quinta-feira, 13 de agosto de 2015

MAIS UM JOVEM ASSASSINADO EM JUIZ DE FORA


Um jovem de 20 anos foi assassinado com cinco tiros, na madrugada desta quinta-feira (13), entre os bairros JK e Parque Jardim Burnier, na Zona Sudeste de Juiz de Fora. O crime aconteceu por volta das 2h na Rua Natalino José de Paula. De acordo com informações da Polícia Militar, Marley Matheus da Silva foi alvejado em via pública e caiu no chão com vários ferimentos na cabeça.
Uma moradora relatou à PM que ouviu cerca de cinco disparos e percebeu a movimentação de pessoas correndo perto de sua casa. Ao verificar na rua, ela encontrou a vítima ferida e acionou a PM. O Samu esteve no local e constatou o óbito. Peritos da Polícia Civil realizaram os levantamentos e recolheram no local um projétil.
O corpo foi removido e encaminhado para necropsia no Instituto Médico Legal (IML). A PM tentou obter informações sobre autoria e motivação do crime, mas ninguém repassou detalhes, possivelmente temendo represálias. O caso será investigado pela Delegacia Especializada de Homicídios.
http://www.tribunademinas.com.br/jovem-e-morto-com-cinco-tiros-em-via-publica/

PARAPAN TORONTO 2015 - QUADRO DE MEDALHAS ATUALIZADO


quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Presidente da CPI do BNDES diz ser difícil Lula escapar de investigação

Marcos Rotta (PMDB-AM), deputado de primeiro mandato, foi escolhido pelo PMDB para comandar a comissão de investigação, uma das CPIs que tira o sono do governo e do PT.


