentido Rio Branco- foi interditada para o trânsito dos manifestantes.

9h07 - Já tradicional, o movimento de hoje também conta com a participação de membros da Maçonaria.
maconaria
Fernando Priamo

9h - Manifestantes começam a chegar na Praça Jarbas de Lery Santos, em São Mateus, para a manifestação ‘Fora Dilma’. Os protestos seguem calendário nacional e são convocados pelas redes sociais por movimentos de direita, como Muda Brasil, Onda Azul, Brasil Livre, Vem Pra Rua e Revoltados On-line. Policiais Militares com vans e motocicletas acompanham o movimento. Um trio elétrico deve acompanhar os manifestantes, que usam camisas ver e amarela.
primeira
Manifestantes começam a chegar na Praça Jarbas de Lery Santos, em São Mateus ( Foto: Fernando Priamo/16-08-15)
http://www.tribunademinas.com.br/acompanhe-o-movimento-fora-dilma-em-tempo-real/

ANIVERSÁRIO DE AMIGOS - 16 DE AGOSTO


Colunista Orlando Silva

Henrique Gonçalves

Sérgio Eduardo Garcia

ALMOÇO PARA O PADRE PIERRE MAURÍCIO E AMIGOS

Na tarde de sábado, 15 de agosto, recebemos em nossa casa o padre Pierre Maurício, pároco da igreja São José, que vem realizando um excelente trabalho de evangelização junto a comunidade local.

Padre Pierre, fez do "Impossível" o possível. Tem arrebanhado milhares de fiéis da comunidade local, de outros bairros de Juiz de Fora e cidades vizinhas todas as terças-feiras, às 19h30, na Missa do Impossível.

Padre Pierre veio almoçar conosco onde na sua chegada fez questão de abençoar nossa casa.

Não o conhecia pessoalmente, foi uma alegria inesperada, pois já chegou com seu largo sorriso conversando como se fossemos amigos de longa data. Ficar ao seu lado, mesmo que por poucas horas, nos deu uma paz interior inexplicável. Só estando mesmo ao seu lado para sentir o que sentimos neste sábado. Esperamos poder tê-lo conosco, aqui em nossa casa, por mais vezes. Foi muito bom.

As fotos dão o registro.

Padre Pierre e minha mãe Manoelina

Manoelina e seminarista Pedro

Henrique, padre Pierre e Aparecida

Álvaro, Padre Pierre e Arlete

Este editor e padre Pierre Maurício

Padre Pierre, Márcia e Manoelina

Aparecida, Henrique, seminarista Pedro e Arlete

Deus o abençoe padre Pierre Maurício e obrigado pela visita. O senhor é um homem de Deus.

sábado, 15 de agosto de 2015

Reserva pró-Ativa - MENSAGEM DO GEN VILLAS BÔAS

CCOMSEx

MENSAGEM DO GEN VILLAS BÔAS


Meus amigos da Reserva pró-Ativa,

Estou cumprindo extensa agenda de compromissos fora de Brasília, mas faço questão de manter nosso contato, atualizando-os com as notícias semanais sobre o Exército.

Recentemente, fui questionado sobre quando a Força iria atuar na Olimpíada. Respondi que o Exército já está, praticamente, nos Jogos Olímpicos. Encontra-se, no momento, refinando os planejamentos e avaliando os sistemas empregados em “eventos-testes”. Vejam o evento-teste no Complexo Olímpico de Deodoroa Escola de Fogo e o 1º Batalhão de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear.

Para os amigos de Engenharia, a novidade é a mudança da denominação do 11º Batalhão de Engenharia de Construção (Araguari-MG) para 2º Batalhão Ferroviário. Aproveito a oportunidade para enaltecer os trabalhos coordenados pelo Departamento de Engenharia e Construção, como: a inauguração dos novos PNR em Campo Grande (MS) e a recuperação da BR-364. Cliquem e leiam.

A valorização da cultura é um ponto fundamental para a Instituição e está sob responsabilidade do Departamento de Educação e Cultura do Exército. Baseado na Lei Rouanet, o DECEx implantou o Programa Mecenas de incentivo aos projetos culturais do Exército. Para saber mais, cliquem no banner.

O Sistema Colégio Militar está em festa em função do resultado obtido pelo Colégio Militar de Belo-Horizonte no ENEM e do funcionamento do Colégio Militar de Belém, a partir de 2016. Cliquem e leiam as matérias.