Por: Marcela Mattos, de Brasília

O deputado federal, Marcos Rotta (PMDB-AM)
O deputado federal Marcos Rotta (PMDB-AM) foi eleito presidente da CPI do BNDES (Twitter/Reprodução)
Resultado de uma batalha política entre a Câmara e o Planalto, a CPI do BNDES foi instalada na semana em que a crise no governo foi aprofundada com o esfacelamento da base, as derrotas no Congresso e o cenário econômico cada vez mais complicado. Nos próximos 120 dias, o colegiado deve ser um novo componente para incendiar a crise ao jogar luz sobre os contratos secretos firmados pelo banco entre 2003 e 2015 e sobre os financiamentos cedidos a empresas de fachada investigadas na operação Lava Jato. Indicado pelo PMDB para comandar a CPI, o deputado Marcos Rotta (PMDB-AM) diz que não vai proteger nem perseguir ninguém, e destaca que o ex-presidente Lula também pode ser alvo do colegiado. "Eu acho difícil que isso não seja tratado. Eu fiz, inclusive, um apelo para que a gente pudesse deixar as nossas bandeiras, as nossas cores e as nossas ideologias o mais distante possível", disse o peemedebista. Deputado de primeiro mandato, Rotta nega que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), terá influência sobre o colegiado. "Penso que ele, com a inteligência que tem, haverá de saber que a CPI, para apresentar resultados, precisa de algo chamado autonomia". Leia a entrevista ao site de VEJA.
O que motivou o senhor a buscar o comando da CPI do BNDES? Eu recebi um convite da bancada do PMDB e sobretudo do líder, Leonardo Picciani. Aceitei esse desafio e recebi como uma missão da minha bancada. O líder me chamou, mostrou a gravidade do problema e a necessidade de que tenhamos um comportamento sereno, tranquilo e profundo, mas ao mesmo tempo sendo duros e firmes na condução de uma CPI que nasce já com alguns fatos de conhecimento público, mas a maioria dos fatos passará a ser pública no decorrer das investigações. A minha posição será de encontrar o ponto de equilíbrio, porque do outro lado nós temos uma instituição extremamente importante para o Brasil. Uma instituição com 60 anos, que já financiou muita coisa no país e que é importantíssima para a sociedade.
A CPI pode atrapalhar o funcionamento do banco? Tomara que não. Isso quem vai dizer serão as investigações, as oitivas, os depoimentos. O que eu quero fazer é ligar os fios. Nós vamos iluminar o BNDES e aclarar tudo que envolve as questões de financiamento secreto a outros países e da pouca transparência.
O senhor defende a quebra de sigilos dos contratos feitos pelo BNDES? Eu acho que esse será o start da CPI. Vamos começar por aí. Quem vai definir tudo serão os integrantes. Eu acho que se for necessário para começar o processo investigatório, sim. Mas vamos ter muita prudência. Não vamos tomar nenhum tipo de medida açodada, por pressão de quem quer que seja. Não vai passar por mim a questão de tentar esconder nada. Se isso for necessário para que a gente chegue ao objetivo de dar resposta à sociedade, a CPI faz.
O BNDES é hoje uma caixa-preta. Essa questão do sigilo vai ficar muito em baila porque as pessoas não conseguem entender como uma instituição pública promove financiamentos secretos. Mas existem regras de mercado. Nós precisamos investigar a motivação de tudo isso e sobretudo o amparo legal do que foi feito.
Quem deve ser ouvido pelo colegiado? Há uma corrente majoritária que já defende o nome do presidente do BNDES [Luciano Coutinho] para ser o primeiro a ser ouvido. Mas vai depender do plenário. Vamos colocar os requerimentos em votação.
O MP investiga um suposto tráfico de influência de Lula para a concessão de empréstimos do BNDES à Odebrecht. Isso também será tratado pelo colegiado? Eu acho difícil que isso não seja tratado. Eu fiz, inclusive, um apelo para que a gente pudesse deixar as nossas bandeiras, as nossas cores e as nossas ideologias o mais distante possível das ações da CPI. Porque se a gente contaminar com defesas, ataques, posição e situação, os trabalhos da CPI vão ficar muito complicados. Sei que isso é extremamente difícil de ser conseguido, mas foi um apelo que eu fiz. Nós estamos em uma Casa política, existem muitos interesses de um lado ou de outro, mas acho que a CPI não é nem de situação nem de oposição. Ela foi criada para investigar um fato determinado e passar uma instituição a limpo.
A CPI da Petrobras começou com uma expectativa muito grande, mas pouco avançou nas investigações. O que podemos esperar dessa nova comissão de inquérito? A gente não pode comparar as duas CPIs, são situações extremamente diferentes. O que nós vamos defender é que haja um processo sério de investigação. Da minha parte, o compromisso que eu tenho é de tentar dotar a comissão de todos os instrumentos legais possíveis para que os membros possam desempenhar bem as suas funções. Se houve desvio, se houve desmando e se houve crime, que os responsáveis sejam denunciados, julgados e penalizados de acordo com a legislação. A questão vai ser muito simples: vai responder quem cometeu algum tipo de crime. A CPI, no que depender do seu presidente, não vai perseguir ninguém, mas, ao mesmo tempo, não vai proteger ninguém.
Há um sentimento de que o presidente da Câmara tem dominado as comissões comandadas por aliados. O senhor considera que terá autonomia? Essa foi uma das condições que eu coloquei para aceitar a presidência. O Eduardo Cunha talvez seja uma das pessoas mais preparadas, qualificadas e inteligentes que temos hoje no cenário político. Exatamente por conta dessas qualidades, ele tem a sensibilidade de saber que não pode interferir nessas questões, sobretudo nas CPIs. Até agora, não tive nenhum tipo de contato com ele ou de condicionamento para que pudéssemos prosseguir com os trabalhos da CPI. Penso que ele, com a inteligência que tem, haverá de saber que a CPI, para apresentar resultados, precisa de algo chamado autonomia.
Mas, de qualquer forma, o senhor está ciente do forte componente político que a CPI carrega? Eu acho que o cenário politico é muito ruim para o governo. Não é só o caso do rompimento do Cunha. PDT e PTB, que eram da base, simplesmente saíram. De uma maneira geral, o cenário politico interfere nessas questões. Nós somos entes políticos, partidários e temos bandeiras ideológicas. Mas eu acho que tudo isso deveria ficar distante dos trabalhos da CPI.
O senhor vai disputar a prefeitura de Manaus em 2016? Eu sou do PMDB, que deve ter candidatos. Nós tivemos uma conversa há alguns meses com o presidente Michel Temer. O PMDB quer realmente disputar a presidência em 2018 e se esse processo se concretizar, penso que antes passa pelas eleições dos prefeitos no ano que vem. É um processo que nós vamos discutir, mas no momento certo. A minha vida está focada na CPI.
http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/presidente-da-cpi-do-bndes-diz-ser-dificil-lula-escapar-de-investigacao/

BONS TEMPOS - TENHO SAUDADES


VALE RELEMBRAR - PRESIDENTE CASTELO BRANCO

Em 1966 o presidente Castelo Branco leu nos jornais que seu irmão, funcionário com cargo na Receita Federal, ganhara um carro Aero-Willys, como forma de agradecimento dos colegas funcionários pela ajuda que dera na lei que organizava a carreira. 
O presidente telefonou mandando que ele devolvesse o carro.
O irmão argumentou que, se devolvesse, ficaria desmoralizado em seu cargo. O presidente Castelo Branco interrompeu-o dizendo:
"Meu irmão, afastado do cargo você já está. Estou decidindo agora se você vai preso ou não".
*Cabra-macho!!!

Renato Duque se reúne hoje com MPF para assinar delação premiada

Ex-diretor de Serviços da Petrobras vai apresentar documentos envolvendo novos nomes de políticos e empresários ligados ao Petrolão

Gisele Vitória
Está marcada para o início da tarde desta quarta-feira 12, em Curitiba, a reunião com membros do Ministério Público Federal para o ex-diretor de serviços da Petrobrás, Renato Duque, assinar o acordo de delação premiada.
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Advogados negociam a libertação imediata de Duque após assinatura da delação premiada
 
Na sede da Polícia Federal na capital paranaense, Duque e seus advogados, Marlus Arns, Roberto Neto e Eduardo Duque Marassi, deverão apresentar ao sub-procurador da República, Marcello Miller, os primeiros documentos que comprovem ou indiquem o envolvimento de novos nomes influentes de políticos e empresários que ainda não foram citados no esquema de corrupção da Petrobras, investigado pela operação Lava-Jato. Alguns dos novos nomes delatados teriam foro privilegiado.
Duque quer colaborar com as investigações em troca de redução de pena. Entre os benefícios do acordo costurado por seus advogados seria tirar o ex-diretor da Petrobras da prisão imediatamente após o fechamento do acordo. Esta é a terceira reunião com membros do Ministério Público. Na reunião de quarta-feira passada, parte de alguns desses novos nomes já foram adiantados aos procuradores.
http://www.istoe.com.br/reportagens/431717_RENATO+DUQUE+SE+REUNE+HOJE+COM+MINISTERIO+PUBLICO+FEDERAL+PARA+ASSINAR+DELACAO+PREMIADA?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Resultado Final do Concurso da “Oração do Soldado do Exército Brasileiro


Brasília (DF) – No dia 11 de agosto, o Comandante do Exército, General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, deu por encerrado o concurso que selecionou a “Oração do Soldado do Exército Brasileiro”. A seleção contou com mais de 400 obras inscritas de todo o Brasil e envolveu todos os Comandos Militares de Área (Cmdo Mil A).

O certame teve início em março deste ano e dele participaram militares da ativa e da reserva. O julgamento das obras inscritas ocorreu em duas fases: a primeira no âmbito do órgão de direção geral, dos órgãos de direção setorial, dos Cmdo Mil A e dos órgãos de assistência direta e imediata; e a segunda em âmbito nacional, da qual participaram as três composições de cada órgão e/ou comando classificadas na primeira fase.

De acordo com o regulamento do concurso, as obras, originais e inéditas, foram julgadas considerando os seguintes quesitos: realizar o ato de louvor, ação de graças ou súplica, dirigida a Deus; possuir caráter ecumênico; fortalecer o espírito de corpo; destacar o cumprimento do dever; enaltecer a dedicação ao serviço da Pátria; exortar o Patrono do Exército Brasileiro; e exaltar os Símbolos Nacionais, em destaque, a Bandeira Nacional.

Sob a coordenação da Secretaria-Geral do Exército, a comissão julgadora da segunda fase foi composta por 16 militares de diferentes armas, quadros e serviço, incluindo capelães militares, que formaram uma equipe multidisciplinar responsável pelo julgamento das 44 (quarenta e quatro) obras finalistas. Cabe ressaltar que, durante todo o trabalho da comissão, a autoria das obras foi mantida em sigilo, conforme previsto em portaria e edital. Após a definição da vencedora, a identificação da obra e de seu respectivo autor ocorreu em sessão deliberativa da comissão, da qual participou o Secretário-Geral do Exército, General de Brigada Luiz Carlos Pereira Gomes.