Por fim, agradeço os cumprimentos pelo Programa “O Comandante Responde”. Os senhores são a razão de ser do Projeto Reserva pró-Ativa. Assim, continuem a enviar vídeos gravados em seus celulares com perguntas ou sugestões, para o e-mail reservaproativa@ccomsex.eb.mil.br.
Um forte abraço verde-oliva!

Gen Ex Villas Bôas
Comandante do Exército

PARABÉNS GEN PIMENTEL - Presidente do Clube Militar ameaça processar presidente da CUT

Foto: Facebook

Rio, 14 - O presidente do Clube Militar, general Gilberto Rodrigues Pimentel, divulgou uma nota no site oficial da entidade em que ameaça processar o presidente da Central Única de Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas. O motivo foi declaração do sindicalista em solenidade no Palácio do Planalto nesta quinta-feira, 13, quando falou em ir às ruas "de armas na mão". Freitas comentava as manifestações de grupos que defendem a saída da presidente Dilma Rousseff, programadas para o domingo, 16.

"Cuidado com a língua e com as ameaças, Vagner Freitas. Você terá oportunidade de esclarecer em juízo o verdadeiro sentido de suas palavras, na ação que será movida a esse respeito", diz o general. Oficial da reserva, o general lembra ainda que "o Exército dispõe legalmente do monopólio da força, em defesa do Estado brasileiro. Qualquer outro grupo armado que venha às ruas terá que enfrentá-lo".

Na nota, o militar refere-se à democracia que Freitas disse defender por meio de greves e atos com movimentos sociais como "democracia sindicalista, dona do monopólio do poder e da verdade, no seu entendimento".

Freitas afirmou que os movimentos sociais serão o "exército" que vai "enfrentar essa burguesia". "Recado para os golpistas: nós somos trabalhadores, trabalhamos pela democracia", declarou. "O que se vende é a intolerância, o preconceito de classe contra nós. Somos defensores da unidade nacional. Isso implica ir para a rua entrincheirados de armas na mão e lutar se tentarem tirar a presidente." Foi respondido pelos presentes com gritos de "Não vai ter golpe".

http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2015/08/14/interna_politica,678521/presidente-do-clube-militar-ameaca-processar-presidente-da-cut.shtml

MORTE DE SERVIDOR DA PJF - Sinserpu vai ao MP contra Empav

POR RENATO SALLES E SANDRA ZANELLA

Carro que conduzia equipe de capina tombou na Rua Nossa Senhora de Lourdes na manhã de ontem
Carro que conduzia equipe de capina tombou na Rua Nossa Senhora de Lourdes na manhã de ontem
Um dia antes do acidente de trabalho que resultou na morte de um funcionário da Empav, após um caminhão do órgão supostamente ter apresentado falha mecânica, o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sinserpu) apresentou uma série de denúncias relatando possíveis irregularidades na empresa pública. Em representação protocolada na Promotoria do Patrimônio Público do Ministério Público (MP) de Minas Gerais, a entidade apontou o sucateamento da frota veicular e de outros patrimônios da Empav, como a fábrica de manilhas e a usina de asfalto. “Era uma tragédia anunciada”, lamenta Amarildo Romanazzi. A direção do órgão considera o acidente uma fatalidade, e a perícia do veículo ainda não foi concluída.
Além das denúncias de sucateamento da frota veicular, a representação do Sinserpu junto ao MP aponta uma série de problemas na Empav. Os questionamentos vão desde a contratação de empresas sem licitação – o que poderia beneficiar grupos ligados a uma pessoa que ocupa cargo diretivo na Empav – até suspeitas de nepotismo. Outros supostos problemas apontados pelo documento dizem respeito à terceirização de atividades-fim, com a contratação de mão de obra para a realização de serviços que poderiam ser executados por servidores de carreira; ao fato de cerca de 90 profissionais estarem ociosos; e ao não recolhimento do INSS, apesar de o tributo estar sendo descontado no contracheque dos funcionários. A representação encaminhada ao MP pede a abertura de procedimentos administrativos e judiciais de investigação e possível responsabilização de diretores de Empav. Em nota encaminhada pela assessoria, a direção da Empav informou que não recebeu qualquer comunicação oficial sobre a representação protocolada pelo Sinserpu no Ministério Público, mas garantiu que irá adotar todas as providências para uma apuração rápida e rigorosa das denúncias citadas pela Tribuna. O sindicato vai convocar uma manifestação com paralisação na Empav, na próxima segunda-feira. Também vai protocolar as mesmas denúncias encaminhadas ao MP junto à PJF e à Câmara Municipal.