A composição vencedora é de autoria do Coronel Fortunato Menezes da Silva, oficial da Arma de Comunicações formado pela Academia Militar das Agulhas Negras em 1982. Atualmente, o oficial serve no Departamento de Ciência e Tecnologia, onde desempenha a função de assistente-secretário do Vice-Chefe.

O Comandante do Exército, em solenidade restrita em seu Gabinete, cumprimentou pessoalmente o Cel Fortunato pelo feito e por sua conquista. Além disso, estende seu cumprimento a todos os que participaram da seleção, em especial aos que passaram para a segunda fase e, por isso, receberão um diploma de participação em reconhecimento ao esforço intelectual e ao entusiasmo profissional demonstrado.

Por sua importância, a “Oração do Soldado do Exército Brasileiro” será apresentada ao público durante a solenidade do Dia do Soldado, na Guarnição de Brasília e, a partir de então, será adotada por força de Portaria do Comandante, a ser publicada em Boletim Especial do Exército.

http://www.eb.mil.br/

'A senhora foi legitimamente eleita, mas eu também fui', diz Collor a Dilma


Em meio à crise política que traga seu governo, a presidente Dilma Rousseff teve de ouvir um misto de conselho e desabafo do senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL), que renunciou ao mandato de presidente em 1992 para escapar do impeachment.

“A senhora foi legitimamente eleita, mas eu também fui”, disse Collor a Dilma diante de outros líderes partidários, na reunião que antecedeu ao jantar no Palácio da Alvorada.

Em tom queixoso, Collor criticou várias vezes o que chamou de “judicialização da política” e à “instabilidade das instituições”, provocada, segundo ele, pela condução da Operação Lava Jato, na qual é investigado.

Collor teve bens, como carros de luxo, apreendidos em ação da Polícia Federal determinada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a quem dirigiu um palavrão na tribuna do Senado na semana passada.

Diante da presidente, o senador alagoano arriscou que a maior crise que o país enfrenta não é a econômica, e sim política.

Em conversas reservadas com colegas do Senado, Collor tem dito que Dilma deveria consultá-lo sobre o processo de impeachment que enfrentou em 1992. Ele acha que não “cuidou” da política, e isso levou a que perdesse a condição de se sustentar no poder.

http://painel.blogfolha.uol.com.br/2015/08/10/a-senhora-foi-legitimamente-eleita-mas-eu-tambem-fui-diz-collor-a-dilma/

Auditores do TCU apontam falha sobre FGTS em defesa das contas de Dilma

A reprovação das contas é aguardada pela oposição no Congresso para mover um processo de impeachment da presidente

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O governo Dilma Rousseff alegou, em sua defesa ao Tribunal de Contas da União, não poder seguir um ponto cobrado pelo TCU que ele, na prática, já segue. No meio do fogo cruzado estão o Banco Central e as "pedaladas fiscais". Esse buraco na defesa do governo já ligou o sinal de alerta dos ministros do TCU, que estão prestes a retomar o julgamento das contas federais de 2014.

Uma reprovação das contas é aguardada pela oposição no Congresso para mover um processo de impeachment da presidente. O TCU produz um parecer, mas a decisão final é dos parlamentares, que na semana passada aceleraram as votações de contas de ex-presidentes para ficarem prontos a votar as contas de 2014.

No processo de análise das contas de Dilma, os auditores do TCU apontaram, em junho, que a dívida do governo com o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), que antecipou recursos para o programa Minha Casa, Minha Vida, deveria ser registrada pelo Banco Central na dívida líquida do setor público. Ao todo, o TCU apontou que foram deixadas fora da dívida pública um total de R$ 18,3 bilhões do governo com o FGTS no ano passado.

Em sua defesa, entregue ao TCU há duas semanas, o governo alega que a não inclusão nas estatísticas do BC da relação entre a União e o FGTS "está em consonância com o padrão metodológico adotado". Em seguida, o governo apresenta a seguinte frase, grifada: "sem qualquer variação observada nesse aspecto desde 1991". Finalmente, o governo afirma que o FGTS não é uma instituição financeira, "fugindo, fácil ver, aos escopos de análise do BC".

Entretanto, quando a estatal Empresa Gestora de Ativos (Emgea) foi criada, em junho de 2001, ela nasceu com uma dívida de R$ 25,9 bilhões do FGTS, que deveria ser paga ao fundo dos trabalhadores. Essa dívida foi imediatamente registrada pelo BC na dívida líquida pública, sendo inserida na rubrica "Outros débitos de empresas estatais federais".

De lá para cá, o passivo da Emgea com o FGTS foi caindo, conforme foi desempenhado o trabalho de recuperação de "operações podres" para o qual a Emgea foi constituída pelo governo Fernando Henrique Cardoso. Ao Estado, a Emgea informou que a dívida com o FGTS estava em R$ 5,1 bilhões em junho deste ano.

O próprio BC, em seu Manual de Finanças Públicas, aponta que "o endividamento público com o FGTS" também deve ser incluído nas estatísticas federais.

Do lado do governo, o entendimento técnico é de que a dívida da Emgea com o FGTS foi fruto de "reestruturação" feita pelo governo na Caixa Econômica Federal em 2001, tirando da Caixa ativos e passivos de difícil resgate.
http://www.istoe.com.br/reportagens/431503_AUDITORES+DO+TCU+APONTAM+FALHA+SOBRE+FGTS+EM+DEFESA+DAS+CONTAS+DE+DILMA

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

A contabilidade do Palácio do Planalto

por Gerson Camarotti


Essa semana, no Palácio do Planalto, foi feita uma contabilidade pragmática por petistas e auxiliares diretos da presidente Dilma Rousseff: é preciso ter 200 votos garantidos na Câmara dos Deputados. Essa é a margem de confiança para o número mínimo de 172 votos para barrar a abertura de um processo de impeachment. 

Para o início do processo de impedimento, são necessários 342 votos. Num gabinete palaciano, a contabilidade acendeu a luz vermelha entre os ministros: hoje, o governo só tem 130 votos seguros. “É preciso aumentar essa margem”, observou um dos participantes da reunião. 

Chegou-se a conclusão de que é preciso mudar a estratégia: ao invés de ficar tentando agradar cerca de 300 deputados, a ordem é atrair os 70 votos restantes para assegurar a manutenção do mandato da presidente Dilma. “Não podemos ficar refém exclusivamente do (Michel) Temer. Temos que definir nossa própria estratégia”, completou essa fonte. 
http://g1.globo.com/politica/blog/blog-do-camarotti/post/contabilidade-do-palacio-do-planalto.html

Falhas identificadas pelo TRE e o MPE totalizam R$ 3,2 milhões

Thiago Ricci* - Hoje em Dia

Dos 53 deputados federais mineiros eleitos no último pleito, apenas dois apresentaram contas de campanha sem falha. Somadas, as irregularidades nos gastos encontradas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) chegam a R$ 3,2 milhões do total de R$ 113 milhões declarados pelos candidatos (veja infografia).

Considerando a avaliação mais rigorosa do TRE e do Ministério Público Eleitoral (MPE), quase metade dos deputados federais mineiros não teria assumido. Ao todo, 24 congressistas que conquistaram um lugar na Câmara dos Deputados tiveram as contas desaprovadas, 16 das quais reprovadas em ambas as análises.

As “não conformidades” são relativas a falhas consideradas leves ( como erros de lançamentos de valores), até graves (como indícios de caixa 2), e foram identificadas no parecer conclusivo dos técnicos do tribunal. Portanto, após o período de ampla defesa.

Incorreção
No caso do deputado Caio Nárcio (PSDB), por exemplo, o TRE identificou cinco notas fiscais, totalizando R$ 97 mil, preenchidas incorretamente.

Sugere-se que se dê ciência à Procuradoria Regional Eleitoral para, se entender cabível, apurar possíveis ocorrências de crime fiscal/eleitoral”, afirma trecho do documento.

O procurador regional eleitoral, Patrick Salgado, pediu o encaminhamento do caso ao Núcleo Criminal do órgão. Mas o juiz eleitoral Virgílio Barreto interrompeu o processo ao aceitar a tese do congressista de que a irregularidade envolvia erro de lançamento.

Basicamente, os candidatos são obrigados a apresentar duas parciais das contas durante as eleições e uma prestação final ao término da disputa. Os examinadores, então, analisam gastos e receitas, questionam as falhas e, após um prazo, recebem as respostas antes de produzir o parecer conclusivo. Baseado nesse documento, o procurador eleitoral também emite um parecer e o TRE-MG julga as contas.