Más condições já tinham sido denunciadas

Não foi a primeira vez que o Sinserpu apontou o sucateamento da frota. A reclamação já havia sido noticiada em várias reportagens da Tribuna. Em uma delas, após visita de Amarildo Romanazzi à sede do órgão, o sindicato apontou que vários veículos estavam sem funcionar por falta de combustível e más condições de uso. “Viemos denunciando o sucateamento da frota da Prefeitura, não só da Empav, tanto é que esse caminhão estava indo para a garagem trocar pastilha de freio. Mas não podemos afirmar que a causa do acidente é a falta de manutenção, porque ainda vai passar por perícia”, ponderou o sindicalista.
Diretor-técnico da Empav, René Vieira Filho confirmou que o Mercedes-Benz 710, que teria sido fabricado em 2002, segundo ele, estava com manutenção agendada para a próxima semana. “Havia revisão programada, solicitada pelo próprio motorista. Verificamos, em uma primeira inspeção aqui no local, que o cilindro mestre do freio estourou.” Para o diretor-presidente da empresa, José Eduardo Araújo, que também esteve presente ao local do acidente de ontem, a possível falha mecânica teria sido um incidente e, não, causada por falta de manutenção. “Foi uma fatalidade. Pode acontecer até com carro de passeio. Como estourou o burrinho mestre, o motorista perdeu o freio. Sorte o caminhão não ter entrado em uma casa.”

Motorista de caminhão relata falha em freio

O acidente que vitimou o funcionário da Empav aconteceu no final da manhã de ontem, após o caminhão em que ele estava, com outros seis funcionários, apresentar possível falha mecânica, sair da pista e tombar. O acidente aconteceu na Rua Nossa Senhora de Lourdes, no bairro homônimo, região Sudeste. Iran da Silva, 42 anos, seguia em um caminhão Mercedes-Benz da empresa de pavimentação, que conduzia a equipe de capina para o ponto base na Praça Doutor Antônio Carlos, após trabalho no Retiro. Segundo a Polícia Militar, o motorista relatou que ia no sentido Bairro Santo Antônio/Centro, e, ao descer o trecho íngreme, o freio do veículo não respondeu. Para evitar uma tragédia, ele jogou o caminhão em terreno baldio às margens da pista, na altura da Rua Doutor Dilermando Cruz.
No entanto, o Mercedes tombou para o lado em que a vítima estava sentada, no compartimento fechado atrás da cabine. O servidor não resistiu aos ferimentos e morreu na hora. O óbito foi confirmado pelo Samu. Outros três funcionários – com idades de 52, 62 e 41 – foram socorridos e encaminhados para o Hospital de Pronto Socorro (HPS), aparentemente sem ferimentos graves. De acordo com a assessoria da Secretaria de Saúde, todos se encontram na observação masculina, já passaram por avaliação da cirurgia geral e aguardavam a avaliação da neurocirurgia. O homem de 52 anos apresentava escoriações na face e o do 41 uma contusão no ombro. Já o de 62, não possuía lesões aparentes. O motorista do veículo, 53, e outros dois ocupantes da cabine, de 58 e 60 anos, não sofreram lesões.
O corpo da vítima ficou embaixo do caminhão, sendo necessário o desencarceramento por uma equipe do Corpo de Bombeiros. Segundo o sargento da corporação que esteve à frente da ocorrência, Carlos Alberto de Campos, quando a equipe chegou ao local, as outras vítimas também estavam caídas, e o servidor que morreu estava preso às ferragens. Peritos da Polícia Civil realizaram os levantamentos iniciais, e o caminhão seria removido para ser periciado a fim de identificar as causas do acidente.
A via precisou ser parcialmente interditada, e muitos curiosos se aglomeraram no entorno. Familiares de Iran também estiveram presentes e ficaram muito abalados. Um parente contou que ele trabalhava na Empav há mais de dez anos, morava no Bairro Nova Era, Zona Norte, e deixou uma filha, com cerca de 20 anos. Iran iria completar 43 anos no próximo dia 19.
A via precisou ser parcialmente interditada, e muitos curiosos se aglomeraram no entorno. Familiares de Iran também estiveram presentes e ficaram muito abalados. Ele iria completar 43 anos no próximo dia 19. Morava no Bairro Nova Era, Zona Norte, e deixou uma filha, com cerca de 20 anos. A Empav decretou luto e afirma estar prestando toda a assistência à família. Iran era auxiliar de serviços e trabalhava na empresa há 14 anos. O enterro será realizado no Cemitério Municipal, neste sábado, às 9h30.
http://www.tribunademinas.com.br/sinserpu-vai-ao-mp-contra-empav/