Mesmo com as várias chances para retificar as contas, alguns candidatos ainda entram com recursos judiciais depois dos pareceres finais para apresentar novas explicações antes do julgamento. Somada a essa manobra há a complacência dos juízes, escorados na teoria da razoabilidade.

Juíza aprova

Para ilustrar, o caso do deputado federal Leonardo Monteiro (PT), que acumulou uma dívida durante a campanha de R$ 636 mil. Além disso, usou R$ 24 mil de origem não identificada e omitiu despesas de R$ 13 mil e receita de R$ 3 mil. A conclusão do parecer técnico conclusivo, seguida pelo MPE, foi desaprovar as contas que englobavam R$ 676 mil, da verba total de R$ 1,8 milhão, irregulares.

A juíza Maria Edna Veloso, porém, aprovou as contas do deputado após o PT assumir R$ 500 mil da dívida. “O candidato não demonstrou como serão pagos os R$ 51 mil em dívidas com contratação do pessoal que trabalhou na campanha, irregularidade que representa 2,8% do total de R$ 1,8 milhão do custo de campanha, valor insignificante no contexto geral da prestação de contas, e que não enseja a rejeição”.
(* Colaborou Giulia Mendes)

Ex-presidentes do PSDB e do PT foram reprovados

Dois dos principais nomes do cenário político mineiro, ex-presidentes dos principais partidos no Brasil e em Minas, tiveram as contas reprovadas pelo corpo técnico do TRE-MG e pela Procuradoria Eleitoral. Marcus Pestana (PSDB) e Odair Cunha (PT), atual secretário de Governo de Fernando Pimentel, registraram falhas graves nas respectivas prestações, conforme parecer conclusivo.

O caso do tucano foi o mais grave. Além do crivo negativo dos examinadores e do MPE, recebeu a desaprovação do Pleno do TRE-MG. O ex-presidente do PSDB mineiro só garantiu sua cadeira no Congresso após ter recurso aceito pelo TSE. Os examinadores encontraram R$ 271 mil irregulares na campanha dele, que custou R$ 2,4 milhões. Documentos fiscais e despesas omitidas, além de falhas nas parciais, foram encontrados, mas o que gerou a desaprovação das contas no TRE-MG foi o recebimento de R$ 12 mil de fonte vedada – “Solar Comunicações”, concessionária de serviços públicos.

Já Odair Cunha, ainda conforme o parecer conclusivo, teve R$ 26 mil de despesas omitidas, com parte desses recursos sem trânsito pela conta bancária oficial de campanha, o que pode significar, por exemplo, uso de caixa 2.

No entanto, o juiz Wladimir Rodrigues Dias aceitou documentos após os pareceres que justificaram o uso de R$ 24 mil – o restante foi relevado pelo princípio da razoabilidade. Além de Pestana, o deputado federal mineiro que teve as contas rejeitadas pelo Pleno do TRE-MG foi Padre João (PT). O petista ainda corre o risco de perder a cadeira. O recurso dele ainda tramita no TSE.

Todos os deputados citados na reportagem foram procurados pelo Hoje em Dia, mas apenas Patrus Ananias retornou às demandas. Conforme a assessoria de imprensa dele, “as contas foram aprovadas pelo TRE e o Ministério Público não recorreu”.

Arte HD
Falhas identificadas pelo TRE e o MPE totalizam R$ 3,2 milhões
 http://www.hojeemdia.com.br/noticias/falhas-identificadas-pelo-tre-e-o-mpe-totalizam-r-3-2-milh-es-1.338376

ACIDENTE COM VÍTIMA FATAL PRÓXIMO A JUIZ DE FORA

Foto: Humberto Nicoline/09-08-15
Uma mulher de 52 anos morreu em um acidente entre dois veículos de passeio, no KM 60 da rodovia MG-353, na manhã do último domingo (9), no trecho entre Juiz de Fora e Coronel Pacheco. A ocorrência foi registrada pela Polícia Militar Rodoviária (PMR), por volta das 10h30. A vítima, Rosângela Peres de Andrade Ferreira, viajava em um veículo Prisma e teve seu óbito confirmado no local por uma equipe do Samu. De acordo com o registro do fato, a PMR foi acionada por populares, que informaram a ocorrência do acidente.
Ao chegar ao local, os policiais encontraram um veículo Citroen parado sobre a pista de rolamento na sua mão direcional, com avarias na parte frontal, e um veículo Prisma parado transversalmente sobre a rodovia na contramão da direção, com danos na lateral direita.
Segundo o documento policial, o motorista do Citroen, 55, contou que trafegava no sentido de Coronel Pacheco, quando percebeu o momento em que o Prisma, que trafegava na direção contrária, teria perdido o controle direcional após realizar uma curva, invadindo a contramão e colidindo contra seu automóvel. O condutor do Citroen e uma mulher, 36, sofreram ferimentos leves e foram conduzidos para a Santa Casa de Juiz de Fora.
Já no veículo Prisma, além da vítima que morreu, estavam o motorista, 57, um homem, 32, e uma mulher, 56. Eles foram socorridos e levados inconscientes para o Hospital de Pronto Socorro (HPS), apresentando lesões graves. Ainda conforme a PMR, os condutores dos veículos eram devidamente habilitados e os automóveis estavam licenciados.
http://www.tribunademinas.com.br/mulher-morre-em-acidente-na-mg-353/

Alexandre Ank é bronze no Individual nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto

Mesatenista paralímpico da AABB Juiz de Fora, Alexandre Ank (que tem a Hiperroll Embalagens, parceira do Toque de Bola, entre os patrocinadores) conquistou medalha de Bronze na Classe 4 Individual nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto, no Canadá, feito que deve ser ainda mais valorizado por estar há dias com um pinçamento na cervical nervosa, que vem sendo tratado pela equipe médica e fisioterápica da seleção brasileira de tênis de mesa paralímpico a tempo de deixá-lo apto a disputar nesta 3ª feira, 11, a Classe 4 por Equipes.
Alexandre Ank, que dedicou a medalha de Bronze a seu pai, Ney Ank, faz questão de enaltecer o apoio que vem recebendo do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM), bem como agradecer aos seus apoiadores e patrocinadores que tornaram possível estar presente no Parapan e também a todos aqueles que torcem pelo seu sucesso em Toronto.
O mesatenista destaca que foi derrotado nas semifinais por seu compatriota Ezequiel Babes, mesmo adversário diante do qual se saiu vitorioso nas finais do 47º Campeonato Brasileiro – Duplas e Individual, em maio deste ano, no Rio de Janeiro, e da Copa Brasil Sul/Sudeste de Tênis de Mesa I, em março de 2015, em Piracibaca.
Alexandre Ank exibe com orgulho a medalha de bronze conquistada no Canadá
Alexandre Ank exibe com orgulho a medalha de bronze conquistada no Canadá
  Resultados de Alexandre Ank nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto (Classe 4 Individual):
Fase de Classificação
Alexandre Ank 3 x 0 Gabriel Macal (El Salvador)
Edson Sanchez (Venezuela) 3 x 1 Alexandre Ank
Alexandre Ank 3 x 0 Rodolfo Quezada (Guatemala)
Quartas de Final
Alexandre Ank 3 x 1 Ivanildo Freitas (Brasil)
Semifinais
Ezequiel Babes (Brasil) 3 x 0 Alexandre Ank
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Olho no Rio
Alexandre Ank agora busca na disputa das quatro últimas etapas internacionais em 2015 (Bélgica, Costa Rica, Chile e Argentina) o credenciamento para ser um dos representantes do Brasil nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro 2016.
Para isso, o mesatenista juiz-forano conta com o apoio da Federação Nacional de AABBs (FENABB), através do Programa de Apoio ao Atleta do Sistema AABB; AABB Juiz de Fora; Suprema – Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora; Colégio Internacional Saci; Hiperroll Embalagens – Saco Para Lixo; Fripai – Distribuidora de Carnes; Sincronia Pilates e Fisioterapia; Acqua Stretch – Clínica do Bem Estar e Federação Nacional da Cultura (FENAC), bem como com a experiência e a orientação do professor Daniel Ramos nos treinamentos e nas competições e os cuidados e o profissionalismo dos fisioterapeutas Jardel Trindade e Juliano Guimarães.
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Texto e informações enviados ao Toque de Bola por Sérgio Peralva – AABB Juiz de Fora
Fotos: face Alexandre Ank/Divulgação
http://www.toquedebola.esp.br/esporte-local/2015/08/alexandre-ank-e-bronze-no-individual-nos-jogos-parapan-americanos-de-toronto/

Fã clube de José Dirceu acusa o golpe


Descobre-se, agora, que a carteira de clientes da consultoria do ex-ministro rendeu quase R$ 40 milhões nos últimos nove anos
Ricardo Noblat
Tem muito admirador de José Dirceu, ou ex-admirador, que não o perdoa por ter-se fingido de pobre. Fingido, sim.
Ele não precisou pôr a mão no bolso para pagar à Justiça a multa de R$ 971.128,92, uma das punições no caso do mensalão.
Foi feita uma “vaquinha. E 3.972 doadores deram conta da multa.
Descobre-se, agora, que a carteira de clientes da consultoria do ex-ministro rendeu quase R$ 40 milhões nos últimos nove anos.
Não deixou de ser um golpe, talvez o último, aplicado por Dirceu no seu fã clube.
O ex. Ministro José Dirceu durante embarque para Curitiba no hangar Policia Federal em Brasilía  (Foto: Ailton de Freitas / Agência O Globo)O ex. Ministro José Dirceu durante embarque para Curitiba no hangar Policia Federal em Brasilía (Foto: Ailton de Freitas / Agência O Globo)http://noblat.oglobo.globo.com/meus-textos/noticia/2015/08/fa-clube-de-jose-dirceu-acusa-o-golpe.html

domingo, 9 de agosto de 2015

Lula é citado por envolvidos na Lavo Jato

08/08/2015
 às 22:26 \ BrasilCultura

E pai de Marcelo Odebrecht autoriza delação: vai citar o Brahma também?

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Marcelo Odebrecht, de óculos à direita, observa seu lobista número 1, Luiz Inácio Brahma da Silva, segurando Emílio
A semana foi dura para o Brahma.
1) Primeiro, Hermes Freitas Magnus, o homem que deu origem à Operação Lava Jato após ter ouvido confissões de José Janene, revelou ao Jornal da Band que o deputado federal do PP (morto em 2010) se gabava de que “só ele e José Dirceu derrubavam o Lula”.
“O que manteria ele no poder”, segundo Magnus, “era tudo isso que a gente está vendo aí. Então, ele participava da engenharia, não tinha como ele ser omisso a essa engenharia”.

2) Depois, O Globo informou que a Polícia Federal apreendeu o caderno do irmão de José Dirceu, Luiz Eduardo, onde aparecem as anotações “depósito avião (Lula)” e “Sig – Jantar (ou pautar) Sumaré com o Ministro DTófoli – Tito”.
A anotação sobre Lula ainda não foi explicada, mas, segundo Luiz Eduardo, o advogado do PT Sigmaringa Seixas teria “solicitado ajuda” de Dirceu para “que houvesse contato” entre o ministro Dias Toffoli e “um político de Sumaré conhecido por Tito”, o ex-deputado Professor Tito (PT), que ficou em segundo lugar na disputa pela prefeitura da cidade paulista em 2012.
Sua coligação, como relatou O Antagonista, “entrou com pedido de cassação do mandato da prefeita tucana Cristina Carrara por abuso de poder econômico. O caso foi parar no TSE, que é presidido por Toffoli. A relatora do processo de cassação foi Luciana Lossio, que advogou para o PT – assim como Toffoli. Luciana elaborou um parecer pela cassação de Carrara. No final do ano passado, a maioria dos ministros votou a favor de que o caso vá para decisão em plenário. Toffoli e Luciana, com bons petistas, foram contra”.
3) Para completar, Jorge Bastos Moreno informa no Globo:
“Marcelo Odebrecht será o próximo a aceitar a delação premiada.
O pai de Marcelo, Emilio, recluso com as netas em uma fazenda da família desde que o filho foi preso, já autorizou os advogados a discutir o assunto com as autoridades.”
Antes da prisão do filho, o patriarca da família que ergueu a maior empreiteira da América Latina dizia, segundo a Época:
“Se prenderem o Marcelo, terão de arrumar mais três celas. Uma para mim, outra para o Lula e outra ainda para a Dilma.”
Se precisarem de ajuda para arrumar, estamos aí.

http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2015/08/08/lula-e-citado-por-envolvidos-na-lavo-jato-e-pai-de-marcelo-odebrecht-autoriza-delacao-vai-citar-o-brahma-tambem/

FELIZ DIA DOS PAIS - EXÉRCITO BRASILEIRO